Kahn é advogado e administrador de empresas, diretor e fundador do Clube do Petróleo, gerente executivo das pós-graduações da Coppe em petróleo (MBP-COPPE) e meio ambiente (MBE-COPPE). Foi administrador na Shell Brasil entre 1988 e 1996. Kahn é especializado no setor petróleo e em meio ambiente, sendo autor dos livros Sumário do Direito Ambiental na Indústria do Petróleo e Gerenciamento de Projetos Ambientais, Riscos & Conflitos. Kahn é também analista em Geopolítica do Petróleo e autor de inúmeros artigos, muitos deles apresentados no site do Clube do Petróleo (www.clubedopetroleo.com.br ) No Clube do Petróleo é o responsável pela coordenação de inúmeros seminários, cursos e treinamentos fechados (oferecidos na Shell, Fugro, Gaia, Petrobras, entre outras).
"No dia em que um quilo de picanha irá custar mais do que um MP4 ...." Embora pareça um exagero, hoje já não é tão irreal uma afirmativa desta dimensão. Quando colocamos o século XXI em perspectiva, notamos o quanto a banalização dos bens tecnológicos - cada dia mais desvalorizados - rivaliza com a crescente valorização dos recursos naturais, escarceados por crescimento desordenado e irresponsável do planeta nos últimos 100 anos.
Acompanhando a descoberta de reservas abundantes em petróleo na área do pré-sal, descortina-se também a polêmica sobre a direção para onde toda esta riqueza vai nos levar. Que pode e vai gerar muito dinheiro, não há dúvidas, pois afinal a lógica do mercado está aqui: os países que não foram agraciados com grandes reservas de petróleo precisam comprar daqueles que produzem. É um dinheiro relativamente fácil, e por conseqüência perigoso.
Quando falamos em Golfo Pérsico, se com relação ao petróleo o que temos diante de nós é um verdadeiro império de reservas (cinco das maiores do mundo estão ali), em termos políticos estamos diante de um complexo amálgama de posicionamentos.
Embora decidir seja uma etapa estressante do gerenciamento, muito mais difícil do que decidir é a necessidade de delegar a decisão para outras pessoas. É natural nossa resistência em entregar atividades de importância (pessoal e profissional) para quem nem sempre partilha de nossas técnicas e visões, no entanto esta é uma atitude indispensável para que os projetos transcorram: ninguém, por mais talentoso ou esforçado que seja, pode fazer tudo sozinho.
O artigo trata sobre a questão do desperdício que acaba prejudicando o meio ambiente.
"Selecionamos da sabedoria popular alguns preceitos que traçaram os caminhos da gestão. Julguem por vocês mesmos se tais conhecimentos já não estão entre nós há muito, muito tempo.
O artigo trata dos aspectos positivos que o processo intuitivo pode acrescentar à formação profissional.
Artigo trata das diversas questões relacionadas ao Barril do Petróleo.
Trata-se de um artigo voltado para qualificação profissional dos responsáveis pelas empresas, na relação com seus funcionários.
Trata-se de um artigo direcionado para interessados em bem administrar uma empresa.
Acompanhando a descoberta de reservas abundantes em petróleo na área do pré-sal, descortina-se também a polêmica sobre a direção para onde toda esta riqueza irá nos levar. Que pode e vai gerar muito dinheiro, não há dúvidas, pois afinal a lógica do mercado está aqui: os países que não foram agraciados com grandes reservas de petróleo precisam comprar daqueles que produzem. É um dinheiro relativamente fácil, e por conseqüência, perigoso.
"No dia em que um quilo de picanha irá custar mais do que um MP4 ...." Embora pareça um exagero, hoje já não é tão irreal uma afirmativa desta dimensão. Quando colocamos o século XXI em perspectiva, notamos o quanto a banalização dos bens tecnológicos - cada dia mais desvalorizados - rivaliza com a crescente valorização dos recursos naturais, escarceados por crescimento desordenado e irresponsável do planeta nos últimos 100 anos.
Trata-se de um artigo voltado para área de negócios.
A descoberta do pré-sal promete mexer com a economia brasileira nos próximos anos. Mais do que isto, gerar um número recorde de empregos.
Em tempos de pré-sal só pensamos nas novas e gigantes reservas de petróleo que iremos descobrir e até deixamos para segundo plano os projetos de grande magnitude e importância como é o caso do “COMPERJ”.
Com relação à Indústria do Petróleo já se vislumbra que no Estado do Rio ela crescerá de forma nunca antes imaginada. Sabe-se muito bem que o "Pré-sal" caracteriza-se por grandes desafios, assim como por elevados riscos, e que estes fatores irão multiplicar muitas vezes os investimentos no desenvolvimento de uma nova logística offshore e tecnologia para o E&P.
Segundo os preceitos mais básicos da filosofia, compreender uma questão nada mais é do que associar idéias e elementos já conhecidos para se chegar a uma nova proposição. Este texto, por exemplo, só pode ser compreendido por você, o leitor, devido ao conhecimento de regras gramaticais e vocábulos separados que, desde a infância, tornaram-se associações praticamente “automáticas” na sua memória.
A modernidade do projeto reduzirá bastante os custos portuários e ainda permitirá a atracação de navios bem maiores que os atracados hoje, já que a profundidade média planejada gira em torno de 18 metros submarinos.
A descoberta do pré-sal promete mexer com a economia brasileira nos próximos anos. Mais do que isto, gerar um número recorde de empregos.
Em matéria da Nicomex Notícias, de 28 de janeiro de 2010, foram divulgados planos audaciosos de empresas como a Chevron, que, em parceria com a PETROBRAS, promete números acima dos US$5 bilhões em investimentos na Bacia de Campos, visando à recuperação de até 380 milhões de barris em campos já em produção, desta forma otimizando a região. Além da Chevron, a OGX promete investir cerca de US$30 bilhões no E&P brasileiro nesta década.
"No dia em que um quilo de picanha irá custar mais do que um MP4 ...." Embora pareça um exagero, hoje já não é tão irreal uma afirmativa desta dimensão. Quando colocamos o século XXI em perspectiva, notamos o quanto a banalização dos bens tecnológicos - cada dia mais desvalorizados - rivaliza com a crescente valorização dos recursos naturais, escarceados por crescimento desordenado e irresponsável do planeta nos últimos 100 anos.
O que ninguém imaginava era que o Brasil, país do samba e do futebol, fosse também país do petróleo. Os que já passaram dos 40 ainda amargam a lembrança das filas dos postos de gasolina, nas quais pacientemente aguardavam para poder encher o pequeno tanque do Fusquinha antes do próximo aumento da gasolina.
Os biocombustíveis encontram-se hoje no centro da discussão energética global, especialmente o programa brasileiro para a produção de álcool – criticado e defendido com o mesmo fervor por diversos especialistas e integrantes do setor energético. Deste debate, muitas vezes desviado pela desinformação do público, decorre uma série deitos.
Acompanhando a descoberta de reservas abundantes em petróleo na área do pré-sal, descortina-se também a polêmica sobre a direção para onde toda esta riqueza irá nos levar. Que pode e vai gerar muito dinheiro, não há dúvidas, pois afinal a lógica do mercado está aqui: os países que não foram agraciados com grandes reservas de petróleo precisam comprar daqueles que produzem. É um dinheiro relativamente fácil, e por conseqüência, perigoso.
Seja em um processo operacional, uma negociação ou um projeto, no ambiente empresarial visamos sempre o lucro (leia-se, como lucro, a diferença positiva entre o que gastamos e o que ganhamos). Embora consista em um certo tabu abordar a questão desta maneira – em geral a visão capitalista é mal vista – estamos incluídos em um sistema no qual apenas aqueles que forem competentes e criativos o suficiente para lucrar mais do que os outros irão se perpertuar.
Tudo começou em 1998, motivados pela Lei do Petróleo e pela criação da ANP, foi quando a COPPE lançou a primeira pós-graduação em petróleo & gás do Brasil. Estava montada então a primeira turma do MBP-COPPE/UFRJ, naqueles tempos não poderíamos sequer imaginar o que o destino nos reservava e que nossas reservas iriam crescer tanto, com a descoberta “dos blocos do pré-sal”. Um detalhe relevante, na época a cotação do barril de petróleo, girava em torno dos US$ 15,00.
Um erro recorrente de organizações governamentais, políticos e até mesmo cidadãos ao abordar o tema da escassez de recursos hídricos do planeta é focarem seus discursos apenas em rios, lagos e represas, ignorando a água que corre abaixo da superfície.
Certamente por preverem seu próprio futuro, os chineses, que dentro de alguns anos alcançarão o posto de maiores importadores de petróleo do mundo, hoje investem pesado nos projetos de extração de Arenito Betuminoso de Alberta, Canadá, dentre tantas iniciativas energéticas.
Com relação à Indústria do Petróleo já se vislumbra que no Estado do Rio ela crescerá de forma nunca antes imaginada. Sabe-se muito bem que o "Pré-sal" caracteriza-se por grandes desafios, assim como por elevados riscos, e que estes fatores irão multiplicar muitas vezes os investimentos no desenvolvimento de uma nova logística offshore e tecnologia para o E&P.
O ano de 2009 começou com boas notícias para o setor de petróleo. Em um momento de grande instabilidade mundial, o governo brasileiro disse confiar no potencial da Indústria do Petróleo Nacional, assegurando aos investidores (potenciais e reais) do pré-sal que suas intenções não serão frustradas. No entanto, o que mais chama a atenção dos especialistas é o retorno do enfoque produtivo sobre a Bacia de Campos.

