Miguel Cristovao

Total de artigos publicados: 28

Membero desde: 20/11/2008

Pós-Graduado em Gestão de Marketing e Mestrado em Estratégia e Desenvolvimento Empresarial. Experiência de quase 20 anos nas áreas de Marketing e Vendas, com funções em empresas como 3M , Tudor, ABB-Adtranz e Sixt. Actualmente na Samsung Portugal com Responsabilidade pela Gestão de Grandes Contas na Mobile Divison. Membro ainda da APPM - Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing, do Clube da Negociação e palestrante convidado de Seminários do IIR - Instituto for International Research. Contacto em: http://www.linkedin.com/in/miguelcristovao

Atividade recente

Senge desenvolveu, na sua obra “The Fifth Discipline”, conceitos Psico-sociais das organizações que permitem enquadrar o modelo do Learning em princípios de complexidade que podem condicionar a aplicação duma estratégia emergente.

Por: Miguel Cristovao l Negócios & Admin. l 25/07/2009

Mintzberg faz o seu primeiro artigo sobre o tema da estratégia em 1967, durante a preparação da sua tese de doutoramento, e que contrastou com a teoria evolucionista (Darwinista) da empresa – “The Science of Strategy Making” Em 1971 iniciou um projecto de investigação que pretendia acompanhar a estratégia das empresas ao longo do tempo de forma a concluir sobre a implicação dessa estratégia no seu desempenho e opções. Este projecto durou doze anos e em 1987 foi publicada na HBR.

Por: Miguel Cristovao l Negócios & Admin. l 11/07/2009

Os indivíduos têm um papel relevante dentro das organizações, e ainda que sejam evidentemente tangíveis, oferecem às empresas o recurso intangível das suas destrezas, conhecimentos e habilidades de raciocínio na tomada de decisões.

Por: Miguel Cristovao l Negócios & Admin.> Gestão l 20/06/2009

Num ambiente de constantes mudanças sociais, revoluções tecnológicas e em mercados globais, as empresas revolucionárias têm enormes oportunidades de sucesso. Há que aproveitar todas estas mudanças para inovar. Uma empresa conservadora que se agarre às tradicionais regras de mercado, muito rapidamente verá a sua estratégia ultrapassada.

Por: Miguel Cristovao l Marketing l 13/06/2009

A arquitectura estratégica tem o seu ponto fulcral na intenção estratégica, na medida em que a arquitectura pode apontar o caminho paro o futuro, mas só a intenção estratégica dá a noção de destino, direcção e descoberta. São estes atributos que envolvem os funcionários transmitindo-lhes novos horizontes a explorar e novos territórios competitivos. Em suma a intenção estratégica precisa de ser personalizada em cada funcionário para que estes saibam exactamente de que forma a sua contribuição é essencial. A intenção estratégica tem, portanto, uma fronteira emocional: é um objectivo que os funcionários interiorizam como válido.

Por: Miguel Cristovao l Negócios & Admin. l 24/04/2009

Uma visão aplicada às organizações empresariais em Portugal, seu regime de propriedade e grau de separação da gestão. Pistas para fazer uma análise mais profunda...

Por: Miguel Cristovao l Negócios & Admin.> Administração l 16/04/2009

Caso prático: temos de convencer um Director Geral que o marketing viral e o social media são técnicas e programas que funcionam, em que se potenciam conversas e troca de ideias, inclusivamente, com futuros Clientes. O que fazer ?

Por: Miguel Cristovao l Marketing l 08/04/2009

A globalização da economia tem vindo a exigir, cada vez mais mudanças no desenvolvimento de produtos e serviços capazes de responder às necessidades de mercados globais. A globalização significa na prática clientes globais e oportunidades globais. Este processo envolve uma crescente desregulamentação dos sectores da economia, a digitalização dos sistemas de comunicação e informação, padrões tecnológicos abertos e alta volatilidade. Em última análise à globalização de mercados, acrescenta-se a globalização da cadeia de valor, isto é, uma empresa pode espalhar as actividades da cadeia de valor pelo mundo, de forma a aproveitar em cada região o factor mais globalmente competitivo.

Por: Miguel Cristovao l Marketing l 06/04/2009

Claro que sim! Claro que esta crise irá passar e, no meio disso, o efeito mais importante que virá com esta crise é o de as empresas se focarem de novo no seu core business para assim voltarem a ser rentáveis.

Por: Miguel Cristovao l Negócios & Admin.> Vendas l 23/03/2009

As pessoas não deixam as empresas; abandonam chefes que confundem o título da função, com liderança real. Vale a pena pensar nisso... Ou será que não mudou já de um bom emprego por ter conflitos com o chefe ? Por outro lado, o negócio também precisa de “grandes” pessoas, que ajudem a empresa a crescer e a prosperar.

Por: Miguel Cristovao l Negócios & Admin.> Administração l 19/03/2009
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