Ética E Ciência: Sobre O Uso De Animais
É certo que a ética está presente na ciência, mas que tipo de ética e para qual tipo de ciência? Sabemos que uma prática não se justifica eticamente apenas por ser "cientificamente necessária". É preciso perguntar que tipo de ciência queremos e, para além da ética, que custo ambiental estamos dispostos a pagar por ela.
Por certo nenhum dono de escravos era a favor dos maus tratos aos escravos. Para os gregos antigos, matar ou tratar mal escravos era imoral. Escravos são ferramentas, mas merecem respeito, pois a aristocracia grega dependia deles. Seria desperdício fazê-los sofrer sem um bom motivo. Porém, os benefícios que o sistema escravista trouxe à sociedade, por maiores que fossem, pois talvez nem existissem cidades sem escravos, não se justificam eticamente. O argumento anti-especista é o mesmo.
O fato de que cientistas são pessoas sérias e cultas também não justifica nada. Donos de escravos também eram os mais cultos da época, e tinham também uma "formação ética impecável" e eram bastante religiosos. O fato é que o anti-especismo questiona valores de nossa sociedade, e não apenas os reafirma. Estes valores também determinam o que será chamado de ético ou não em certas épocas.
Também não se trata de um conflito entre cientistas e leigos. Não são apenas leigos que se opõem à experimentação animal, mas biólogos, médicos, filósofos e cientistas. Mais do que ética na ciência, é preciso estudar a ética em si para compreender o problema.
Esta questão realmente envolve mitos e sentimentos. Um desses mitos é o avanço da medicina humana, baseado no sentimento de segurança, porém podemos questionar até que ponto temos uma saúde realmente melhor para toda humanidade e não apenas para a parte mais privilegiada dela, enquanto isso o número de doenças e epidemias cresce. Parece que você julga o avanço pelo progresso tecnológico, mas culturas sem tecnologia ou técnicas "avançadas" mantém a sa[ude dos seus membros tão bem quanto a nossa, talvez até melhor. Porque é o próprio progresso tecnológico o maior causador de doenças, como podemos ver no índice de causas de morte.
Mesmo que os benefícios fossem reais, nada justifica o escravismo, independente de que espécie seja. Quando uma pessoa diz que justifica usar outros animais para não usar humanos ela está apenas colocando os homens acima deles, e nesse sentido não ha diferença alguma entre especistas e nazistas.
O fato de dependermos de cada vez mais "recursos" (outras espécies) para viver é apenas uma das consequencias desastrosas de nossa cultura de acúmulo e expansão, baseada no escravismo.
Para pessoas do movimento de abolição animal, especismo é eticamente equivalente a nazismo, e por isso elas continuarão se opondo até que prove o contrário.
Você, como é de se esperar, se mostra 100% comprometido com o que é "cientificamente válido", como se isso fosse inquestionável, e por isso seu discurso não é realmente ético porque não coloca os valores éticos acima da ciência.
A não ser que você planeje questionar o especismo e o raciocínio que está sendo posto aqui, não haverá diálogo. Apenas tentativas de justificação que para nós são completamente absurdas.
Em resumo, que ciência é essa que necessita de escravidão? Precisamos mesmo deste tipo de ciência, e ainda que a atual sociedade dependa dela, precisamos mesmo de uma sociedade escravista?
Perguntas e Respostas
O que esperar da Rio+20 Apesar da sofisticada tecnologia que o ser humano desenvolveu em menos de duzentos anos e dos incontáveis inventos para facilitar a vida cotidiana, o equilíbrio entre a geração de progresso e a preservação do meio ambiente, não foi atingido. O resultado começou a ser notado há algumas décadas. Alguns fatores chamaram atenção imediata, como o aquecimento global, o derretimento das geleiras, as mudanças climáticas, e inúmeros fatores que não precisam ser citados. Essas muda
Ao Espírito, centelha imortal ativa, foi concedido por DEUS, para maior aprendizado o governo de um corpo de carne, onde diversas vidas infinitesimais se movimentam, pois nada fica na ociosidade no Universo do PAI Celestial.
Resumo Os morcegos brasileiros pertencem a ordem Microchiroptera e inclui um número de 17 famílias. A família Phylostomidae é a maior em números de espécies e variedades de hábitos alimentares, é o caso de Artibeus lituratus que se alimenta de frutos, insetos, folhas, sendo considerado um grande dispersor de sementes. Em áreas urbanas sua presença é relatada em vários estados do Brasil. Zaprionus indianus é um inseto que foi introduzido no Brasil através do fruto caqui, em Vila Isabel, SP. Atual
As folhas da Urtiga (Urtiga dióica L.) são usadas para fins terapêuticos por possuírem uma forte ação diurética, antiinflamatória, remineralizante e depuradora do sangue. Este estudo objetivou avaliar o potencial efeito tóxico da infusão de Urtiga sobre o crescimento das raízes de cebola (Allium cepa).
Após 25 a 30 dias de gestação de uma fêmea de Guppy, vem o momento mais esperado para um criador, o nascimento dos alevinos. Essa façanha faz o criador se encantar ainda mais por sua criação, este será o inicio de um dos resultados de um plano de trabalho na seleção de Guppy.
.Os recursos naturais ocorrem e estão distribuidos por força combinada de processos naturais e segundo valores humanos.A apropriação é também dependente de aspectos políticos quando são vistos como recursos estratégicos entre povos.
Depois de algumas gerações trabalhando em minha estufa, veio neste final de ano a geração F5 ainda em fase de melhorias, mas com suas características seguindo nossos objetivos.
Desde a fase primordial da criação do orbe terrestre, que um Ser Supremo, esteve planejando como seria a psicosfera do planeta, que ora habitamos. Afirmam os livros sagrados que Deus levou sete dias para a execução dessa obra. Criou o homem a sua imagem e semelhança, e ao notar a solidão da sua criação, resolveu então criar um ser do sexo oposto, para ser sua companheira. Durante um sono profundo retirou-lhe uma de suas costelas e criou a mulher.
Pelo que estamos realmente lutando quando dizemos que estamos lutando por nossos direitos?
As desvantagens de publicar numa editora barata Se você publica textos na internet já deve ter recebido algum "convite" de uma editora barata. Uma editora barata contrata pessoas para entrar em sites de hospedagem de textos e fisgar qualquer escritor amador, prometendo realizar seus sonhos de ter um livro publicado "com qualidade" e vendido em grandes livrarias. Tudo que o autor precisa fazer é um "investimento inicial", e logo depois, se o livro fizer sucesso, poderá receber seu parte, geralmente 10%.
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