Agora Realmente É Com Você!
Durante anos, porque não dizer décadas, Silva, empresário arrojado, produziu e colocou no mercado um considerável volume de produtos, com qualidade reconhecida é verdade, com um preço satisfatório, que atendia todas as necessidades da empresa e permitia retiradas financeiras substanciais para atender os projetos pessoais.
Por sua dedicação inquestionável e trabalho duro sempre mereceu!
Concorrentes e amigos ao comentarem as novas tendências nos negócios ouviam sempre de Silva as mesmas observações : - No mercado há lugar para todo mundo, essas importações são oportunistas, vi isso minha vida toda e os modismos em gestão sempre passam.
Empresário de longa data presenciou a febre do Just-in-time, círculos de qualidade, qualidade total, 5S, downsizing, reengenharia, terceirização,quarteirização, benchmarking, orçamento base zero, teorias X, Y, Z, parcerias e alianças estratégicas, endomarketing, CRM, avaliação de desempenho, administração por objetivos, e tantas outras ondas e modas, e sempre provou que novas viriam e passariam.
Percebia que estava perdendo espaço no mercado e atribuía isso à falta de empenho da equipe de vendas.
O remédio, dizia sempre, era colocar sangue na área comercial. Fez isso com tanta intensidade que em algumas regiões o novos representantes não duravam seis meses.
À medida que trocava os profissionais perdia identidade com os clientes, mas devido ao seu distanciamento não conseguia avaliar esse ponto com clareza.
Aderiu à informática, mais por necessidade de uso de ERP, o sistema integrado de gestão empresarial, do que por conhecimento sistêmico. Ainda assim, por falta de treinamento e reciclagem, aspecto desnecessário e caro no seu ponto de vista, explorava menos de 40% dos recursos do software.
Propaganda, fortalecimento de marca?
Algo dispendioso e privilégio das grandes organizações. Sua empresa e seus produtos nunca precisaram disso.
Divulgar sua visão e estabelecer a missão da empresa para quê? Aderir à mais um modismo?
Internet sempre foi considerado um passatempo e mala-direta uma perda de tempo.
Custos sempre foram controlados por ele dentro de uma metodologia pessoal e sem qualquer critério técnico.
A realidade hoje é que sua empresa tem um alto desperdício, o índice de defeitos é o dobro do segmento, os custos estão 30% maiores do que os concorrentes, seu ponto de equilíbrio é altíssimo e não há margem para negociação.
O déficit financeiro o leva a descontar 100% das duplicatas e ainda o obriga a usar o cheque especial.
Já lhe indicaram algumas linhas especiais de financiamento, mas como os impostos estão normalmente atrasados não consegue as certidões negativas, portanto não tem acesso a crédito mais barato.
A manutenção preventiva, adiada sempre, não evita as quebras crescentes das máquina, derrubando sensivelmente a produtividade.
Sua equipe o vem acompanhando há muito tempo. Os profissionais estão defasados, nunca se envolverem em treinamento e atualização e estão desmotivados para ações mais agressivas para mudar esse panorama.
Não deixam a empresa por falta de melhor qualificação e também por não sentirem preparados para um mercado dinâmico e distante de suas realidades.
Silva não os substitui por reconhecer a contribuição dada até o momento, por se sentir mais confortável em administrar os negócios com eles e por não conseguir reter os novos contratados.
Seus fiéis gestores, poucos receptivos aos recém-chegados, são reativos e pouco cooperativos. A reza é sempre a mesma: “Os de fora não entendem nossa filosofia e nossos negócios”.
Sabotam toda e qualquer tentativa de melhoria e desenvolvimento sistêmico que os novos contratados tentam fazer.
Cada saída de um recém-chegado reforça a tese interna de que não se formam mais profissionais como antigamente.
A situação econômica e financeira é muito delicada, Silva já conversou com muitos especialistas, contratou alguns , mas se livrou de todos.
O mercado conhece suas dificuldades e começa a fazer projeções sobre o destino de sua empresa.
Silva, agora realmente é com você. Só com você!
Ivan Postigo
Economista, Bacharel em contabilidade, pós-graduado em controladoria pela USP
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Empreendedores criam suas empresas por vocação, oportunidade, imitação ou recebem como herança. Os motivos são os mais variados possíveis. Aqueles que se identificam com o tipo de negócio ou delegam à especialistas criam condições para geração de resultados positivos. Quem diverge desse entendimento costuma ter gestões conturbadas.
Diz um velho ditado: Um homem aprende mais sobre o gato quando o leva para casa arrastado pelo rabo do que com toda literatura e explicação que possa encontrar sobre o felino. Qual então a importância da informação? É necessário ter conhecimento se aquilo que está sendo puxado pelo rabo é realmente um gato
Para que possamos aprender algo novo só há um caminho: Temos que admitir que não sabemos tudo. Gestão nos absorve, nos desafia, coloca em cheque nossa capacidade de decidir com sabedoria. Ao serem confrontados muitos gestores deixam ser razoáveis, principalmente quando não têm muito claro o destino que devem dar aos projetos. Nesse sentido poucos se dão conta de que o homem que não sabe para onde quer ir é incapaz de ouvir um bom conselho
Marca atende sonhos, expectativas, integra pessoas a grupos, dá destaque, gera conforto psicológico, dá segurança, é objeto de desejo. Ao estar abrigada por uma marca com prestígio a qualidade física do bem raramente é questionada. Pressupõe-se que seu detentor jamais aceitaria ter sua qualidade questionada. O sucesso de uma marca é gerado por inúmeros e inusitados fatores. Um fato, uma fala, um slogan, um acidente, uma imagem, um desejo, uma expectativa, não há receita definitiva.
A cultura de uma sociedade não é algo estático, muda com as circunstâncias, com as informações e com as lideranças. Encontraremos momentos em que uma determinada sociedade se mostrará mais democrática e em outros momentos seu perfil se mostrará mais ditatorial. O exercício ditatorial costuma ter vida curta por beneficiar normalmente um pequeno grupo de eleitos, gerando desconforto na grande maioria.
A luta individual pela sobrevivência leva gestores a evitar e afastar ameaças, a formar alianças politicamente fortes e tecnicamente fracas, negligenciado situações de risco. A negligência sempre fragilizará a companhia, quer a decisão não tenha sido tomada por medo de fracasso ou por conveniência momentânea.
Gestores têm dificuldades de parar e principalmente encarar os fatos, com isso seguem em frente, enquanto puderem, até que num determinado momento não existam mais opções.
Outros olhos para o Briefing. Tudo começa com a percepção do problema. E não adianta dizer que o problema é a falta de vendas. Vendas baixas são a consequência, não a causa.
A evolução do profissional contábil, com a utilização da Informatica, possibilitou que este trabalhasse de forma mais participativa com seus pares (usuários ou outros profissionais) envolvidos no processo de informação, através dos sistemas de comunicação atualmente existentes.
Uma transição familiar bem sucedida pode significar um novo começo para a empresa.
Uma visão simplificada do complexo mercado de trabalho para as mulheres
RESUMO: A pesquisa analisou e investigou a Comunicação Empresarial como ferramenta indispensável nos meios organizacionais. A presente pesquisa apoiou-se em estudos baseados nas literaturas existentes sobre o assunto A comunicação interna é uma “mola" propulsora para o bom andamento dos negócios da organização, ocorrendo sempre de forma definida como: comunicação interna e externa. Verificando que esse processo só ocorre se forem utilizadas em conjunto. O recurso da Comunicação Empresarial const
A Aduana surgiu com a necessidade dos governos de exercer um controle sobre o comércio realizado pelos comerciantes de cada país. No Brasil as aduanas completaram 200 anos de atuação e mais recentemente com o advento da globalização aumentou a necessidade de controle físico das fronteiras e das áreas alfandegadas. A Aduana ou alfândega é a instituição que controla e administra o fluxo internacional de cargas e mercadorias.
Para que possamos aprender algo novo só há um caminho: Temos que admitir que não sabemos tudo. Gestão nos absorve, nos desafia, coloca em cheque nossa capacidade de decidir com sabedoria. Ao serem confrontados muitos gestores deixam ser razoáveis, principalmente quando não têm muito claro o destino que devem dar aos projetos. Nesse sentido poucos se dão conta de que o homem que não sabe para onde quer ir é incapaz de ouvir um bom conselho
O que torna um profissional bom como auxiliar administrativo? Dedicação, atenção, competencia, estudo ou vocação? Neste artigo, vamos discorrer sobre a função de auxiliar administrativo e como se-lo bom na função.
A falta de capacitação produz balanços que não servem para tomada de decisão, repetição de tarefas, com desgastes emocionais e desperdícios de recursos, perda de negócios por condução inadequada e mais uma infinidade de tratamentos errôneos.
Duas situações estão presentes na vida dos gestores: Altas realizações e autorecriminação. O sucesso nos leva acreditar que tudo podemos, quando falhamos fica difícil nos perdoarmos. Acredito que perdoamos os outros mais do que a nós mesmos.
Gestores têm dificuldades de parar e principalmente encarar os fatos, com isso seguem em frente, enquanto puderem, até que num determinado momento não existam mais opções.
É estranho o fato de que o homem, um ser racional, tenha dificuldades para tratar da divisão do trabalho, ainda que defenda essa tese. O aproveitamento, adequação e uso dos melhores talentos e vocações têm sua raiz na divisão das tarefas. A velocidade do mundo moderno é um dos argumentos para que negligenciemos o fato, quando na realidade a imperfeição da execução leva à repetição, ao desperdício e à perda de tempo.
Para que possamos aprender algo novo só há um caminho: Temos que admitir que não sabemos tudo. Gestão nos absorve, nos desafia, coloca em cheque nossa capacidade de decidir com sabedoria. Ao serem confrontados muitos gestores deixam ser razoáveis, principalmente quando não têm muito claro o destino que devem dar aos projetos. Nesse sentido poucos se dão conta de que o homem que não sabe para onde quer ir é incapaz de ouvir um bom conselho
O futuro do empreendimento em que estivermos envolvidos determinará nosso futuro. Podemos afetá-lo também ou apenas sermos afetados pelos acontecimentos. Isso será determinado pelas nossas ações, com competências e poder de influência. Uma simples regra da cadeia de conseqüências.
A adversidade faz com que alguns homens quebrem, enquanto outros são motivados pelas dificuldades e quebram recordes. Tratar das adversidades requer sabedoria, pois algumas questões requerem ação e não respostas.
Estamos vivendo uma fase de grande religiosidade, sem fé. As pessoas não conseguem distingui-la dos sonhos. Sonho é acreditar que Deus lhe dará aquilo que você pede, fé é acreditar que Deus lhe dará aquilo que você merece.

