A analise das Demonstrações Financeiras como Ferramenta para acompanhar e avaliar o desempenho Financeiro e a Análise do Investimento de Capital

Publicado em: 26/11/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 5,408 |

1  INTRODUÇÃO

 

É possível afirmar que a análise das demonstrações contábeis ou financeiras tem por objetivo avaliar, ou melhor, produzir informações necessárias para que as partes interessadas avaliem a posição econômico-financeira passada e atual de uma entidade. Este artigo científico tem por objetivo explorar os meios de como se analisa e quais são estas demonstrações. Faz-se útil, também, afirmar que em contabilidade a análise de demonstrações financeiras ou contábeis e análise de balanço são sinônimos.

Toda a análise dos demonstrativos financeiros impacta nas decisões tomadas sobre o patrimônio e os resultados da empresa como, também, servirão de apoio para a decisão sobre novos investimentos e, ainda, as condições mais apropriadas para financiá-los.

Além de informar os usuários internos sobre os pontos críticos que merecem maior atenção no gerenciamento operacional e estratégico, informar o impacto de suas ações na estrutura financeira da empresa, e quanto aos usuários externos a análise dos demonstrativos também revela a situação empresarial para seus acionistas, investidores, economistas, instituições financeiras, fornecedores e clientes, governos, sindicato e associações de classe.

Cada um desses analisará a situação econômica ou financeira da organização, conforme seus interesses particulares. Assim, para os acionistas e investidores, pode ser interessante conhecer a rentabilidade gerada pela empresa. Para os credores, pode ser interessante conhecer a capacidade para saldar os compromissos. Enquanto que o governo direcionará a sua atenção para os aspectos legais da construção dos demonstrativos que assegurarão o recolhimento de tributos.

2 OBJETIVOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS

 

Conforme instrui o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, em seu pronunciamento técnico CPC 00, o objetivo das demonstrações contábeis é fornecer informações sobre a posição patrimonial e financeira da entidade (Balanço Patrimonial), sobre seu desempenho em um determinado período (Demonstração do Resultado) e sobre as modificações na sua posição financeira (Demonstração dos Fluxos de Caixa, no Brasil desde 2008).  Devem, estas, estar complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrativos que permitam o adequado entendimento sobre a posição patrimonial e financeira.

Os dados gerados pelas demonstrações financeiras servem de base para informar as partes interessadas internas, que são os acionistas, administradores e funcionários da organização, e, ainda as partes interessadas externas que são as instituições financeiras, governos, fornecedores, sindicatos e outros, sobre a situação econômico-financeira da organização. A informação gerada, analisada e entendida, neste caso para o entendimento das informações, é necessário conhecimento razoável do negócio, pois permitem tomadas de decisões com elevado grau de acerto sobre futuros investimentos ou projetos.

A situação econômico-financeira positiva da organização esperada pelas partes interessadas é o resultado de um planejamento financeiro bem elaborado. Para que uma organização gere bons resultados é necessária uma boa estratégia financeira. Esta estratégia precede um plano financeiro bem elaborado, Ross et al. (1995, p.522) afirmam: "O planejamento financeiro determina as diretrizes de mudança numa empresa. É necessário porque (1) faz com que sejam estabelecidas as metas... (2) as decisões de investimento e financiamento da empresa não são independentes..., e (3) num mundo incerto a empresa deve esperar mudanças de condições, bem como surpresas."

Uma organização apresenta boa situação financeira quando possui recursos suficientes e em tempo para cumprir com suas obrigações. Ainda, estar bem economicamente é ter a capacidade de gerar lucros crescentes. Para Camargo (2007, p.157) "quando abordamos aspectos financeiros, estamos nos referindo à disponibilidade de recursos em uma organização, enquanto que aspectos econômicos estão relacionados à geração de resultados por meio desta".

3 PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

 

Segundo Camargo, (2007, p.157) "as demonstrações financeiras são relatórios que contém dados sobre o patrimônio de uma entidade e formam o seu sistema contábil".

A Lei n. 6.404/76, Lei das Sociedades por Ações, e alterações dadas pela Lei 11.638/07 Modelo de Balanço e DRE, é a principal diretriz que orienta as entidades na apresentação de suas demonstrações financeiras.

A organização, ao final de cada exercício social, deve apresentar com clareza a situação do patrimônio por meio das seguintes demonstrações financeiras: balanço patrimonial, demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados, demonstração dos resultados do exercício, demonstração dos fluxos de caixa, redação dada pela Lei 11.638/07, e se companhia aberta, demonstração do valor adicionado, incluído pela Lei 11.638/07, e ainda notas explicativas.

Estas demonstrações são precedidas de características qualitativas a ser observadas:

a)      Compreensibilidade para permitir ao usuário da informação o pronto entendimento da demonstração;

b)       Relevância para poder influenciar na tomada de decisões econômicas das partes interessadas, permitindo a avaliação impactante de eventos passados, presentes e futuros;

c)      Confiabilidade para retratar exatamente o que pretende evidenciar, que sejam raros os casos de não conformidade dos documentos formais com a realidade econômica. A realidade econômica deve prevalecer nas demonstrações. Ainda é preciso observar a neutralidade, a prudência e a integridade nas informações.

d)     E a comparabilidade que permite ter a visão da evolução sob os mesmos critérios e princípios ao longo do tempo, ainda se aplica à adoção das mesmas práticas por empresas semelhantes, instrui o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, Pronunciamento Técnico CPC 00.

3.1 BALANÇO PATRIMONIAL

 

Segundo Ávila (2006, p.132) "essa demonstração contábil é a mais importante da empresa por apresentar a sua situação econômica e a sua situação financeira". O balanço patrimonial apresenta de forma equilibrada a estrutura do patrimônio da entidade. O patrimônio de uma entidade é composto dos bens, direitos e obrigações. Os bens e direitos compõem o ativo, as obrigações compõem as contas do passivo. São demonstrados de forma simplificada, da seguinte maneira em forma de "t":

 

ATIVO

PASSIVO

Bens

Direitos

Obrigações

Patrimônio Líquido

Quadro 1

Fonte: O Autor

 

Onde os elementos do ativo representam as aplicações de recursos investidos na entidade e os elementos do passivo representam as origens deste recurso. O resultado ao final de cada período não pode ser contas com saldo diferente, ou seja, o ativo sempre será igual ao passivo.

Para padronizar a apresentação do balanço das empresas, a lei nº 6.404/76 e alterações dadas pela lei 11.638/07, determinam a classificação do ativo em três grupos: ativo circulante, ativo realizável ao longo prazo e ativo não circulante, e as contas do passivo classificadas em passivo circulante, passivo exigível a longo prazo, resultado de exercícios futuros e PL.

A estrutura determinada pela Lei é representada basicamente a seguir, conforme modelo apresentado no quadro 2:

Balanço Patrimonial

Ativo

Passivo

Ativo circulante

Disponibilidades

Caixa

Bancos

Aplicações financeiras

Direitos Realizáveis

Duplicatas a receber

Estoques

Impostos a recuperar

Despesas do exercício seguinte

Ativo realizável a longo prazo

Empréstimos concedidos

Aplicações temporárias a longo prazo

Ativo não circulante

Investimentos

Imobilizado

Equipamentos

Veículos

Imóveis

Diferido

Passivo circulante

Fornecedores

Salários

Tributos

Empréstimos

Outras contas a pagar

Passível exigível ao longo prazo

Financiamentos

Debêntures

Outras obrigações

Resultados de exercícios futuros

Patrimônio líquido

Capital social

Reservas

Reservas de capital

Reservas de reavaliação

Reservas de lucros

Lucro ou prejuízo acumulado

Ativo total

Passivo total

Quadro 2

Fonte: BRASIL,1976

 

3.2 DEMONSTRAÇÕES DOS LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA)

 

Basicamente a DLPA é um relatório que demonstra o saldo inicial e final da conta lucros ou prejuízos acumulados no Balanço patrimonial. Assim demonstrada:

 

 

DLPA

 

a.     Saldo inicial do exercício

b.     Ajustes de exercícios anteriores (=ou-)

c.     Reversões de reservas(+)

d.     Lucro ou prejuízo líquido do exercício (+ ou -)

e.     Destinação do lucro (-)

f.      Saldo final do exercício (=)

 

 

Quadro 3

Fonte: Criado pelo autor a partir de BRASIL, 1976

3.3 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO (DRE)

 

Camargo (2007, p.170), ensina que "o DRE é um relatório que evidencia a situação econômica de uma entidade. Isso porque ele mostra após deduzir do valor da receita operacional bruta todos os impostos, os custos e as despesas, qual é o resultado (lucro ou prejuízo) do período". Enquanto o balanço patrimonial demonstra o saldo das contas no dia do fechamento, o DRE evidencia toda a movimentação destas contas num determinado período. Basicamente é demonstrado conforme modelo a seguir:

 

 

DRE

(+) Receita operacional bruta

(-) Deduções, abatimentos e impostos

(=) Receita operacional líquida

(-) Custos das mercadorias vendidas

(=) Lucro bruto

(-) Despesas operacionais

(=) Lucro operacional

(-) Despesas não operacionais (deduzidas das receitas)

(=) Lucro antes do imposto de renda

(-) Provisão para imposto de renda

(-) Participações

(=) Lucro líquido do exercício

Lucro líquido por ação do capital

 

Quadro 4

Fonte: Criado pelo autor a partir BRASIL, 1976.

3.4 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA

Passou a ser relatório obrigatório pela contabilidade, a partir de 01.01.2008, para todas as sociedades de capital aberto ou com o patrimônio liquido superior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais). De forma condensada, esta demonstração indica a origem do dinheiro que entrou no caixa em determinado período e, ainda, o Resultado do Fluxo Financeiro. Assim como a Demonstração de Resultados de Exercícios, a DFC é uma demonstração dinâmica e também está contida no balanço patrimonial.

3.5 NOTAS EXPLICATIVAS

Conforme Brasil (2007), "As Notas Explicativas visam fornecer as informações necessárias para esclarecimento da situação patrimonial, ou seja, de determinada conta, saldo ou transação, ou de valores relativos aos resultados do exercício, ou para menção de fatos que podem alterar futuramente tal situação patrimonial, ou ainda, poderá estar relacionada a qualquer outra das Demonstrações Financeiras, seja a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos, seja a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados" (1976, § 4º do artigo 176 da Lei 6.404).

4 PREPARAÇÃO PARA A ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

 

A construção da demonstração financeira é responsabilidade da contabilidade da entidade. A análise, desta, é de ordem gerencial, deve ser realizada por pessoa capacitada, para que não haja dúvidas ou interpretações errôneas. Esta preparação pode ser desenvolvida em sete etapas conforme orienta Camargo (2007), "exame e padronização das demonstrações, coleta de dados, cálculo dos indicadores, interpretação dos quocientes, análise vertical e horizontal, comparação com padrões e elaboração de relatórios". O analista pode utilizar ferramentas da qualidade para assegurar que todas as etapas serão cumpridas. A seguir um exemplo de check list de verificação para a preparação da análise:

 

 

Organização XXXX – Check List Análise das Demonstrações Financeiras

Situação

Etapa

Ajustes Possíveis

ü

Exame e Padronização das Demonstrações

1 – Realocação de contas

2 – Outros ajustes

3 – xxxxxxxxx ______________

_________________________

_________________________

_________________________

_________________________

ü

Coleta de Dados

ü

Calculo dos Índices

ü

Interpretação dos Quocientes

ü

Análise horizontal e vertical

ü

Comparação com os padrões

ü

Elaboração de Relatórios

 

Quadro 5

Elaborado pelo autor

5 ÍNDICES ECONÔMICO-FINANCEIROS

 

Segundo Camargo (2007, p.193) "os índices são relações entre os elementos das demonstrações contábeis estabelecidas de forma a evidenciar a saúde financeira ou econômica da entidade, base para a tomada de decisão". Para reforçar a tese, saúde financeira consiste na capacidade de a entidade cumprir suas obrigações no prazo e saúde econômica na capacidade de geração de resultados com a maximização dos recursos.

Os índices são classificados em grupos que são de estrutura patrimonial, liquidez, atividade e índices de rentabilidade. Estes são responsáveis por informar aspectos distintos da situação da entidade. Dentre os principais índices estão:

 

a.       Estrutura patrimonial – participação de capitais de terceiros, Grau de endividamento total, composição do endividamento, imobilização do investimento e imobilização do capital próprio;

b.      Índices de liquidez – liquidez geral, liquidez corrente, liquidez seca e liquidez imediata;

c.       Índices de atividade – prazo médio de estocagem, prazo médio de recebimento e prazo médio de pagamento;

d.      Índices de rentabilidade – giro do ativo, margem líquida, retorno sobre o ativo e retorno sobre o capital próprio.

6 ANÁLISE HORIZ0NTAL E VERTICAL

 

Para obter um resultado, aplicando um dos índices já estudados, na análise horizontal é preciso comparar a mesma conta patrimonial em períodos diferentes, ou seja, ativo circulante do ano 2007 como mesmo ativo circulante do ano de 2008. Feito isso, fica caracterizada a análise horizontal. Os resultados obtidos por meio da aplicação dos índices próprios para uma análise vertical são o produto da comparação das contas, sejam eles do ativo ou do passivo, com outras contas do mesmo exercício contábil.

7 CONCLUSÃO

Para a construção de uma boa análise econômico-financeira das demonstrações financeiras como ferramenta para acompanhar e avaliar o desempenho financeiro das organizações para a análise de investimento de capital é necessário no primeiro momento comparar a evolução da organização ao longo dos anos, já que a observação isolada de apenas um período não produzirá os efeitos desejados. Além da comparação dos períodos é preciso comparar o desempenho dos resultados com os concorrentes e com os padrões apresentados pelo mercado.

Assim, a análise das demonstrações propicia a comparação de desempenho da empresa com outras do mesmo setor e avalia tendências em suas operações ao longo do tempo.

Nesse ínterim, ressaltamos a importância da análise de investimento de capital como base para avaliar os investimentos de longo prazo de uma entidade onde o objetivo pode ser atingido por meio da tomada de decisões de investimentos e financiamentos dos gestores de recursos ou mesmo investidores.

De forma similar, os analistas devem ter conhecimento e domínio dos índices utilizados, capacidade de aplicar estes índices tanto para a análise horizontal quanto para análise vertical. Em outras palavras, as demonstrações contábeis e financeiras propiciaram extrair informações úteis para a tomada de decisão.

Consequentemente, para uma análise adequada, é preciso conhecer de forma apropriada a estrutura e funcionamento das demonstrações, bem como do setor de atuação da empresa.

REFERÊNCIAS

 

ÁVILA, Carlos Alberto de. Gestão contábil para contadores e não contadores.

Curitiba: Ibpex, 2006.

 

BRASIL._____ Lei nº 6.404 de 15 de dezembro de 1976. Diário Oficial da

República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 17 dez. 1976.

 

 

BRASIL______ Lei nº 11.638 de 28 de dezembro de 2007. Diário Oficial da União,

Poder Executivo, Brasília, DF, 28 dez. 2007.

 

CAMARGO, Camila. Análise de investimentos e demonstrativos financeiros.

Curitiba: Ibpex, 2007.

 

Portal de Contabilidade. A DFC - demonstração dos fluxos de caixa. Disponível em:  <http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/ademonstracaodosfluxos>.

Acessado em 04 abr. 2010.

 

ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JAFRFE, J.F. Administração Financeira.

Tradução por Antonio Zorato Sanvicente. São Paulo: Atlas, 1995.

 

 

 

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    Palavras-chave do artigo:

    gestores analistas ferramentas tomada de decisao

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