Minha tia Efigênia gostava muito de tomar uma cachacinha antes do almoço e da janta, só que ela tinha o maior cuidado para que ninguém soubesse. Por isso guardava a garrafa em baixo da pia. De vez em quando ela me dava o restinho que ficava no fundo do copinho de pinga para que eu não ficasse aguado – dizia. Na minha juventude eu bebi pinga no copinho de pinga por muitos anos, e a cada gole eu me lembrava da garrafa da tia Efigênia em baixo da pia.
Por pensar que amava, construí uma história que deveria ser sem fim, que teve fim, com um meio todo distorcido, inclusive o entendimento do que era amar. Confundi, como a maioria das pessoas também faz, paixão com amor.
Para atrair a admiração das pessoas, muitas vezes nos comportamos de maneiras diferentes daquelas que realmente temos vontade de nos comportar, somos externamente aquilo que internamente não somos apenas para agradar, atrair a admiração das pessoas com as quais convivemos.
existe um “corredor” de guloseimas e outras quinquilharias, que na sua maioria, são totalmente desnecessários, mas, que ao final do dia, foram quase todos consumidos. Já reparou como são padronizados? Todos enfileirados, com seus computadores, suas esteiras, suas “sacolinhas” plásticas, seus operadores de caixa... Isso mesmo! Eles também fazem parte do “caixa”.
Quando minha filha nasceu me senti o homem mais orgulhoso e feliz do mundo. Bebi um litro de vinho seco sozinho, pra comemorar minha alegria. O que ninguém entende, é o porquê disso tudo. É porque, quando jovem, perdido, sem direcionamento nenhum, sem objetivos, nunca pensei que seria pai. Aliás, casar, ter uma família, ter uma filha, então, eram questões nunca discutidas entre os pobres de espírito com os quais eu convivia.
Com tantos questionamentos sem respostas plausíveis, tornei-me o que mais temia: um cristão nominal! Um “evangélico”! Um sal insípido! Um ser insatisfeito com a vida, desiludido com a fé que um dia professara. Tornei-me esquizofrênico: cristão na comunidade e “sem-religião” na sociedade. Pastor no púlpito e lobo no dia a dia. Tornei-me o que mais temia: hipócrita.
O coxo, ao olhar nos olhos de Pedro e João, descobre, depois, quem sabe, de décadas de exclusão do convívio social, de centenas de ações assistencialistas que nunca mudaram sua situação, que a solidariedade ainda existe. Ocorre um milagre: O “imprinting cultural”, a primeira impressão gravada no cérebro do recém-nascido ao ser solidariamente recebido no mundo vem à tona neste instante de reciprocidade de olhares. Há um curto diálogo sem palavras. Há compreensão. Há compaixão. Há esperança!
Temos que trabalhar! Trabalhar significa produzir bens vitais para a sobrevivência humana. Para produzir bens para a nossa sobrevivência, o homem precisa tirar da natureza o necessário para a produção desses bens. Até aí tudo bem. Mas quando a ganância passa a ser a base das relações entre os seres humanos e desses com a natureza, estamos em sérios apuros...
Talvez o grande segredo para uma vida bem sucedida não está em conhecê-la, mas em vivê-la em sua plenitude, como dádiva de Deus, como “lugar e momento de experiência com Deus”. Sabemos que o desejo de muitas pessoas é conhecer a Deus em sua plenitude.
A fé é sempre construída por meio de uma institu~ição. Mas, o contrário também pode acontecer: sua des-construção, pois as instituições destróem o básico da fé - a transcendentalidade.
O individualismo é a marca registrada do nosso tempo. Tudo que swe torna normal se transforma em cultural e o cultural ém por´nós assimilado sem que percebamos...
O coxo, ao olhar nos olhos de Pedro e João, descobre, depois, quem sabe, de décadas de exclusão do convívio social, de centenas de ações assistencialistas que nunca mudaram sua situação, que a solidariedade ainda existe. Ocorre um milagre: O “imprinting cultural”, a primeira impressão gravada no cérebro do recém-nascido ao ser solidariamente recebido no mundo vem à tona neste instante de reciprocidade de olhares. Há um curto diálogo sem palavras. Há compreensão. Há compaixão. Há esperança!
Talvez o grande segredo para uma vida bem sucedida não está em conhecê-la, mas em vivê-la em sua plenitude, como dádiva de Deus, como “lugar e momento de experiência com Deus”. Sabemos que o desejo de muitas pessoas é conhecer a Deus em sua plenitude.
Temos que trabalhar! Trabalhar significa produzir bens vitais para a sobrevivência humana. Para produzir bens para a nossa sobrevivência, o homem precisa tirar da natureza o necessário para a produção desses bens. Até aí tudo bem. Mas quando a ganância passa a ser a base das relações entre os seres humanos e desses com a natureza, estamos em sérios apuros...
Minha tia Efigênia gostava muito de tomar uma cachacinha antes do almoço e da janta, só que ela tinha o maior cuidado para que ninguém soubesse. Por isso guardava a garrafa em baixo da pia. De vez em quando ela me dava o restinho que ficava no fundo do copinho de pinga para que eu não ficasse aguado – dizia. Na minha juventude eu bebi pinga no copinho de pinga por muitos anos, e a cada gole eu me lembrava da garrafa da tia Efigênia em baixo da pia.
A fé é sempre construída por meio de uma institu~ição. Mas, o contrário também pode acontecer: sua des-construção, pois as instituições destróem o básico da fé - a transcendentalidade.
Com tantos questionamentos sem respostas plausíveis, tornei-me o que mais temia: um cristão nominal! Um “evangélico”! Um sal insípido! Um ser insatisfeito com a vida, desiludido com a fé que um dia professara. Tornei-me esquizofrênico: cristão na comunidade e “sem-religião” na sociedade. Pastor no púlpito e lobo no dia a dia. Tornei-me o que mais temia: hipócrita.
O tempo, ou a falta dele, é pode se tornar nosso aliado na dura jornada que é a vida.
Para atrair a admiração das pessoas, muitas vezes nos comportamos de maneiras diferentes daquelas que realmente temos vontade de nos comportar, somos externamente aquilo que internamente não somos apenas para agradar, atrair a admiração das pessoas com as quais convivemos.
Quando minha filha nasceu me senti o homem mais orgulhoso e feliz do mundo. Bebi um litro de vinho seco sozinho, pra comemorar minha alegria. O que ninguém entende, é o porquê disso tudo. É porque, quando jovem, perdido, sem direcionamento nenhum, sem objetivos, nunca pensei que seria pai. Aliás, casar, ter uma família, ter uma filha, então, eram questões nunca discutidas entre os pobres de espírito com os quais eu convivia.
O individualismo é a marca registrada do nosso tempo. Tudo que swe torna normal se transforma em cultural e o cultural ém por´nós assimilado sem que percebamos...
Quando minha filha nasceu me senti o homem mais orgulhoso e feliz do mundo. Bebi um litro de vinho seco sozinho, pra comemorar minha alegria. O que ninguém entende, é o porquê disso tudo. É porque, quando jovem, perdido, sem direcionamento nenhum, sem objetivos, nunca pensei que seria pai. Aliás, casar, ter uma família, ter uma filha, então, eram questões nunca discutidas entre os pobres de espírito com os quais eu convivia.
O tempo, ou a falta dele, é pode se tornar nosso aliado na dura jornada que é a vida.
A fé é sempre construída por meio de uma institu~ição. Mas, o contrário também pode acontecer: sua des-construção, pois as instituições destróem o básico da fé - a transcendentalidade.
Talvez o grande segredo para uma vida bem sucedida não está em conhecê-la, mas em vivê-la em sua plenitude, como dádiva de Deus, como “lugar e momento de experiência com Deus”. Sabemos que o desejo de muitas pessoas é conhecer a Deus em sua plenitude.
Temos que trabalhar! Trabalhar significa produzir bens vitais para a sobrevivência humana. Para produzir bens para a nossa sobrevivência, o homem precisa tirar da natureza o necessário para a produção desses bens. Até aí tudo bem. Mas quando a ganância passa a ser a base das relações entre os seres humanos e desses com a natureza, estamos em sérios apuros...
O coxo, ao olhar nos olhos de Pedro e João, descobre, depois, quem sabe, de décadas de exclusão do convívio social, de centenas de ações assistencialistas que nunca mudaram sua situação, que a solidariedade ainda existe. Ocorre um milagre: O “imprinting cultural”, a primeira impressão gravada no cérebro do recém-nascido ao ser solidariamente recebido no mundo vem à tona neste instante de reciprocidade de olhares. Há um curto diálogo sem palavras. Há compreensão. Há compaixão. Há esperança!
Com tantos questionamentos sem respostas plausíveis, tornei-me o que mais temia: um cristão nominal! Um “evangélico”! Um sal insípido! Um ser insatisfeito com a vida, desiludido com a fé que um dia professara. Tornei-me esquizofrênico: cristão na comunidade e “sem-religião” na sociedade. Pastor no púlpito e lobo no dia a dia. Tornei-me o que mais temia: hipócrita.
existe um “corredor” de guloseimas e outras quinquilharias, que na sua maioria, são totalmente desnecessários, mas, que ao final do dia, foram quase todos consumidos. Já reparou como são padronizados? Todos enfileirados, com seus computadores, suas esteiras, suas “sacolinhas” plásticas, seus operadores de caixa... Isso mesmo! Eles também fazem parte do “caixa”.
Para atrair a admiração das pessoas, muitas vezes nos comportamos de maneiras diferentes daquelas que realmente temos vontade de nos comportar, somos externamente aquilo que internamente não somos apenas para agradar, atrair a admiração das pessoas com as quais convivemos.

