Em minhas andanças procuro sempre escutar os comentários de grupos ou de pessoas, e, ultimamente, ou melhor, normalmente, as conversas giram em torno de alguns assuntos corriqueiros e que parecem ser regra nas rodas de bate papo, tais como: violência, pobreza, poluição, corrupção, impunidade, desemprego, baixos salários, entre outros. Nestes debates criticam outras pessoas e instituições como se elas estivessem acima do bem ou do mal, isentas da coerção que é naturalmente impostas a todos que vivem em uma sociedade capitalista, hipócrita, superficial, oca e desigual como a nossa. Quero destrinchar este tema com cuidado, pois também faço parte desta mesma
Se entendermos as massas como a única força capaz de findar a hegemonia do capital, entenderemos a necessidade de conter sua participação nas tomadas de decisões do país. Para barrar a acessão das massas a elite cria um mito que serve a seus interesses até hoje. Nesse mito, as massas no Brasil são inertes, e não reagem à opressão que lhes é imposta, ele gera uma doutrina que reza pelo distanciamento do povo dos movimentos políticos do país.
Tentaremos demonstrar como o modelo capitalista foi aplicado ao Brasil, no Império, a partir de 1850, e na República, até a década de 1930. E principalmente comprovar que o cativeiro dos que trabalham não se findou junto com a escravidão. Demonstraremos que a dominação tornou-se ainda maior, pois a carteira de trabalho e os direitos trabalhistas, maculam o “cabresto” da burguesia sobre a classe trabalhadora.
Historicamente o negro sempre foi motivo de discussões no Brasil. Do seu uso como objeto de trabalho, a sua incorporação como trabalhador, de sua invisibilidade social a sua luta por inclusão. Vários são os temas que freqüentam os debates, mas, de uma maneira geral, as diretrizes não são traçadas pelos negros. Desde o inicio, ainda no século XVI, a incorporação do negro ao Brasil foi balizada pela elite, este mesmo grupo para camuflar a dominação e exploração econômica, criou instrumentos de coerção intelectual que justificavam a idéia da superioridade branca. Com o passar do tempo esta dominação se incorporou aos
Historicamente o negro sempre foi motivo de discussões no Brasil. Do seu uso como objeto de trabalho, a sua incorporação como trabalhador, de sua invisibilidade social a sua luta por inclusão. Vários são os temas que freqüentam os debates, mas, de uma maneira geral, as diretrizes não são traçadas pelos negros. Desde o inicio, ainda no século XVI, a incorporação do negro ao Brasil foi balizada pela elite, este mesmo grupo para camuflar a dominação e exploração econômica, criou instrumentos de coerção intelectual que justificavam a idéia da superioridade branca. Com o passar do tempo esta dominação se incorporou aos
Tentaremos demonstrar como o modelo capitalista foi aplicado ao Brasil, no Império, a partir de 1850, e na República, até a década de 1930. E principalmente comprovar que o cativeiro dos que trabalham não se findou junto com a escravidão. Demonstraremos que a dominação tornou-se ainda maior, pois a carteira de trabalho e os direitos trabalhistas, maculam o “cabresto” da burguesia sobre a classe trabalhadora.
Se entendermos as massas como a única força capaz de findar a hegemonia do capital, entenderemos a necessidade de conter sua participação nas tomadas de decisões do país. Para barrar a acessão das massas a elite cria um mito que serve a seus interesses até hoje. Nesse mito, as massas no Brasil são inertes, e não reagem à opressão que lhes é imposta, ele gera uma doutrina que reza pelo distanciamento do povo dos movimentos políticos do país.
Em minhas andanças procuro sempre escutar os comentários de grupos ou de pessoas, e, ultimamente, ou melhor, normalmente, as conversas giram em torno de alguns assuntos corriqueiros e que parecem ser regra nas rodas de bate papo, tais como: violência, pobreza, poluição, corrupção, impunidade, desemprego, baixos salários, entre outros. Nestes debates criticam outras pessoas e instituições como se elas estivessem acima do bem ou do mal, isentas da coerção que é naturalmente impostas a todos que vivem em uma sociedade capitalista, hipócrita, superficial, oca e desigual como a nossa. Quero destrinchar este tema com cuidado, pois também faço parte desta mesma
Historicamente o negro sempre foi motivo de discussões no Brasil. Do seu uso como objeto de trabalho, a sua incorporação como trabalhador, de sua invisibilidade social a sua luta por inclusão. Vários são os temas que freqüentam os debates, mas, de uma maneira geral, as diretrizes não são traçadas pelos negros. Desde o inicio, ainda no século XVI, a incorporação do negro ao Brasil foi balizada pela elite, este mesmo grupo para camuflar a dominação e exploração econômica, criou instrumentos de coerção intelectual que justificavam a idéia da superioridade branca. Com o passar do tempo esta dominação se incorporou aos
Tentaremos demonstrar como o modelo capitalista foi aplicado ao Brasil, no Império, a partir de 1850, e na República, até a década de 1930. E principalmente comprovar que o cativeiro dos que trabalham não se findou junto com a escravidão. Demonstraremos que a dominação tornou-se ainda maior, pois a carteira de trabalho e os direitos trabalhistas, maculam o “cabresto” da burguesia sobre a classe trabalhadora.
Se entendermos as massas como a única força capaz de findar a hegemonia do capital, entenderemos a necessidade de conter sua participação nas tomadas de decisões do país. Para barrar a acessão das massas a elite cria um mito que serve a seus interesses até hoje. Nesse mito, as massas no Brasil são inertes, e não reagem à opressão que lhes é imposta, ele gera uma doutrina que reza pelo distanciamento do povo dos movimentos políticos do país.
Em minhas andanças procuro sempre escutar os comentários de grupos ou de pessoas, e, ultimamente, ou melhor, normalmente, as conversas giram em torno de alguns assuntos corriqueiros e que parecem ser regra nas rodas de bate papo, tais como: violência, pobreza, poluição, corrupção, impunidade, desemprego, baixos salários, entre outros. Nestes debates criticam outras pessoas e instituições como se elas estivessem acima do bem ou do mal, isentas da coerção que é naturalmente impostas a todos que vivem em uma sociedade capitalista, hipócrita, superficial, oca e desigual como a nossa. Quero destrinchar este tema com cuidado, pois também faço parte desta mesma

