Arte E Religião

Publicado em: 05/03/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 28,666 |

Arte e religião

 

 

Para falar de Arte e Religião podemos navegar por duas pesquisas separadas ou mesmo juntas. A arte, por exemplo, é uma fenomenologia bastante complexa. A religião por sua vez, pode-se dizer, que é mais complexa ainda. Para a arte, não há ao certo uma definição conceitual, à religião e suas derivações caminham para essa mesma definição. A própria antropologia da religião é confusa em clarear seus conceitos e até mesmo defini-los para um caminho de entendimento. No entanto, essa primeira parte vai se ater a princípios e definições de arte, para posteriormente atentarmos para a religião.

 

A Arte

Pode-se dizer que a unidade do eterno e do novo visivelmente impossível faz-se pelos e para os humanos, chama-se arte. Para Maurice Merleau-Ponty a arte é o advento em vir a ser do que nunca antes existiu. Como cita no seu ensaio A linguagem indireta e as vozes do silêncio:

O primeiro desenho nas paredes das cavernas fundava uma tradição porque recolhia uma outra: a da percepção. A quase eternidade da arte confunde-se com a quase eternidade da existência humana encarnada e por isso temos, no exercício de nosso corpo e de nossos sentidos, com que compreender nossa gesticulação cultural, que nos inseri no tempo.

 

Merleau-Ponty nada mais fala de que a compreensão da arte nos primeiros desenhos, nas paredes das cavernas, mostram o surgimento do próprio artista e da própria arte. Em A Dúvida de Cézanne, do mesmo autor, ele esclarece a busca e a criação do artista:

 

Vivemos em meio aos objetos construídos pelos homens, entre utensílios, casas, ruas, cidades e na maior parte do tempo só os vemos através das ações humanas de que podem ser os pontos de aplicação... Só um humano, contudo, é justamente capaz desta visão que vai até as raízes, a quem da humanidade constituída... O artista é aquele que fixa e torna acessível aos demais humanos o espetáculo de que participam sem perceber.

 

A unidade do eternamente novo do que trata Merleau-Ponty, também se pode perceber em várias outras obras como, por exemplo, nas catedrais de Monet. Onde, o mesmo pintava a mesma catedral de vários ângulos diferentes, nascendo assim em cada quadro uma obra também diferente. Seja pelo eterno novo, seja pela luz, seja pela palheta de Monet ou até mesmo a existência humana inserida no tempo de cada artista. A arte, no entanto, como se vê é um universal específico e um específico universal de cada existência humana. Isso sem falar em tendências de estilos e escolas literárias das mais variadas no mundo da história da arte: desde o renascimento até as formas geométricas cubistas e tintas jogadas ao léu de Pollock.

 

A Religião

Sem especificidades a parte, aqui cabe um pequeno esclarecimento etimológico da palavra: religião vem do Latim: religio, formada pelo prefixo re (que quer dizer outra vez, de novo) e o verbo ligare (que quer dizer ligar, unir, vincular). Portanto a religião é uma vinculação, união. E quais seriam as partes unidas? O Céu e a Terra, o mundo profano e o sagrado, a natureza e as divindades. Quer dizer que a religião organiza o espaço e lhe dá qualidades culturais diversas, das simples qualidades naturais. Em As formas elementares da vida religiosa, Durkheim alerta que "corre-se o risco de chamar de religião um sistema de idéias e de práticas que nada teria de religioso, ou de deixar de lado fatos religiosos sem perceber sua verdadeira natureza". Ele afirma ainda que os homens foram obrigados a criar para si uma noção do que é a religião, pois a religião só pode ser definida em funções das características que se encontram... no presente, no passado, os mais simples e primitivo assim como os mais recentes e refinados.

Durkheim pede em As formas elementares da vida religiosa que se observe características do que é religioso: a de sobrenatural e a de divindade. Sobrenatural, de acordo com o autor, deve-se entender que é o mundo do mistério, do incompreensível, uma espécie de especulação sobre tudo o que escapa à ciência. Ele afirma ainda que esse sentimento do mistério em nenhum momento deixa de desempenhar importantes papéis em certas religiões. A divindade no sentido bastante objetivo, para o autor, são seres espirituais dotados de poderes superiores, que se vê ontem e hoje em várias religiões como o Budismo, Jainismo, Induísmo, Bramanismo e em outras que professam personalidades divinas.

Em As formas elementares da vida religiosa, também se vê duas classificações fundamentais de categorias de fenômenos religiosos: as crenças e os ritos. As crenças são classificadas pelas coisas reais ou ideais que os homens fazem, seja no masculino, seja no feminino. É a divisão do mundo em profano e sagrado. Durkheim afirma que tudo que é sagrado, outro, tudo que é profano, tal é o traço distintivo do pensamento religioso: crença, mitos, gnomos, lendas, são representações que exprimem a natureza das coisas sagradas. Na mesma obra o autor afirma também que as coisas sagradas são aquelas que as proibições protegem e isolam e as coisas profanas são aquelas que se dão essas proibições.

Os ritos são definidos e distintos de outras práticas humanas pelas maneiras de agir e se dirigir a objetos, com uma regra moral de manipulação e ritualização do que fazer na hora de tal fenômeno religioso. "Na verdade os ritos são regras de conduta e de comportamento para com as coisas sagradas", afirma Durkheim.

 Em Merleau-Ponty, Cézanne, Monet, Durkheim e até mesmo nos desenhos das cavernas na França existe ou há um entendimento restrito (delimitado pelo contexto histórico de cada obra ou desenho) da arte e da religião, então, arte e religião numa pintura de Cézanne, por exemplo, não é uma mera reprodutibilidade e sim uma crença, um rito, uma manifestação material do seu eterno, do que o artista entende como arte e de um vínculo com a própria natureza. No bojo dessas manifestações pode está a guerra, a semeadura, a colheita, as trocas, o nascimento, a morte, a doença, a cura, a passagem do dia e da noite, tudo como um ritual, pairando assim como uma forma de um culto religioso.

Arte e religião se fundem assim na sacralização e na ritualização de todas as atividades humanas.  Partindo assim dessa premissa, deve-se analisar a arte e a religião, não como sendo manifestações totalmente distintas, mas como sendo realizações da natureza humana, que em muito se parecem e até mesmo em algumas áreas chegam a se liquefazer. Como no exemplo do livro de arte primitiva de Franz Boas (1927):

Imagina-se o animal partido em dois, da cabeça a cauda... há uma depressão entre os olhos, que vai até o nariz. Isto demonstra que a cabeça propriamente dita não deve ter sido considerada uma visão frontal, mas que consiste em dois perfis que se unem na boca e no nariz, que não estão em contato na altura dos olhos e da testa.

 

Nesse trecho, Franz Boas faz uma referência a um "Totem", figura sagrada para alguns povos, onde mostra claramente a fusão da arte - no ato de se esculpir em madeira tal figura -   e da religião, em se afirmar a união de duas entidades sagradas em uma só. Todavia, esse povo não tinha a noção de que o ato de esculpir fosse uma arte, mas tinham a noção de que esse objeto era de suma importância à sacralização de seus rituais.

Esse tipo de escultura ancestral do que Boas descreve, demonstra fatos interessantes: como representação de deuses, divisão de clãs e até mesmo de representações particulares e de iniciação e de estabelecimento de identidade. Na verdade o símbolo religioso em que trata o autor tanto pode ser dois ursos como pode ser um urso partido ao meio. Nada disso importa, pois, o que vale é  a sua eficácia simbólica para crenças e ritos deste povo.

 

Arte e religião

 

O artista é um mago. A dimensão religiosa das artes dá aos objetos artísticos ou a obras de arte uma qualidade. Walter Benjamim, por exemplo, fala que "a aura é absoluta singularidade de um ser - natural ou artístico - um aqui e agora irrepetível". Passando do divino ao belo, as artes não perderam o que a religião lhes dera: a aura. O artista manteve, então, sua figura do mistério de mágico antigo. O que deve se entender quando Walter Benjamim descreve em seu ensaio A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica é que alguns aspectos na obra de arte são praticamente religiosos: a reprodutibilidade, a autenticidade, o aqui e o agora, a aura e os rituais.

A reprodutibilidade técnica é criticada por Benjamim por justamente ser uma imitação meramente voltada ao lucro. Isso na xilogravura, litografia, sonorização, pintura, teatro e cinema. A reprodução técnica, por exemplo, da fotografia de acordo com Benjamim sofre da qualidade por ser acionada por um simples toque do dedo. Enquanto uma pintura ritualisticamente de um mestre sofreria ações constantes para realizar sua obra. Já na autenticidade, o que sofre é a história da obra de arte, unificando relações e transformações temporais e físicas em sua reprodução; o aqui e o agora desta autenticidade ficou perdido pela falta de naturalidade na hora da reprodutibilidade. A aura, no entanto já não existe mais, o período histórico de sua construção (obra de arte) foi destruído, perdido, desapareceu copiosamente em circunstâncias que desvalorizarão o seu aqui e  o agora, como por exemplo: uma catedral de Monet, uma peça de Richard Wagner, uma peça de Shakespeare ou uma sinfonia de Beethoven.

Walter Benjamim, diz que os elementos espaciais e temporais na hora de ouvir e ver uma obra de arte é único. Então, o único fato de se copiar um CD perde-se a autenticidade, o aqui e o agora, a aura, o valor de culto e a magia religiosa dos seus ritos na hora e no momento nas circunstâncias que ela foi feita (a obra de arte). Arte e religião, portanto são qualidades singulares que uma dá a outra através de suas auras. E tanto o artista como os religiosos possuem um elemento mágico e misterioso em sua existência. Caravaggio, por exemplo, nos séculos XVI e XVII pintava suas obras essencialmente religiosas, com artistas de rua e nem por isso perdeu em nenhuma delas o seu valor artístico e religioso.

Para Clifford Geertz em A Interpretação das Culturas, a arte e a religião fazem parte de um sistema cultural. Podemos definir o pensamento de Geertz em duas partes principais: a arte como sistema cultural e a religião como sistema cultural. A primeira parte fala das atribuições aos objetos de arte num significado cultural que sempre será um processo local. Como se falou anteriormente no exemplo de Boas e sua descrição do animal partido em dois. A arte como um sistema cultural também passa pela religião bem antes da pintura italiana do século XV que era religiosa, como também, os mais particulares rituais dos índios kadiwéus e suas esculturas de fetiches e representações de deuses sempre de pequenas dimensões como bem disse Levi-Strauss em sua obra Antropologia Estrutural. A participação tanto do homem como seus objetos artísticos na arte como sistema cultural só é possível através de uma participação nesse sistema e em todas suas formas simbólicas. Geertz afirma que a arte e os instrumentos para entendê-la são feitos na mesma fábrica. O autor aqui está atrelando a arte a um sistema só e a seus próprios objetos como entendimento para determinação de um sentido que essas coisas têm para sua vida ao seu redor.

A segunda parte, que é a religião como sistema cultural, é sustentada, claro, por seus símbolos religiosos que atuam poderosamente e de uma maneira duradoura em uma sociedade local, pode-se citar, por exemplo, o caso do Kula em boa parte na obra de Malinowski. Os símbolos religiosos de acordo com Geertz oferecem uma garantia não apenas por sua capacidade de compreensão do mundo, mas também para que, compreendendo-o dêem precisão ao seu sentimento, as suas emoções que lhes permita suportar noturna ou alegremente. A religião como sistema cultural é diferente da expectativa do senso comum porque ela vai além do espaço cotidiano e avança em direção a espaços mágicos e religiosos.

Para Manilowski em As regras da lei, os atos religiosos as manifestações e rituais e públicas de emoção, fazem parte da vida cerimonial da comunidade, como, por exemplo, nas Ilhas Trobriands não há um único funerário que não seja considerado uma obrigação para os vivos.

Finalmente, arte e religião, em seus estudos antropológicos e artísticos são sustentados por imagens, sentimentos, rituais, mitos que fornecem toda uma visão cósmica do homem em sua mais tenra forma elementar.

Não só a preocupação de Walter Benjamim, Durkheim, Malinowski, Geertz, Monet, Merleau-Ponty e até o próprio Caravaggio em pincelar suas obras mesmo com todas as dificuldades de sua época, fogem de definir fechadamente o que é arte e o que é religião, buscando responder os próprios conceitos, dentro do próprio uso da arte e da religião. Nota-se ainda uma grande preocupação por parte dos autores e artistas em não atingir e nem diminuir a importância cultural dos fatores que os levaram a fruir por um ou outro ponto específico nas áreas de arte e religião. Aqui não se está fazendo juízo de valor a uma área ou outra e sim definindo as necessidades de se pesquisar e entender as nuances da religião e da arte em suas mais variadas características.

O estudo antropológico da religião, anteriormente, era fadado a está ou aquela cultura, hoje em dia os estudos de religião e de arte estão tão embricados que a literatura, a filosofia, a arte, a sociologia e os mais variados ramos do conhecimento estão ligados no devir, num vínculo, numa união onde tudo e todos possam se entender sem perder suas características básicas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia

 

DURKHEIM, E. As formas elementares da vida religiosa: o sistema totêmico na Austrália; Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

 

GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.

 

LÉVI-STRAUSS, C. Antropologia Estrutural, Rio de Janeiro: Tempo brasileiro, 1921.

 

MALINOWSKI, B. Crime e costume na sociedade selvagem; Tradução de Maria Clara Corrêa Dias, Brasília: Editora Universidade de Brasília; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2003.

 

MAUSS, M. Sociologia e antropologia. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Cosac Naify, 2003.

 

 

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/arte-artigos/arte-e-religiao-803736.html

    Palavras-chave do artigo:

    arte religiao magia cultura

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    paula sol 26/03/2010
    A ARTE e uma religão que espira na pessoa que por fim e muito antiga começou no tempo do primeiro homem ele fazia a primeira tinta do mundo preta e muito enteresante a religião
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    paula sol 26/03/2010
    adorei saber sobre a religião e arte
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