Disciplina Do Bem
Deu no “Fantástico”, há tempos atrás. A freqüência dos hábitos na criança ajuda a evitar a atenção pelas drogas no futuro. A reportagem mostrou uma fazenda administrada por um padre, direcionada para a recuperação de usuários de drogas e diversos tipos de dependência química, onde a tônica era o direcionamento para as atividades práticas, aliadas a uma rígida disciplina de horários.
A psicóloga entrevistada pelo programa enfatizou a necessidade de horários fixos para a criança. Ou seja, a nossa tradicional rotina doméstica. Hora habitual para almoço, jantar, tomar banho, dormir, fazer os temas da escola, brincar...Perfeito. Então vá lá em casa me ajudar com os anjinhos, dizer que lugar de comer é na mesa e não na frente da TV, de garfo e faca, etc. Mas dizer não uma vez só. Tem que ser duas, três, repetir tantas vezes quantas for necessário.
É gente, não é fácil. Hoje em dia tudo parece mais livre, ditadura caiu de moda, mas também não podemos soltar a corda toda. A disciplina é tabu e tudo em volta conspira contra nós. Parece mentira, mas todos nós queremos disciplina, conscientemente ou não. Queremos constância de atitudes e procedimentos, que se cumpra o combinado. Experimenta o patrão não nos pagar no dia esperado para ver o que acontece? Não confiamos em quem não cumpre o prometido.
Defendemos com unhas e dentes a regularidade, a pontualidade, mas para os outros. Incorporá-las como obrigação nossa já complica um pouco mais, não é? Afinal sempre tem alguma coisa que não dá certo, uma força maior e desculpa arranjamos para tudo.
Qualquer entidade, partido político, religião, rege-se por estatutos, por regras. Não se defende aqui que elas sejam imutáveis, que não possam ser re-elaboradas pelos seus integrantes. O que acreditamos é que nas nossas casas, também precisamos criar conceitos de certo e errado, limites. Sendo nós os primeiros a não violá-los, ensinamos através do exemplo. E nossas atitudes transmitem também mensagens subliminares. Na prática nossos filhos percebem dentro de que escala de valores transitar e que naquilo que foi combinado eles podem contar conosco.
Constância de atitudes vai impedir o acesso às drogas? E a curiosidade, como é que fica? A regularidade de hábitos presume convivência. Prestar atenção, olhar no olho, abraçar. Se os nossos filhos sabem que existe um núcleo familiar sólido, entendem que podem contar conosco. Se o contato é interior, profundo, queira Deus que percebamos o pedido de ajuda.
(Artigonal SC #1199195)
Os adolescentes que iniciaram a vida sexual precocemente com práticas insertivas ou receptivas, estão mais expostos aos problemas decorrentes do exercício da sexualidade genital, por se encontrarem em processo de maturação. Na maioria das vezes, observa-se que, estes problemas são evitáveis, desde que sejam adotadas medidas preventivas.
Dentre as várias definições empregadas para definir a homossexualidade, é importante perceber que ela é usada no contexto de uma sociedade que condena o aspecto masculino e feminino que a palavra contém. Assim, há os que aceitam qualquer definição do termo, mas que não podem aplicá-lo a si próprios; há os que escapam à inclusão, mas que são motivados pelo orgulho homossexual e se identificam como heterossexuais.
Abram dos olhos, a distribuição do preservativo camisinha não passa de um pretexto para o sexo continuar livre.
No dia seguinte, ainda ecoava em nossos ouvidos o refrão hipnótico: “Ô maluquete, de quem você é tiete?” cutucava a baiana. E a galera respondia: “Eu sou tiete, sou tiete da Ivete”. E não é que nós também?
Com essa fusão de fatores nasce à desvalorização do corpo, eu ouvi uma frase de uma mãe de família e mulher pública que me deixou pensando até onde iremos, ela disse: “vou colocar meus shortinhos mesmo, vou mostrar meu corpão”. Pra que? Não tem algo mais interessante a mostrar, não tem conteúdo mental e experiência de vida para mostrar?
Pesquisas comprovam que a quase totalidade dos jovens ingere grandes quantidades de bebidas alcoólicas principalmente cerveja, algo superior a 70% entre os 15 e 17 anos.
De repente, o despertar de uma ilusão e o contato com a vida real, ou seja, as dificuldades de se cuidar de uma nova vida, missão para a qual ainda não estava preparada. É como alçar vôo em um objeto alado sem saber ainda como aterrisá-lo e ter que aprender a fazê-lo ainda em pleno ar.
Um dos motivos para os jovens provarem alguma droga é simplesmente o fato de ela encontrar-se disponível. Essa nossa sociedade tem-se volvida, em grande parte, uma "cultura da droga": ao oposto do jovem médio de cinqüenta anos atrás, cujas oportunidades de uso de drogas eram limitadas, na maioria dos países, ao álcool e ao fumo, o adolescente de hoje depara com uma infinidade de drogas à sua preferência, tanto as que se comercializam em farmácias como as encontradas apenas nas ruas.
No dia seguinte, ainda ecoava em nossos ouvidos o refrão hipnótico: “Ô maluquete, de quem você é tiete?” cutucava a baiana. E a galera respondia: “Eu sou tiete, sou tiete da Ivete”. E não é que nós também?
Só nós conhecemos nossa funcionalidade. Se não admitimos a existência de outras formas de enxergar que não a nossa, sempre bateremos de frente com quem interpretar a vida, ter atitudes diferentes daquelas que entendemos corretas.
Um frio de 10 graus positivos nos recebeu em Bogotá. Para Marluce e eu, oriundas do calor amazônico, o ventinho acolhedor era de gelar os ossos. Ceci, nossa anfitriã, era dona do El Goce Pagano, uma casa noturna de música caribenha. Um mojito preparado por ela pôs fim à tremedeira e nos deu as boas vindas.
Não há necessidade de sentir dor física. Sabemos que ela é o sinal de alerta do organismo, que precisamos dar-lhe a atenção necessária para que a doença não se alastre. Se não sentíssemos dor, nosso corpo se deterioraria sem que percebêssemos e não haveria como evitar a morte.
É assim o meio termo entre a infância e a adolescência. Pessoal e intransferível, com momentos próprios de amadurecimento. Mas ao contrário das frutas, não está disponível para consumo, mas para a vida, para ser sujeito na construção de uma sociedade saudável, cidadã.
Tudo o que não é aparente é complexo provar. Ficamos com o sentimento de sermos os únicos a enxergar um demônio por trás daquela capa de sedução. Tem que ter muita precisão para perceber que aquele(a) que gosta de “tirar casca de ferida”. Não há antídoto, já que a ausência de escrúpulos demonstra tratar-se de pessoas determinadas, que sabem muito bem o que querem.
Loucura só é loucura quando são os outros que fazem e você fica com uma pontinha de inveja recôndita por não ter tido coragem de fazer o mesmo. Mas pode ser também sinônimo de lazer.
É muito bom quando há uma reversão de expectativas em relação a pessoas com quem inicialmente havíamos nos antipatizado. Neste caso a inversão de posicionamentos é positiva e refere-se à síndrome da primeira impressão. Deixamo-nos levar precipitadamente pelo reflexo que o primeiro contato nos causou e por ele passamos a moldar todo o nosso comportamento em relação a alguém.

