O Primeiro Pedaço
Essa história do primeiro pedaço do bolo em que o protagonista do evento tem que escolher uma pessoa a quem vai dar, entre todos os presentes, sempre foi embaraçoso.
Receber o primeiro pedaço de bolo significa que o dono da festa tem um carinho muito especial por você. Portanto, na hora de cortar o bolo, fica aquela tensão no ar. Os mais chegados sem exceção, analisam profundamente os motivos que o levaram a merecer o primeiro pedaço do bolo das suas mãos. Mas todos sabem que só tem um primeiro pedaço, mas para eles, depois deste, vem o resto dos pedaços para o resto dos mortais.
Embora todos parecessem não está nem aí para ser o escolhido do primeiro pedaço, seus olhos dançam entre a ambição de brotar como o mais importante entre os demais, e, a falsa modesta da desatenção – “não estou nem aí”. O certo, é que ninguém quer fazer parte do resto dos mortais. Todos querem ser a figura mais amada, mais prestigiada, mais merecedora, do famigerado primeiro pedaço do bolo. É puro status de conceito. Não tem jeito. Isso já foi motivo de grandes decepções entre ente querido.
E agora, o que fazer, para que ninguém saia constrangido, por não ter recebido o merecimento adequado do “primeiro pedaço” pelas boas obras dispensadas ao astro da festa? Alguém tem alguma idéia?
Você já ganhou o primeiro pedaço do bolo alguma vez, tendo esse prazer de ser a pessoa mais importante da festa? Isso equivale aqueles 15 minutos de fama que todo mundo procura na vida, é! Mas porque será? Se você não sabe, fique sabendo. Essa cerimônia vem dos Egípcios, há 3000 a.C. depois foi a vez dos gregos, tudo de forma muito elitista. Com o passar do tempo a prática se estendeu aos meros mortais. Mas só se celebrava a data de nascimento do dono da casa com um banquete. Como tudo os romanos copiavam dos gregos as comemorações entraram para o calendário anual romano. Chamados de "Dies Natalis" a comemoração destinava-se apenas ao imperador, a família, e, os membros do Senado romano. Com o cristianismo a princípio a prática foi abolida, pois se achava que não se deveria celebrar o nascimento e sim a morte, a passagem para a vida eterna. Só no século IV a igreja começou a celebrar o nascimento do Cristo. Com isso, popularizou-se a festa, porem com um toque de muita importância.
Mas o bolo, foi introduzido pelos gregos nas festas à deusa da lua, Artemis, dia 6 de todo mês com uma torta coberta de velas. Ressurgiu novamente entre os alemães na Idade Média nas festas para crianças.
Já os parabéns, a melodia foi composta por Mildred Hill em 1893 nos Estados Unidos. A canção era usada para saudar os alunos de uma escola. A letra original foi alterada em 1924 e ficou parecida com a que cantamos hoje. (Atribuição-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License).
(Artigonal SC #1214072)
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Os adolescentes que iniciaram a vida sexual precocemente com práticas insertivas ou receptivas, estão mais expostos aos problemas decorrentes do exercício da sexualidade genital, por se encontrarem em processo de maturação. Na maioria das vezes, observa-se que, estes problemas são evitáveis, desde que sejam adotadas medidas preventivas.
Dentre as várias definições empregadas para definir a homossexualidade, é importante perceber que ela é usada no contexto de uma sociedade que condena o aspecto masculino e feminino que a palavra contém. Assim, há os que aceitam qualquer definição do termo, mas que não podem aplicá-lo a si próprios; há os que escapam à inclusão, mas que são motivados pelo orgulho homossexual e se identificam como heterossexuais.
Abram dos olhos, a distribuição do preservativo camisinha não passa de um pretexto para o sexo continuar livre.
No dia seguinte, ainda ecoava em nossos ouvidos o refrão hipnótico: “Ô maluquete, de quem você é tiete?” cutucava a baiana. E a galera respondia: “Eu sou tiete, sou tiete da Ivete”. E não é que nós também?
Com essa fusão de fatores nasce à desvalorização do corpo, eu ouvi uma frase de uma mãe de família e mulher pública que me deixou pensando até onde iremos, ela disse: “vou colocar meus shortinhos mesmo, vou mostrar meu corpão”. Pra que? Não tem algo mais interessante a mostrar, não tem conteúdo mental e experiência de vida para mostrar?
Pesquisas comprovam que a quase totalidade dos jovens ingere grandes quantidades de bebidas alcoólicas principalmente cerveja, algo superior a 70% entre os 15 e 17 anos.
De repente, o despertar de uma ilusão e o contato com a vida real, ou seja, as dificuldades de se cuidar de uma nova vida, missão para a qual ainda não estava preparada. É como alçar vôo em um objeto alado sem saber ainda como aterrisá-lo e ter que aprender a fazê-lo ainda em pleno ar.
Um dos motivos para os jovens provarem alguma droga é simplesmente o fato de ela encontrar-se disponível. Essa nossa sociedade tem-se volvida, em grande parte, uma "cultura da droga": ao oposto do jovem médio de cinqüenta anos atrás, cujas oportunidades de uso de drogas eram limitadas, na maioria dos países, ao álcool e ao fumo, o adolescente de hoje depara com uma infinidade de drogas à sua preferência, tanto as que se comercializam em farmácias como as encontradas apenas nas ruas.
Não é preciso fazer grandes esforços para conhecer a vontade de Deus, porque Deus veio ao nosso encontro em Jesus Cristo. Em Romanos (10:10-11). Diz: É acreditando de coração que se obtém a retidão, e é confessando com a boca que se chega à salvação. De fato, a Escritura diz: “Todo aquele que acredita Nele, não será confundido.” Esse aviso supõe apenas que o homem creia em Jesus, ofereça sua união a ele, e o testemunhe na vida prática, para que possa subir um dia com Ele.
Na verdade, acho que tive dois batismos, o oficial, quando pelas mãos do Pr. Eliezer da PIB, mergulhei nas águas do tanque (apropriado), localizado no alto, detrás do púlpito. E, o oculto, que aconteceu ha uns seis meses antes, numa experiência solitária, sobrenaturais, como se fora, certo batismo no Espírito Santo.
Numa tarde-noite, de um dia chuvoso, o tempo era frio e úmido, e o cais empoçado me impedia de andar. No mar agitado, o navio se afastava lentamente, como dando as costas para mim. Não sei qual a sua bandeira, e nem sei o seu destino. Ele se afastava, levando algo meu, um grande amor, que eu estava perdendo para sempre. O navio, parcialmente encoberto pelo nevoeiro, quase não o vejo, meu coração dói, e chora; ouço uma música, uma melodia triste, calma, lenta, vindo de um piano, realçando com
Daqui alguns dias, dar-se o início, do 1º ano, da 2ª década, do 1º século, do 3º milênio. Sabendo que Cristo em pessoa há de reinar sobre o mundo, conforme a visão relatada no Livro do Apocalipse (20, 1-5), do Novo Testamento. O que será que vai mudar para melhor e/ou para pior, no nosso meio evangélico; nestes próximos 3.650 dias, parcelados em 10 vezes, como sendo 10 oportunidades da nova década
Qualquer um que queira satisfazer a Deus, tentando obedecer às leis; é suspeito, falhará. É uma espécie de ímpio, por que não tem consideração nem por Deus, nem pelos irmãos. Pois não crer na promessa de Deus, de dar vida aos mortos (culpados).
Coisas terríveis e abomináveis acontecem no país: os profetas só falam mentiras, os sacerdotes só querem dinheiro, e o meu povo gosta disso! O que vocês vão fazer quando chegar o fim? (Jeremias 5: 30-31)
Rejeitadas pelas abelhas - são procuradas pelas moscas e insetos. Pobres, inabaláveis, flores de plástico. Não tem cheiro e nem são comestíveis como os brócolis, a couve-flora, a alcachofra e outras naturais. Não amadureceram de nascimento - surgiram da praticidade do modernismo. Suas partes não se converteram em pétalas – pois não conheceram a delicadeza de serem antes, pequenas. O engano do seu belo aspecto artificial - revela a falsidade do recinto.
Essa história do primeiro pedaço do bolo em que o protagonista do evento tem que escolher uma pessoa a quem vai dar, entre todos os presentes, sempre foi embaraçoso.

