•PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA)
•PhD em Psicologia Clínica pela Flórida Christian University (EUA)
•Psicanalista e Diretora de Assessoria Geral da Sociedade de Psicanálise Transcendental.
•Mestre em Administração de Empresas, Especialista em Estratégias de Marketing em Turismo e Hotelaria, MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Informática Gerencial.
•Psicanalista voluntária na Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer e na Universidade da Terceira Idade.
•Professora da FGV do Rio de Janeiro e de mais 03 universidades.
•Empresária no ramo moveleiro
•Responsável e Membro do Conselho Editorial da Revista Empresa Familiar.
•Coordenadora do grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA.
•Diretora da DS Consultoria S/S Ltda, especializada em Empresas Familiares.
•Conciliadora, Mediadora e Árbitra Empresarial.
•Membro do Conselho Editorial e responsável pela Revista Empresa Familiar.
•Autora do livro O Perfil do Empreendedor e co-autora do livro Empresa Familiar: Conflitos e Soluções, juntamente com Domingos Ricca, Roberto Gonzalez e José Bernardo Enéas Oliveira.
•Vários artigos publicados na área de Administração e Psicanálise em revistas especializadas.
1. O Conflito no casamento:
A empresa nasce no improviso e logo marido e mulher começam a brigar porque o negócio está exigindo mais dinheiro e tempo do que se previa ou porque um deles acha que há falta de empenho do companheiro para administrá-lo.
Como evitar
Antes de abrir o negócio, defina as expectativas de cada um em relação ao casamento e à empresa. É fundamental, por exemplo, que esteja perfeitamente claro se marido e mulher trabalharão juntos ou se um deles ficará responsável pelos filhos.
2. O Conflito na relação com irmãos e primos
A segunda e a terceira geração costumam ser marcadas por disputas por dinheiro, poder e status na empresa — levando a família a se dividir em facções, que perdem mais tempo batalhando entre si do que trabalhando pelo bem do negócio.
Como evitar
Irmãos e primos têm responsabilidades — não privilégios. Eles devem trabalhar pelo menos dois anos em outras empresas antes de assumir cargos importantes, definidos não em função do grau de parentesco com os fundadores, e sim da competência.
3. O conflito na educação dos filhos
O pai quer que o filho escolha uma profissão que lhe permita trabalhar na empresa para um dia assumir seu comando, mas o filho tem outros interesses. Vê a empresa como um fardo ou não é suficientemente qualificado.
Como evitar
Quando os filhos são pequenos, muitos empreendedores passam a idéia de que a empresa é um sacrifício que os pais fizeram para o bem deles. Isso deve ser evitado — ou os filhos podem inconscientemente rejeitar os negócios da família desde a infância
Em quais pontos os empresários devem estar atentos?
A análise para o processo sucessório deve ser real, porque muitas vezes, o executivo procura auto enganar-se, afirmando que seus herdeiros naturais são os melhores administradores que a empresa poderá ter no seu quadro de comando. Essa situação pode levar a empresa ao caos administrativo, muitas vezes de maneira irreversível. Não se está querendo afirmar que os herdeiros naturais são incompetentes, mas que a análise e a avaliação do processo sucessório devem ser efetivamente realísticas.
Se o herdeiro for realmente competente ou tiver condições de vir a ser competente, estará tudo bem. Caso contrário deve-se pular direto para a sucessão profissional.
Alguns aspectos devem ser considerados na sucessão familiar:
1 - A realidade da família, quanto a seus valores, crenças, atitudes e comportamentos pessoais;
2 - Se colocam o nível de riqueza e poder acima das interações pessoais e familiares;
3 - Como são tratados os parentes agregados, tais como genros e noras;
4 - Como está a expectativa de vida dos membros da família mais influentes;
5 - A atuação do patriarca e, principalmente da matriarca da família. Os herdeiros podem ter apresentado, ao longo do tempo, maior ou menor envolvimento com os negócios da empresa.
Classifica-os de quatro formas principais:
1 - Quanto ao envolvimento com a gestão dos negócios da empresa familiar, pode haver herdeiros muito dedicados e outros pouco dedicados;
2 - Quanto à apresentação de resultados para a empresa, procura escalonar, de forma objetiva, a efetiva contribuição de cada herdeiro para a obtenção dos resultados, procura identificar quem é quem na família;
3 - Quanto à abordagem legal, nesse caso deve-se considerar o art. 1.603 do Código Civil brasileiro, que estabelece a ordem de preferência dos herdeiros quanto ao espólio do proprietário, a saber: descendentes (filhos, netos e bisnetos), ascendentes (pais, avós e bisavós), colaterais (irmãos e primos) e governo (município, distrito federal e união);
4 - Quanto aos agregados, eles podem também se tornar herdeiros, tais como os cônjuges dos herdeiros, dependendo do regime de casamento.
O processo sucessório, não pode ser tratado sob os aspectos lógicos da administração, pois envolve pontos afetivos e emocionais relacionados com a estrutura familiar.


Abrir Mão De Direitos Trabalhistas Ou Perder O Emprego?
Por: Claudio Raza | 30/12/2008Com as novas mudanças de consumo, de créditos gerados pela crise mundial, as empresas e empregados ainda estão esbarrando nos direitos trabalhistas adquiridos, que às vezes prejudica a empresa que fica com um empregado desmotivado e caro, e o empregado por causa da multa e do saque do FGTS não pede demissão para buscar novas oportunidades.
Treinamento E Desenvolvimento De Pessoas
Por: NBDESOUSA | 22/12/2008Este artigo tem como objetivo transmitir mais algumas informações sobre uma teoria que defendo, onde chamo à participar, discutir, e saber das opiniões dos profissionais da área de Administração de Empresas.
O Mundo Do Trabalho E A Empregabilidade
Por: NBDESOUSA | 22/12/2008Com a mudança da relação capital versus trabalho e empregador versus empregado; e, por conta dos novos fatores econômicos, a realidade do emprego nas duas últimas décadas, no Brasil, vem mudando de foco e de face. Nos séculos recentes os trabalhadores eram leais à seus empregos, as suas empresas e a seus empregadores.
Emoções No Trabalho E Suas Contradições
Por: NBDESOUSA | 22/12/2008O presente artigo pretende apresentar algumas linhas do pensamento acadêmico, as questões ligadas às emoções subjacentes no trabalho (nos ambientes organizacionais), bem como as contradições que essas emoções geram na produtividade e na qualidade (do trabalhador e do trabalho) do terceiro milênio.
Influência Da Raiva No Ambiente De Trabalho
Por: NBDESOUSA | 22/12/2008Várias informações são encontradas em textos de diversos pensadores, sociólogos, psicólogos, as que particularmente eu acredito que sejam de relevância para o conhecimento e aperfeiçoamento de Gestores e Administradores de Empresas, são expostas para que vocês que leiam e possam debater e discutir.
Gestão De Pessoas E Subjetividade
Por: NBDESOUSA | 22/12/2008Espero que esta leitura continue trazendo à tona a verdadeira função do Departamento de Rh de empresas, além de uma posição mais humanística de Gestores e Administradores a respeito das pessoas envolvidas na conquista de um objetivo comum.
Reflexão Sobre Os Escritórios Da Era Taylorista
Por: NBDESOUSA | 22/12/2008Se fizermos um breve passeio pela história (e evolução histórica) dos escritórios, à luz de Braverman (1981), vamos conseguir entender um pouco mais e melhor do porque de nossas organizações ainda serem palcos da opressão que são hoje. Ainda, entenderemos com melhor acuidade a questão do sofrimento, bem como veremos que é uma falácia que na modernidade este sofrimento foi minimizado (ou eliminado) a partir dos novos processos que vieram a reboque da tecnologia e da informatização.
Processos E Práticas De Rh. “A Entrevista Do Desligamento”
Por: NBDESOUSA | 22/12/2008Volta e meia as empresas são pegas de surpresa com um grande profissional, que faz parte de sua equipe principal pedindo as contas. Os motivos alegados por estes profissionais, que nos são muito raros na maioria das vezes, dado que as organizações da pós-modernidade estão funcionando com seus quadros funcionais enxutos, são diversos, mas seja qual for o motivo, é um grande baque para a organização.
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Aqui Jaz Uma Empresa Familiar Juntamente Com Seu Proprietário
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As Muitas Faces Do Benchmarking
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralPor conseguinte, ao ativar o benchmarking, mantenha em mente que, uma vez começado o processo, não há como impedir a mudança. Por sua própria natureza, lançará uma nova e estranha luz sobre a prática aceita. Revelará os pontos fortes e fracos da organização. Onde problemas forem descobertos, a imensidão de lacunas de desempenho assomará esmagadoramente. O benchmarking força um claro reconhecimento das reais capacidades, desempenho e deficiências de uma empresa.
Requisitos Do Associativismo
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralHá que não se confundir lucratividade com margem de contribuição. Iludidos pelo uso da margem de contribuição, muitos varejistas ainda acreditam que estão “lucrando” os 40% de margem que adicionam ao preço de compra dos produtos. Isto é lenda, é preciso desmistificar esse conceito errôneo que se formou e entender, de vez, que lucro não é a mesma coisa que margem.