Filho de William Knopp e Glória da Costa Knopp, e nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 17 de Junho de 1983, o autor pode ser considerado um jovem intelectual de alta produtividade. Graduando em Comunicação social (Jor.), dedica-se à reflexão teórica nas diversas modalidades que compõem a heterogeneidade de sua área de interesse. Tem uma estreita aproximação com os temas e autores que discutem a vida social contemporanea, como Guy Debord, Baudrillard, Adorno, Horkheimer, Lyotard, e também psicanálise estrutural à partir de Lacan. Knopp dedica-se também à Poesia desde a infância (10 ou 11 anos), o que lhe confere uma produção significativa, tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo (mormente), logra estabelecer uma concepção estética própria, mas como resultado de um amadurecimento inetelectual conquanto investido ao fazer poético. Produziu também alguns vídeossobre questões atuais, como hiperrealidade, simulação, fetichismo, representação e ética, ponto de apoio fundamental às suas exegeses e análises críticas. Fellipe Knopp autoafirma-se um cético-libertário e defende o juízo de que o conhecimento não se restringe fronteiras profissionais ou "ideologistas", nem pode ser cercado de modo nominalista : "Ciência é Razão aplicada, o que se estuda são relações! O que se difere fundamentalmente são os modos de tratamento!", atesta. O autor declara-se heterossexual e ateu.
Relação entre pseudoignorancia e cinismo político: populítica lulista
Relação entre exaustão da perspectiva da qualidade histórica distinta na indistinção nuclear do valor no código simbólico: um dilema "matrix" como metáfora ou o "fim da história" como desenvolvimento da qualidade (à letra de Baudrillard, outra vez!)
comentário sobre uma denúncia contra uma loja maçonica de Mato Grosso e o jogo da mídia política: o caso apelidado por "escandalo da maçonaria" (de fato!)
Sobre a incoerência utopista da "intelectualidade" brasileira e sua impostura como razão-cínica
Análise crítico-literária sobre a obra de Patrícia Melo (supracitada)
Relação entre a significação mítica e o mito como "sistema de significação": a essencia como mitologia sobre a "natureza humana"
Uma noção evolutivo-progressista como imaginário histórico em Marx: uma metáfora organica para a organização das "forças-produtivas" no marxismo.
Comentário sobre as relações sociais e jogos de percepções suscitados com o advento das tecnologias cibernéticas
A relação entre o simbólico, a hipótese do Insconsciente, a assunção mítica da pulsão de morte na cultura e o simulacro de produção como ecenomia tanatófila: uma breve leitura conforme a letra de "A economia política e a morte" de Jean Baudrillard (in: A troca simbólica e a morte)
Estágio evolutivo da produção social como dissolução causal da finalidade produtiva e a sintagmatização dos signos em perfilamentos do discurso pósmoderno da produção.
À mesure que la nécessité se trouve socialement rêvée, le rêve devient nécessaire. Le spectacle est le mauvais rêve de la société moderne enchaînée, qui n'exprime finalement que son désir de dormim. Le spectacle est le gardien de ce sommeil. Guy Debord - La société du spectacle
Com a sofisticação atual das técnicas de reprodução escolonar, a linha tênue que distinguia a realidade objetiva e a projeção do Imaginário, original e cópia, torna-se quase nula, e com aquela a própria noção de verdadeiro e de falso. Uma vez que a realidade efetuou-se por simulação como uma plena identidade do Imaginário, já não cabe falar em realidade social, mas num processo diagnosticado e denominado por Baudrillard como HIPERREALIDADE:o real achatado ao código elementar de composição.
Relação de alienação, reificação e fetichismo na pseudoprodução e pseudoconsumo na cultura.
Exegese a respeito do artigo publicado pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu sobre o papel e conduta dos conglomerados midiaticos no ocidente.
Comentário sobre teoria crítica e tratamento pretenso científico das complexidades, baseado no texto de Edgar Morin.
Crítica sobre a relação de inantaneísmo e superficialidade da mensagem midiática e jornalística na atualidade.
Lei estrutural do valor no mercado de signos do trabalho morto
Relação entre imagem, suposta imparcialidade e sobredeterminação - estética da ocultação
Comentário lacônico a respeito da entrevista de Pierre Lévy ao jornal O Globo sobre as potencialidades das novas tecnologias digitais.
Comentário lacônico a respeito da entrevista de Pierre Lévy ao jornal O Globo sobre as potencialidades das novas tecnologias digitais.
Relação entre movimentos ditos de contestação, busca do momento fundador, e ideologismos nas artes.
Relação entre orientação do ensino privado e a determinação do mercado
Relação entre dádiva e contradávida da troca simbólica na representação social do mito.
Relação de alienação, reificação e fetichismo na pseudoprodução e pseudoconsumo na cultura.
Estágio evolutivo da produção social como dissolução causal da finalidade produtiva e a sintagmatização dos signos em perfilamentos do discurso pósmoderno da produção.
A relação entre o simbólico, a hipótese do Insconsciente, a assunção mítica da pulsão de morte na cultura e o simulacro de produção como ecenomia tanatófila: uma breve leitura conforme a letra de "A economia política e a morte" de Jean Baudrillard (in: A troca simbólica e a morte)
Comentário sobre teoria crítica e tratamento pretenso científico das complexidades, baseado no texto de Edgar Morin.
Comentário sobre as relações sociais e jogos de percepções suscitados com o advento das tecnologias cibernéticas

