•PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA)
•PhD em Psicologia Clínica pela Flórida Christian University (EUA)
•Psicanalista e Diretora de Assessoria Geral da Sociedade de Psicanálise Transcendental.
•Mestre em Administração de Empresas, Especialista em Estratégias de Marketing em Turismo e Hotelaria, MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Informática Gerencial.
•Psicanalista voluntária na Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer e na Universidade da Terceira Idade.
•Professora da FGV do Rio de Janeiro e de mais 03 universidades.
•Empresária no ramo moveleiro
•Responsável e Membro do Conselho Editorial da Revista Empresa Familiar.
•Coordenadora do grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA.
•Diretora da DS Consultoria S/S Ltda, especializada em Empresas Familiares.
•Conciliadora, Mediadora e Árbitra Empresarial.
•Membro do Conselho Editorial e responsável pela Revista Empresa Familiar.
•Autora do livro O Perfil do Empreendedor e co-autora do livro Empresa Familiar: Conflitos e Soluções, juntamente com Domingos Ricca, Roberto Gonzalez e José Bernardo Enéas Oliveira.
•Vários artigos publicados na área de Administração e Psicanálise em revistas especializadas.
De acordo com o Especialista do CRC José Joaquim Filho, a nova Lei 11.638/07 aboliu a DOAR e instituiu a obrigação de elaboração da DFC (Demonstração dos Fluxos de Caixa). No caso das companhias abertas (ou seja, aquelas com valores mobiliários negociados em bolsa ou mercado de balcão), foi instituída também a DVA (Demonstração de Valor Adicionado).
A DFC fornece um resumo dos fluxos de caixa relativos a três aspectos da empresa:
1. Atividade operacional;
2. Atividade de investimentos; e
3. Atividade de financiamentos.
Portanto, a DFC permite ao usuário ver como o caixa transitou e qual foi o resultado deste fluxo. A DFC já era obrigatória nos Estados Unidos desde 1987, o que demonstra a relevância da alteração trazida pela Lei 11.638/07.
A DVA mostra o quanto de riqueza foi gerado pela empresa e como esta riqueza foi distribuída entre os acionistas, funcionários, fornecedores e o governo. Apesar da DVA não ter tanta relevância para fins de avaliação de uma empresa, tal demonstração financeira é importante para fins acadêmicos, estatísticos e de análise setorial. Além da instituição dessas novas duas demonstrações financeiras (DFC e DVA), houve também modificações significativas quanto à elaboração dos balanços patrimoniais, como, por exemplo, a criação da rubrica “intangível” no Ativo Permanente e a contabilização ou “marcação a mercado” das aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos (contratos futuros, contratos a termo e opções) e eliminação da “reserva de reavaliação”.
Uma questão de caráter formal é se as Empresas de Grande Porte terão ou não que publicar suas demonstrações financeiras. O art. 3° da Lei 11.638/07 estendeu os dispositivos da Lei das S.A. relativos à “escrituração e elaboração” das demonstrações financeiras às empresas de grande porte. O fundamento para a publicação das demonstrações financeiras reside no fato de que tais empresas recorrem à poupança das famílias em geral. Logo, tais empresas devem ter maior transparência na divulgação dos seus dados.
No caso das companhias fechadas e outras empresas organizadas como limitadas, por exemplo, as quais não recorrem à poupança das pessoas, não vemos a necessidade de publicação das demonstrações financeiras. A própria CVM, em Comunicado ao Mercado, já se manifestou no sentido de não haver obrigação expressa das empresas de grande porte publicarem as suas demonstrações financeiras. No caso das sociedades limitadas, o fato das atas das assembléias anuais (as quais aprovam as demonstrações financeiras) serem arquivadas na Junta Comercial já confere suficiente publicidade às demonstrações financeiras.
Contudo, o grande avanço da Lei 11.638/97 reside na padronização das demonstrações financeiras das empresas brasileiras, através da adoção de práticas contábeis internacionais. Segundo a própria CVM em seu Comunicado ao Mercado, as demonstrações financeiras das companhias abertas já serão consolidadas em IFRS até o exercício financeiro de 2010. Tal medida terá um profundo impacto econômico, principalmente para as empresas brasileiras que necessitam atrair investidores estrangeiros, pois isto facilitará a análise e a comparação de suas demonstrações financeiras.
Assumindo uma iminente obtenção de grau de investimento, as empresas brasileiras em geral terão melhores condições de atrair investimento estrangeiro e, assim, baratearem o seu custo de capital, o que viabilizará uma inserção mais acentuada de empresas brasileiras na economia global. Ao participar mais ativamente de cadeias de suprimento globais de produtos e serviços, as empresas brasileiras tornar-se-ão mais competitivas e mais lucrativas, gerando, conseqüentemente, mais prosperidade e progresso para o Brasil.
Para que as empresas tenham algum tempo para se adaptar à nova realidade, a CVM entende que os balanços trimestrais (ITRs) deste ano não precisarão contemplar completamente as alterações previstas na nova lei, publicada no dia 28 de dezembro, embora seja necessário prever os impactos das mudanças em notas explicativas.
Já para o exercício de 2008 como um todo, a autarquia considera que haverá tempo suficiente para a adaptação total das demonstrações financeiras.
Diante das mudanças que isso representa, no entanto, a CVM informou que vai priorizar a regulamentação da Lei 11.638/07 nos seus assuntos mais complexos, para que as áreas de contabilidade das empresas, assim como os auditores independentes, consigam entender e aplicar as mudanças necessárias dentro do prazo previsto.
Com a intenção de avaliar se as sugestões estão no caminho correto, a autarquia pretende receber, até o próximo dia 25 de janeiro, comentários de agentes do setor sobre este tema e também sobre o cronograma de aplicação da nova legislação.
Entre as novidades da Lei 11.638/07, antigo projeto de lei 3.741/2000, está a obrigatoriedade da classificação de ativos financeiros, inclusive derivativos, em categorias de "negociação", "disponíveis para venda" e "mantidos até o vencimento". A variação de preços destes ativos podem impactar diretamente o resultado, no caso de papéis dentro da categoria "negociação", ou o patrimônio, se enquadrados como "disponíveis para venda".
Muda também, entre outros pontos, a forma de contabilização de ativos de empresas adquiridas, que passam a ser registrados pelo valor de mercado (e não contábil).
Ainda não sabemos as reais proporção destas mudanças, pois os especialistas estão apostando que a nova lei logo chegará também nas pequenas empresas.
De qualquer forma, o melhor a fazer é realmente jogar os livros acadêmicos de contabilidade no arquivo morto de nossas empresas.


Crise Ecônomia – Levar Vantagem Não Funciona
Por: NBDESOUSA | 04/12/2008Bom, particularmente não gosto muito de escrever ou falar sobre assuntos econômicos, afinal, cada um sabe onde aperta seu calo. Mas tentar recuperar prejuízos e compensar a queda do faturamento por falta de negócios no mercado externo com a elevação dos preços no mercado interno para compensar, acredito, sinceramente isso não funciona, e pelo contrário acaba complicando ainda mais a situação econômica das empresas.
Gerenciamento Ambiental Industrial
Por: Dr. Leonardo W Glidiz | 02/12/2008As grandes empresas industriais dos países de primeiro mundo, inclusive quando desenvolvem atividades em outros países, procuram zelar pelo seu bom nome, adotando, como princípio inabalável, o compromisso total com a questão ambiental, da mesma forma com que fazem com a qualidade.
Teoria Da Administração Voltada As Pessoas
Por: NBDESOUSA | 02/12/2008Você que se dispôs a ler estas idéias, empresários, funcionários, administradores, gerentes, professores ou simplesmente pessoas que gostam de ler e analisar outras opiniões e idéias, durante o decorrer de sua leitura encontrará algumas perguntas.
Terceirização Suas Vantagens Operacionais E Administtrativa
Por: Franco Kaolu Takakura Junior | 02/12/2008DEMOSNTRA O NOVO CONCEITO TEORICO E PRATICO DA TERCEIRIZAÇÃO (OUTSOURCING)
Visão Zetética Da Gestão Estratégica De Custo
Por: Franco Kaolu Takakura Junior | 02/12/2008UMA VISÃO APROFUNDADA DO CUSTO ESTRATÉGICO
Gestão Estratégica De Custo
Por: Franco Kaolu Takakura Junior | 02/12/2008Esse artigo define o que realmente é uma gestão estratégica de custo, como deve ser analisada
Segurança E Saúde Do Trablho
Por: Vinicius Maldini | 30/11/2008Segurança do trabalho é um espaço inter-disciplinar em causa com a protecção da segurança, saúde e bem-estar das pessoas envolvidas em trabalho ou de emprego. Como efeito secundário, que pode também proteger colegas de trabalho, familiares, empresários, clientes, fornecedores, comunidades vizinhas, e outros membros do público que são afetados pelo ambiente de trabalho.
O Líder Garçom: Uma Abordagem Da Liderança Servidora
Por: Lucas Rafael dos Santos | 27/11/2008Ao longo do tempo chefes, gerentes e diretores eram reconhecidos como líderes simplesmente por possuírem posições privilegiadas dentro das organizações. Mas nos dias atuais isso já está saindo de moda, na liderança servidora os subordinados acreditam em seu líder, assumem um relacionamento de confiança e é comprometido com a empresa, obtendo maiores e melhores resultados, do que o empregado vigiado e mandado, ou seja, a liderança autoritária.
Não Deixe A Sua Felicidade Nas Mãos De Ninguém
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 24/11/2008 | Auto-AjudaNunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade.
Os 4 A’S Do Marketing
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralA comunidade brasileira em geral respira e alimenta-se de marketing, conscientemente ou não. E, por isso, é, necessário compreender o significado e a importância do marketing como desencadeador do processo de desenvolvimento econômico e social.
Aqui Jaz Uma Empresa Familiar Juntamente Com Seu Proprietário
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | AdministraçãoÉ triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.
Princípios Consagrados De Delegação
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralQuando se trata de delegação não é bom partir para o tudo ou nada, é preciso tempo, treinamento e acompanhamento. Há sempre uma fase crítica, na qual o indivíduo precisa de apoio para se adaptar, e o acompanhamento pode evitar resultados indesejáveis.
O Cemitério Está Cheio De Pessoas Insubstituíveis
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralO mais hilário é que encontramos pessoas insubstituíveis todos os dias, em todos os lugares, até mesmo nós nos achamos insubstituíveis em algumas fases da vida, ou para alguém que amamos... pura ilusão!!!
Como Devemos Aperfeiçoar Nossas Previsões De Vendas
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralO objetivo final do planejamento de vendas é transformar os objetivos globais de receita da empresa em cotas individuais por vendedor para que o mesmo saiba exatamente o que dele é esperado.
As Muitas Faces Do Benchmarking
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralPor conseguinte, ao ativar o benchmarking, mantenha em mente que, uma vez começado o processo, não há como impedir a mudança. Por sua própria natureza, lançará uma nova e estranha luz sobre a prática aceita. Revelará os pontos fortes e fracos da organização. Onde problemas forem descobertos, a imensidão de lacunas de desempenho assomará esmagadoramente. O benchmarking força um claro reconhecimento das reais capacidades, desempenho e deficiências de uma empresa.
Requisitos Do Associativismo
Por: Sandra Regina da Luz Inácio | 23/11/2008 | Administração - GeralHá que não se confundir lucratividade com margem de contribuição. Iludidos pelo uso da margem de contribuição, muitos varejistas ainda acreditam que estão “lucrando” os 40% de margem que adicionam ao preço de compra dos produtos. Isto é lenda, é preciso desmistificar esse conceito errôneo que se formou e entender, de vez, que lucro não é a mesma coisa que margem.