Acadêmico de História UNIASSELVI; e Policial Militar.Catarinense, Casado Com Viviani e Pai de Giovanni e Fernanda.Um Garuvense Feliz e Realizado! Quer conhecer-me um pouco mais? Vá até o meu blog ! É muito fácil é só clicar : http://historianovicente.blog.terra.com.br !
Muitas vezes dizemos e fazemos coisas, que não sabemos ao certo o porquê as dissemos e fazemos!Isto é incrível, pois reproduzimos conceitos, comportamentos e posturas como se fossem verdades absolutas sem sequer refletir sobre elas. Quantas vezes ouvimos indagações como: “Isto é roupa de menino?”; “Jeito de menino?”; “Cor de menino?”, etc. Muitos creditam estas credencies aos livros didáticos, que insistem em demonstrar os meninos usando calça com boné azul, jogando bola na frente de casa, enquanto espera seu pai vir do trabalho. Na verdade estas distinções ilustrativas são mais remotas do que os tais livros, pois fazem parte de
Atualmente quando ouvimos a música que diz: “Você não vale nada, mas eu gosto de você”, automaticamente vem à nossa memória o casal Norminha e Abel, personagens da novela global Caminho das Índias. Aproveitando à popularidade deste casal fictício, que conquistou o Brasil, mencionaremos seu relacionamento contraditório com a relação intensa e conflituosa entre História e Memória.
Alguns a definem como bi-sexual ousamos dizer que Frida estava, além disso, pois nem Ela própria sabia o que era e tão pouco queria saber, e quem disse que temos que ser Homem ou Mulher!A moral, os bons costumes?E quem diz que os costumes são bons ou ruins? Quem ousaria dizer a Frida o que fazer!Tudo isto ela retrata em sua obra, sentimentos conflituosos, desesperanças, saudades, frustrações, mas ainda assim ela deixa bem claro: “Frida está no domínio de tudo”.
O que fabrica um historiador? É a pergunta que norteia o trabalho do historiador Durval Muniz de Albuquerque Júnior. Quando Michel de Certeau fez o mesmo questionamento, obviamente estava tentando passar a visão de que o historiador é um construtor, alguém que cria a partir de algo, pois toda construção surgi a partir de algo, enquanto Marx diz que a própria História é a máquina de construção, ao historiador cabe apenas o papel de engrenagem.
Quem não desejou um dia atravessar a “Ponte para Terabítia” e viver as mais loucas aventuras em um mundo completamente imaginário. Quem quiser ousar, não precisa ir muito longe, pois este mundo pode estar a sua frente, talvez não tenha nem que atravessar o rio. Basta abrir um livro e viajar por reinos fantásticos, repleto das mais variadas culturas em qualquer tempo e espaço. Nesta viagem quem determina o tempo é o leitor.
Analisar o “Mito da Caverna” é sempre desafiador, pois força-nos a uma hermenêutica onde a matéria prima está entre a sensibilidade e o imaginário. Até mesmo o autor do Mito, o intelectual Platão, mergulhou neste dilema tentando racionalizar essa incrível viagem surreal de Sócrates, mas como racionalizar ou sistematizar o inatingível abstrato? Todo aquele que ousou e ousar, terá grande possibilidade de errar, mas todo erro aponta para um novo caminho onde possivelmente encontraremos o acerto. Nesta busca incansável pela verdade, alvo do “Mito”, muitos intelectuais contribuíram e contribui com seus erros e acertos, encaixando algumas peças deste intrigante quebra-cabeça.
A palavra Reforma, apesar de complexa, seus significados mais comuns são: melhoramento; conserto; reparação; restauração; modificação, ou seja, aprimorar, reparar, restaurar ou modificar o que já está feito. Porém quando observamos os fatos da Reforma Religiosa, a nomenclatura Reforma fica sem sentido, pois não foi isto que aconteceu.O que houve foi a contrução de novas religiões, novos dogmas, novas alternativas e ainda que todas tenha o mesmo fim, guiar o Homem ao reencontro com Deus, cada uma delas afirma ser o único e verdadeiro caminho.
Quando começamos a captar literaturas para a composição deste trabalho, a primeira obra que analisamos foi a história sobre a colonização de Joinville, do autor Carlos Ficker. Depois de ler as quatrocentas e quarenta e cinco páginas deste livro, encontramos apenas quatro linhas mencionando os escravos. Então indagamos em um diálogo imaginário com o autor, tentando compreender o porquê um historiador tão renomado deixou de mencionar a presença negra em Joinville detalhadamente.
O aparente fracasso das capitanias hereditárias, onde tinham a pretensão assegurar suas fronteiras e colonizar a Colônia sem custos à Coroa, fizeram D. João III rever esta política e investir na gigantesca colônia do Brasil. O Rei confiaria à Martim Afonso de Sousa a manutenção de sua Colônia, para livrá-la das invasões e ao plantio da cana-de-açúcar para manter o esplendor de sua Corte. Em virtude da vigilância precária, aconteceram várias invasões na costa brasileira, apesar da retomada territorial, estas invasões sempre causavam prejuízos a Coroa Portuguesa, mas nenhuma invasão foi mais duradoura e prejudicial quanto a Holandesa na costa
A única alternativa era tentar uma rota comercial alternativa. Mas quem poderia aventurar-se em busca de uma nova rota em meio ao caos urbano, escassez de moedas, êxodo rural e uma eterna queda de braço entre nobres e burgueses?
Durante muito tempo, no anseio de criarmos uma sociedade mais educada e politizada,confundimos alguns papéis tutoriais.Assim proporcionamos um efeito contrário daquilo que planejamos.Agora temos que rever certos conceitos e replanejar de forma gradual e planejada a Educação na nossa Sociedade!
No âmbito escolar, a criança obriga-se a adaptar-se pra melhor se relacionar com os outros, passa a construir relações tanto com adultos quanto com as demais, e a deparar-se com diferentes contextos e com novas regras.
Analisar o “Mito da Caverna” é sempre desafiador, pois força-nos a uma hermenêutica onde a matéria prima está entre a sensibilidade e o imaginário. Até mesmo o autor do Mito, o intelectual Platão, mergulhou neste dilema tentando racionalizar essa incrível viagem surreal de Sócrates, mas como racionalizar ou sistematizar o inatingível abstrato? Todo aquele que ousou e ousar, terá grande possibilidade de errar, mas todo erro aponta para um novo caminho onde possivelmente encontraremos o acerto. Nesta busca incansável pela verdade, alvo do “Mito”, muitos intelectuais contribuíram e contribui com seus erros e acertos, encaixando algumas peças deste intrigante quebra-cabeça.
Equivocadamente muitos relacionam a tecnologia com a informática, pois de que serviria um notebook a um morador do sertão da Paraíba, onde não tem nem energia elétrica. Uma bomba manual, para tirar água do poço, seria uma tecnologia ideal, bem melhor aproveitada e aceita pelo morador do sertão da Paraíba!
Incluir é uma palavra que está cada vez mais na mídia. Afinal excluir passou a ser politicamente incorreto. Incluir é inserir em um contexto já formado, algo ou alguém que estava fora, ou seja, excluído deste contexto.Segundo Rosana Rodrigues Dias, “não basta matricular para dizer que somos uma escola inclusiva, é preciso garantir as condições de aprendizagem” (Nova Escola, outubro, 2007, p. 41).
A palavra Reforma, apesar de complexa, seus significados mais comuns são: melhoramento; conserto; reparação; restauração; modificação, ou seja, aprimorar, reparar, restaurar ou modificar o que já está feito. Porém quando observamos os fatos da Reforma Religiosa, a nomenclatura Reforma fica sem sentido, pois não foi isto que aconteceu.O que houve foi a contrução de novas religiões, novos dogmas, novas alternativas e ainda que todas tenha o mesmo fim, guiar o Homem ao reencontro com Deus, cada uma delas afirma ser o único e verdadeiro caminho.
A única alternativa era tentar uma rota comercial alternativa. Mas quem poderia aventurar-se em busca de uma nova rota em meio ao caos urbano, escassez de moedas, êxodo rural e uma eterna queda de braço entre nobres e burgueses?
O desfile ganhava volume e beleza, quando era completado pela classe dos alunos menos favorecidos , que era a grande maioria. Naquela época, os alunos não ganhavam uniformes e tinham que comprar. Os uniformes novos tinham que ser azul e branco e o calçado era a famosa conga, que também tinha nas cores, azul e branco.
Só quem conhece e morou neste paraíso, sente, fala e declama,do fundo do coração , a grandeza deste sentimento.Uma declaração de amor à cidade de Garuva - SC , o Paraíso das Aguas!
O aparente fracasso das capitanias hereditárias, onde tinham a pretensão assegurar suas fronteiras e colonizar a Colônia sem custos à Coroa, fizeram D. João III rever esta política e investir na gigantesca colônia do Brasil. O Rei confiaria à Martim Afonso de Sousa a manutenção de sua Colônia, para livrá-la das invasões e ao plantio da cana-de-açúcar para manter o esplendor de sua Corte. Em virtude da vigilância precária, aconteceram várias invasões na costa brasileira, apesar da retomada territorial, estas invasões sempre causavam prejuízos a Coroa Portuguesa, mas nenhuma invasão foi mais duradoura e prejudicial quanto a Holandesa na costa
Dias atrás, estávamos passando pela sala quando ouvimos uma chamada de um filme na televisão: “Deu a Louca na Chapeuzinho”.Achei curioso, é claro que hoje em dia é muito comum retornar à moda coisas antigas , com uma roupagem totalmente moderna e as vezes até surreal, mas até contos infantis? Então resolvemos assistir.
O desfile ganhava volume e beleza, quando era completado pela classe dos alunos menos favorecidos , que era a grande maioria. Naquela época, os alunos não ganhavam uniformes e tinham que comprar. Os uniformes novos tinham que ser azul e branco e o calçado era a famosa conga, que também tinha nas cores, azul e branco.
O rigoroso inverno fez com que os primeiros colonizadores mantivessem o navio ancorado próximo a costa por quatro meses, para servi-lhes como abrigo. Com o retorno do navio à Inglaterra, os puritanos, que mais tarde seriam denominados “Pais Peregrinos".
Incluir é uma palavra que está cada vez mais na mídia. Afinal excluir passou a ser politicamente incorreto. Incluir é inserir em um contexto já formado, algo ou alguém que estava fora, ou seja, excluído deste contexto.Segundo Rosana Rodrigues Dias, “não basta matricular para dizer que somos uma escola inclusiva, é preciso garantir as condições de aprendizagem” (Nova Escola, outubro, 2007, p. 41).
No âmbito escolar, a criança obriga-se a adaptar-se pra melhor se relacionar com os outros, passa a construir relações tanto com adultos quanto com as demais, e a deparar-se com diferentes contextos e com novas regras.
Durante muito tempo, no anseio de criarmos uma sociedade mais educada e politizada,confundimos alguns papéis tutoriais.Assim proporcionamos um efeito contrário daquilo que planejamos.Agora temos que rever certos conceitos e replanejar de forma gradual e planejada a Educação na nossa Sociedade!
Equivocadamente muitos relacionam a tecnologia com a informática, pois de que serviria um notebook a um morador do sertão da Paraíba, onde não tem nem energia elétrica. Uma bomba manual, para tirar água do poço, seria uma tecnologia ideal, bem melhor aproveitada e aceita pelo morador do sertão da Paraíba!
Só quem conhece e morou neste paraíso, sente, fala e declama,do fundo do coração , a grandeza deste sentimento.Uma declaração de amor à cidade de Garuva - SC , o Paraíso das Aguas!
A única alternativa era tentar uma rota comercial alternativa. Mas quem poderia aventurar-se em busca de uma nova rota em meio ao caos urbano, escassez de moedas, êxodo rural e uma eterna queda de braço entre nobres e burgueses?
O aparente fracasso das capitanias hereditárias, onde tinham a pretensão assegurar suas fronteiras e colonizar a Colônia sem custos à Coroa, fizeram D. João III rever esta política e investir na gigantesca colônia do Brasil. O Rei confiaria à Martim Afonso de Sousa a manutenção de sua Colônia, para livrá-la das invasões e ao plantio da cana-de-açúcar para manter o esplendor de sua Corte. Em virtude da vigilância precária, aconteceram várias invasões na costa brasileira, apesar da retomada territorial, estas invasões sempre causavam prejuízos a Coroa Portuguesa, mas nenhuma invasão foi mais duradoura e prejudicial quanto a Holandesa na costa

