Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza

Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza

Membero desde: 12/08/2009
Total de artigos publicados: 4

Em minhas andanças procuro sempre escutar os comentários de grupos ou de pessoas, e, ultimamente, ou melhor, normalmente, as conversas giram em torno de alguns assuntos corriqueiros e que parecem ser regra nas rodas de bate papo, tais como: violência, pobreza, poluição, corrupção, impunidade, desemprego, baixos salários, entre outros. Nestes debates criticam outras pessoas e instituições como se elas estivessem acima do bem ou do mal, isentas da coerção que é naturalmente impostas a todos que vivem em uma sociedade capitalista, hipócrita, superficial, oca e desigual como a nossa. Quero destrinchar este tema com cuidado, pois também faço parte desta mesma

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação l 06/09/2009 l Acessos: 105

Se entendermos as massas como a única força capaz de findar a hegemonia do capital, entenderemos a necessidade de conter sua participação nas tomadas de decisões do país. Para barrar a acessão das massas a elite cria um mito que serve a seus interesses até hoje. Nesse mito, as massas no Brasil são inertes, e não reagem à opressão que lhes é imposta, ele gera uma doutrina que reza pelo distanciamento do povo dos movimentos políticos do país.

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 27/08/2009 l Acessos: 172

Tentaremos demonstrar como o modelo capitalista foi aplicado ao Brasil, no Império, a partir de 1850, e na República, até a década de 1930. E principalmente comprovar que o cativeiro dos que trabalham não se findou junto com a escravidão. Demonstraremos que a dominação tornou-se ainda maior, pois a carteira de trabalho e os direitos trabalhistas, maculam o “cabresto” da burguesia sobre a classe trabalhadora.

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 22/08/2009 l Acessos: 392 l Comentário: 1

Historicamente o negro sempre foi motivo de discussões no Brasil. Do seu uso como objeto de trabalho, a sua incorporação como trabalhador, de sua invisibilidade social a sua luta por inclusão. Vários são os temas que freqüentam os debates, mas, de uma maneira geral, as diretrizes não são traçadas pelos negros. Desde o inicio, ainda no século XVI, a incorporação do negro ao Brasil foi balizada pela elite, este mesmo grupo para camuflar a dominação e exploração econômica, criou instrumentos de coerção intelectual que justificavam a idéia da superioridade branca. Com o passar do tempo esta dominação se incorporou aos

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 12/08/2009 l Acessos: 3,082 l Comentário: 1

Historicamente o negro sempre foi motivo de discussões no Brasil. Do seu uso como objeto de trabalho, a sua incorporação como trabalhador, de sua invisibilidade social a sua luta por inclusão. Vários são os temas que freqüentam os debates, mas, de uma maneira geral, as diretrizes não são traçadas pelos negros. Desde o inicio, ainda no século XVI, a incorporação do negro ao Brasil foi balizada pela elite, este mesmo grupo para camuflar a dominação e exploração econômica, criou instrumentos de coerção intelectual que justificavam a idéia da superioridade branca. Com o passar do tempo esta dominação se incorporou aos

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 12/08/2009 l Acessos: 3,082 l Comentário: 1

Tentaremos demonstrar como o modelo capitalista foi aplicado ao Brasil, no Império, a partir de 1850, e na República, até a década de 1930. E principalmente comprovar que o cativeiro dos que trabalham não se findou junto com a escravidão. Demonstraremos que a dominação tornou-se ainda maior, pois a carteira de trabalho e os direitos trabalhistas, maculam o “cabresto” da burguesia sobre a classe trabalhadora.

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 22/08/2009 l Acessos: 392 l Comentário: 1

Se entendermos as massas como a única força capaz de findar a hegemonia do capital, entenderemos a necessidade de conter sua participação nas tomadas de decisões do país. Para barrar a acessão das massas a elite cria um mito que serve a seus interesses até hoje. Nesse mito, as massas no Brasil são inertes, e não reagem à opressão que lhes é imposta, ele gera uma doutrina que reza pelo distanciamento do povo dos movimentos políticos do país.

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 27/08/2009 l Acessos: 172

Em minhas andanças procuro sempre escutar os comentários de grupos ou de pessoas, e, ultimamente, ou melhor, normalmente, as conversas giram em torno de alguns assuntos corriqueiros e que parecem ser regra nas rodas de bate papo, tais como: violência, pobreza, poluição, corrupção, impunidade, desemprego, baixos salários, entre outros. Nestes debates criticam outras pessoas e instituições como se elas estivessem acima do bem ou do mal, isentas da coerção que é naturalmente impostas a todos que vivem em uma sociedade capitalista, hipócrita, superficial, oca e desigual como a nossa. Quero destrinchar este tema com cuidado, pois também faço parte desta mesma

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação l 06/09/2009 l Acessos: 105

Historicamente o negro sempre foi motivo de discussões no Brasil. Do seu uso como objeto de trabalho, a sua incorporação como trabalhador, de sua invisibilidade social a sua luta por inclusão. Vários são os temas que freqüentam os debates, mas, de uma maneira geral, as diretrizes não são traçadas pelos negros. Desde o inicio, ainda no século XVI, a incorporação do negro ao Brasil foi balizada pela elite, este mesmo grupo para camuflar a dominação e exploração econômica, criou instrumentos de coerção intelectual que justificavam a idéia da superioridade branca. Com o passar do tempo esta dominação se incorporou aos

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 12/08/2009 l Acessos: 3,082 l Comentário: 1

Tentaremos demonstrar como o modelo capitalista foi aplicado ao Brasil, no Império, a partir de 1850, e na República, até a década de 1930. E principalmente comprovar que o cativeiro dos que trabalham não se findou junto com a escravidão. Demonstraremos que a dominação tornou-se ainda maior, pois a carteira de trabalho e os direitos trabalhistas, maculam o “cabresto” da burguesia sobre a classe trabalhadora.

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 22/08/2009 l Acessos: 392 l Comentário: 1

Se entendermos as massas como a única força capaz de findar a hegemonia do capital, entenderemos a necessidade de conter sua participação nas tomadas de decisões do país. Para barrar a acessão das massas a elite cria um mito que serve a seus interesses até hoje. Nesse mito, as massas no Brasil são inertes, e não reagem à opressão que lhes é imposta, ele gera uma doutrina que reza pelo distanciamento do povo dos movimentos políticos do país.

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação > Ensino Superior l 27/08/2009 l Acessos: 172

Em minhas andanças procuro sempre escutar os comentários de grupos ou de pessoas, e, ultimamente, ou melhor, normalmente, as conversas giram em torno de alguns assuntos corriqueiros e que parecem ser regra nas rodas de bate papo, tais como: violência, pobreza, poluição, corrupção, impunidade, desemprego, baixos salários, entre outros. Nestes debates criticam outras pessoas e instituições como se elas estivessem acima do bem ou do mal, isentas da coerção que é naturalmente impostas a todos que vivem em uma sociedade capitalista, hipócrita, superficial, oca e desigual como a nossa. Quero destrinchar este tema com cuidado, pois também faço parte desta mesma

Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza l Educação l 06/09/2009 l Acessos: 105
Comentários
Adriana

Prezado Mário ! Excelente artigo. Fiz uma busca pela internet sobre a evolução do trabalho e...

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karina

eu sou morena nao sei porque o racismo?

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