Kahn é advogado e administrador de empresas, diretor e fundador do Clube do Petróleo, gerente executivo das pós-graduações da Coppe em petróleo (MBP-COPPE) e meio ambiente (MBE-COPPE). Foi administrador na Shell Brasil entre 1988 e 1996. Kahn é especializado no setor petróleo e em meio ambiente, sendo autor dos livros Sumário do Direito Ambiental na Indústria do Petróleo e Gerenciamento de Projetos Ambientais, Riscos & Conflitos. Kahn é também analista em Geopolítica do Petróleo e autor de inúmeros artigos, muitos deles apresentados no site do Clube do Petróleo (www.clubedopetroleo.com.br ) No Clube do Petróleo é o responsável pela coordenação de inúmeros seminários, cursos e treinamentos fechados (oferecidos na Shell, Fugro, Gaia, Petrobras, entre outras).
O artigo trata da importância de se estabelecer os custos e benefícios de um determinado projeto. Esta é uma etapa essencial para o bom trabalho de gerência.
Trata-se de um artigo direcionado para a área de negócios do Petróleo.
Trata-se de um artigo voltado para área de negócios.
Trata-se de um artigo que aborda questões políticas, ambientais, economicas e sociais.
Um artigo que aborda uma questão econômica e social.
Artigo que aborda questões da geopolítica do petróleo.
Trata -se de um artigo que aborda questões econômicas e o impacto delas no meio ambiente.
Tudo começou em 1998, motivados pela Lei do Petróleo e pela criação da ANP, foi quando a COPPE lançou a primeira pós-graduação em petróleo & gás do Brasil. Estava montada então a primeira turma do MBP-COPPE/UFRJ, naqueles tempos não poderíamos sequer imaginar o que o destino nos reservava e que nossas reservas iriam crescer tanto, com a descoberta “dos blocos do pré-sal”. Um detalhe relevante, na época a cotação do barril de petróleo, girava em torno dos US$ 15,00.
As estatísticas mostram que atualmente existe um carro na China para cada 35 chineses. Apesar de ainda estarem longe do Brasil, em que a média é de um carro para cada 8 brasileiros, e principalmente dos EUA, onde há quase um carro para cada cidadão americano, o que acontecerá com o Mundo quando cada família chinesa tiver o seu carro?
Programação: O palestrante exporá de forma simples, porém em termos apropriados, o atual modelo brasileiro de E&P (exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural) e o modelo proposto pelos quatro projetos de lei enviados pelo Poder Executivo Federal ao Congresso Nacional para as atividades na área do "Pré-sal".
Seja em um processo operacional, uma negociação ou um projeto, no ambiente empresarial visamos sempre o lucro (leia-se, como lucro, a diferença positiva entre o que gastamos e o que ganhamos). Embora consista em um certo tabu abordar a questão desta maneira – em geral a visão capitalista é mal vista – estamos incluídos em um sistema no qual apenas aqueles que forem competentes e criativos o suficiente para lucrar mais do que os outros irão se perpertuar.
Entretanto, nós cariocas, devemos mesmo é nos orgulhar com a nossa cidade que está fazendo a sua parte e se preparando para sediar os jogos olímpicos de 2016.
Imaginem que nossas reservas poderão facilmente quadruplicar, mas não esqueçam de levar em conta que este tesouro está a 350km do litoral e a mais de 6 mil metros de profundidade. Façam as contas conosco: quantos navios e barcos de apoio deverão ser construídos? Quantas das tão complexas “Árvores de Natal”? BOP.s? Quilômetros de umbilicais necessários para explorarmos e produzirmos todo este óleo que tanto ambicionamos?
A Indústria Naval está a todo vapor para atender ao ritmo da Indústria do Petróleo e suas incessantes encomendas de petroleiros, plataformas, FPSO, centenas de embarcações de apoio “Offshore” e até sondas de exploração.
O que ninguém imaginava era que o Brasil, país do samba e do futebol, fosse também país do petróleo. Os que já passaram dos 40 ainda amargam a lembrança das filas dos postos de gasolina, nas quais pacientemente aguardavam para poder encher o pequeno tanque do Fusquinha antes do próximo aumento da gasolina.
Os biocombustíveis encontram-se hoje no centro da discussão energética global, especialmente o programa brasileiro para a produção de álcool – criticado e defendido com o mesmo fervor por diversos especialistas e integrantes do setor energético. Deste debate, muitas vezes desviado pela desinformação do público, decorre uma série deitos.
Acompanhando a descoberta de reservas abundantes em petróleo na área do pré-sal, descortina-se também a polêmica sobre a direção para onde toda esta riqueza irá nos levar. Que pode e vai gerar muito dinheiro, não há dúvidas, pois afinal a lógica do mercado está aqui: os países que não foram agraciados com grandes reservas de petróleo precisam comprar daqueles que produzem. É um dinheiro relativamente fácil, e por conseqüência, perigoso.
Seja em um processo operacional, uma negociação ou um projeto, no ambiente empresarial visamos sempre o lucro (leia-se, como lucro, a diferença positiva entre o que gastamos e o que ganhamos). Embora consista em um certo tabu abordar a questão desta maneira – em geral a visão capitalista é mal vista – estamos incluídos em um sistema no qual apenas aqueles que forem competentes e criativos o suficiente para lucrar mais do que os outros irão se perpertuar.
Tudo começou em 1998, motivados pela Lei do Petróleo e pela criação da ANP, foi quando a COPPE lançou a primeira pós-graduação em petróleo & gás do Brasil. Estava montada então a primeira turma do MBP-COPPE/UFRJ, naqueles tempos não poderíamos sequer imaginar o que o destino nos reservava e que nossas reservas iriam crescer tanto, com a descoberta “dos blocos do pré-sal”. Um detalhe relevante, na época a cotação do barril de petróleo, girava em torno dos US$ 15,00.
Um erro recorrente de organizações governamentais, políticos e até mesmo cidadãos ao abordar o tema da escassez de recursos hídricos do planeta é focarem seus discursos apenas em rios, lagos e represas, ignorando a água que corre abaixo da superfície.
Certamente por preverem seu próprio futuro, os chineses, que dentro de alguns anos alcançarão o posto de maiores importadores de petróleo do mundo, hoje investem pesado nos projetos de extração de Arenito Betuminoso de Alberta, Canadá, dentre tantas iniciativas energéticas.

