Não nasci artista nem mestre, mas professora do amor e da libertação da arte de ensinar. Uma criança do interior mineiro: descendente de tradicionais da família Aguiar; filha de casamento entre primos, todos de famílias portuguesas e ávidas por “conhecer o admirável mundo novo”. Filho de Gelis de Aguiar, falecido muito novo ao 42 anos de idade, e da professora Escolar Enia de Aguiar, que com muita dificuldade viúva aos 37 anos de idade criou suas 5 filhas, nasci em 1969, no dia 11 de abril, em Lajinha – MG. Educar para mim é um ato político, uma arte, mesmo quando parece reduzir-se a uma mera relação pedagógica. Aprendi a gostar de matemática por somarizar tudo que o mundo poderia me oferecer sem poder tê-lo, por observar minha mãe em suas tarefas diárias. Sempre morei em Lajinha - MG. Estudei piano quando criança”, concluído até o quarto ano quando as possibilidades financeiras permitiam. Em Lajinha estudei até a 4ª série na Escola Estadual “Antônio Sathler ”. Após em 1980 estudei da 5ª a 8ª série na Escola Estadual Dr.” Adalmário José dos Santos ”. Até então com entusiasmo de ser professora pois fui monitorar meus colegas de classe, incentivada por minha professora Maria Teodora que sempre dizia : Você tem que ser professora de matemática... Em 1984, comecei a cursar magistério, por vocação – e comecei a trabalhar na Cooperativa de café para ajudar nas despesas domésticas. Trabalhava durante o dia e estudava à noite . Terminando o curso de magistério, prestei vestibular para engenharia civil, em Governador Valadares. Passei no meu primeiro vestibular. Passei também no vestibular para matemática e decidi que a Faculdade de “Filosofia Ciências e Letras de Carangola – MG”, atual UEMG (Universidade Estadual de Minas Gerais ) seria melhor para mim por estar na vertente oriental do caparão. Durante o período da faculdade, efetuei algumas substituições em escolas estaduais na área de física, matemática e projeto de ciências, com uma práxis voltada para a afetividade e a arte. Sempre acreditei que arte seria o motor da aprendizagem efetiva. No ano de 1991, durante 06 meses ministrei aulas química na Escola Estadual “Manoel Felisberto Pereira Alvim”, em Chalé – MG, cidade vizinha para alunos de periferia em horário noturno, utilizando-me de vídeo cassete e recursos teatrais para abrilhantar as aulas e torna-las mais atraentes. Utilizei a música como fonte motivadora da aprendizagem, avaliando de acordo com a realidade sócio-econômica e cultural do educando. Sugeri muitas atividades a serem feitas com base nas novas tendências da educação pela arte. Ex.:jogo com cartas de baralho confeccionado pelos alunos, bingos, paródias de músicas nacionais para decorarem fórmulas etc. Entre o período de 1992 a 1998 trabalhei esporadicamente na Escola Estadual “Dr. Adalmário José dos Santos”, como professora de desenho geométrico, e matemática no Projeto “Acertando o passo”. Na disciplina “matemática”, Ensino Fundamental (noturno),utilizei recursos didáticos tais como: banco imobiliário, bazar na escola bingos, etc, aproveitando o momento para comentar e debater sobre aspectos interessantes da matemática em nosso o seu uso no cotidiano; suas modalidades. Fazíamos murais interativos; jogos educativos e até um projeto extra-classe, “júri simulado”, que fizemos uma assembléia colocando a matemática no banco do réu os alunos participavam com muita emoção e prazer. A avaliação era contínua e global. Avaliava os conteúdos atitudinais e as competências adquiridas, através de fichas individuais. Atuei, nessa mesma escola e época, como professora projeto experimental de ciências para o Ensino Fundamental (turno vespertino). Os recursos utilizados eram materiais reciclados colocando o nosso mine laboratório para funcionar. Os alunos também faziam o relatório de campo após as aulas. A avaliação era mais oral do que escrita devido à metodologia utilizada para principiantes.. Para mim o importante era tornar as aulas de mais significativas, sempre com o objetivo de instrumentalizar o aluno para ele ser atuante.EDUCAR É SER UM ARTESÃO DA PERSONALIDADE, UM POETA DA INTELIGÊNCIA, UM SEMEADOR DE IDÉIAS. De 1997 a 1998, resolvi concorrer a vice-direção do Centro de Estudos Supletivo, sendo eleita por dois anos – também em Lajinha MG. Não satisfeita e tendo objetivo a sala de aula , que é o melhor lugar de um educador voltei a lecionar biologia, que fiz complementação na área, com método áudio-visual, leitura e repetição do Telecurso 2º Grau, com duas h/a por semana. Participei de algumas palestras e seminários. Um seminário desses, proferido pelo professor Hamilton Werneck,“ CONGRESSO DE QUALIDADE DE EDUCAÇÃO “ marcou-me profundamente. Pude perceber fala de cada um a força das palavras em nossa sociedade. O discurso então, tornava-se, para mim um instrumento de exercício pelo da cidadania, frente às minorias, as quais eu lecionava. Como levar o meu aluno a ter voz numa sociedade tão prejudicada? Essa era a minha angústia. Numa CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO DE MINAS GERAIS - PRÓ-CIÊNCIA na UEMG (Universidade Estadual de Minas Gerais), a professora Celly Aurora disse: “o conhecimento deve se aninhar na emoção, sendo arte em toda parte da vida!” Resolvi seguir o seu conselho. No ano seguinte (1998), fiz pós-graduação em “Metodologia do Direito Educacional no Ensino Aprendizagem” pelo “Centro Universitário” UNICLAR – SP, com a professora Drª Aparecida Dinalli.. Mais uma vez constatei que seria necessário trabalhar com muita arte... essa professora não era apenas uma pessoa, mas uma “amante” da educação. Assistir às suas aulas proporcionava-nos um prazer inenarrável, devido à sua retórica poética. Nesse espaço de tempo (1998-1999) fui convidado para ministrar aulas de matemática e biologia também no estado do Espírito Santo, sendo de fácil acesso por morar na divisa do estado. Fui convidada a lecionar educação artística e arte em uma escola conveniada pela rede Positivo de ensino, onde estudo muito para interligar arte a história, a matemática a vida. Após essa experiência, resolvi fazer um curso de guia de turismo, para realizar o sonho de nossos alunos que é viver em séculos diferentes, quando os levamos a Ouro Preto, ver o BARROCO, a Petrópolis viver no século XIX o Neoclássico. Atuo há 12 anos com arte e agora turismo, obtendo bons resultados em relação à nova visão literária adquirida pelos alunos e a formação do hábito da leitura. Em 2004 tive uma experiência com aluna surda e muda, e um aluno especial, então me dando ânimo a suporte afetivo a fazer uma pós graduação pela PUC em EDUCAÇÂO INCLUSIVA, onde minha psicologia mudou totalmente, não existem obstáculos para educação , arte e cultura, somos todos especiais, obtive sucesso levando essa aluna ao programa DOMINGÂO do FAUSTAO onde ela arrepiava ao ver seus ídolos e saber que ela fazia parte do nosso mundo globalizado e hoje ainda na Educação de jovens e Adultos de uma escola do Estado e também em uma escola particular, participo de vários eventos culturais, entre eles a projeto TEIAS DA ARTE “noite dos talentos”, que visa promover os alunos, com a apresentação das melhores músicas e poesias feitas por eles mesmos, respeitando suas individualidades e ritmos de aprendizagem (ensino personalizado). A clientela desfavorecida cultural e monetariamente. Excluídos sócias ! Em minha prática na “Educação de Jovens e Adultos”, passei a conviver com essa parcela ativa de “excluídos” sociais, que na verdade eram aqueles que,nos bastidores da sociedade medíocre, preparavam o “nosso pão de cada dia” – plantavam e colhiam o sustento de uma cidade inteira e não tinham valor enquanto seres participativos. Não opinavam, eram humilhados, chamados por “caipiras” ou “pobres imundos que não sabem nem conversar” (já ouvi professores fazerem tal referência). Compreendi que precisavam de “voz”. Tinham um discurso sem muitas perspectivas e não acreditavam em si próprios. Consideravam-se sem inteligência devido os estigmas e preconceitos assimilados no silêncio do autoritarismo escolar e social. Apatia geral era o diagnóstico. Decidi ensinar-lhes a experiência culta de Willian Shakespeare com muita simplicidade passando para os dias de hoje, sem desrespeitar suas modalidades, mas colocando-os para analisar criticamente a cultura e épocas, mudanças culturais. Consegui fazer-lhes entender que a arte mesmo com as mãos falam, que em uma tela expressamos sentimentos, que na matemática somamos possibilidades, e que na biologia o coração é um órgãos mesmo sendo ensinado como oco, é o da emoção que nos direciona a seguir esse árduo caminho de educador. Fiz compreender que existem diferenças entre sujeito, artista e amantes da educação. Procurei adapta-los à vida social e ao mundo do trabalho com esperança e dignidade através da valoração individual e coletiva. Mostrando que, diferença para mim não significa deficiência. A auto-estima de meus alunos é que estava em jogo...como a construção de oficinas de pintura em telas, Pêssanky em ovos trocando mensagens de páscoa, e não comercializando chocolates, para eles tentei resgatar a excelência de cada um mostrando que até a Princesa Isabel presenteou Santos Dumont com um pêssanky pintado em um ovo de avestruz, e motivei-os a continuar. Avaliava de acordo com as inteligências e isso era para eles o máximo das oportunidades, pois sentiam-se seguros ao serem avaliados dentro do que já sabiam, eram as suas aptidões afloradas. Eu pensava nas habilidades, nas competências de cada um... estabelecia assim um clima de confiança e de responsabilidade. Não existia indisciplina. Via meus alunos como seres pensantes que precisavam transformar a suas vidas pela educação. Necessitavam de acesso aos códigos da modernidade. Necessitavam de alguma alegria. Eu deveria ser o pastor... mas cabia e cabe à sociedade fornecer condições adequadas a essa realização de nossas ovelhas não saírem fora do aprisco. Na minha prática avaliativa utilizava de portfólios também. Os alunos sentiam prazer em confeccionar seus trabalhos e pesquisas sabendo que tudo teria valor. O que chamei de opções de vida não passou, freqüentemente, de certos ajustes, acertos que fui fazendo na vida. Naqueles momentos em que me encontrei diante de determinadas alternativas, ficou claro que ser professora era, para mim, alguma coisa que me agradava muito. A vida foi generosa comigo, não colocando obstáculos no meu caminho; ao contrário, fornecendo-me oportunidades para essa realização e sei que em minhas mãos há poder para transformar o que sonhar, mesmo que eles passem a ser calejadas. Eu me sinto responsável em conduzi-los para o prazer de viver novos dias, novos lugares. Os alunos dessa escola eram considerados como diferentes dos demais, e sempre digo não existe em meu dicionário as palavras, não sei e não consigo. Fui convidada a ser diretora de uma creche municipal, Anna Maria de Jesus, sendo muito difícil gerenciar os pensamentos, administrar as emoções, ser líder de si mesmo, trabalhar com as perdas e frustrações, superar conflitos, onde muitas alunas que já conheciam levavam seus filhos para ali passarem o dia pois, elas iniciavam suas vidas sexuais muito cedo (aos doze anos de idade). Foi uma experiência muito marcante, onde haviam crianças estrupadas pelo pai, outras que com a mesma fralda que iam na sexta feira para casa, voltavam segunda. Isso me trazia muita felicidade estabelecendo, a inclusão e a tolerância para com esses alunos. Pois a confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído... Faziam parte de minha vida, tínhamos em encontro marcado todos os dias, fazíamos passeios em parques de diversão quando vinham a cidade, coisas que seus pais não podiam levá-los. E levarei por toda minha história um pedaço de cada ser dentro do nosso próprio ser. No Projeto Acertando Passo pedia-lhes que anotassem tudo o que íamos conversando sobre hectare, terça, quarta de alimentos usando a matemática na forma prática, sendo que eles eram panhadores de café durante o dia. A transversalidade nos dava a oportunidade de debater: ecologia, amor ao próximo, relatos de acidentes com pesticidas e etc.tínhamos palestras com funcionários do IBC (Instituto Brasileiro do Café). No final analisávamos os relatórios e sugeríamos que um corrigisse o do outro. Isto era um laboratório vivo. Estavam se preparando para serem melhores. Ali eles podiam errar. Eu lhes dizia que o erro é o nosso melhor professor, o erro é uma etapa para a aprendizagem... As aulas tinham sentido! Não eram divorciadas da vida. Nas aulas de arte, apresentávamos textos interessantes através de músicas com melodias folclóricas, paródias antecipando a compreensão. Isto motivava!!! Significa, então, partir do que os alunos já conheciam e achavam ter importância para eles. Avalio continuamente, favorecendo assim um clima de amizade e descontração. Crio o espaço de convivência necessária ao desempenho da cidadania. Primeiramente a intimidade com os desenhos e suas habilidades... Penso no seu ritmo de construção. É uma vida que não pode perder um ano sequer... Eles são os discípulos e eu devo conduzi-los muito bem.. Houve envolvimento da família a interdisciplinaridade é o ponto de partida de todas as minhas aulas. Sou impulsionada pelo trabalho em grupo, a rica troca de saberes (os sabores integrais acostumei com o coletivo) Precisamos uns dos outros para completarmos. Trabalho, também, como professora de Biologia na Escola Estadual Maria Trindade em Ibatiba ES, para a EJA Educação de Jovens e Adultos e Ensino Médio. Privilegio os depoimentos, os relatórios, as pesquisas, a utilização do meios multimídias, as entrevistas, os debates... Gosto de diagnosticar as realidades e os desejos. Induzo os alunos à palestra, tanto na Educação de Jovens e Adultos como no Ensino-Médio), e isso significa muito para todos nós. Emocionamos juntos. Procuro ter discreta empatia, sem magoar suas intimidades ou colher o que não me pertence. Pretendo formar atitudes. Em 2007 mudei pára Guarapari , eu e meus filhos , um desafio mudando para uma cidade que desde a infância me fascinava em férias, mas deixando para trás a família, mãe , irmãos e marido, um pedaço de mim Tive oportunidade de começar a trabalhar no Colégio Americano Batista de Guarapari, uma escola conceituada e de tradicionais nomes completando 100 anos de existência.Trabalho como professora de arte e de espanhol, colocando em prática conhecimentos adquiridos em minha vida profissional e no decorrer de meus anos. Tem sido uma experiência muito marcante. Sei que as atitudes educam! Sou condutora desse processo, eu pastoreio a alegria, portanto sábias atitudes iluminarão. Como diz Augusto Cury : “EDUCAR NÃO É REPETIR PALAVRAS, É CRIAR IDÉIAS , É ENCANTAR” .... E hoje estou na realização de um sonho, terminando mestrado na Universidade Autônoma de Assuncion tão conceituada, e sei que se tivermos medo das tempestades, nunca navegaremos pelos mares desconhecidos, e jamais conquistaremos novos continentes. Isso é transformar um sonho em realidade. Agradeço a meu esposo Mauro que não mediu esforços financeiros , incentivando-me a essa conquista e a meus filhos Muryllo e Marcelo que amo tanto. E sei que vencerei o doutorado ...Deus desde a eternidade esta no controle.......
Sabe-se que o desenvolvimento motor é o processo de mudanças no comportamento motor que envolve tanto a maturação do sistema nervoso central, quanto a interação com o ambiente e os estímulos dados durante o desenvolvimento da criança. Verificaram-se as fases de desenvolvimento da criança até os 18 meses de vida e como a estimulação precoce, principalmente em crianças nascidas pré-termo e com baixo peso, pode fazer a diferença
O texto busca uma contribuição na reflexão a respeito das mudanças pelo qual o sistema educacional tem passado, reflexo de mudanças no sistema econômico, político e social, que constrói um novo paradigma educativo. Estabelecendo uma alusão histórica da proposta de educação para todos, critica ao modelo educativo conservador, estabelecendo ainda a necessidade de uma nova perspectiva que leve em consideração as novas tecnologias, enfocando ainda o papel do professor e o aluno diante das mudanças.
HIDRELÉTRICA – O SONHO E A ILUSÃO No Brasil , a necessidade de criar novas hidrelétricas tem aumentado em função da necessidade de formas diferente de adquirir energia. As ciências desempenham um importante papel na divulgação do real significado das transformações do nosso planeta, enquanto sustentador da vida, com as estratégias apropriadas de desenvolvimento de acordo as várias áreas do conhecimento. Mas tudo tem seu peso, seu valor, e as vezes não desfazemos de nossos planos, e nem sempre é analisado as formas humanas sensitivas de famílias que ao serem convidadas a deixarem suas casas, levam juntas sua historia de vida
A valorização da escola como solução da educação, estão comprometendo algumas conquistas , e não há duvida que o movimento de gestão democrática da educação avançou nas décadas de 80 ate meados de 90. O segredo é fazer a diferença É fundamental lutar para manter as conquistas democráticas constitucionais.
Uma instituição escolar de qualidade tem que fazer a diferença.não apenas ser conteudista, ela tem que ensinar também valores éticos,morais e fazer do aluno uma pessoa que pensa. A falta de uma capacitação adequada constitui-se como a principal barreira para implementação do sistema educacional de qualidade. Infelizmente foram e ainda continuarão sendo formados educadores sem o preparo para o trabalho em ambientes educacionais eqüitativos.
A internacionalização em nível nacional, setorial é definitivo como processo no qual se integra uma dimensão internacional ou global nos propósitos, funções e ofertas de educação pós secundaria .Muitas são as instituições de ensino superior tanto de âmbito nacional como internacional as quais estamos estudando. As instituições estão entrando neste século com o desafio de repensarem o seu papel enquanto instituição perante a sociedade como instituições que abrigam a multiplicidade de valores .
Sabe-se que o desenvolvimento motor é o processo de mudanças no comportamento motor que envolve tanto a maturação do sistema nervoso central, quanto a interação com o ambiente e os estímulos dados durante o desenvolvimento da criança. Verificaram-se as fases de desenvolvimento da criança até os 18 meses de vida e como a estimulação precoce, principalmente em crianças nascidas pré-termo e com baixo peso, pode fazer a diferença
Uma instituição escolar de qualidade tem que fazer a diferença.não apenas ser conteudista, ela tem que ensinar também valores éticos,morais e fazer do aluno uma pessoa que pensa. A falta de uma capacitação adequada constitui-se como a principal barreira para implementação do sistema educacional de qualidade. Infelizmente foram e ainda continuarão sendo formados educadores sem o preparo para o trabalho em ambientes educacionais eqüitativos.
O texto busca uma contribuição na reflexão a respeito das mudanças pelo qual o sistema educacional tem passado, reflexo de mudanças no sistema econômico, político e social, que constrói um novo paradigma educativo. Estabelecendo uma alusão histórica da proposta de educação para todos, critica ao modelo educativo conservador, estabelecendo ainda a necessidade de uma nova perspectiva que leve em consideração as novas tecnologias, enfocando ainda o papel do professor e o aluno diante das mudanças.
A valorização da escola como solução da educação, estão comprometendo algumas conquistas , e não há duvida que o movimento de gestão democrática da educação avançou nas décadas de 80 ate meados de 90. O segredo é fazer a diferença É fundamental lutar para manter as conquistas democráticas constitucionais.
HIDRELÉTRICA – O SONHO E A ILUSÃO No Brasil , a necessidade de criar novas hidrelétricas tem aumentado em função da necessidade de formas diferente de adquirir energia. As ciências desempenham um importante papel na divulgação do real significado das transformações do nosso planeta, enquanto sustentador da vida, com as estratégias apropriadas de desenvolvimento de acordo as várias áreas do conhecimento. Mas tudo tem seu peso, seu valor, e as vezes não desfazemos de nossos planos, e nem sempre é analisado as formas humanas sensitivas de famílias que ao serem convidadas a deixarem suas casas, levam juntas sua historia de vida
A internacionalização em nível nacional, setorial é definitivo como processo no qual se integra uma dimensão internacional ou global nos propósitos, funções e ofertas de educação pós secundaria .Muitas são as instituições de ensino superior tanto de âmbito nacional como internacional as quais estamos estudando. As instituições estão entrando neste século com o desafio de repensarem o seu papel enquanto instituição perante a sociedade como instituições que abrigam a multiplicidade de valores .
A valorização da escola como solução da educação, estão comprometendo algumas conquistas , e não há duvida que o movimento de gestão democrática da educação avançou nas décadas de 80 ate meados de 90. O segredo é fazer a diferença É fundamental lutar para manter as conquistas democráticas constitucionais.
Uma instituição escolar de qualidade tem que fazer a diferença.não apenas ser conteudista, ela tem que ensinar também valores éticos,morais e fazer do aluno uma pessoa que pensa. A falta de uma capacitação adequada constitui-se como a principal barreira para implementação do sistema educacional de qualidade. Infelizmente foram e ainda continuarão sendo formados educadores sem o preparo para o trabalho em ambientes educacionais eqüitativos.
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