Um Estudo Exploratorio Sobre O Papel Da Informaçao Na Tomada De Decisão Para O Administrador

Publicado em: 06/04/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 6,162 |

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE O PAPEL DA INFORMAÇÃO NA TOMADA DE DECISÃO PARA O ADMINISTRADOR

 Luis Cláudio Perini

Camila Machado Raimundo

 

RESUMO

Este artigo se propõe a reunir conceitos e idéias, no que tange a respeito da importância que a informação assume no cenário atual, auxiliando o administrador no processo decisório. Assim são abordados durante o texto assuntos que estão diretamente relacionados à informação e ao ambiente de negócios e como os mesmos se integram. Conceitos como dados, conhecimento e informação são discorridos no decorrer da discussão, assim como as tecnologias da informação e os sistemas empresariais utilizados como suporte ao apoio de decisões dos gestores. O papel que a informação desempenha na atualidade e dentro das empresas é de extrema importância e são evidentes os benefícios que ela proporciona ao seu utilizador. Este artigo demonstrou que é imprescindível a utilização da informação no processo decisório, e também para que a empresa atinja seus objetivos estratégicos, pois em um cenário de permanente mudança, ela oferece todas as condições para que a organização moderna consiga se destacar frente à concorrência, e garanta sobrevivência no mercado.

 Palavras - chave: Tecnologia de Informação, Tomada de Decisões, Vantagem Competitiva.

 

Luis Cláudio Perini

Mestre em Ciência da Computação – UFSC - Professor Colaborador Departamento de Administração – UEL

E-mail: perini@uel.br

 

Camila Machado Raimundo

Graduanda em Administração pela Universidade Estadual de Londrina

E-mail: camilamraimundo@hotmail.com

 

 

INTRODUÇÃO

Há tempos, tecnologia e informação atuam juntas no contexto empresarial, não com o grande enfoque que possuem atualmente, mas desde a sua utilização demonstram os benefícios que podem trazer nos resultados de qualquer organização.

Antes, eram utilizadas de forma isolada, mas com as mudanças tecnológicas no cenário global, as empresas passaram a usar a informação e a tecnologia de forma integrada, adquirindo com isso, a redução da duplicidade de dados e a rapidez no acesso as informações.

A informação aliada às diversas tecnologias se tornou o maior ativo da empresa, pois as empresas que possuem maior domínio sobre a gama de informações existentes, tanto do mercado interno quanto do mercado externo, são as que possuem conseqüentemente também maior market share de mercado.

Novos conceitos e metodologias vêm surgindo com o objetivo de aperfeiçoar e auxiliar no processo decisório. Diversas ferramentas como os Sistemas Integrados de Gestão ou ERP (Enterprise Resourse Planning), CRM, SCM e BI tem sido utilizadas pelas empresas no apoio a tomada de decisão.

A informação ocupa lugar importante na formulação dos objetivos estratégicos das empresas, e também no acompanhamento dos processos que ela desempenha.

Mesmo com a grande maioria das empresas possuírem algum tipo de sistema de informação, muitas delas ainda não têm seus dados focalizados em suas estratégias.

As tecnologias da informação oferecem recursos computacionais para a geração de informações, e cada vez mais os sistemas de informação estão mais sofisticados.

O mundo business não admite mais a ausência destas ferramentas tecnológicas, e a empresa que deseja adquirir vantagem competitiva ou até mesmo permanecer no ambiente empresarial, deve buscar um aperfeiçoamento contínuo do seu negócio.

Um cenário tem surgido no mundo dos negócios, a chamada “Era da informação”, no qual se tem consciência de que os sistemas de informação e as tecnologias são os verdadeiros responsáveis pela eficiente tomada de decisão.

Nesse sentido, este artigo propõe reunir conceitos e idéias respeito do uso e da importância que a informação tem assumido como recurso estratégico de tomada de decisão, sendo apresentada uma revisão da literatura mais recente sobre a temática, com o objetivo de fundamentar a importância da informação e o conhecimento gerado.

 

REFERENCIAL TEÓRICO

Dados, Informação e Conhecimento

Informações e Dados são conceitos distintos, porém são muitas vezes confundidos e utilizados como sinônimos.

Segundo Machado (apud Setzer, 1999) “o dado pode ser definido como uma abstração formal que pode ser representada e transformada por um computador”, ou seja, é um elemento ou quantidade que serve de base para a resolução de um problema.

Este geralmente é encontrado na forma quantitativa, que empregado isoladamente não possui nenhuma utilidade ao gestor, pois são elementos brutos e sem significado, considerados como matéria-prima para a informação.

Já a informação pode ser definida por Garcia e Monser hoje, como o mais poderoso recurso das organizações, permitindo a essas perfeito alinhamento estratégico mediante constantes fluxos bidirecionais entre a empresa e o macroambiente, criando condições para que se viabilizem seus objetivos e cumpram sua missão corporativa (apud GONÇALVES & GONÇALVES FILHO, 1995).

Em outras palavras, as informações são dados com significado, pois são resultado de uma situação de tomada de decisão com um conjunto de dados. A informação não se estende apenas a coleta de dados, pois esses dados têm de ser trabalhados, codificados e processados de acordo com a necessidade do tomador de decisão.

A informação assume hoje o papel como recurso estratégico em qualquer organização, pois é dela que depende diretamente o sucesso ou fracasso da empresa.

Segundo Filho e Vanalle (apud Drucker, 1992) afirmam que “(...) as organizações modernas são fundamentadas na informação e no conhecimento”, conseguindo se destacar aquelas organizações que dominarem esse capital estrategico.

Da mesma forma, Angeloni (apud Malhotra, 1993) consideram a informação como sendo a matéria-prima para a obtenção do conhecimento.

Assim, o conhecimento pode ser definido por Angeloni (apud Davenport 1998, p.19) como sendo o “conhecimento é a informação mais valiosa (...) é valiosa precisamente porque alguém deu à informação um contexto, um significado, uma interpretação (...)”.

Ou seja, pode ser considerado como a informação processada por um indivíduo, pois não há possibilidade de existir conhecimento se não houver o individuo que a contextualize, e não há conhecimento igual, pois as percepções são resultados de experiências individuais.

O conhecimento vai além da informação, pois ele resulta de um processo de absorção e compreensão das informações captadas e recebidas, que se combinam de forma a gerar maior conhecimento, como um ciclo contínuo de recebimento e reciclagem de informações.

Atribuir significado aos dados, informações e conhecimento, não é tão simples quanto se imagina, se levarmos em consideração alguns fatores que são decisivos, na formação de atributos do mesmo.

Diversos fatores podem contribuir para que haja distorções na comunicação dessas informações, como por exemplo, o estado de humor pode interferir na maneira como de percebe a informação, as pessoas costumam ouvir aquilo que querem ouvir, de acordo com as suas próprias experiências, existe diferenças entre o que dizemos e o que os outros entendem, entre o que lembram e o que transmitem, existem informações que os indivíduos não percebem ou não entendem, e até informações que são adivinhadas.

Segundo Angeloni (apud Pereira & Fonseca, 1997) sempre que quisermos maximizar nossa capacidade de absorção dessas informações no contexto em que nos encontramos inseridos, devemos ampliar nossas habilidades perceptivas, pois nosso modo de ver nos induz a uma determinada percepção de realidade, que pode ser diferente das demais pessoas.

Considerando essa inter-relação entre os três elementos, pode se inferir que os dados isoladamente não agregam nenhuma utilidade ao tomador de decisões, ele é apenas o inicio de todo o processo, desafiando os tomadores de decisões a transformá-los em informações e a gerar conhecimento para tentar minimizar os impactos e a maximizar os resultados dessas decisões.

Tecnologia da Informação e seus Componentes

O ambiente empresarial está em constante estado de mudança e de instabilidade, isso faz com que as empresas estejam atendas a essas mudanças e desenvolvam a capacidade de prever as novas tendências.

Estão cada vez mais, dependentes de informações precisas de todo um arcabouço tecnológico capaz de gerenciar com rapidez enormes quantidade de dados e informações.

Para BAZZOTTI e GARCIA (apud PEREIRA e FONSECA 1997, p. 239), “a tecnologia da informação surgiu da necessidade de se estabelecer estratégias e instrumentos de captação, organização, interpretação e uso das informações”.

Para a empresa moderna, informações em tempo hábil e de qualidade são de vital importância para a tomada de decisão do administrador.

Assim, a tecnologia da informação é “... um conjunto de métodos e ferramentas, mecanizadas ou não, que se propõe a garantir a qualidade e pontualidade das informações dentro da malha empresarial”. (BAZZOTTI e GARCIA, apud FOINA 2001, p. 31).

Ela é utilizada para melhorar o desempenho das atividades empresariais, nos quais os processos operacionais podem se tornar mais eficientes e os processos gerenciais mais eficazes.

Com essas melhorias as empresas podem reduzir custos, aumentar a qualidade e o atendimento, inovar em produtos/ serviços e ganhar vantagem competitiva.

Dentre os componentes da TI, pode se destacar segundo BAZZOTTI e GARCIA (apud REZENDE e ABREU 2000, p. 76), a Tecnologia de Informação está fundamentada nos seguintes componentes:

· Hardware e seus dispositivos e periféricos;

· Software e seus recursos;

· Sistemas de telecomunicações;

· Gestão de dados e informações

A integração dos componentes da tecnologia da informação faz com que a empresa eleve seu potencial de atuação, agregue valor de marcado e aumente sua capacidade de gerir informações de forma eficaz.

Algumas ferramentas e metodologias são utilizadas melhorar a tomada de decisão, e segundo VANALLE e FILHO (2002, p.6) “... entre as mais conhecidas estão o data warehousing, data mining e o custumer relationship management (CRM), que aparecem como infoestruturas capazes de identificar, qualitativamente e quantitativamente, informações a partir de técnicas de busca, seleção e análise automática”.

“(...) a tecnologia é capaz de gerar demanda por novos produtos e é através dela que a produção será capaz de baixar custos. As novas tecnologias de organização propiciam o aumento da produtividade e do lucro da empresa”. (VANALLE e FILHO, apud PRICE 1996).

Com o uso de computadores mais modernos e velozes, capaz de conectar vários usuários simultaneamente e integrando programas, a informação passou a ser mais ágil, e disponibilizada no momento em que é realizada, assim podem ser tomadas decisões mais assertivas gerando os resultados objetivados pela empresa.

SISTEMAS EMPRESARIAIS

Os sistemas empresariais dão suporte a todos os departamentos de uma empresa, pois o sucesso de muitas organizações, seja ela pública ou privada, depende da sua capacidade de administrar o fluxo de entrada, circulação e saída de materiais, informações e dinheiro da organização.

Eles se diferenciam dos sistemas funcionais, pois envolvem a empresa como um todo e não apenas um único setor.

ERP ( Enterprise Resource Planning)

O ERP (Planejamento dos Recursos Empresariais), também chamado de Sistemas Integrados de Gestão, pode ser definido como arquitetura de software que facilita o fluxo de informação entre todas as funções de uma empresa, como manufatura, logística, finanças e recursos humanos, pois:

§        Integra diversos departamentos de uma empresa;

§        Possibilita a automação e armazenamento de todas as informações de negócios;

§        Surgiu dos MRPs (Material Requirement Planning - planejamento do uso dos insumos e a administração e etapas dos processos produtivos;

§        MRP II (Manufacturing Resource Planning) - controla atividades como mão-de-obra e maquinário.

Promove agilidade na obtenção de informações e facilita a administração sob todos os ângulos, maneiras, enfoques e objetivos diferentes de cada empresa: Fabricação; logística; finanças e recursos humanos.

É dividido em módulos - Cada módulo é criado para receber e processar informações de uma área, funcionando independente dos outros módulos. Pode-se instalar um módulo do programa de cada vez ou implantar todos os módulos de uma vez - estratégia “Big Bang”.

Para analisar-se a necessidade de implantação de um ERP na empresa, deve-se verificar as seguintes situações:

§  A empresa não tem a informação de que precisa na hora certa.

§  Há dificuldade de conseguir uma informação sobre qualquer processo da empresa para tomar uma decisão, como, por exemplo, quando é solicitado um dado sobre qualquer área da empresa e ele demora para chegar até o solicitante e, quando chega, já está desatualizado.

§  Os departamentos da empresa não se entendem - há falta de comunicação entre os departamentos. Por exemplo: O departamento de vendas prometeu para amanhã um produto que não está disponível no estoque, ou o setor de compras encomendou mais papel do que o necessário. A empresa sempre deve estar atenta para a precariedade de comunicação entre as áreas.

§  Quando o ramo de negócio da empresa é manufatura e comércio - Empresas que têm produção própria e que trabalham com vendas são candidatas naturais à implantação de um ERP porque sua estrutura envolve vários processos: Compra de matéria-prima, controle de estoque, encomendas, pedidos de clientes, entrega de produtos. Todos precisam funcionar como uma orquestra afinada para que o negócio seja o mais eficiente possível.

§  O tamanho da empresa também conta. Em pequenas e médias empresas, esses processos não são tão complexos. Mas, à medida que o número de funcionários cresce, a produção aumenta e os pedidos não param de chegar, o risco de perder o controle sobre o fluxo de informações também é maior.

Desta forma, o ERP permite que a empresa conquiste diferenciais competitivos, por ser uma solução (composta de vários módulos integrados) que relaciona todas as necessidades de uma empresa às visões de processo que suportam seu negócio e promove maior integração entre as funções de diversas áreas.

CRM (Customer Relationship Management )

O CRM (Customer Relationship Management) também chamado de Gerenciamento do Relacionamento com Cliente, não é um software, mas sim uma filosofia que foca todos os esforços para conquistar e manter clientes, apoiados nas Tecnologias de Informação.

É um método que reconhece que os clientes são a base da empresa e que o seu sucesso depende de gerenciar corretamente as relações com eles.

Thompson (2003 apud. Turban,  Rainer  & Potter-2006) comentam que “o CRM é uma estratégia de negocio para selecionar e gerenciar clientes a fim de otimizar o relacionamento a longo prazo. Ela exige uma filosofia de negócio com o foco no cliente para apoiar processos eficientes de marketing, vendas e serviços.”

Normalmente o CRM trabalha como um módulo do software ERP, pois o mesmo necessita das informações dispostas nos setores da empresa para que possa dar um melhor atendimento aos clientes.  

 CRM Operacional

Voltado para o front-office – que incluem sistemas de vendas, pós-vendas, marketing, etc. – ele é empregado no relacionamento direto com o clientes. São utilizados em call centers e por equipes de vendas no relacionamento direto com os clientes, possuindo funcionalidades de acompanhamento de serviços e históricos de contatos, além de permitir o uso de roteiros inteligentes que facilitam e orientam o relacionamento.

 Focalizado nas funções setoriais típicas, envolvendo o atendimento ao cliente, gerenciamento de pedidos, etc., ou seja, tem a função de manter e controlar o contato direto da empresa com o cliente.

CRM Analitico

Não se limita à interação direta com os consumidores, permite a analise do comportamento do consumidor, buscando meios para avançar no relacionamento com os clientes, envolvendo atividades que capturam, armazenam, extraem, processam, interpretam e apresentam dados de clientes para um usuário corporativo, que os analisa como for necessário. É executado com base nos sistemas ERP, com aplicações que utilizam software chamados back office(incluem o uso de Banco de Dados, Data Mining, OLAP, Data Marts, Data Warehouse em conjunto com aplicações de decisão)

 

CRM Colaborativo

Utiliza diversos canais de comunicação para buscar o relacionamento com os clientes, lidando com uma ampla gama e possibilidades, tais como centrais de telemarketing, e-mail, fax, WEB, correio, serviços de mensagens via celular.

Oferece ferramentas para esse gerenciamento ajudando a reduzir custos e melhorando a efetividade do relacionamento com os consumidores.

Business Intelligence

As soluções de Business Intelligence (BI) permitem às empresas encontrarem informações em seus bancos de dados, as quais podem ser fundamentais para a sobrevivência de seus negócios. Esta necessidade de obtenção de informações se dá devido às necessidades de se antecipar tendências, se adiantar no lançamento de produtos, ter maior conhecimento sobre clientes e alavancar seu potencial competitivo.

Há diversas possibilidades de análise e verificação de dados que podem ser transformados em estatísticas de venda sobre cada um dos produtos da empresa até o recebimento de relatórios sobre o comportamento e as preferências de cada cliente.

O BI compreende técnicas, métodos e ferramentas que possibilitam à empresa relacionar e analisar dados e com base nestes resultados emitir pareceres que possam dar maior sustentabilidade e confiabilidade nos processos de decisão numa empresa.

Sua infra-estrutura tecnológica é composta de Data Warehouses, ferramentas OLAP, queries reports, Sistemas de Suporte à Decisão (DSS), Sistemas de Informações Executivas (EIS), Sistemas de Gestão Integrados (ERP) e Data Mining (Ferramentas de “mineração”).

Sistema de informação e suas tipologias que auxiliam a tomada de decisão.

Antes de conceituar-se Sistema de Informação, vamos apresentar uma definição de BAZZOTTI e GARCIA (apud OLIVEIRA 2002, p.35), sobre o que é sistema: “sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função”.

Assim sistema, é a junção de diversas partes de um todo, que atuam de maneira coordenada com a finalidade de atingir um objetivo comum.

Segundo BAZZOTTI e GARCIA (apud STAIR 1998, p. 11), “... sistemas de informação é uma série de elementos ou componentes inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de feedback”.

Esse sistema tem por objetivo gerar informações que auxiliem e dêem apoio ao administrador na tomada de decisões.

Outra definição pode ser observada no qual “... os sistemas de informação compreendem um conjunto de recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros agregados segundo uma seqüência lógica para o processamento dos dados e a correspondente tradução em informações”. BAZZOTTI e GRACIA (apud GIL 1999, p.14).

Observa-se que o conceito de sistema e de sistema de informação estão intimamente relacionados, pois os sistemas atuam de diversas formas dentro da organização, permitindo que esta conheça a si própria, ou seja, que ela conheça o seu potencial de atuação interna e tenha condições de atuar no meio externo.

Com relação aos tipos de sistemas de informação, estes podem ser classificados de acordo com a forma de utilização e o tipo de retorno dado ao processo decisório, podendo ser de contexto operacional (Sistema de Apoio às Operações) ou gerencial (Sistema de Apoio Gerencial).

O Sistema de Apoio às Operações segundo BAZZOTTI e GARCIA, “têm por principais metas processar transações, controlar processos industriais e atualizar banco de dados, fornecendo informações de âmbito interno e externo”.

Apesar de sua relevância no processo empresarial, não desenvolve informações específicas, necessitando apoio do sistema de informação gerencial.

Fazem parte do Sistema de Apoio às Operações, os seguintes sistemas:

Ü                 Sistema de Processamento de Transações (SPT)

São utilizados no nível operacional da empresa, e segundo BAZZOTTI e GARCIA (apud LAUDON e LAUDON 2001, p. 31), caracteriza-se como “... um sistema de processamento de transações é um sistema computadorizado que executa e registra as transações rotineiras diárias necessárias para a condução dos negócios”.

Com a automatização desses processos rotineiros e mecânicos, a empresa ganha com redução de custos e com a melhoria e rapidez dos processos. Como exemplos de STP, pode-se citar a emissão de notas fiscais e o controle de estoques.

Ü                Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório (STC e SAE)

Segundo BAZZOTTI e GARCIA (apud BATISTA 2004, p. 24), a definição de STC e SAE podem ser descritas da seguinte maneira: “... toda e qualquer tecnologia de informação que possui como objetivo principal aumentar a produtividade pessoal dos trabalhadores que manipulam as informações de escritório”.

Os aplicativos de escritório são utilizados conforme a necessidade na manipulação de documentos, com o objetivo de melhorar a produtividade dos envolvidos nessas atividades.

Os Sistemas de Apoio Gerenciais são aqueles que fornecem auxilio e apoio na tomada de decisão eficaz pelos gestores. Dentre esses sistemas pode-se citar:

Ü                 Sistema de Suporte da decisão (SSD)

Os sistemas de suporte da decisão possuem grande quantidade de dados, com alto grau de flexibilidade e adaptabilidade, com respostas rápidas ao nível gerencial.

Pela definição temos que os SSD são “... os sistemas que possuem interatividade com as ações do usuário, oferecendo dados e modelos para a solução de problemas semi-estruturados e focando a tomada de decisão”. (BAZZOTTI e GARCIA apud BATISTA 2004, p. 25).

Ü                 Sistema de Suporte Executivo (SSE)

Os sistemas de suporte executivo dão assistência ao nível estratégico da empresa, auxiliando na definição dos objetivos a serem alcançados pela organização, utilizando-se de alta tecnologia na elaboração de gráficos e relatórios. São utilizadores desse sistema os executivos seniores.

Ü                 Sistema de Informação Gerencial (SIG)

O sistema de informação gerencial oferece suporte às atividades de planejamento, controle e organização da empresa, oferecendo informações hábeis para a tomada de decisões. Como definição de BAZZOTTI e GARCIA (apud BATISTA 2004, p. 22) tem-se que um sistema de informação gerencial:

“É o conjunto de tecnologias que disponibilizam os meios necessários à operação do

processamento dos dados disponíveis. È um sistema voltado para a coleta,

armazenagem, recuperação e processamento de informações usadas ou desejadas por

um ou mais executivos no desempenho de suas atividades. È o processo de

transformação de dados em informações que são utilizadas na estrutura decisória da

empresa proporcionam a sustentação administrativa para otimizar os resultados

esperados”.

 

Os gestores devem alimentar os sistemas de informação gerencial com informações internas e externas para que possa existir integração entre os meios.

As fontes internas são os bancos de dados existentes na organização, que são atualizados pelos dados resultantes da integração de diversos sistemas da empresa. As fontes externas englobam o relacionamento com os clientes, fornecedores, concorrentes, etc.

Importância do Sistema de Informação

A necessidade da utilização de um sistema de informação surge devido ao grande número de informações que circulam dentro e fora da organização.

Com um sistema de informação bem estruturado a empresa consegue ter um valioso instrumento de apoio as sua decisões, garantindo vantagem competitiva com relação aos concorrentes, pois os gestores podem tomar decisões rápidas e seguras.

Segundo BAZZOTTI e GARCIA (apud OLIVEIRA 2002, p.54), o sistema de informações podem trazer muitos benefícios para a empresa, tais como:

·                   Redução dos custos das operações;

·                   Melhoria no acesso às informações, proporcionando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;

·                   Melhoria na produtividade;

·                   Melhoria nos serviços realizados e oferecidos;

·                   Melhoria na tomada de decisões, por meio do fornecimento de informações mais rápidas e precisas;

·                   Estímulo de maior interação dos tomadores de decisão;

·                   Fornecimento de melhores projeções dos efeitos das decisões;

·                   Melhoria na estrutura organizacional, para facilitar o fluxo de informações;

·                   Melhoria na estrutura de poder, proporcionando maior poder para aqueles que entendem e controlam os sistemas;

·                   Redução do grau de centralização de decisões na empresa;

·                   Melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos.

Face aos benefícios apresentados pode se observar que a organização que possui um sistema de informação integrado com todas as unidades de negócios da empresa pode se destacar das demais, garantindo vantagem competitiva sobre a concorrência, pois sua atuação no mercado estará sempre alinhada aos seus objetivos estratégicos, sem perder o foco no seu maior patrimônio, o cliente.

Informação como vantagem competitiva

Em um cenário globalizado, instável e de grande competitividade, conseguirão vantagem competitiva os gestores, que através da administração das informações, conseguirem administrar com eficácia o futuro de suas organizações.

A competitividade pode ser definida segundo GARCIA e MONSER (apud PORTER, 1986) “como a capacidade, da empresa, em formular e implementar estratégias competitivas que lhe permitam aumentar ou manter, em longo prazo, uma posição sustentável no mercado”, ou seja, a empresa que conseguir se antecipar às tendências e desafios mercadológicos e fidelizar e conquistar cada vez mais clientes.

Com a globalização e a adoção de novas tecnologias as empresas se encontram obrigadas a se adequarem neste novo cenário, pois se de certa forma essas tecnologias eliminam as barreiras geográficas, por outro lado o mercado se tornou mais exigente, com informações mais rápidas e precisas e de baixo custo.

Na maioria das organizações tradicionais, a maior preocupação está somente na disponibilização da informação para soluções momentâneas, sem estarem alinhadas aos objetivos e estratégias da empresa.

Há alguns anos atrás o cenário era de uma estrutura de mercado com uma economia lenta e estável, e segundo VANALLE e FILHO (2002, p.2) “competir significava fazer o melhor necessário para manter a posição no mercado. Produção em massa, economia em escala e a diminuição de custos tornavam as empresas competitivas no Brasil até o início dos anos 1990”.

Com a entrada de novos concorrentes no mercado, com a entrada de empresas estrangeiras, com o surgimento de clientes mais exigentes, fez com que as organizações assumissem um novo posicionamento frente a essas mudanças.

As organizações influenciam e sofrem influencia de diversas variáveis macro e microambientais, são variáveis demográficas, sócio-culturais, econômicas e políticas, entre outras que afetam diretamente o funcionamento da organização e o processo decisório.

O grande volume de informações que circulam na empresa e fora dela faz com que se torne difícil sua interpretação, exigindo da organização maior esforço em organiza-las.

Em alta competitividade as empresas estão procurando diferenciar-se pela constante inovação de seus produtos, e segundo VANALLE e FILHO (apud Drucker 1975, p.115) existem três tipos de inovação no ambiente organizacional, são eles: “... Inovação de produtos ou serviços; inovação no mercado, no comportamento e valores do consumidor; inovação nas várias técnicas e atividades necessárias para se fazer os produtos e os serviços e levá-los ao mercado”.

É a informação que depois de interpretada e organizada, produz o conhecimento necessário para que haja a inovação, e também é ela capaz de identificar, projetar e suprir as necessidades dos clientes, que são a sobrevivência do negócio, pois nos parece lógico que sem clientes não há negócio.

Dessa forma, a produção acaba por impulsionar a estratégia de forma que a empresa atinja vantagem competitiva, oferecendo melhores produtos, com menores prazos de entrega e com menores custos, do que a concorrência.

Através de uma liderança tecnológica, pode ser conquistar maiores clientes e outros clientes que antes não eram acessíveis.

Os clientes são de fundamental importância para a organização como já mencionamos anteriormente, dependendo diretamente deles a sobrevivência da organização, assim se faz necessário que se realize analises e estudos sistemáticos de seus hábitos e preferências, para que a captação de novos clientes seja eficaz.

A Informação na Tomada de Decisão

Decisões são tomadas a todo o momento, seja na compra de um produto, seja na escolha da comida, seja na escolha da roupa a se vestir, ou em qualquer outra ocasião, os indivíduos são submetidos a realizarem escolhas, sejam elas com baixo grau de risco ou com alto grau de risco.

 As decisões são muitas vezes tomadas sobre alto grau de incerteza, face às várias mudanças e instabilidades na economia mundial, porém o administrador deve estar munido de informações precisas que o apóie na tomada de decisão.

É conhecido que decisões tomadas sob incertezas, produzem conseqüências não calculadas e desconhecidas, e que decisões tomadas sob certezas, os resultados são calculáveis, e o tomador de decisões pode analisar a melhor alternativa a ser utilizada.

  BAZZOTTI e GARCIA (apud STEPHEN e COULTER 1996, p. 126), defendem que “a situação ideal para a tomada de decisões é a de certeza, ou seja, o administrador pode tomar decisões precisas, pois o resultado de cada alternativa é conhecido”.

O tomador de decisões conhece que todas as decisões possuem riscos, e que estes riscos são inevitáveis, porém sabe-se que os mesmos podem ser calculados.

O ambiente organizacional está intimamente associado ao processo decisório, pois diariamente gestores tomam decisões de compra e venda, de contratação e demissão, de investimentos, e entre inúmeras outras situações que acontecem em seu cotidiano.

Dentro do processo decisório, pose se classificar a decisão em três níveis de acordo com a atividade administrativa a qual ela pertence. São estes: Nível operacional: são as decisões responsáveis pelo bom funcionamento das atividades operacionais; Nível tático: são decisões tomadas para as operações de controle, e Nível estratégico: são as decisões tomadas para que a organização atinja seus objetivos. Cada um destes níveis de tomada de decisão possui suas características particulares e juntos colaboram para que a empresa atinja seus objetivos estratégicos.

Elementos intervenientes na tomada de decisão

Após a apresentação dos conceitos sobre dado, informação e conhecimento deve-se compreender que estes formam uma rede de agregação de valor tanto para os indivíduos quanto para a organização e representam suma importância na tomada de decisão, assim estes devem ser compartilhados em um sistema de comunicação bem estruturado.

As informações e os conhecimentos devem circular interna e externamente na organização, através de um bom processo de comunicação e de equipamentos tecnológicos compatíveis.

Segundo Angeloni (2003, p.19) “o processo de comunicação é uma seqüência de acontecimentos no qual dados, informações e conhecimentos são transmitidos de um emissor para um receptor”.

Somente assim, a organização se disporá de dados, informações e conhecimentos necessários, em tempo hábil e com alto grau de confiabilidade para tomar as melhores decisões.

Dessa forma, se faz interessante observar a reflexão de Angeloni (apud Gutierrez 1999, p. 33), sobre o tema:

 “Não existe uma fórmula perfeita para a tomada de decisões corretas na empresa. Na organização tradicional, as decisões são tomadas por uma elite decisória que se perpetua no poder através de um amplo processo de alianças, provocando distanciamento dos macro objetivos e perda de informação. A gestão comunicativa, por sua vez, fundamenta-se na ação comunicativa que consiste na formação discursiva da vontade, pelo debate entre subjetividades intactas, em condições próximas do ideal. Um elemento essencial para este processo de tomada de decisões é a expectativa de um comportamento individual maduro, tanto social quanto moral. O resultado é um confronto entre a complexidade evitável e inevitável dos modelos tradicional e comunicativo de gestão”.

 

Considerações Finais

O papel que a informação desempenha na atualidade e dentro das empresas é de extrema importância e são evidentes os benefícios que ela proporciona ao seu utilizador.

A informação aliada às inovações tecnológicas, pois não da para falar em informação se ela não estiver atrelada à tecnologia, provocou um grande avanço no mundo dos negócios.

Com a utilização da informação no ambiente empresarial, custos se reduziram, o acesso às informações passaram a ser em tempo real, as atividades de retrabalho foram eliminadas, reduziram-se as perdas e aumentaram-se os ganhos de capital, pois as decisões passaram a ser tomadas baseadas em certezas, entre inúmeros outros benefícios que ela continua proporcionando aos tomadores de decisão.

Este artigo demonstrou que é imprescindível a utilização da informação no processo decisório, e também para que a empresa atinja seus objetivos estratégicos, pois em um cenário de permanente mudança, ela oferece todas as condições para que a organização moderna consiga se destacar frente à concorrência, e garanta sobrevivência no mercado.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/administracao-artigos/um-estudo-exploratorio-sobre-o-papel-da-informacao-na-tomada-de-decisao-para-o-administrador-852812.html

    Palavras-chave do artigo:

    tecnologia de informacao

    ,

    tomada de decisoes

    ,

    vantagem competitiva

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    Patricia Vargas Pereira

    O conhecimento garante a competitividade de uma empresa no mercado, pode salvar uma vida, permite uma decisão acertada... Hoje, com o advento da internet, a facilidade de acesso à informação aumentou muito. Existem informações aproveitáveis e informações não aproveitáveis; o conhecimento é a informação aplicada. Numa empresa, o conhecimento deve fazer parte do plano estratégico e para isso utiliza-se a Gestão do Conhecimento (GC). A Tecnologia da Informação (TI) surge para auxiliar essa gestão.

    Por: Patricia Vargas Pereiral Tecnologia> TIl 05/10/2012 lAcessos: 246
    Roberto Mizuuti

    Esse artigo busca trazer à tona algumas aplicabilidades da Tecnologia da Informação no agronegócio, tanto como facilitadora de processos quanto como tecnologias de suporte ao armazenamento e tráfego de dados entre pontos remotos bem como na utilização de VoIP entre estes pontos.

    Por: Roberto Mizuutil Tecnologia> TIl 25/05/2009 lAcessos: 2,104
    Herbert Santos

    A intuição abre canais que pavimentam as relações, desde o contato inicial, o interesse, até comunicação que estabelece comprometimento e dá sustentabilidade à parceria. Só de ser lembrada a Intuição já faz diferença. O atendimento mecânico, a recepção por belas modelos pode ter o papel de atrair, mas está com o tempo contado.

    Por: Herbert Santosl Negócios> Administraçãol 05/03/2009 lAcessos: 562

    Atualmente é muito grande o fluxo de dados nas empresas, o que torna indispensável a utilização de SGBDs (Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados). Embora esses sistemas sejam bastante úteis no armazenamento, muitas vezes os dados são organizados de forma errônea e assim as informações não têm muita utilidade para a empresa. Esse estudo ressalta a importância de se organizar e classificar os dados carregados nos SGBDs, de forma a torná-los úteis à tomada de decisão nas empresas.

    Por: Rodrigo Andradel Tecnologia> TIl 24/07/2008 lAcessos: 2,778

    Este trabalho tem o objetivo de apresentar a inteligência competitiva como ferramenta fundamental para a competitividade e melhoria contínua das organizações no setor público.

    Por: Simone Abreul Negócios> Administraçãol 29/10/2008 lAcessos: 3,106 lComentário: 1
    Millennium Network

    Um dos maiores desafios dos gestores na atualidade é tornar suas empresas mais competitivas, em especial em um mundo globalizado, dinâmico e versátil como o que vivemos atualmente.

    Por: Millennium Networkl Negócios> Gestãol 02/04/2014 lAcessos: 12

    Dicas simples para você escolher o curso de coaching ideal para crescer na sua carreira profissional e em sua própria vida pessoal

    Por: Fabio Augustol Negócios> Administraçãol 19/12/2014

    O artigo dar dicas para corretores que estão iniciando sua carreira no mercado imobiliário e não sabe os primeiros passos a serem tomados.

    Por: villevoxl Negócios> Administraçãol 19/12/2014

    O estudo de campo foi realizado no Hospital UDI, onde foram coletados os dados referentes ao atendimento e pacote de serviços, bem como qualificá-los na opinião dos clientes e funcionários. Em linhas gerais, esse trabalho científico teve como finalidade afirmar a ideia de que um pacote de serviços bem estruturado e um atendimento sem falhas são essenciais na formação de uma imagem empresarial consolidada.

    Por: Leobruno Revil Torres Ferreiral Negócios> Administraçãol 15/12/2014

    Este artigo apresenta que na atualidade as fraudes atacam cada vez mais os empresários, tendo em vista a insuficiência nos controles internos das empresas, apresenta alguns tipos de fraudes e como elas podem ser detectadas e também a melhor forma para combate-las.

    Por: Mirielil Negócios> Administraçãol 10/12/2014
    michelly bonifacio

    Descubra as três pergunta que Rick e seu grupo usam para serem capazes de determinar de forma eficiente se cada candidato é ou não digno de admissão e de quebra, como estas questões podem te ajudar a prospectar clientes.

    Por: michelly bonifaciol Negócios> Administraçãol 08/12/2014
    michelly bonifacio

    Nesta mais nova série, veja semana a semana uma nova dica para melhorar o desempenho de sua empresa.

    Por: michelly bonifaciol Negócios> Administraçãol 04/12/2014
    michelly bonifacio

    Eu sei, controlar estoque é realmente chato! Mas, se você possui um negócio, eu nem preciso dizer que o seu estoque é um dos fatores mais importantes, certo? Pensando nisso, a Alfa Networks preparou um artigo super especial para você controlar de uma vez por todas o seu estoque.

    Por: michelly bonifaciol Negócios> Administraçãol 01/12/2014

    Este trabalho tem como objetivo demonstrar as variações de desperdício primeiramente explicando seu conceito e suas definições na área administrativa. O trabalho foi dividido em cinco partes em cada parte o assunto será abordado de forma diferente, cada vez mais com foco na logística citando exemplos dos problemas que o Brasil enfrenta com a falta de investimento nesta área e infraestrutura apropriada.

    Por: Wolgran Teixeiral Negócios> Administraçãol 28/11/2014
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