Eu acredito que as palavras possuem uma força mágica, um poder especial de transformar momentos e vidas inteiras...
Muitas pessoas, ao recriar o seu passado, começam a construir sua árvore genealógica que nada mais é que seguir as relações inter-independentes que existem em seu parentesco.
Pelo fato de a sociedade contemporânea estar acostumada a sempre usar pelo menos um nome e sobrenome, é difícil considerar que no começo as pessoas não tenham sobrenomes. Faz mais ou menos uns trezentos anos, quando somente existia vilarejos e aldeias, que as comunidades eram formadas por pessoas que se conheciam e estavam, muitas das vezes, relacionadas entre si. Não era necessário usar mas que um nome (além do próprio). Os residentes de tais lugares eram identificados usando somente os seus no
Teoristas de conspiração aparte, a tecnologia de reconhecimento facial veio pra ficar... E nem todos os seus usos tem haver com segurança.
Todos temos interesse em descobrir mais sobre as nossas origens e a história de nossos antepassados. Felizmente, hoje com a Internet à nossa disposição, realizar pesquisas genealógicas não é mais tão difícil e laboroso.
Pequeno texto contanto fatos sobre a evolução do renascimento do idioma hebraico.
Alguns pensamentos e dicas para quem quer aprender uma segunda língua.
Aprender um idioma novo pode parecer uma tarefa impossível para muitos, especialmente para o auto-ditada. Eu nunca me adapatei bem a cursos, pois sempre os achei muito “rígidos”: mais preocupados em “terminar o livro” do que realmente a fluência do aluno. Além disso, em salas com dez alunos ou mais, cada um acaba falando uma ou duas frases por aula. O resto é tudo “conhecimento passivo”, ou seja, sem uso imediato e direto.
Somos todos parte de nosso país e membros da comunidade mundial. Por isso, todos nós temos uma indentidade tanto global como nacional. A ferramenta mais importante que possuímos é o da comunicação, o da linguagem.
Recentemente temos visto incríceis avanços tecnológicos na área de tradução automática (tradução feitra por uma máquina, e não por um tradutor humano). Não é difícil encontrar online euforia sobre a tecnologia da tradução (gratuita) disponível em companhías como a Google, Microsoft e Babylon.
Quem no Brasil não já ouviu falar do “pai dos burros”? Alguns dizem que essa expressão refere-se a qualquer dicionário, mas pessoalmente, eu sempre lembro do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Não que quem o use seja burro, até pelo contrário, em um país onde o analfabetismo funcional cresce em proporções assustadoras.
Aprender um idioma novo pode parecer uma tarefa impossível para muitos, especialmente para o auto-ditada. Eu nunca me adapatei bem a cursos, pois sempre os achei muito “rígidos”: mais preocupados em “terminar o livro” do que realmente a fluência do aluno. Além disso, em salas com dez alunos ou mais, cada um acaba falando uma ou duas frases por aula. O resto é tudo “conhecimento passivo”, ou seja, sem uso imediato e direto.
Recentemente temos visto incríceis avanços tecnológicos na área de tradução automática (tradução feitra por uma máquina, e não por um tradutor humano). Não é difícil encontrar online euforia sobre a tecnologia da tradução (gratuita) disponível em companhías como a Google, Microsoft e Babylon.
Alguns pensamentos e dicas para quem quer aprender uma segunda língua.
Pequeno texto contanto fatos sobre a evolução do renascimento do idioma hebraico.
Pelo fato de a sociedade contemporânea estar acostumada a sempre usar pelo menos um nome e sobrenome, é difícil considerar que no começo as pessoas não tenham sobrenomes. Faz mais ou menos uns trezentos anos, quando somente existia vilarejos e aldeias, que as comunidades eram formadas por pessoas que se conheciam e estavam, muitas das vezes, relacionadas entre si. Não era necessário usar mas que um nome (além do próprio). Os residentes de tais lugares eram identificados usando somente os seus no
Todos temos interesse em descobrir mais sobre as nossas origens e a história de nossos antepassados. Felizmente, hoje com a Internet à nossa disposição, realizar pesquisas genealógicas não é mais tão difícil e laboroso.
Muitas pessoas, ao recriar o seu passado, começam a construir sua árvore genealógica que nada mais é que seguir as relações inter-independentes que existem em seu parentesco.
Somos todos parte de nosso país e membros da comunidade mundial. Por isso, todos nós temos uma indentidade tanto global como nacional. A ferramenta mais importante que possuímos é o da comunicação, o da linguagem.
Eu acredito que as palavras possuem uma força mágica, um poder especial de transformar momentos e vidas inteiras...
Quem no Brasil não já ouviu falar do “pai dos burros”? Alguns dizem que essa expressão refere-se a qualquer dicionário, mas pessoalmente, eu sempre lembro do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Não que quem o use seja burro, até pelo contrário, em um país onde o analfabetismo funcional cresce em proporções assustadoras.
Recentemente temos visto incríceis avanços tecnológicos na área de tradução automática (tradução feitra por uma máquina, e não por um tradutor humano). Não é difícil encontrar online euforia sobre a tecnologia da tradução (gratuita) disponível em companhías como a Google, Microsoft e Babylon.
Somos todos parte de nosso país e membros da comunidade mundial. Por isso, todos nós temos uma indentidade tanto global como nacional. A ferramenta mais importante que possuímos é o da comunicação, o da linguagem.
Aprender um idioma novo pode parecer uma tarefa impossível para muitos, especialmente para o auto-ditada. Eu nunca me adapatei bem a cursos, pois sempre os achei muito “rígidos”: mais preocupados em “terminar o livro” do que realmente a fluência do aluno. Além disso, em salas com dez alunos ou mais, cada um acaba falando uma ou duas frases por aula. O resto é tudo “conhecimento passivo”, ou seja, sem uso imediato e direto.
Alguns pensamentos e dicas para quem quer aprender uma segunda língua.
Pequeno texto contanto fatos sobre a evolução do renascimento do idioma hebraico.
Todos temos interesse em descobrir mais sobre as nossas origens e a história de nossos antepassados. Felizmente, hoje com a Internet à nossa disposição, realizar pesquisas genealógicas não é mais tão difícil e laboroso.
Teoristas de conspiração aparte, a tecnologia de reconhecimento facial veio pra ficar... E nem todos os seus usos tem haver com segurança.
Pelo fato de a sociedade contemporânea estar acostumada a sempre usar pelo menos um nome e sobrenome, é difícil considerar que no começo as pessoas não tenham sobrenomes. Faz mais ou menos uns trezentos anos, quando somente existia vilarejos e aldeias, que as comunidades eram formadas por pessoas que se conheciam e estavam, muitas das vezes, relacionadas entre si. Não era necessário usar mas que um nome (além do próprio). Os residentes de tais lugares eram identificados usando somente os seus no
Muitas pessoas, ao recriar o seu passado, começam a construir sua árvore genealógica que nada mais é que seguir as relações inter-independentes que existem em seu parentesco.

