Kahn é advogado e administrador de empresas, diretor e fundador do Clube do Petróleo, gerente executivo das pós-graduações da Coppe em petróleo (MBP-COPPE) e meio ambiente (MBE-COPPE). Foi administrador na Shell Brasil entre 1988 e 1996. Kahn é especializado no setor petróleo e em meio ambiente, sendo autor dos livros Sumário do Direito Ambiental na Indústria do Petróleo e Gerenciamento de Projetos Ambientais, Riscos & Conflitos. Kahn é também analista em Geopolítica do Petróleo e autor de inúmeros artigos, muitos deles apresentados no site do Clube do Petróleo (www.clubedopetroleo.com.br ) No Clube do Petróleo é o responsável pela coordenação de inúmeros seminários, cursos e treinamentos fechados (oferecidos na Shell, Fugro, Gaia, Petrobras, entre outras).
Há alguns anos seria difícil imaginar que o Brasil, ainda buscando arduamente a auto-suficiência em petróleo (depois de ter passado a década de 80 com uma balança comercial estraçalhada por altas consecutivas na cotação do “ouro negro”), agora estaria na mira dos investidores internacionais, com perspectivas de receber investimentos de dezenas de bilhões de dólares. Em trinta anos, o país viveu uma verdadeira “virada de mesa”, colocando-se entre uma das mais promissoras economias deste século.
O conceito que hoje temos de classe média é um amálgama de visões construídas ao longo dos últimos séculos; algumas por demais preconceituosas – a visão européia é particularmente estigmatizada, assim como a brasileira – e algumas por demais românticas (vide o american way of life). Recentemente, estudos deram conta de que, na Grã-Bretanha, os cidadãos apresentam forte resistência a se classificarem como parte da classe média, preferindo o termo working class, ou “classe trabalhadora”.
Com a crise financeira, praticamente todas as expectativas mundiais assumiram novos contornos. Aquilo que se projetava para o mundo há um ano atrás passou a ter de ser necessariamente revisto, e nada pode ser afirmado ou compreendido com exatidão, uma vez que não se sabe o rumo ou efeito que as soluções adotadas irão tomar.
Creio que a resposta é bastante simples e pode ser formulada com uma nova pergunta. Afinal, por que não haveria na Indústria do Petróleo - gigante a ponto de especializar profissionais de Tecnologia da Informação, logística, comércio internacional, seguros, etc... – um ramo especificamente voltado para os advogados (profissionais essenciais para garantir o funcionamento nas atividades meio de qualquer setor)?
A efetiva contribuição da indústria do petróleo na economia brasileira e principalmente na economia do estado do Rio de Janeiro é algo que varia muito em função das cotações internacionais do barril de petróleo. No entanto, o que já podemos observar e sublinhar é um definitivo efeito multiplicador, com a expansão de diversas áreas ligadas direta ou indiretamente a Indústria do Petróleo.
O ano de 2009 começou com boas notícias para o setor de petróleo. Em um momento de grande instabilidade mundial, o governo brasileiro disse confiar no potencial da Indústria do Petróleo Nacional, assegurando aos investidores (potenciais e reais) do pré-sal que suas intenções não serão frustradas. No entanto, o que mais chama a atenção dos especialistas é o retorno do enfoque produtivo sobre a Bacia de Campos.
O jornal americano Washington Post, ao realizar uma pesquisa sobre a fome no mundo, deparou-se com uma situação triste e surpreendente: em 2008, mais 119 milhões de pessoas passaram a viver abaixo da linha de pobreza. Observada de perto, a maneira através da qual esta situação se configurou abrange os mais diversos aspectos, dos problemas ambientais à crise financeira.
Um erro recorrente de organizações governamentais, políticos e até mesmo cidadãos ao abordar o tema da escassez de recursos hídricos do planeta é focarem seus discursos apenas em rios, lagos e represas, ignorando a água que corre abaixo da superfície.
Seja em um processo operacional, uma negociação ou um projeto, no ambiente empresarial visamos sempre o lucro (leia-se, como lucro, a diferença positiva entre o que gastamos e o que ganhamos). Embora consista em um certo tabu abordar a questão desta maneira – em geral a visão capitalista é mal vista – estamos incluídos em um sistema no qual apenas aqueles que forem competentes e criativos o suficiente para lucrar mais do que os outros irão se perpertuar.
Os biocombustíveis encontram-se hoje no centro da discussão energética global, especialmente o programa brasileiro para a produção de álcool – criticado e defendido com o mesmo fervor por diversos especialistas e integrantes do setor energético. Deste debate, muitas vezes desviado pela desinformação do público, decorre uma série deitos.
Um erro recorrente de organizações governamentais, políticos e até mesmo cidadãos ao abordar o tema da escassez de recursos hídricos do planeta é focarem seus discursos apenas em rios, lagos e represas, ignorando a água que corre abaixo da superfície.
O futuro do petróleo, a maneira como o recurso se posicionará na escala energética daqui a alguns anos, é um assunto que gera grande controvérsia e surge cercado de preconceitos e informações mal-interpretadas.
Trata-se de um artigo direcionado para a área de negócios do Petróleo.
Acompanhando a descoberta de reservas abundantes em petróleo na área do pré-sal, descortina-se também a polêmica sobre a direção para onde toda esta riqueza vai nos levar. Que pode e vai gerar muito dinheiro, não há dúvidas, pois afinal a lógica do mercado está aqui: os países que não foram agraciados com grandes reservas de petróleo precisam comprar daqueles que produzem. É um dinheiro relativamente fácil, e por conseqüência perigoso.
Há alguns anos seria difícil imaginar que o Brasil, ainda buscando arduamente a auto-suficiência em petróleo (depois de ter passado a década de 80 com uma balança comercial estraçalhada por altas consecutivas na cotação do “ouro negro”), agora estaria na mira dos investidores internacionais, com perspectivas de receber investimentos de dezenas de bilhões de dólares. Em trinta anos, o país viveu uma verdadeira “virada de mesa”, colocando-se entre uma das mais promissoras economias deste século.
O jornal americano Washington Post, ao realizar uma pesquisa sobre a fome no mundo, deparou-se com uma situação triste e surpreendente: em 2008, mais 119 milhões de pessoas passaram a viver abaixo da linha de pobreza. Observada de perto, a maneira através da qual esta situação se configurou abrange os mais diversos aspectos, dos problemas ambientais à crise financeira.
O ano de 2009 começou com boas notícias para o setor de petróleo. Em um momento de grande instabilidade mundial, o governo brasileiro disse confiar no potencial da Indústria do Petróleo Nacional, assegurando aos investidores (potenciais e reais) do pré-sal que suas intenções não serão frustradas. No entanto, o que mais chama a atenção dos especialistas é o retorno do enfoque produtivo sobre a Bacia de Campos.
Embora decidir seja uma etapa estressante do gerenciamento, muito mais difícil do que decidir é a necessidade de delegar a decisão para outras pessoas. É natural nossa resistência em entregar atividades de importância (pessoal e profissional) para quem nem sempre partilha de nossas técnicas e visões, no entanto esta é uma atitude indispensável para que os projetos transcorram: ninguém, por mais talentoso ou esforçado que seja, pode fazer tudo sozinho.
Certamente por preverem seu próprio futuro, os chineses, que dentro de alguns anos alcançarão o posto de maiores importadores de petróleo do mundo, hoje investem pesado nos projetos de extração de Arenito Betuminoso de Alberta, Canadá, dentre tantas iniciativas energéticas.
Um artigo que aborda uma questão econômica e social.
Imagine uma luta de boxe. Um atleta, frente a seu oponente, analisa a situação e prepara-se para o ataque. Quando encontra o ponto fraco do adversário, não hesita e ataca, pois naturalmente de nada lhe serviria imaginar o golpe exato se este golpe não fosse aplicado.
Em matéria da Nicomex Notícias, de 28 de janeiro de 2010, foram divulgados planos audaciosos de empresas como a Chevron, que, em parceria com a PETROBRAS, promete números acima dos US$5 bilhões em investimentos na Bacia de Campos, visando à recuperação de até 380 milhões de barris em campos já em produção, desta forma otimizando a região. Além da Chevron, a OGX promete investir cerca de US$30 bilhões no E&P brasileiro nesta década.
Quando falamos em Golfo Pérsico, se com relação ao petróleo o que temos diante de nós é um verdadeiro império de reservas (cinco das maiores do mundo estão ali), em termos políticos estamos diante de um complexo amálgama de posicionamentos.
O futuro do petróleo, a maneira como o recurso se posicionará na escala energética daqui a alguns anos, é um assunto que gera grande controvérsia e surge cercado de preconceitos e informações mal-interpretadas.
Programação: O palestrante exporá de forma simples, porém em termos apropriados, o atual modelo brasileiro de E&P (exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural) e o modelo proposto pelos quatro projetos de lei enviados pelo Poder Executivo Federal ao Congresso Nacional para as atividades na área do "Pré-sal".
Acompanhando a descoberta de reservas abundantes em petróleo na área do pré-sal, descortina-se também a polêmica sobre a direção para onde toda esta riqueza vai nos levar. Que pode e vai gerar muito dinheiro, não há dúvidas, pois afinal a lógica do mercado está aqui: os países que não foram agraciados com grandes reservas de petróleo precisam comprar daqueles que produzem. É um dinheiro relativamente fácil, e por conseqüência perigoso.
A esperada virada na política climática dos EUA começa, enfim, a tomar uma forma. Se com a crise econômica foram colocadas em xeque as promessas do presidente Barack Obama, agora podemos dizer que o governo americano está se adaptando à nova realidade global.
"No dia em que um quilo de picanha irá custar mais do que um MP4 ...." Embora pareça um exagero, hoje já não é tão irreal uma afirmativa desta dimensão. Quando colocamos o século XXI em perspectiva, notamos o quanto a banalização dos bens tecnológicos - cada dia mais desvalorizados - rivaliza com a crescente valorização dos recursos naturais, escarceados por crescimento desordenado e irresponsável do planeta nos últimos 100 anos.
O que ninguém imaginava era que o Brasil, país do samba e do futebol, fosse também país do petróleo. Os que já passaram dos 40 ainda amargam a lembrança das filas dos postos de gasolina, nas quais pacientemente aguardavam para poder encher o pequeno tanque do Fusquinha antes do próximo aumento da gasolina.
Os biocombustíveis encontram-se hoje no centro da discussão energética global, especialmente o programa brasileiro para a produção de álcool – criticado e defendido com o mesmo fervor por diversos especialistas e integrantes do setor energético. Deste debate, muitas vezes desviado pela desinformação do público, decorre uma série deitos.

