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![]() Economista (1994). Especialista em Política Internacional (FESP-SP,1995), e Mestre em Integração da América Latina (USP, 2005). Possui curso de especialização pela Universidad de La Habana - Cuba (2003).
Atualmente é professor titular do Departamento de Economia da Faculdade de Ciências da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (FAC-FITO) e da Faculdade de Vinhedo, lecionando as disciplinas: Política e Planejamento Econômico e Questões Sócio-Econômicas. Lecionou em diversas outras instituições de ensino, dentre elas, SENAC, FIZO e EUROPAN. Áreas de Interesse e Estudo: 1.Economia Social/Solidária; 2.Desenvolvimento Sustentável (Economia Ecológica). 3. Economia Comportamental 4. Desenvolvimento Econômico Autor do livro \"Conversando sobre Economia\", publicado pela ed. Alínea, em 2002. ![]() Economia Tem A Ver Com FelicidadeSe a felicidade repousa no ato de consumir, como querem alguns, basta consumir cada vez mais para ser muito feliz. Afinal, consome-se de tudo (até mesmo coisas sem sentido) e, em geral, em quantidades que agradam muito aos ofertantes. Desse modo, como a sociedade, em geral, é muito consumista, pressupõe-se que há muita gente feliz. Portanto, nesse pormenor, a felicidade é igual ao consumo e o consumo leva a felicidade. Certo ou errado? ![]() Hacer Un Mundo MejorEl crecimiento económico no es garantía de reducción de la pobreza, pero es absolutamente imprescindible para mantener a la larga la reducción de la pobreza. Además, debe beneficiar a los pobres, para lo cual tiene que generar más oportunidades de obtención de ingresos, de manera que los pobres puedan realizar trabajos productivos y bien remunerados. ![]() Por Um Novo Humanismo Na EconomiaLadislau Dowbor nos diz que “a economia é um meio que deve servir para o desenvolvimento equilibrado da humanidade, ajudando-nos, como ciência, a selecionar as soluções mais positivas, a evitar os impasses mais perigosos”.
Em nosso entendimento, a economia só faz sentido de ser e torna-se útil se, e somente se, agrupar em seu intento crescimento econômico (equilibrado), equilíbrio ecológico (meio ambiente sustentável) e progresso social (justiça e equidade). ![]() EcoeconomiaA relação entre a ciência econômica e a ecologia tem sido cada vez mais, por conta da necessidade do crescimento (?), algo que intimamente não se desvincula.
No entanto, essa relação, ao longo do tempo, não tem sido nada amistosa e tem separado, em lados opostos, por conseguinte, duas maneiras de pensar essa relação ao assunto crescimento da economia versus exploração de recursos naturais. ![]() Manfred Max-Neef E Herman Daly: Dois Economistas AlternativosManfred Max-Neef e Herman Daly são dois economistas que fogem do padrão tradicional das ciências econômicas. Suas análises em relação ao comportamento humano, no que toca a exploração dos recursos naturais são bem críticos. Ambos estão erguendo a voz contra o atual modelo econômico que preconiza um crescimento sem limites e exponencial. Ambos ressaltam as consequências dessa falta de limites, explicando a insanidade econômica que regula esse tipo de intresse: crescer a qualquer preço. ![]() Provocações EconômicasA Economia (enquanto ciência) se “afunda” na incompreensão de muitos e torna-se, por conseqüência, pouco degustável. É esse o mundo dos economistas em que sobram perguntas, mas faltam respostas convincentes. As dúvidas superam, de longe, as certezas e o contra-senso, por conseguinte, parece então predominar.
O papel do economista e do professor universitário de Economia é justamente esse: provocar perguntas, sem esperar pelas respostas. ![]() Por Uma Nova EconomiaHá que se pensar numa nova economia, mais solidária, com uma face mais humana, com o coletivo predominando no lugar do individual. Caso contrário, a ganância, expressa na individualidade, vai continuar ganhando esse jogo e estabelecendo, por primazia, sua conduta egoísta que em nada contribui para a prática da solidariedade.
Contra a economia-individual, a favor da economia-social-coletiva. Contra uma sociedade desigual, em prol de uma sociedade de iguais. ![]() Reformulação Dos Propósitos EconômicosA ciência econômica carece de verdadeira reformulação em alguns de seus propósitos econômicos. Isso porque a receita econômica tradicional “entende” o crescimento econômico de maneira equivocada; propõe medir a riqueza de uma sociedade erroneamente e, para o cômputo do produto interno bruto (PIB), chega até mesmo a levar em conta as externalidades negativas. ![]() Contra A Pobreza, A Favor Dos PobresA pobreza de uns, não pode ser decorrente da soberba e ganância de outros. A riqueza não tem o direito de esfoliar a pobreza, assim como o mundo rico não pode abandonar os mais pobres à própria sorte. Se sobra para uns o que tanto falta aos outros, a repartição, nesse caso, deve ser ato obrigatório, pois além de ser moralmente desejável, tal ato vem revestido de dignidade e de forte sentimento humano, naquilo que todos clamamos, o respeito à vida. ![]() Conversando Sobre EconomiaNinguém pode ignorar a economia por dois únicos e singelos motivos: o primeiro é que não há recursos suficientes para todos, visto que os desejos são ilimitados. A escassez, entendida como falha de mercado, é uma verdade inconteste. O segundo motivo é que todos nós fazemos parte da economia. E os mais diversos assuntos que envolve a economia também nos envolvem a cada momento.
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