Celta e Prisma mudam visual e preços sobem

02/02/2011 • Por • 605 Acessos

A dupla Celta e Prisma está de cara nova e interior renovado. A nomenclatura das versões também muda – saem Life e Spirit e entram LS e LT – assim como os preços, que subiram sutilmente por conta dos para-choques que agora vêm pintados na cor do veículo em todos os modelos. Os lançamentos já estão disponíveis para compra nas concessionárias Chevrolet. O último facelift da linha data de 2006, ano em que o sedã também foi lançado.

Nos dois carros, a mudança mais evidente é a nova grade, redesenhada para se adequar à identidade estética da marca, com a grade recortada no centro e gravata dourada maior. Entre outros detalhes, os compactos possuem também faróis escurecidos e lanternas com novo padrão de cores. Por dentro, mudam o desenho do volante, com adornos em alto-relevo, e o painel de controle do sistema de ventilação, que tem comandos semelhantes aos do Agile. Os bancos também contam com novo formato e tecidos atualizados.

O Celta na nova versão de entrada LS 1.0 flex duas portas parte de R$ 26.115 (o Celta LS com quatro portas começa em R$ 27.833), valor R$ 250 superior ao modelo inicial da série 2011. Ao acrescentar itens como direção hidráulica e ar-condicionado, o preço do carro vai para R$ 30.518. Já o modelo LT, oferecido apenas na configuração quatro portas e mais recheado de equipamentos – como trava elétrica e ar quente -, parte de R$ 29.364.

No Prisma o aumento de preço foi de R$ 200. Com motor 1.0 na versão LS (que traz o mesmo nível de itens do Celta), o sedã compacto tem preço inicial de R$ 31.344, enquanto a variante com motor 1.4 bicombustível, à venda somente com o pacote LT, custa R$ 32.150.

As mudanças, porém, restringem-se apenas às partes visuais dos veículos, que mantiveram seus conjuntos mecânicos inalterados. Sendo assim, o motor 1.0 da linha VHC E segue gerando até 78 cv e 9,7 kgfm de torque quando abastecido com etanol, ao passo que o bloco 1.4 produz 97 cv e 13,7 kgfm de torque, também com o combustível vegetal. Em todas as séries, o câmbio é manual de cinco marchas. iG Carros traz amanhã as primeiras impressões e mais informações sobre os lançamentos.

História do Celta

O Celta nasceu em setembro de 2000. Na época, a Chevrolet dizia que o lançamento era um carro feito pelos consumidores, sugerindo que o acabamento espartano e o estilo diferenciado (diante dos concorrentes Fiat Mille e Ford Ka) foram pensados para atender às principais necessidades de quem procurava um automóvel popular. Seu plano era vender o Celta por cerca de R$ 11.000, preço que subiu um pouco com a chegada do compacto às concessionárias.

Apesar do acabamento extremamente simples e do espaço interno reduzido, o Celta agradou pelo desempenho e pela economia de combustível. Logo de cara assumiu as primeiras posições de vendas: de 2002 a 2006, foi o terceiro colocado no ranking nacional, perdendo a posição para o Uno em 2007, depois perdendo a quarta colocação para o Corsa Sedan em 2008 e retomando o terceiro lugar em 2010.

O visual do Celta mudou pela primeira vez em 2006, com uma reestilização mais profunda do que a que o modelo sofre agora. A frente passa pela mudança maior, ganhando novos para-choques, faróis maiores e grade remodelada. Na traseira, as lanternas têm novas lentes e a placa, antes no para-choque, foi parar na tampa do porta-malas. Internamente, o painel é redesenhado e a padronagem dos bancos muda, mas não evolui.

Junto com a primeira reestilização vem o Prisma, versão sedã do Celta. E o instigante motor 1.4 volta à cena, agora com até 97 cv, quando abastecido com álcool. Mantendo a simplicidade do irmão hatch, o Prisma se destaca pelo grande porta-malas, de 439 litros.

Fonte: http://carros.ig.com.br/noticias/relembre+os+melhores+momentos+de+celta+e+prisma/2366.html

Perfil do Autor

Elias Rochet

Elias Rochet é webmaster do site Carros Usados onde é oferecido informações sobre carros novos, seminovos e tabela de preço de veículos online.