•PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA)
•PhD em Psicologia Clínica pela Flórida Christian University (EUA)
•Psicanalista e Diretora de Assessoria Geral da Sociedade de Psicanálise Transcendental.
•Mestre em Administração de Empresas, Especialista em Estratégias de Marketing em Turismo e Hotelaria, MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Informática Gerencial.
•Psicanalista voluntária na Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer e na Universidade da Terceira Idade.
•Professora da FGV do Rio de Janeiro e de mais 03 universidades.
•Empresária no ramo moveleiro
•Responsável e Membro do Conselho Editorial da Revista Empresa Familiar.
•Coordenadora do grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA.
•Diretora da DS Consultoria S/S Ltda, especializada em Empresas Familiares.
•Conciliadora, Mediadora e Árbitra Empresarial.
•Membro do Conselho Editorial e responsável pela Revista Empresa Familiar.
•Autora do livro O Perfil do Empreendedor e co-autora do livro Empresa Familiar: Conflitos e Soluções, juntamente com Domingos Ricca, Roberto Gonzalez e José Bernardo Enéas Oliveira.
•Vários artigos publicados na área de Administração e Psicanálise em revistas especializadas.
Diversos autores têm chamado a atenção sobre a dificuldade de se identificar, de forma precisa, o Core Business de uma empresa, pela falta de procedimentos objetivos.
Core Business significa a parte central de um negócio ou de uma área de negócios, e que é geralmente definido em função da estratégia dessa empresa para o mercado. Este termo é utilizado habitualmente para definir qual o ponto forte e estratégico da atuação de uma determinada empresa. Utiliza-se também para definir a área de atuação onde não pode, ou não se deve existir 'Outsourcing‘ (Terceirização).
As alternativas de Outsourcing devem ser avaliadas como oportunidades de melhoria de eficiência operacional e da qualidade. Sua aplicabilidade não pode ser considerada de forma absoluta.
Offshore Outsourcing é a prática da contratação de uma organização externa para executar algumas funções empresariais num país diferente daquele em que os ou serviços são efetivamente desenvolvidos ou fabricados.
Grandes empresas estão pensando em transferir call centers e desenvolvimento de softwares, que hoje estão na Índia, para outros países emergentes. O fato deverá beneficiar o Brasil.
Business Process Outsourcing (BPO) é a terceirização de um processo de negócio de uma organização, que normalmente não faz parte de seu core business.
Por exemplo: A Coca Cola, onde quase toda a cadeia de abastecimento é a empresa terceirizada.
Nearshore Outsourcing: é o BPO que é contratado para um país vizinho da empresa.
Metodologia Para Implantação do Core Business na Empresa:
Passo 1: Modelar a empresa segundo suas funções, de forma a explicitar as funções que poderiam conter seu core business, e alinhá-las entre as funções principais (de produção e de atendimento).
Passo 2: Agregar as funções de produção e de atendimento em blocos de funções que são indissociáveis quando na operação da empresa.
Por exemplo: quando se vende um bem ou um serviço, está neste exato momento sendo desenvolvida também a função de negociação. Assim, essas duas funções são entendidas como funções-afins e passam a pertencer a um bloco único. A inclusão de uma das funções de um dado bloco no core business implica na inclusão de todas as funções daquele bloco.
Passo 3: Estabelecer o relacionamento entre os blocos de funções-afins e os campos da competição, isto é, identificar, dentro de um mesmo bloco de funções, todos os possíveis campos da competição que possam se relacionar com uma ou mais dessas funções.
Exemplo: Marketing
Passo 4: Identificar as armas (ferramentas gerenciais/operacionais) mais importantes para cada um dos campos da competição, incluindo também as armas que se relacionam com aquelas funções de apoio e de serviços internos que influenciam o desempenho das funções de produção e atendimento.
Passo 5: Avaliar o grau de intensidade com que a empresa utiliza, ou poderá utilizar, cada uma das armas de competição identificadas como importantes no passo anterior.
Passo 6: Identificar, a partir dos resultados obtidos no passo anterior, os campos de
competição e, por decorrência, os blocos de funções-afins que a empresa pode, ou poderá, desenvolver com excelência.
Passo 7: Definir, a partir dos resultados oriundos do passo anterior e da análise da
concorrência, o core business da empresa.
Exemplo: Empresa Bolsa de Empregos Tiadro
1. A Bolsa de Empregos Tiadro iniciou com bolsa de empregos (videotexto).
2. A empresa foi pioneira na aquisição de know-how e a consolidação no e-recrutamento.
3. O BusinessCenterRH.Tiadro, um e-marketplace de produtos e serviços para a Gestão dos Recursos. Humanos das empresas do Brasil e de outros países.
4. Criou o Portal das Pessoas: Notícias, Clipping RH Diário, e-Recursos Humanos, Newsletter RH diária e semanal em mais de 30 jornais, revistas e sites em Portugal: empregos, formação, educação, responsabilidade social, artigos, orientação vocacional, legislação, agenda, seminários, congressos, cursos na e em várias áreas, Licenciaturas, Pós-graduações, MBA e Mestrados.
5. O Jobshop.Tiadro são os canais de produtos e serviços para os Candidatos e as Empresas que valorizam e apóiam as “pessoas” na sua vida profissional e pessoal.
6. Possui o recrutamento eletrônico, Seleção, Executive Search, formação em software/hardware, junto com parceiros.
7. O bcRH.Tiadro disponibiliza tem equipe de Consultores Especializados, sem custos adicionais e o mesmo faz tudo que a empresa necessita na área de recursos humanos.
Empresas que Fizeram Core Buness com Sucesso
1. O Google, por exemplo, entendem que as suas capacidades essenciais de software estão no cerne do seu sucesso.
Ele continuamente procura a paisagem para os novos locais e meios de comunicação de extensão e de mistura destas capacidades.
2. O YouTube comprou por US $ 1,65 bilhões em 2006. E este ano ele já comprou mais 11 empresas, que vão de uma videoconferência com um provedor processando paralelamente a empresa.
3. Steve Jobs em 2001 anunciou o iPod, criou todo um novo núcleo, um que hoje representa quase 50% das receitas da empresa e de 40% dos seus lucros.
4. Hoje, a Núbia tem ramificações fora em uma série de adjacência mercados, vendendo mais de 100 tipos de telefone.
5. A Nike expandiu em segmentos adjacentes, introduziu novos produtos, desenvolvidos novos canais de distribuição, novos mercados geográficos.
6. A Adereçam Express, baseou a sua expansão com bons resultados em adjacências a estudar como os seus clientes utilizam cartões. Com essas informações de clientes, AMEX gestores têm criado uma família de cartões com variadas taxas de juros, condições, serviços, programas e recompensa.
Empresa que Fracassaram por não Fazerem Core Buness
1. Mais de 200 empresas pontocom americanas que faliram nos Estados Unidos no ano passado oferecem um argumento de peso para quem defende a insuficiência de uma atuação exclusivamente virtual. Além disso, se estar ao mesmo tempo na web e fora dela pode causar uma confusão na cabeça do consumidor, o mesmo pode-se dizer de empresas que vendem ao mesmo tempo em lojas e por catálogo, telemarketing ou porta a porta.
2. Xerox, até hoje sinônimo de copiadora. Há alguns anos, porém, a empresa podia ter tomado a ponta no processo de desenvolvimento das impressoras laser para desktops. Por não considerar a nova tecnologia como uma ameaça, a Xerox parou no tempo e ficou assistindo a HP dominar esse mercado.
3. Quando foi lançada a Encarta (enciclopédia multimídia da Microsoft) no início dos anos 90, qual era o paradigma de enciclopédia? A resposta óbvia é: Brittanica! Quando as vendas da Brittanica começaram a cair, a primeira reação dos gestores da empresa foi dar treinamento para os vendedores porta a porta, pois, se a Brittanica estava vendendo menos, só poderia ser devido a problemas na abordagem dos tradicionais vendedores.
Empresa que Fez o Core Business e não Obteve Sucesso
A Warner optou pelo formato Blu-ray, da Sony, para seus próximos lançamentos em alta definição. O estúdio americano descartou o formato HD-DVD, da concorrente Toshiba, e seguiu a escolha já adotada por Disney, 20th Century Fox, MGM e própria Sony Pictures. O formato HD-DVD só foi adotado pelos estúdios Universal e Paramount. Os dois sistemas são incompatíveis.
Principais Motivos do Fracasso do Core Business
1. Toda empresa deve fugir da tentação de querer abraçar o mundo e especializar-se apenas em um ou outro segmento.
2. As empresas devem concentrar todas as suas forcas em um segmento do mercado.
3. Muitas vezes, é preciso reinventar seu negócio e até mesmo deixar para trás seu principal ramo de atuação para não desaparecer. Isso é especialmente verdadeiro no momento e que novas tecnologias surgem, atacando frontalmente seu core business.
4. Deve-se estar o mais atualizado possível tecnologicamente.
5. Adotar uma estratégia de atender o cliente onde quer que este se encontre é um suicídio estratégico. Algumas pessoas vão querer comprar na internet, cujos preços serão mais baixos, mas onde os produtos só são entregues após três dias. Outras, porém, irão às lojas físicas e comprarão lá, onde os preços serão um pouco mais altos, mas os produtos podem ser vistos e experimentados.
6. Um empresário extremamente bem sucedido ao longo de décadas desenvolve um paradigma de gestão empresarial, se o ambiente empresarial for alterado, ele poderá insistir no uso das velhas técnicas e ferramentas,
7. O desenho de estratégias empresariais é muito diverso de uma simples repetição de casos de sucesso, repetidas como meras “receitas de bolo”.
8. Thomas Kuhn concluiu que o cérebro humano desenvolve rotinas como forma de poupar a memória de trabalho. Todos temos uma capacidade limitada de acumular informação nessa memória e, por isso, desenvolvemos rotinas ou formas padrão de solução de problemas. Temos uma dificuldade enorme de inovar
9. Falta de “enxergar” o problema e a solução pela perspectiva do cliente.
10. Os clientes não percebem motivos que os estimulem a ter confiança ou credibilidade na empresa.
11. Falta aos colaboradores uma correta compreensão sobre a empresa e seus objetivos;
12. Há um desconhecimento sobre os custos envolvidos, sobre os processos mais valorizados, sobre as habilidades técnicas necessárias e sobre a disponibilidade e aplicação de ferramentas de gestão;
13. Por outros motivos como mudanças de hábitos, fim de uma necessidade, etc.
Reconheço que a teoria fica longe da possibilidade prática, para que muitas empresas promovam a mudança, por não saber como fazer. Nos próximos artigos vou tentar mostrar, de uma forma mais simples, como os empresários poderão realizar mudanças na maneira de liderar suas empresas e fazer um core business corretamente.


Crise Ecônomia – Levar Vantagem Não Funciona
Por: NBDESOUSA | 04/12/2008Bom, particularmente não gosto muito de escrever ou falar sobre assuntos econômicos, afinal, cada um sabe onde aperta seu calo. Mas tentar recuperar prejuízos e compensar a queda do faturamento por falta de negócios no mercado externo com a elevação dos preços no mercado interno para compensar, acredito, sinceramente isso não funciona, e pelo contrário acaba complicando ainda mais a situação econômica das empresas.
Gerenciamento Ambiental Industrial
Por: Dr. Leonardo W Glidiz | 02/12/2008As grandes empresas industriais dos países de primeiro mundo, inclusive quando desenvolvem atividades em outros países, procuram zelar pelo seu bom nome, adotando, como princípio inabalável, o compromisso total com a questão ambiental, da mesma forma com que fazem com a qualidade.
Teoria Da Administração Voltada As Pessoas
Por: NBDESOUSA | 02/12/2008Você que se dispôs a ler estas idéias, empresários, funcionários, administradores, gerentes, professores ou simplesmente pessoas que gostam de ler e analisar outras opiniões e idéias, durante o decorrer de sua leitura encontrará algumas perguntas.
Terceirização Suas Vantagens Operacionais E Administtrativa
Por: Franco Kaolu Takakura Junior | 02/12/2008DEMOSNTRA O NOVO CONCEITO TEORICO E PRATICO DA TERCEIRIZAÇÃO (OUTSOURCING)
Visão Zetética Da Gestão Estratégica De Custo
Por: Franco Kaolu Takakura Junior | 02/12/2008UMA VISÃO APROFUNDADA DO CUSTO ESTRATÉGICO
Gestão Estratégica De Custo
Por: Franco Kaolu Takakura Junior | 02/12/2008Esse artigo define o que realmente é uma gestão estratégica de custo, como deve ser analisada
Segurança E Saúde Do Trablho
Por: Vinicius Maldini | 30/11/2008Segurança do trabalho é um espaço inter-disciplinar em causa com a protecção da segurança, saúde e bem-estar das pessoas envolvidas em trabalho ou de emprego. Como efeito secundário, que pode também proteger colegas de trabalho, familiares, empresários, clientes, fornecedores, comunidades vizinhas, e outros membros do público que são afetados pelo ambiente de trabalho.
O Líder Garçom: Uma Abordagem Da Liderança Servidora
Por: Lucas Rafael dos Santos | 27/11/2008Ao longo do tempo chefes, gerentes e diretores eram reconhecidos como líderes simplesmente por possuírem posições privilegiadas dentro das organizações. Mas nos dias atuais isso já está saindo de moda, na liderança servidora os subordinados acreditam em seu líder, assumem um relacionamento de confiança e é comprometido com a empresa, obtendo maiores e melhores resultados, do que o empregado vigiado e mandado, ou seja, a liderança autoritária.
Não Deixe A Sua Felicidade Nas Mãos De Ninguém
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 24/11/2008 | Auto-AjudaNunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade.
Os 4 A’S Do Marketing
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralA comunidade brasileira em geral respira e alimenta-se de marketing, conscientemente ou não. E, por isso, é, necessário compreender o significado e a importância do marketing como desencadeador do processo de desenvolvimento econômico e social.
Aqui Jaz Uma Empresa Familiar Juntamente Com Seu Proprietário
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | AdministraçãoÉ triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.
Princípios Consagrados De Delegação
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralQuando se trata de delegação não é bom partir para o tudo ou nada, é preciso tempo, treinamento e acompanhamento. Há sempre uma fase crítica, na qual o indivíduo precisa de apoio para se adaptar, e o acompanhamento pode evitar resultados indesejáveis.
O Cemitério Está Cheio De Pessoas Insubstituíveis
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralO mais hilário é que encontramos pessoas insubstituíveis todos os dias, em todos os lugares, até mesmo nós nos achamos insubstituíveis em algumas fases da vida, ou para alguém que amamos... pura ilusão!!!
Como Devemos Aperfeiçoar Nossas Previsões De Vendas
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralO objetivo final do planejamento de vendas é transformar os objetivos globais de receita da empresa em cotas individuais por vendedor para que o mesmo saiba exatamente o que dele é esperado.
As Muitas Faces Do Benchmarking
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralPor conseguinte, ao ativar o benchmarking, mantenha em mente que, uma vez começado o processo, não há como impedir a mudança. Por sua própria natureza, lançará uma nova e estranha luz sobre a prática aceita. Revelará os pontos fortes e fracos da organização. Onde problemas forem descobertos, a imensidão de lacunas de desempenho assomará esmagadoramente. O benchmarking força um claro reconhecimento das reais capacidades, desempenho e deficiências de uma empresa.
Requisitos Do Associativismo
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralHá que não se confundir lucratividade com margem de contribuição. Iludidos pelo uso da margem de contribuição, muitos varejistas ainda acreditam que estão “lucrando” os 40% de margem que adicionam ao preço de compra dos produtos. Isto é lenda, é preciso desmistificar esse conceito errôneo que se formou e entender, de vez, que lucro não é a mesma coisa que margem.