A escrita tem sido uma paixão constante, desde a poesia, em que se estreou em 1989, como autor na colectânea “Poetas do Nosso Tempo”, à prosa em que se deu a conhecer com o 2º Prémio na categoria de Conto, no Concurso Literário Emília Cruz, em Tomar, ainda no ano de 1989. Em 1991 e 1994 participou nas colectâneas “Poetas do Nosso Tempo II” e “Individualismo e Solidariedade Hoje”. Colaborou entre 1995 e 1996 com o Suplemento de Poesia do Jornal Correio da Manhã. Premiado em diversos concursos literários nas categorias de Conto e Poesia entre 1989 e 2009, publica o primeiro livro de ficção em 2008, “A lenda contada de uma vida escondida”. Em 2009 edita o segundo livro de ficção, um conjunto de contos com o título “Conta-me coisas”. Tem contos publicados em Revistas Culturais no Brasil e em Espanha. Ainda em 2009 lança dois livros de poesia, “Erros e outras ficções” e “O horizonte do beijo”, publicados pela Bubok Publishing. É colaborador da Revista de Cultura Electrónica Disruptores, uma publicação brasileira.
Octávio Libertino estava apenas a um passo de concretizar o objectivo que traçara para si próprio, no momento em que descobrira que toda a sua existência não passara de uma encenação. Talvez estivesse a ser demasiado dramático, provavelmente estaria a sê-lo desde o primeiro momento, mas caramba, agora que ultrapassara, ele também, os limites que a mesma existência lhe impusera, por decoro, educação ou tradição, estava, sem dúvida, na hora de tomar a grande decisão.
“Às vezes estamos mais sozinhos do que poderíamos suportar”
Octávio Libertino estava apenas a um passo de concretizar o objectivo que traçara para si próprio, no momento em que descobrira que toda a sua existência não passara de uma encenação. Talvez estivesse a ser demasiado dramático, provavelmente estaria a sê-lo desde o primeiro momento, mas caramba, agora que ultrapassara, ele também, os limites que a mesma existência lhe impusera, por decoro, educação ou tradição, estava, sem dúvida, na hora de tomar a grande decisão.
“Às vezes estamos mais sozinhos do que poderíamos suportar”
“Às vezes estamos mais sozinhos do que poderíamos suportar”
Octávio Libertino estava apenas a um passo de concretizar o objectivo que traçara para si próprio, no momento em que descobrira que toda a sua existência não passara de uma encenação. Talvez estivesse a ser demasiado dramático, provavelmente estaria a sê-lo desde o primeiro momento, mas caramba, agora que ultrapassara, ele também, os limites que a mesma existência lhe impusera, por decoro, educação ou tradição, estava, sem dúvida, na hora de tomar a grande decisão.

