Alfredo Passos, Professor da ESPM, Partner da Knowledge Management Company, http://www.kmchouse.com.br/ Membro e Voluntário da SCIP. Autor dos seguintes livros sobre Inteligência Competitiva: “Inteligência Competitiva para pequenas e médias empresas: como superar a concorrência e desenvolver um plano de marketing para sua empresa”; “Inteligência Competitiva - Como fazer IC acontecer na sua empresa” e “E a concorrência…não levou! - Inteligência Competitiva para gerar novos negócios empresariais”. Estes livros foram publicados pela LCTE Editora. Escreve sobre Inteligência Competitiva no blog http://alfredopassos.wordpress.com/
Novembro marcou o centésimo aniversário de Peter Drucker, chamado de colaborador emblemático por Adi Ignatius, editor-chefe da Harvard Business Review. Drucker tinha a extraordinária capacidade de enxergar o todo e via com clareza os desafios que o executivo enfrenta na vida real, completa Ignatius.
Muitos estudantes de graduação e pós-graduação, estão se interessando em estudar com mais profundidade o campo da Inteligência Competitiva. Apenas como referência inicial, seguem alguns livros que podem ajudar, quem está iniciando este caminho. Existem muitos mais, gradualmente vou incorporá-los à lista.
Em conversa recente com profissionais e alunos de MBAs, sobre conceitos, ferramentas e modelos de Inteligência Competitiva, uma das principais dúvidas dos presentes foi como relacionar Inteligência com um fato inovador, ou seja, com uma tendência de mercado.
A Inteligência Competitiva é uma ferramenta indispensável na atual economia do conhecimento. Ela utiliza a coleta e análise de informações sobre as capacidades, vulnerabilidades e intenções de competidores no mundo dos negócios, a partir do uso de bancos de dados, fontes primárias (entrevistas com clientes por exemplo), fontes secundárias (jornais, revistas, publicações em geral), outras "fontes abertas" (associações, sindicatos), por meio da investigação ética.
Após uma década de desenvolvimento dos conceitos, metodologias e ferramentas de Inteligência Competitiva no Brasil, um novo momento começa a surgir. São as utilizações aplicadas ou “específicas” de Inteligência. A base para estas “aplicações específicas” é o conceito de análise estrutural como uma metodologia para a compreensão das cinco forças fundamentais da concorrência em uma indústria, segundo Porter.
Os planos de negócios, planejamentos estratégicos, planos anuais de marketing mais bem elaborados, nem sempre geram os resultados esperados.
Na opinião de Leonard Fuld, desenvolver inteligencia competitiva é semelhante a criar uma pintura pontilhada. Seu objetivo não é criar uma imagem perfeita, mas uma imagem representativa da realidade (como Seurat fez ao criar sua cena serena com o mínimo de pontilhados). Inteligencia é usar informação de forma eficiente e tomar decisões com uma imagem menos do que perfeita. É ver claramente sua concorrência, compreender a estratégia e agir antecipadamente com esse conhecimento.
Inteligência Competitiva, segundo Kahaner (1996), citado pelo Professor Jerry Miller em O Milênio da Inteligência Competitiva, Bookman, 2002, é um imperativo devido a fatores como a velocidade dos processos de negócios, a sobrecarga de informações, o crescimento global do processo competitivo com o surgimento de novos participantes, a concorrência cada vez mais agressiva, as rápidas mudanças tecnológicas, entre outras questões.
“ A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta”. (VALLS, 1993).
Um dos publicitários mais premiados no mundo, o francês Jacques Séguéla, vice-presidente do Grupo Havas Advertising/Euro RSCG, escreveu um livro famoso entre os publicitários “Não conte para minha mãe que trabalho em publicidade... Ela pensa que sou pianista num bordel.”
Como você imagina o futuro da gestâo? Projete seu pensamento uma ou duas décadas à frente e pergunte-se: Como as empresas mais bem-sucedidas de amanhã serão organizadas e administradas?
Após uma década de desenvolvimento dos conceitos, metodologias e ferramentas de Inteligência Competitiva no Brasil, um novo momento começa a surgir. São as utilizações aplicadas ou “específicas” de Inteligência. A base para estas “aplicações específicas” é o conceito de análise estrutural como uma metodologia para a compreensão das cinco forças fundamentais da concorrência em uma indústria, segundo Porter.
Colocando os recursos internos da organização como potencializadores de vantagem competitiva sustentável, em vez de o ambiente externo, o livro "Administração Estratégica e Vantagem Competitiva" dos Professores J. B. Barney e W.S. Hesterly, apresenta um elemento inédito: um modelo integrador amplo o suficiente para ser aplicado na análise de casos e cenários de negócios e simples o suficiente para ser compreendido e compartilhado.
Inteligência Competitiva, segundo Kahaner (1996), citado pelo Professor Jerry Miller em O Milênio da Inteligência Competitiva, Bookman, 2002, é um imperativo devido a fatores como a velocidade dos processos de negócios, a sobrecarga de informações, o crescimento global do processo competitivo com o surgimento de novos participantes, a concorrência cada vez mais agressiva, as rápidas mudanças tecnológicas, entre outras questões.
Inteligência Competitiva ou IC é uma disciplina necessária e ética para a tomada de decisões baseadas na compreensão do ambiente competitivo. Pesquisas mostram que empresas com programas de IC bem estabelecidos obtêm maiores ganhos por ação do que aquelas da mesma indústria que não tem programas de IC. Entretanto, pequenas e médias empresas, assim como as de grande porte, têm de competir no mercado.
Peço sua licença caro leitor e leitora para contar como um grupo de profissionais descobriu uma nova profissão no Brasil.
O Professor da Harvard Business School, Michael Porter, em entrevista ao Guia Exame Sustentabilidade 2007, afirma “Parem de gastar tanto dinheiro”.Porter declarou que as empresas deveriam selecionar melhor seus projetos de responsabilidade corporativa - e investir apenas naqueles que têm relação com seu negócio.
IC ou Inteligência competitiva é um programa sistemático de coleta e análise da informação sobre atividades dos concorrentes e tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas da empresa, conforme definição de Larry Kahaner, membro da SCIP – Society of Competitive Intelligence Professionals (www.scip.org).
“ A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta”. (VALLS, 1993).
Na opinião de Leonard Fuld, desenvolver inteligencia competitiva é semelhante a criar uma pintura pontilhada. Seu objetivo não é criar uma imagem perfeita, mas uma imagem representativa da realidade (como Seurat fez ao criar sua cena serena com o mínimo de pontilhados). Inteligencia é usar informação de forma eficiente e tomar decisões com uma imagem menos do que perfeita. É ver claramente sua concorrência, compreender a estratégia e agir antecipadamente com esse conhecimento.
Peço sua licença caro leitor e leitora para contar como um grupo de profissionais descobriu uma nova profissão no Brasil.
Após uma década de desenvolvimento dos conceitos, metodologias e ferramentas de Inteligência Competitiva no Brasil, um novo momento começa a surgir. São as utilizações aplicadas ou “específicas” de Inteligência. A base para estas “aplicações específicas” é o conceito de análise estrutural como uma metodologia para a compreensão das cinco forças fundamentais da concorrência em uma indústria, segundo Porter.
Inteligência Competitiva ou IC é uma disciplina necessária e ética para a tomada de decisões baseadas na compreensão do ambiente competitivo. Pesquisas mostram que empresas com programas de IC bem estabelecidos obtêm maiores ganhos por ação do que aquelas da mesma indústria que não tem programas de IC. Entretanto, pequenas e médias empresas, assim como as de grande porte, têm de competir no mercado.
Colocando os recursos internos da organização como potencializadores de vantagem competitiva sustentável, em vez de o ambiente externo, o livro "Administração Estratégica e Vantagem Competitiva" dos Professores J. B. Barney e W.S. Hesterly, apresenta um elemento inédito: um modelo integrador amplo o suficiente para ser aplicado na análise de casos e cenários de negócios e simples o suficiente para ser compreendido e compartilhado.
Como você imagina o futuro da gestâo? Projete seu pensamento uma ou duas décadas à frente e pergunte-se: Como as empresas mais bem-sucedidas de amanhã serão organizadas e administradas?
“ A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta”. (VALLS, 1993).
Em conversa recente com profissionais e alunos de MBAs, sobre conceitos, ferramentas e modelos de Inteligência Competitiva, uma das principais dúvidas dos presentes foi como relacionar Inteligência com um fato inovador, ou seja, com uma tendência de mercado.
Muito profissionais de outras áreas de especialização, estão hoje em contato com departamentos e profissionais de marketing. Como toda profissão, marketing também tem suas características, conceitos, fundamentações, metodologias e autores que se dedicam há muitos anos ao seu estudo e prática. Um nome não deixa dúvida neste campo: Philip Kotler.
Escalada de custos, estouro de prazos e problemas de qualidade, parecem não ser novidade para ninguém no mundo corporativo. Falta de informações ou de recursos na hora certa, também não. Como impedir que isso ocorra?
IC ou Inteligência competitiva é um programa sistemático de coleta e análise da informação sobre atividades dos concorrentes e tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas da empresa, conforme definição de Larry Kahaner, membro da SCIP – Society of Competitive Intelligence Professionals (www.scip.org).

