Acredito que o universo escolar anseia por profissionais mais modernos, audaciosos, dinâmicos, indispensavelmente bem humorados, musicais, dançantes, sem rótulos, estratégicos, competentes, éticos, desprovidos de preconceitos e, acima de tudo, capazes de aproximar crianças e adolescentes da realidade coerente com a prevenção, com a modernidade e com a preparação rumo a um futuro brilhante – o que é direito de todos.
O momento é de pagar ou, quem sabe, renegociar as despesas originadas durante as comemorações que finalizaram 2009 e inauguraram nova década. Cartão de crédito, limite bancário, empréstimos, cheques e até mesmo os tradicionais “caderninhos” exigem quitação – o que em muitos casos, com certeza, não irá ocorrer. E isso, talvez seja fruto da falta da população entender seus direitos e deveres enquanto contribuintes responsáveis que discursamos ser.
Acredito que, se nós docentes nos portássemos tanto em período letivo como fora dele, em busca de soluções para os problemas evidentes que assolam o dia a dia da humanidade, várias realidades poderiam ser diferentes – e isso é, sem sombra de dúvidas, o papel de todo ser humano, seja ele educador, empresário, policial, aposentado, bancário ou qualquer outro profissional. Precisamos questionar aquele que se diz professor exclusivamente em horário escolar. Educador é ser contínuo e permanente, ou m
Acredito estarmos vivendo em épocas, no mínimo, questionáveis e tal pensamento é fruto de várias novidades que se acentuam diariamente em meio a todos.
Mais um ano letivo sinaliza seu final e, nesse instante somos levados a analisar conquistas e insucessos a fim de redirecionar posturas, realizar planejamentos e avaliar desempenhos. Em meio a um sistema frágil e merecedor de investimentos e mudanças, precisamos estar cientes das responsabilidades enquanto articuladores capazes de formar cidadãos conscientes da sua real função na sociedade – discurso clássico de sempre, porém, válido.
Ao nos depararmos com o insucesso de um aluno, tanto a família quanto a escola passam a trocar desnecessárias acusações em busca dos culpados. Acredito que o problema dos malsucedidos, deve ser diagnosticado e tratado pela escola, família e especialistas no decorrer do processo educacional a fim de que ações preventivas sejam colocadas em prática em busca de um redirecionamento de posturas entre envolvidos.
Formar cidadãos conscientes dos seus direitos e deveres é ultrapassar a barreira do discurso pronto e encaminhar os elementos do universo escolar a praticar ações modificadoras de realidades e não somente manter instituições servindo como instrumento de repasse de informações e acumulando interesses esquerdos ao propósito educacional.
Ao nos depararamos com o último bimestre escolar, somos levados a analisar realidades típicas da época, como por exemplo, o índice de alunos com médias abaixo do mínimo exigido, bem como, os reais motivos que encaminharam tais estudantes a esse patamar tão indesejado ao universo educacional.
No tocante ao universo escolar, a gestão democrática deve estar vinculada aos objetivos pedagógicos, políticos e culturais da escola, desenvolvendo competências de lideranças como forma para se chegar a um processo ensino-aprendizagem de qualidade e uma escola de excelência.
A tão sonhada educação de qualidade vai muito além da teoria que pressupõe em fazê-la utilizando-se das mais modernas receitas de aprendizagem, devendo estas, estarem inseridas em um processo educacional onde todos tenham acesso à escola, livros didáticos, merenda e professores qualificados - o discurso de sempre.
A tão sonhada educação de qualidade vai muito além da teoria que pressupõe em fazê-la utilizando-se das mais modernas receitas de aprendizagem, devendo estas, estarem inseridas em um processo educacional onde todos tenham acesso à escola, livros didáticos, merenda e professores qualificados - o discurso de sempre.
No tocante ao universo escolar, a gestão democrática deve estar vinculada aos objetivos pedagógicos, políticos e culturais da escola, desenvolvendo competências de lideranças como forma para se chegar a um processo ensino-aprendizagem de qualidade e uma escola de excelência.
Para Luiz Carlos de Menezes (revista Escola Junho/Julho 2009, p.114): “No corpo docente de uma escola, há diferentes gêneros, preferências, estilos e situações de vida, mas nem todo comportamento é compatível com a função docente”.
Formar cidadãos conscientes dos seus direitos e deveres é ultrapassar a barreira do discurso pronto e encaminhar os elementos do universo escolar a praticar ações modificadoras de realidades e não somente manter instituições servindo como instrumento de repasse de informações e acumulando interesses esquerdos ao propósito educacional.
Ao nos depararmos com o insucesso de um aluno, tanto a família quanto a escola passam a trocar desnecessárias acusações em busca dos culpados. Acredito que o problema dos malsucedidos, deve ser diagnosticado e tratado pela escola, família e especialistas no decorrer do processo educacional a fim de que ações preventivas sejam colocadas em prática em busca de um redirecionamento de posturas entre envolvidos.
E os deveres de casa, porque não são feitos em família? – muito trabalho durante o dia. A noite todos cansados? Por favor... Deveres de casa com seu filho deve sim fazer parte do trabalho de pai e mãe – isso é indiscutível. Quando o objetivo é melhorar o desempenho escolar de crianças e jovens, precisamos potencializar as ações desenvolvidas superando carências detectadas e contribuindo para a educação de todos.
Mais um ano letivo sinaliza seu final e, nesse instante somos levados a analisar conquistas e insucessos a fim de redirecionar posturas, realizar planejamentos e avaliar desempenhos. Em meio a um sistema frágil e merecedor de investimentos e mudanças, precisamos estar cientes das responsabilidades enquanto articuladores capazes de formar cidadãos conscientes da sua real função na sociedade – discurso clássico de sempre, porém, válido.
Já está mais do que na hora do sistema educacional entender que parcerias facilitadoras da aprendizagem precisam ser firmadas no intuito de criar alternativas capazes de fomentar alterações sociais. Permitir o acesso ao esporte e a cultura, bem como, direcionar para atitudes de prevenção ao meio ambiente, são apenas algumas conquistas efetivas no cotidiano de cada cidadão atendido por interesses comuns.
Acredito que o universo escolar anseia por profissionais mais modernos, audaciosos, dinâmicos, indispensavelmente bem humorados, musicais, dançantes, sem rótulos, estratégicos, competentes, éticos, desprovidos de preconceitos e, acima de tudo, capazes de aproximar crianças e adolescentes da realidade coerente com a prevenção, com a modernidade e com a preparação rumo a um futuro brilhante – o que é direito de todos.
Acredito que, se nós docentes nos portássemos tanto em período letivo como fora dele, em busca de soluções para os problemas evidentes que assolam o dia a dia da humanidade, várias realidades poderiam ser diferentes – e isso é, sem sombra de dúvidas, o papel de todo ser humano, seja ele educador, empresário, policial, aposentado, bancário ou qualquer outro profissional. Precisamos questionar aquele que se diz professor exclusivamente em horário escolar. Educador é ser contínuo e permanente, ou m
Acredito que o universo escolar anseia por profissionais mais modernos, audaciosos, dinâmicos, indispensavelmente bem humorados, musicais, dançantes, sem rótulos, estratégicos, competentes, éticos, desprovidos de preconceitos e, acima de tudo, capazes de aproximar crianças e adolescentes da realidade coerente com a prevenção, com a modernidade e com a preparação rumo a um futuro brilhante – o que é direito de todos.
No tocante ao universo escolar, a gestão democrática deve estar vinculada aos objetivos pedagógicos, políticos e culturais da escola, desenvolvendo competências de lideranças como forma para se chegar a um processo ensino-aprendizagem de qualidade e uma escola de excelência.
Já está mais do que na hora do sistema educacional entender que parcerias facilitadoras da aprendizagem precisam ser firmadas no intuito de criar alternativas capazes de fomentar alterações sociais. Permitir o acesso ao esporte e a cultura, bem como, direcionar para atitudes de prevenção ao meio ambiente, são apenas algumas conquistas efetivas no cotidiano de cada cidadão atendido por interesses comuns.
Para Luiz Carlos de Menezes (revista Escola Junho/Julho 2009, p.114): “No corpo docente de uma escola, há diferentes gêneros, preferências, estilos e situações de vida, mas nem todo comportamento é compatível com a função docente”.
E os deveres de casa, porque não são feitos em família? – muito trabalho durante o dia. A noite todos cansados? Por favor... Deveres de casa com seu filho deve sim fazer parte do trabalho de pai e mãe – isso é indiscutível. Quando o objetivo é melhorar o desempenho escolar de crianças e jovens, precisamos potencializar as ações desenvolvidas superando carências detectadas e contribuindo para a educação de todos.
A tão sonhada educação de qualidade vai muito além da teoria que pressupõe em fazê-la utilizando-se das mais modernas receitas de aprendizagem, devendo estas, estarem inseridas em um processo educacional onde todos tenham acesso à escola, livros didáticos, merenda e professores qualificados - o discurso de sempre.
Ao nos depararamos com o último bimestre escolar, somos levados a analisar realidades típicas da época, como por exemplo, o índice de alunos com médias abaixo do mínimo exigido, bem como, os reais motivos que encaminharam tais estudantes a esse patamar tão indesejado ao universo educacional.
Formar cidadãos conscientes dos seus direitos e deveres é ultrapassar a barreira do discurso pronto e encaminhar os elementos do universo escolar a praticar ações modificadoras de realidades e não somente manter instituições servindo como instrumento de repasse de informações e acumulando interesses esquerdos ao propósito educacional.
Ao nos depararmos com o insucesso de um aluno, tanto a família quanto a escola passam a trocar desnecessárias acusações em busca dos culpados. Acredito que o problema dos malsucedidos, deve ser diagnosticado e tratado pela escola, família e especialistas no decorrer do processo educacional a fim de que ações preventivas sejam colocadas em prática em busca de um redirecionamento de posturas entre envolvidos.
Mais um ano letivo sinaliza seu final e, nesse instante somos levados a analisar conquistas e insucessos a fim de redirecionar posturas, realizar planejamentos e avaliar desempenhos. Em meio a um sistema frágil e merecedor de investimentos e mudanças, precisamos estar cientes das responsabilidades enquanto articuladores capazes de formar cidadãos conscientes da sua real função na sociedade – discurso clássico de sempre, porém, válido.

