“Religião, Secularidade E Temporalidade: Sentidos Contemporâneos De Manifestações Religiosas”

Publicado em: 05/03/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 1,464 |

 "Religião, secularidade e temporalidade: sentidos contemporâneos de manifestações religiosas".

        Pode-se dizer que o didatismo ao escrever sobre um determinado tema é tradicional ou tem uma certa dose de ortodoxia. Mas, neste caso é apenas um passeio nos enfoques históricos seguidos de outros dos fenômenos contemporâneos de manifestações religiosas para melhor se entender a dinâmica nesses sentidos.

       Claro que há muita historia para trás, mas vale começar pelas importantes contribuições de Sir James Frazer às crenças e práticas religiosas. Onde o mesmo em sua enorme pesquisa sobre as religiões " primitivas ", queria chegar nas suas origens e buscar regularidades ou as ditas leis gerais na antropologia social. No entanto, sabe-se que tais leis gerais nada mais eram que estágios evolucionistas da humanidade tanto defendidos por Sir Charles Darwin e que foram seguidos por diversos ramos do conhecimento, seja, filosófico, ideológico, artístico (refiro-me à pintura, escultura e artes cênicas), literatura e por que não dizer política?

       Não se estar aqui fazendo juízo de valor a Sir James Frazer, e sim apenas constatando que a moderna antropologia social usa outros métodos e entende a sociedade e a religião de uma maneira bem diferente. Mas, também é inegável suas contribuições para a melhor elucidação da atual antropologia nos seus mais variados matizes: sociedade, cultura, religião, etc.

      "No fundo, portanto, não há religiões falsas. Todas são verdadeiras a seu modo (...)".As palavras de Émile Durkheim em As Formas Elementares da Vida Religiosa ecoam até hoje e exercem uma forte e importante influência na antropologia social.

      Não se nega que Frazer e Durkheim eram antropólogos de " gabinete ", mas também não se abomina a importância criativa e habilidosa do primeiro e as capacidades organizativas e analíticas do segundo, que contribuíram e muito para o desbravamento e até mesmo, despertando a importância das pesquisas antropológicas in loco, sabidas apenas nas décadas seguintes.

     Mais uma vez, aqui não se vai fazer juízo de valor, dos estudos de Frazer, Durkheim, Mauss dentre outros. O que a contemporânea antropologia reconhece que é impossível adequar-se cientificamente aos fatos sem reconhecer suas instituições sociais e culturais de qualquer sociedade, fazendo comparações e com uma descrição de campo minuciosa. Assim, tem-se que emitir juízo de valor sim, senão fica-se sempre na neutralidade e apropria é ruim para todo e qualquer campo de pesquisa séria. Durkheim, talvez não tenha conseguido explicar o que queria dizer. Na verdade, acreditava ele que a religião faria com que todos os homens, literalmente, comungassem como a etimologia do re-ligare. Mas, o importante, talvez nem seja o seu erro de princípio (que é criticado pela maioria dos estudiosos da religião) e sim esse contexto secular e religioso de ter realmente mostrado, apontado para os modernos estudos da antropologia de hoje.

     Segundo Peter Berger "a universalidade da religião, longe de constituir prova de sua validade metafísica, é explicável em termos de tais suas funções sociais. Ademais as mudanças dos padrões religiosos no decurso da história, também, podem ser interpretados em termos sociológicos".

     E é justamente essa universalidade e essa secularidade que as religiões mais tradicionais, digamos assim "originais", como os ícones religiosos do cristianismo, protestantismo, budismo, islamismo, judaísmos (esses dois últimos mais difundidos no oriente médio) estão ao seu tempo mudando velozmente. Explica-se. Ao seu tempo no sentido de que a velocidade de mudança para uma, não é a mesma velocidade de mudança para outras, por exemplo. Exemplificando mais ainda, o cristianismo deixou de rezar suas missas em latim e de costas para o público, monges budistas acessam Internet sem cerimônia de perder sua integridade meditativa e ainda usam seus notebooks, os adeptos de Maomé estudam em países de religião diferentes da sua e seguem tranqüilamente seu modo de vida.

       Toda essa temporalidade massacrando cristãos, protestantes, islamitas, judeus, budistas e hinduístas adquirem uma força coercitiva, um peso sócio-ideológico-filosófico que parece estar sendo resolvido pelo relativismo. Claro, que todas essas mudanças se dão em doses homeopáticas ou cavalares no decorrer dessa temporalidade. Pega-se, por exemplo, os maiores ícones religiosos como o cristianismo e o protestantismo como bases.

      O primeiro desde sua criação (alude-se o fato de tomar a cruz como símbolo, mesmo ela sendo um objeto de castigo da época) e depois de sua criação, fazendo as maiores atrocidades em nome de Deus e da Igreja (escrevo com D maiúsculo e com I maiúsculo por que parte de mim é católica). E o segundo, nasce de um protesto ao primeiro, mas se torna forte e poderoso com a ajuda de príncipes, reis e rainhas, manipulando suas peças como num jogo de xadrez com interesses bem claros de ganhar posições e territórios desejados. E os peões sempre marionetizados (salvo Lutero que é mais bispo que peão, mesmo assim protegido por seu príncipe).

      Os sentidos contemporâneos das manifestações religiosas quer queira, quer não queira, passa por essa agrura de ter que olhar para trás e ter esse campo religioso como referencia impregnado. Vale uma ressalva que apenas se estar se remetendo ao cristianismo e ao protestantismo ocidental. Ora em suas origens européias, ora nas suas ramificações no Brasil.

      Constata-se que, primeiro as manifestações religiosas contemporâneas do catolicismo posta em interligação com a modernidade fez surgir varias necessidades. Mesmo que em alguns dogmas a Igreja Católica não os tenha mexido (e não os vai mexer) há séculos. O uso da camisinha, por exemplo. Para a Igreja Católica a concepção natural é um bem divino e que nenhum método artificial deveria interromper. Mas, também não se pode esquecer que filhos de famílias católicas praticantes (claro, que nem todas, mas é mais fácil) serão fiéis praticantes ou no mínimo contribuintes com as instituições do batismo, eucaristia, crisma, casamento, etc, ou mais ainda com uma pitada de maldade do alto clero em não proibir o uso de métodos anticoncepcionais como a camisinha se tenha um banco de filhos, possíveis futuros fiéis quase que garantidos então, por que proibir?

     Acredita-se que foi por causa desses dogmas que a Igreja Católica foi perdendo terreno geopolítico-religioso e fiéis foram migrando ou até mesmo se libertando numa proporção gigantesca. Dando-se margem a uma aparição vertiginosa de ateus, agnósticos e até anticristãos (esses suas aparições foram mais acentuadas no meio filosófico - literário). Para não citar as novas igrejas (não reconhecidas, como a igreja católica do Brasil ), seitas, cultos católico-religiosos e até mesmo teorias de libertação que tanto perturba a Santa Madre Igreja.

      O caso protestante sendo mais rizomático neste contexto contemporâneo religioso de um certo modo foi mais atingido com novas divisões. Depois de sua criação, começaram as divisões e posteriormente suas novas criações e denominações, bem como: luteranismo, presbiterianismo, etc. Com o advento da modernidade essas divisões tornaram-se subdivisões e essas denominações se tornaram subdenominaçoes e parece que essas células não acabam por aqui. Mas, como disse José Jorge de Carvalho " todos dialogam com maior ou menor possibilidade de compatibilizar suas visões de mundo (...)".Diz-se que sim. Tanto com o catolicismo ou com o protestantismo esse diálogo é mais eficaz e, portanto mais facilidade de arrematar novos adeptos ou manter os atuais às suas igrejas. E esses arremates poderão ser decisivos à sua própria existência.Claro, que se tem fenômenos políticos, como doação de lotes que talvez essas novas igrejas não desapareçam, mais no mínimo coexistam com um ínfimo grupo de fiéis.Em contra partida, no futuro se tornem filial de uma outra que tenha mais fiel.

      Voltando ao protestantismo em si, sabe-se que o seu sincretismo religioso, para não falar de um rizoma deleuziano é muito maior que a ramificação católica, que não chega a ser um rizoma. A até os que dizem que essas novas correntes ou mesmo novas ramificações rizomáticas do protestantismo moderno são na verdade novos sentidos ou maneiras de vivenciar a sua religião anterior só que na contemporaneidade daquilo que mais se adeque ao seu estilo de vida ou mesmo do cosmopolitismo crescente. Como por exemplo, as inúmeras igrejas, tais como: igreja universal do reino de deus, assembléia de deus, adventistas do sétimo dia, igrejas batistas, igrejas Filadélfia, deus é amor, etc, etc, etc.

      Segundo José Jorge de Carvalho, "quando a opção religiosa se livra das amarras da identidade estruturada, todas as religiões são passíveis de ser julgadas como falsas". Claro que Carvalho remonta-se da grande estrutura do cristianismo de séculos atrás, que são vigentes até hoje. E que ao se libertarem e criarem suas próprias igrejas e, por conseguinte seu lado ideológico-religioso, podem ser interpretados como falsos ou charlatães. Obviamente que este exemplo serve tanto para o catolicismo, quanto para o protestantismo. E esta visão carvalhiana não contrapõe a visão durkheimiana, apenas a complementa dando um sentido contemporâneo às novas manifestações religiosas.

       Carvalho mais ainda, ao analisar esses fenômenos religiosos contemporâneos, bem como: movimentos, igrejas, seitas, cultos e grupos religiosos inseridos nestas manifestações religiosas contemporâneas diz que " a modernidade propiciou o surgimento de diálogo com a (s) religião (ões) dominante (s) - alguns positivos, espécie de enfrentamento com simpatia; e alguns explicitamente negativos, passando diretamente pela via de rejeição ou da condenação".Os parênteses são grifos do autor deste ensaio. Não se vai entrar no mérito de todos os aspectos positivos ou negativos deste diálogo. No entanto, é bom salientar que esse "novo" cosmopolitismo religioso, para não dizer sentido contemporâneo das manifestações religiosas, está levando seus adeptos não a uma religião universal, mas simplesmente a uma reclusão de escolhas ou a ausência todas destas escolhas (chegando neste caso ao agnosticismo). E simplesmente o nosso adepto de hoje optará pela simpatia a todas e transitará suas energias à sua reclusão de escolhas.

      Energia à parte, não se pode deixar de salientar o mercantilismo que várias manifestações religiosas do mundo contemporâneo ao qual direcionam seus sentidos. Como por exemplo, o dízimo. Tão exacerbado e divulgado em várias igrejas protestantes do Brasil, chegando até a ser constrangedor ao fiel que não leva. "Eu estou vendo cinqüenta reais aparecendo neste envelope, agora".E pasmem, o fiel vai lá e coloca o envelope. Mas, temos dois fatos. Primeiro, a massificação de a igreja sobreviver realmente só com o dízimo (não se estar colocando em voga as facilidades governamentais de doação de lotes, isenção de impostos, etc) e segundo o charlatanismo, onde alguém ligado aos líderes vai lá e coloca o dinheiro para dar exemplo.

        O fato é que milhares de pessoas participam dessa indústria e a imposição pela igualdade de necessidades desses milhões é cada vez mais poderosa. Esse domínio segundo, Adorno e Horkheimer (1945, p.114) é pela racionalidade técnica como objeto da própria dominação da cultura de massas. O bom é o idêntico, o exemplo no culto leva a um estado de benesse melhor com deus. A totalidade do bom é o idêntico se notabilizou e permeou o mundo com a imitação. Esse pensamento de uniformidade da Indústria Cultural religiosa é regido e constituído de vários valores materiais e sociais. Na música, nos filmes, nos programas de televisão e de rádio, essa totalidade perpetua a Indústria Cultural. Chegando a um ponto que o todo e o detalhe são imperceptíveis em suas nuances. Sua harmonia é estabelecida pela ligação do todo e do detalhe com os mesmos traços e objetivos de uma grande obra: a falta de oposição. A pretensão aqui seria, então, o domínio da arte charlatã religiosa pela ideologia. Do pictórico ao sonoro, a imitação do bom e do belo passa a ser verdade para os consumidores, neste caso fiéis de sua própria submissão. Uma espécie de lei universal do Capitalismo religioso. O homem consumindo o homem nos seus mais variados matizes e em seus mais pertos e longínquos nichos religiosos.

         E a ditadura da Indústria Cultural liberta o corpo para o bem viver, passear, ouvir, cantar, dançar, andar e aprisionar a mente, a alma para consumir, comprar, consumir, comprar e influenciar mais e mais o denso universo das leis do capital. Segundo Karl Marx, "a produção e suas relações, criação humana, regem o homem em lugar de estarem subordinadas a eles ".

        A lei do consumo se consagra como técnica eficiente da compra. Talvez, nem a usem, mas aquela camiseta com a foto de cristo (uma recorrência nos halléis do Brasil) será deles por imposição de uma massa compradora. Os modelos de capas de revistas e de televisão sempre os ajudarão a escolher independentemente da vontade deles, religiosamente falando os modelos aqui seriam Jesus, Nossa Senhora Aparecida, etc. Dominando o corpo que está cada vez mais genérico como o do seu vizinho. Para o "crente", o seu corpo é dominado por uma bíblia embaixo do braço para parecer idêntico e ao mesmo tempo diferente dos demais no caminho para casa. A liberdade será dominada num simples ócio do espectador, ela (a bíblia) estará lá em sua mesa para forçar. À medida que o tempo passa, a diversão em todas as suas esferas com o seu carro, suas roupas, suas férias, até mesmo no corte de cabelo a Indústria Cultural impõe, evitando o pensamento crítico e transformando o intelecto numa massa não-reclamante e muda diante dos fatos que passam como um vídeo-clipe. Segundo Walter Benjamim (1986, p.168) a reprodutibilidade técnica atrofiará a aura da obra de arte. Claro, a espinha dorsal do rádio, do cinema, da televisão e de seus programas fatídicos, são clichês dessa estrutura imutável contra a autenticidade, atentando contra sua aura. Faz desaparecer sua autoridade efêmera e de seu peso tradicional ou milenar.

         Aqui cabe uma metáfora e uma preocupação estética orteguiana em A Desumanização da Arte é um ponto bastante interessante. Um pensamento muito atual de Ortega y Gasset (1925, p.47) é que estilizar significa: deformar o real. A estilização implica a desumanização. Pensa-se, também, que estilizar a cultura popular é um processo já em andamento e suas transições são verdadeiramente visíveis na música, no cinema, no rádio e na televisão. A deformação do real para se adequar ao imitativo e não se perder mercado é um bom indício dessa desumanização. Os efeitos sociais dessa prática são devastadores no sentido do trabalho e do lazer,não menos na religião, como se a preocupação do primeiro fosse relaxamento e despreocupação no segundo. Ou melhor, a figura do entretenimento entraria como fator estético de uma dominação não questionável. E a obra de arte em suas estruturas estaria fadada ao repetitivo como universo imutável de uma cultura que vende o certo e o bom. Exemplos de metáforas têm Lutero um filme de temática metafórica com um enredo da vida de um padre, Martin Lutero, mas extremamente evasivo e imaginário de uma estilização real, ou seja algo que aconteceu mas o partido do diretor assim o fez para melhor condensar toda uma história. Ao contrário, temos filmes sem poesia e sem metáfora que são fatalmente assistidos e vendáveis, onde o espectador não precisa subtrair e nem somar coisa alguma. Feito um rio estanque e uniformemente criado e nulo para o espectador se distrair e descansar do seu cansativo dia-a-dia.

      As manifestações religiosas, hoje são assim. Vendem seus produtos aos seus espectadores-consumidores-fiéis e se digladiam mais ainda para se manterem vivas espiritualmente e materialmente na venda de seus souvenires imprescindíveis na vida diária de um bom cristão ou protestante. Esquece-se que a espiritualidade no cosmopolitismo estar intimamente ligada ao desligar, o contrário do re-ligare da etimologia da religião.

      Finalmente, voltando ao adepto por reclusão de escolha, traça-se um perfil de sentido específico do indivíduo solitário mas, antenado nas coisas e no mundo contemporâneo. A internet, por exemplo, facilitou essa reclusão. E esses eventos tenderam a aparições de novas manifestações e vão continuar influenciando o homem comum, pois não tarda e as novas tecnologias disseminam seus rizomas e quem sabe como vão ser as novas recepções...de cada informação em cada corpo e mente de um imenso tabuleiro de xadrez que é o nosso re-ligare?

Bibliografia

ADORNO-Horkheimer. Dialética do Esclarecimento. A Indústria Cultural, 2ª ed.

BEATTIE, John. Introdução à Antropologia Social: objetivos, métodos e realizações da antropologia social; tradução de Heloísa Rodrigues Fernandes. São Paulo, Editora Nacional, 1971.

 

BENJAMIN, Walter. Magia e Técnica, Arte e Política.Ed. Brasiliense, São Paulo, 1986.

 

BERGER, Peter L. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística; tradução de Donaldson M. Garschagem. Petrópolis, Vozes, 1986.

 

BINGEMER, Mª Clara ( org.) O Impacto da Modernidade sobre a Religião. São Paulo, Loyola, 1992.

 

CARVALHO, José Jorge de. Encontro de Velhas e Novas Religiões de uma Teoria dos Estilos de Espiritualidade, revista de teoria antropológica, 1992, vol. 131. 

 

DURKHEIM, Émile. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo, Martns Fontes, 1996.

 

ORTEGA y GASSET, José. A desumanização da Arte: tradução de Ricardo Araújo. Cortez, São Paulo, 1999.

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    Palavras-chave do artigo:

    religiao temporalidade manifestacoes culturais igreja arte

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