A consulta médica rápida é fato verdadeiro no mercado de saúde do Brasil. Se alguém tem alguma dúvida, não pergunte para os que adormecem sobres as leis e normas da categoria. Pergunte sim aos usuários dos planos de saúde. Esses, como indicaram na pesquisa supracitada, estão muito insatisfeitos com tudo isso e mesmo assim, são solícitos aos profissionais médicos.
No ano de 2008 foram contabilizados mais de 08 mil pedidos em todo o Brasil de ressarcimentos por vínculos empregatícios, solicitados por médicos. A maioria ganha essas causas simplesmente por não haver um contrato de prestação de serviço específico para a categoria, determinando o tipo de relação comercial. Ou ainda quando há o contrato, esse é mal feito, impróprio ou imperfeito.
Para um consultório de 40m2 em uma cidade média brasileira o custo do metro quadrado instalado está em torno de R$ 512,00. O que perfaz um custo aproximado de R$ 20.480,00 por consultório. O custo com reforma de imóvel para atuar como consultório médico custa em média R$ 347,50. Já ao custo do metro quadrado construído em terreno próprio está em R$ 1.832,00.
Alguns médicos fazem adesão a essas empresas de descontos, acreditando que isso irá aumentar a sua clientela e receita financeira. Infelizmente a maioria destes profissionais acaba logo saindo do sistema de desconto sobre as pressões impostas pelos CRM, na implicação das suas leis. Os poucos médicos que insistem nessa malfadada prática acabam tendo sérios prejuízos provocados pelas ações judiciais interpeladas por conselhos regionais.
O SIS atua como uma espécie de central de agendamento de consultas e procedimentos médicos, onde os usuários cadastrados utilizam o sistema auto-sugestivo para encontrar o médico ou serviços médicos que mais se adéqüem as suas necessidades e condições geográficas e financeiras. Através de um site ou central telefônica o usuário do SIS tem acesso a uma vasta rede credenciada formada por prestadores de serviços médicos, onde ele pode escolher os melhores preços particulares e disposições geográfic
Em observações feitas nos últimos 05 anos verificamos que os nossos clientes que inteligentemente implantaram nesse período os sistemas próprios de cartão de fidelidade saúde tiveram um incremento médio anual de 38% nas suas receitas financeiras. Vimos também que o ticket médio dos seus clientes que era de R$ 128,50 ao ano subiu para R$ 385,00 nesse mesmo período
Como bem se sabe, bom senso, preferências, gostos e opiniões beiram os vastos campos filosofais e cavalgam elegantemente pelos verdes pastos do empirismo. Ultimamente, com o advento da utilização da semiótica como massa esclarecedora de temas tênues, esses eflúvios conceitos preferirem beber á água da confusão nos escuros poços dos ‘achismos’. Por conta disso, quando não se há regras claras sobre um princípio confuso, logo aparece alguém argumentando que se deve usar o bom senso para resolve tod
1 – Se você é novo na turma que se veste de branco para ir trabalhar, prefira inicialmente arrumar uns dois ou três empregos como profissional de medicina. Preferencialmente tenha um emprego como médico de saúde pública e mais dois ou três empregos como médico de saúde privada. Dessa forma você descobrirá realmente a situação antagônica do mercado de saúde do Brasil.
Como bem se sabe que não há nenhuma boa esperança no horizonte das relações entre as empresas de prestação de serviços médicos e as operadoras de planos de saúde e convênios médicos, muitos administradores de clínicas pensam na possibilidade de montarem os seus próprios planos de saúde.
Segundo CFM (Conselho Federal de Medicina) uma consulta médica deve durar em média trinta minutos, o que perfaz 16 consultas/dia e um total mensal de 352 consultas. Contudo, vale ainda dizer que nesse período deverão ser contabilizados os períodos de retornos de consultas, consultas não atendidas/canceladas e outras atividades extras do consultório médico, com acompanhamento de procedimentos, exames e atividades administrativas.
Antes de sair por ai demitindo seus empregados, faça corretamente as contas e saiba quanto custam essas operações ditas, às vezes necessárias e muitas vezes são desastrosas. Demitir empregados na maioria das vezes sai caro e muitas empresas não têm nem caixa suficiente para fazer essa operação atroz.
Você tem um empregado que recebe um salário nominal e R$ 1.000,00. Ele recebe também um ticket de refeição no valor de R$ 8,00 e vale transporte de R$ 4,60 (valores diários). A sua empresa paga plano de saúde para seus empregados com custos nominais de R$ 68,00.
Cartão de Descontos – Esse sistema compreende um modelo de negócio onde uma empresa ou uma administradora oferece descontos para os portadores desses tipos de cartões de clientes. Nesse caso o cartão pode ser de uma empresa própria, onde ela oferece descontos para os seus clientes nas suas próprias lojas. Esse cartão é conhecido como cartão próprio de descontos.
A solução para resolver este problema é que eu tenho oferecido para os meus clientes através de uma coisa simples, porém muito eficiente e comprovadamente eficaz. Eu tem implantado em diversas empresas um Manual Técnico do Formulário Padrão de Convênios Médicos. Esse manual ensina como implantar esse Formulário Padrão nas empresa,s onde todos os convênios são ‘padronizados’ primeiro dentro deste modelo padrão e depois atendido as suas exigências peculiares.
Muitas vezes o(a) médico(a) não tem esse tempo disponível nem a habilidade ou paciência para instruir a mesma coisa para todas as suas candidatas as vagas ou sua novas contratações.
Muitos empresários e gestores agem errado quando pensam que tendo um programa de registro de custos e despesas poder-se-á controlar os custos das suas empresas. Muitas empresas investem cifras consideradas em programas de gestão e controle de custos e pouco uso fazem dos relatórios emitidos por esses caros softwares. Vale citar que para haver realmente um programa de gestão de custos se faz necessário o acompanhamento dos relatórios emitidos pelo sistema e as intervenções em tempo real, no desem
O regimento interno para empresas médicas é um documento que normatiza, estabelece e oficializa os padrões legais de funcionamento de uma empresa ou organização, baseado em normas funcionais e conceitos operacionais. O seu principal objetivo é estabelecer um contrato de compromissos da empresa para/com os seus empregados e colaboradores. E vice-versa. Desta forma, cria-se um vínculo recíproco de confiança, respeito, responsabilidade, organização e ética profissional e pessoal.
Muitos profissionais de medicina, - principalmente os neófitos -, têm sérias dificuldades mercadológicas para entender as 'engrenagens' deste segmento. Poucos são os que se arriscam em transformá-las em receitas financeiras geradoras de lucro efetivo. Muitos destes profissionais de medicina, mesmo se tornando excelentes profissionais nas suas artes, sabem que perdem muito dinheiro por não conhecerem essas 'táticas operacionais da gestão do negócio médico'.
Obviamente existem várias dezenas de outros erros nas implantações de programa de custos. Todavia, eu posso seguramente afirmar que esses acima listados são os mais tinhosos e perigosos.
“... Aceitar passivamente a ocorrência das glosas em empresas médicas é a mesma coisa que assistir alheio a um incêndio que sempre se repete todos os meses, no mesmo lugar, dentro da sua empresa. Conviver com essa sangria repetitiva e humilhante é a verdadeira certificação da submissão administrativa, ou em último caso, masoquismo empresarial...”
Muitas vezes o(a) médico(a) não tem esse tempo disponível nem a habilidade ou paciência para instruir a mesma coisa para todas as suas candidatas as vagas ou sua novas contratações.
Muitos profissionais de medicina, - principalmente os neófitos -, têm sérias dificuldades mercadológicas para entender as 'engrenagens' deste segmento. Poucos são os que se arriscam em transformá-las em receitas financeiras geradoras de lucro efetivo. Muitos destes profissionais de medicina, mesmo se tornando excelentes profissionais nas suas artes, sabem que perdem muito dinheiro por não conhecerem essas 'táticas operacionais da gestão do negócio médico'.
Todo médico que pensa e diz que é impossível sobreviver sem planos de saúde e convênios médicos, precisa urgentemente rever os seus conceitos e, principalmente quebrar seus paradigmas de sustentação profissional. Dita a história dos vencedores que o novo sempre acontece para quem o procura. Não o contrário disso.
“... Aceitar passivamente a ocorrência das glosas em empresas médicas é a mesma coisa que assistir alheio a um incêndio que sempre se repete todos os meses, no mesmo lugar, dentro da sua empresa. Conviver com essa sangria repetitiva e humilhante é a verdadeira certificação da submissão administrativa, ou em último caso, masoquismo empresarial...”
Em observações feitas nos últimos 05 anos verificamos que os nossos clientes que inteligentemente implantaram nesse período os sistemas próprios de cartão de fidelidade saúde tiveram um incremento médio anual de 38% nas suas receitas financeiras. Vimos também que o ticket médio dos seus clientes que era de R$ 128,50 ao ano subiu para R$ 385,00 nesse mesmo período
Cientificamos que o gasto per capita com cartão de fidelidade em serviços médicos fica em torno de R$ 365,00 ao ano. Já quando se utiliza o tipo cartão de descontos, esse valor médio cai para R$ 208,00 ao ano. Ou seja, a empresa médica que opta pelo ilegal sistema de cartão de descontos perde em média por cliente/ano R$ 157, 00, que por certo são gastos em outros negócios não médicos.
Nós vamos lhe oferecer um check list com todas as etapas dessa implantação. Esse check list visa orientar e delinear as suas ações nessa nova e deslumbrante forma de incremento de receitas para empresas médicas.
Cartão de Descontos – Esse sistema compreende um modelo de negócio onde uma empresa ou uma administradora oferece descontos para os portadores desses tipos de cartões de clientes. Nesse caso o cartão pode ser de uma empresa própria, onde ela oferece descontos para os seus clientes nas suas próprias lojas. Esse cartão é conhecido como cartão próprio de descontos.
Já foi comprovado que os clientes de clínicas médicas aceitam até 15 minutos de atraso e que o tempo máximo desse atraso não pode ser superior a 30 minutos. Deste modo, o que era antes facilmente aceitos pelos clientes como fatores dos atrasos dos médicos, como argumentos, por exemplo: ‘apareceu uma urgência’; ‘ficou preso no trânsito", ou ‘já está chegando’, já não funcionam mais.
Quando um gestor de contas medicas diz que não há mais nada o que fazer quanto a eliminação das glosas no seu faturamento, ele está jogando a toalha no rinque e aceitando a derrota não pela luta insana, mas sim pela fuga covarde.

