Auditoria de Marketing nasceu na década de 50 e, cresceu de importância a partir dos anos 70, exatamente quando o dinheiro já começava ser mais escasso no mundo. Hoje é fundamental para seus negócios.
Já são passadas três décadas que o termo benchmarking competitivo foi adotado por David T. Kearms, Diretor Executivo da Xerox Corporations em uma reunião realizada em Rochester, Nova York com especialistas de treinamento e desenvolvimento organizacional da empresa. Ele usou o termo para se referir a imensa lacuna que a Xérox havia detectado com relação aos seus concorrentes.
Ainda é grande o paradigma de que no Brasil, devido às suas origens culturais, não adianta ou é inútil planejar. Frases como "o negócio é improvisar" ou "quem planeja não tem tempo para ganhar dinheiro" e outras mais, ainda são ditas pomposamente pelos falsos executivos.
Muito se tem falado sobre endomarketing, sem que, no entanto, se tenha uma perfeita visão do que ele significa. Endomarketing ou , marketing interno, é o esforço planejado, sistemático e contínuo da empresa, para educar, treinar e desenvolver seus funcionários, de forma a transformá-los num “time” comprometido com a excelência de produtos e serviços que produz.
Qualidade é uma arma prioritária para as empresas ou instituições de qualquer porte ou segmento que estejam preocupadas em dar excelência de classe mundial para seus clientes. Para isso pode valer-se de inúmeras ferramentas, entre elas as chamadas de “Cliente Misterioso”, “Mystery Shopping” e outros nomes que se dê, que utilizadas pela organização podem melhorar substancialmente o nível da qualidade.
Muito se tem falado de parcerias ou alianças estratégicas. Parece ser a palavra de ordem há várias décadas e principalmente desse século. Apesar disso, muitas pessoas ainda ignoram o que sejam ou seus benefícios para a organização. Neste artigo, vamos escrever sobre essa tendência de maneira simples e sucinta.
Muito se tem falado - e escrito - sobre Qualidade. Qualidade de Vida, de Produtos e Serviços, em Atendimento etc. Pouco‚ ou quase nada‚ entretanto, se escreve - talvez por se considerar ser uma obrigação - que a forma com que se trata ou outros também é qualidade. Esse assunto é tão importante que os principais autores da área de atendimento e de recursos humanos dão destaque especial aos cuidados com a postura.
Os controles administrativos e produtivos das organizações têm evoluído da mesma maneira que os processos políticos da humanidade evoluíram. Com o passar do tempo muitos destes componentes ficaram em desuso, como por exemplo, necessidade das organizações ter em seus quadros pessoas que agreguem valores ao que faz, com sua competência.
Há muitos anos atrás Maquiavel disse que se devia ter em mente que não há nada mais difícil de executar, nem processo mais duvido¬so, nem mais perigoso de conduzir do que ini¬ciar uma nova ordem de coisas. Essa nova ordem ou mudança de panorama mundial vem exigindo que o varejista rea¬lize uma busca constante de novos produtos, serviços e estra¬tégias para, não só atrair novos clientes mas, principalmente, mantê-los.
Os defeitos custam dinheiro e podem ser vistos como o preço da não-conformidade. Em outras palavras, é o preço que decidimos pagar por não termos prevenido a ocorrência de defeitos no processo. É o resultado de todos os custos incorridos porque o trabalho não foi feito corretamente logo do início.
Esquemas competitivos foram gerados baseados, principalmente, em performances individuais que ao invés de promover a cooperação e melhoria dos resultados gerou desgastes e “lutas” entre indivíduos e áreas, em nome do “estar fazendo o melhor”.
Por que tanto esforço é dispensado para entender as necessidades e expectativas de clientes para, em seguida, gerar benefícios capazes de satisfazê-los? Surge, ainda, uma outra pergunta: por que muitas empresas continuam a investir em medição e melhoria da satisfação de clientes sem, aparentemente, obter ganhos de retorno? São estas questões que estaremos abordarem neste artigo.
Como a área de Marketing da empresa pode associar-se a Qualidade para aumentar a competitividade da organização.
Muito se tem falado de parcerias ou alianças estratégicas. Parece ser a palavra de ordem há várias décadas e principalmente desse século. Apesar disso, muitas pessoas ainda ignoram o que sejam ou seus benefícios para a organização. Neste artigo, vamos escrever sobre essa tendência de maneira simples e sucinta.
Fornecer aos executivos principais das organizações idéias práticas para melhorar o retorno sobre o capital investido em sua força de vendas. Ele também ajudará aos executivos de vendas a compreenderem as imperfeições do negócio que impedem o sucesso em vendas.
Há muitos anos atrás Maquiavel disse que se devia ter em mente que não há nada mais difícil de executar, nem processo mais duvido¬so, nem mais perigoso de conduzir do que ini¬ciar uma nova ordem de coisas. Essa nova ordem ou mudança de panorama mundial vem exigindo que o varejista rea¬lize uma busca constante de novos produtos, serviços e estra¬tégias para, não só atrair novos clientes mas, principalmente, mantê-los.
Jogos e Simulações Vivenciais como diferencial na educação das organizações
A delegação - assim como outras coisas em nossas vidas - tem suas vantagens e seus riscos. Da mesma forma que a delegação em “excesso” é perigosa, corre-se o risco de se delegar de menos, normalmente por não saber o que se deve ou não atribuir à equipe. Neste caso o que comanda é o senso de avaliação do executivo ou, como bem lembra J. R. Whitaker Penteado: A arte da delegação pertence à categoria da feliz mediana, de Aristóteles: nem de mais, nem de menos; mas o justo.
Ao seu ver, qual seria a empresa perfeita; aquela que se manteria perene no mercado? Não conseguiu, não é verdade? Isto acontece porque não existem empresas perfeitas.
Muito se tem falado - e escrito - sobre Qualidade. Qualidade de Vida, de Produtos e Serviços, em Atendimento etc. Pouco‚ ou quase nada‚ entretanto, se escreve - talvez por se considerar ser uma obrigação - que a forma com que se trata ou outros também é qualidade. Esse assunto é tão importante que os principais autores da área de atendimento e de recursos humanos dão destaque especial aos cuidados com a postura.
Os controles administrativos e produtivos das organizações têm evoluído da mesma maneira que os processos políticos da humanidade evoluíram. Com o passar do tempo muitos destes componentes ficaram em desuso, como por exemplo, necessidade das organizações ter em seus quadros pessoas que agreguem valores ao que faz, com sua competência.
Esquemas competitivos foram gerados baseados, principalmente, em performances individuais que ao invés de promover a cooperação e melhoria dos resultados gerou desgastes e “lutas” entre indivíduos e áreas, em nome do “estar fazendo o melhor”.
Por que tanto esforço é dispensado para entender as necessidades e expectativas de clientes para, em seguida, gerar benefícios capazes de satisfazê-los? Surge, ainda, uma outra pergunta: por que muitas empresas continuam a investir em medição e melhoria da satisfação de clientes sem, aparentemente, obter ganhos de retorno? São estas questões que estaremos abordarem neste artigo.
Como a área de Marketing da empresa pode associar-se a Qualidade para aumentar a competitividade da organização.
Ao seu ver, qual seria a empresa perfeita; aquela que se manteria perene no mercado? Não conseguiu, não é verdade? Isto acontece porque não existem empresas perfeitas.
Hoje recebi este texto de um ex-aluno e não sei a autoria, mas pela sua importância resolvi repassar. Senhores executivos, gerentes, líderes de equipe: por favor, leiam com atenção e meditem sobre o assunto, você e sua empresa só ganharão muito.
Os simuladores de negócio ou jogos de negócio – business games em inglês – são ferramentas de apoio ao processo de aprendizagem, uma vez que permite estabelecer um ambiente virtual de negócios para que os executivos tenham a oportunidade de participar, através de um conjunto de decisões e melhorias do processo de gestão de uma empresa. Neste artigo analisamos estes aspectos.
Fornecer aos executivos principais das organizações idéias práticas para melhorar o retorno sobre o capital investido em sua força de vendas. Ele também ajudará aos executivos de vendas a compreenderem as imperfeições do negócio que impedem o sucesso em vendas.
A mudança é, nos dias de hoje, fator determinante na sobrevivência e permanência das organizações no mercado. Mas se mudar representa um benefício para a empresa, por que as pessoas oferecem tanta resistência às mudanças? A resposta é bastante simples: por medo de um novo estado de coisas que elas ainda não dominam ou, em outras palavras, medo do desconhecido. É como fazer isso que comentaremos em nosso trabalho.
Os defeitos custam dinheiro e podem ser vistos como o preço da não-conformidade. Em outras palavras, é o preço que decidimos pagar por não termos prevenido a ocorrência de defeitos no processo. É o resultado de todos os custos incorridos porque o trabalho não foi feito corretamente logo do início.

