Preference Artes

Publicado em: 26/10/2009 | Comentário: 0 | Acessos: 110
Escultura é a arte representada por imagens plasticas......Não Perca Tempo..!!! Solicite nossos serviços Esculturas em gesso, resina, fibras, vitrais, mármore, fontes e bustos bantos. Utilizando tecnicas medievais diferenciadas..É quando a pintura, ou qualquer tipo de Arte, contribui para o enriquecimento espiritual do Homem, para a realização do homem integral, através da fruição estética e dos aliciantes trabalhos de pesquisa e estudo - que a “psique fragmentada”, está finalmente reconstituída.A educação pela arte, se bem que necessária, diria mesmo urgente, não pode eliminar a liberdade interpretativa nem, muito menos, a liberdade criadora. Como dizia Leonardo da Vinci, a pintura, sendo também outras coisas, “é uma poesia visível”.Ogum OrienteCigana IasminCigano JarroIansãSão JorgeSão MiguelOgum Beira - MarRainha Sete Encruzilhada , pgJesus CristoBastedThemisPandoraSimbolo de varias religioes

 

O Renascimento foi um movimento cultural e artístico que procurava reviver os moldes da Antiguidade. Assim sendo, os antigos deuses dos gregos e dos romanos deixaram de ser vistos pela elite intelectual e artística como demónios, sendo representados e estudados pelos artistas que os representavam. Nicolau de Cusa realizou um estudo comparado entre o cristianismo e o islão em obras como De pace fidei e Cribatio Alcorani. Em Marcilio Ficino encontra-se um interesse em estudar as fontes das diferentes religiões; este autor via também uma continuidade no pensamento religioso. Giovane Picco Mirondela interessou-se pela tradição mística do judaísmo, a cabala.

As descobertas e a expansão européia pelos continentes, tiveram como consequência a exposição dos europeus a culturas e religiões que eram muito diferentes das suas. Os missionários cristãos realizaram descrições das várias religiões, entre as quais se encontram as de Roberto Nobili e Mateo Ricci, jesuítas que conheceram bem as culturas da India e da China, onde viveram durante anos.

Em 1724 Joseph François Lafitau, um padre jesuíta, publicou a obra Moeurs des sauvages amériquains comparées aux moeurs des premiers temps na qual comparava as religiões dos índios, a religião da Antiguidade Clássica e o catolicismo, tendo chegado à conclusão de que estas religiões derivavam de uma religião primordial.

Nos finais do século XVIII e no início do século XIX parte importante dos textos sagrados das religiões tinham já sido traduzidos nas principais línguas européias. No século XIX ocorre também a estruturação da antropologia como ciência, tendo vários antropólogos se dedicado ao estudo das religiões dos povos tribais. Nesta época os investigadores reflectiram sobre as origens da religião, tendo alguns defendido um esquema evolutivo, no qual o animismo era a forma religiosa primordial, que depois evoluía para o politeísmo e mais tarde para o monoteísmo.A Fenomenologia da Religião, que deriva da filosofia fenomenológica de Edmund Husserl, tenta captar o lado único da experiência religiosa. Utiliza como principal método científico a observação, explicando os mitos, os símbolos e os rituais. Ela procura compreender a religião do ponto de vista do crente, bem como o valor dessas crenças na vida do mesmo. Por estas razões evita os juízos de valores (conceito de epoje ou abandono de qualquer juízo de valor). Os principais nomes ligados à Fenomenologia da Religião são Nathan Soderblom, Garardus van der Leeuw, Rudolf Otto, Friedrich Heiler e Mircea Eliade.

A era Banto

Os bantos tinham uma tecnologia relativamente avançada. Eram agricultores, tinham utensílios e armas em ferro e em cobre e dominavam a cerâmica. Eram principalmente sedentários e apenas a necessidade de sobrevivência os fez migrar para o território bosquímano. A coexistência não foi fácil, tendo muitos dos bosquímanos migrado por sua vez, mais para sul, em especial para o que é hoje o Botswana e a Namíbia.

A introdução da agricultura favoreceu o sedentarismo e a população aumentou. Entre os séculos XI e XII uma nova civilização emergiu e a maior parte das aldeias vivia em auto-suficiência, não existindo miscigenação.

A exploração de minas de cobre contribuiu para a existência de relações entre as tribos e peças de cobre serviam como moeda de troca no comércio. O marfim e o algodão contribuíram igualmente para o desenvolvimento do comércio e para solidificar estruturas políticas e sociais por vezes complexas.

Entre los séculos XVI e XIX, vários reinos se fundaram, fragmentando o território em muitos pequenos estados. Destacam-se cinco:

  • os Kazembe-Lunda a norte junto ao rio Luapula,

  • os Bemba a nordeste,

  • os Chewa a este,

  • os Lozi a oeste e perto do rio Zambeze,

  • os Tonga a sul junto do Zambeze.

A região foi durante muito tempo fechada a estrangeiros pois era dificilmente acessível. Nem os comerciantes árabes nem mesmo os portugueses puderam ir tão ao interior de África. No século XVIII os portugueses, que procuravam ligar os territórios de Angola e Moçambique, penetraram na região por intermédio dos Pombeiros, mestiços de Portugueses e Africanos.

O comércio de escravos estabeleceu-se na região sob o controlo distante dos mercadores árabes de Zanzibar e dos Portugueses.

Então não perca tempo!!!!

 

(Artigonal SC #1379582)

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