A evolução dos Computadores Ao longo da História

20/05/2012 • Por • 4,603 Acessos

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO  

                                                                                                                                              DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM COMPUTAÇÃO

DISCIPLINA DE PORTUGUES INSTRUMENTAL

PROFESSORA REGIANE CALDEIRA

ACADEMICO: GENIVALDO PEREIRA DA ROCHA

ARTIGO CIÊNTIFICO DE COMPUTAÇÃO

A evolução dos Computadores

Ao longo da História

Introdução

O objetivo deste artigo e demonstra a Evolução do Computador ao longo da historia, a evolução passo a passo de maquinas enorme a aparelhos que cabe na palma da mão, notara que o melhoramento do computador mudou da água par a o vinho.

Computadores já chegaram a pesar 30 toneladas e custar dois milhões de dólares, Não é segredo que o seu computador atual é fruto de uma evolução que levou décadas para chegar a onde está e ainda está muito longe de chegar ao seu final. Se pensarmos que cerca de dez anos atrás os processadores ainda nem conheciam os núcleos múltiplos, imaginar as máquinas que inauguraram a informática é uma tarefa ainda mais complicada, no início da década de 1950 já existiam computadores não se parecia nem um pouco com o que temos hoje, mas já realizavam alguns cálculos complexos em pouquíssimo tempo. Os primeiros computadores, como o ENIAC e o UNIVAC eram destinados apenas a funções de cálculos, sendo utilizados para resolução de problemas específicos.

Os computadores da primeira geração não contavam com uma linguagem padronizada de programação. Ou seja, cada máquina possuía seu próprio código e, para novas funções, era necessário reprogramar completamente o computador.

Esses computadores gigantescos ainda sofriam com o superaquecimento constante. Isso porque em vez de microprocessadores, eles utilizavam grandes válvulas elétricas, que permitiam amplificação e troca de sinais, por meio de pulsos, elas funcionavam de maneira correlata a uma placa de circuitos, sendo que cada válvula acesa ou apagada representava uma instrução à máquina. As gigantes máquinas não estavam sendo rentáveis, pelos constantes gastos com manutenção.

Foi então que os transistores criados em 1947 pela empresa Bell Laboratório passaram a integrar os painéis das máquinas de computar, os componentes eram criados a partir de materiais sólidos conhecidos como Silício, os materiais utilizados até hoje em placas e outros componentes, extraídos da areia abundante.

 Existia uma série de vantagens dos transistores em relação às válvulas, para começar as dimensões desses componentes eram bastante reduzidas, tornando os computadores da segunda geração cem vezes menores do que os da primeira geração, além disso, os novos computadores também surgiram mais econômicos, tanto em questões de consumo energético, quanto em preços de peças. Para os comandos desses computadores, as linguagens de máquina foram substituídas por linguagem Assembly.

 Esse tipo de programação é utilizado até hoje, mas em vez de ser utilizado para softwares ou sistemas operacionais, as fábricas de componentes de hardware trabalha com instruções mais diretas no próprio hardware.

 Em vez das 30 toneladas do ENIAC, o IBM 7094 versão de maior sucesso dessa segunda geração de computadores pesava apenas 890 Kg, e por mais que pareça pouco, essa mesma máquina ultrapassou a marca de 10 mil unidades vendidas os computadores dessa segunda geração foram inicialmente desenvolvidos para serem utilizados como mecanismos de controle em usinas nucleares, um modelo similar pode ser visto no desenho "Os Simpsons", mais especificamente no posto de trabalho de Homer, técnico de segurança na Usina Nuclear.

O emprego de materiais de silício chamado de semicondutor, Esse novo componente garantiu aumentos significativos na velocidade e eficiência dos computadores, permitindo que mais tarefas fossem desempenhadas em períodos de tempo mais curtos.

Com a terceira geração dos computadores, surgiram também os teclados para digitação de comandos. Monitores também permitiam a visualização de sistemas operacionais muito primitivos, ainda completamente distantes dos sistemas gráficos que conhecemos e utilizamos atualmente, Apesar das facilidades trazidas pelos semicondutores, os computadores dessa geração não foram reduzidos, sendo que um dos modelos de mais sucesso (o IBM 360, que vendeu mais de 30 mil unidades) chegava a pesar mais do que os antecessores, na década de 70 os computadores passaram a ser mais acessível, um grande avanço da terceira geração foi adição da capacidade de upgrade nas máquinas as empresas poderiam comprar computadores com determinadas configurações e aumentar as suas capacidades de acordo com a necessidade, pagando relativamente pouco por essas facilidades.

Em 1971, já eram criados processadores com esse novo formato, mas apenas na metade da década começaram a surgir comercialmente os primeiros computadores pessoais.

O Altair 880 podia ser comprado como um kit de montar, vendidos por revistas especializadas nos Estados Unidos. Foi com base nessa máquina que Bill Gates e Paul Allen criaram o "Basic" e inauguraram a dinastia Microsoft, Na mesma época, os dois Steves da Apple Jobs e Wozniac criaram a empresa da Maçã para se dedicarem a projetos de computação pessoal facilitados para usuários leigos, surgiu o Apple I, projeto que foi primeiramente apresentado para a HP, que foi sucedido pelo Apple II, após uma injeção de 250 mil dólares pela Intel. Essa segunda versão dos computadores possuía uma versão modificada do sistema BASIC, criada também pela Microsoft.

O grande avanço apresentado pelo sistema era a utilização de interface gráfica para alguns softwares. Também era possível utilizar processadores de texto, planilhas eletrônicas e bancos de dados.

A Apple foi responsável pela inauguração dos mouses na computação pessoal, juntamente com os sistemas operacionais gráficos, como o Macintosh. Pouco depois a Microsoft lançou a primeira versão do Windows, enfim chegamos aos computadores que grande parte dos usuários utiliza até hoje.

 Os computadores da quarta geração foram os primeiros a serem chamados de "microcomputadores" ou "micros". Esse nome se deve ao fato de eles pesarem menos de 20 kg, o que torna o armazenamento deles muito facilitado, Considerando o progresso da informática como sendo inversamente proporcional ao tamanho ocupado pelos componentes, não seria estranho que logo os computadores transformassem-se em peças portáteis. Os notebooks surgiram como objetos de luxo assim como foram os computadores até pouco tempo, eram caros, como a abertura de mercado grobal aumentou abrangência comercial, Ainda estamos em transição de uma fase em que os processadores tentavam alcançar clocks cada vez mais altos para uma fase em  o que importa mesmo é como podem ser melhor aproveitados esses clocks.

Deixou de ser necessário atingir velocidades de processamento superiores aos 2 GHz, mas passou a ser obrigatório que cada chip possua mais de um núcleo com essas freqüências, chegaram ao mercado os processadores que simulavam a existência de dois  núcleos de processamento, depois os que realmente apresentavam dois deles, hoje, há processadores que apresentam quatro núcleos, e outros, utilizados por servidores, que já oferecem oito, com tanta potência executando tarefas simultâneas, surgiu uma nova necessidade, Sabe-se que, quanto mais tarefas sendo executadas por um computador, mais energia elétrica seja consumida. Para combater essa máxima, as empresas fabricantes de chips passaram a pesquisar formas de reduzir o consumo, sem diminuir as capacidades de seus componentes.

Foi então que nasceu o conceito de "Processamento Verde", Os novos processadores são fabricados com a microarquitetura reduzida, fazendo com que os clocks sejam mais curtos e menos energia elétrica seja gasta, Ao mesmo tempo, esses processos são mais eficazes logo, a realização de tarefas com esse tipo de componente é boa para o usuário e também para o meio ambiente, os fabricantes buscam, incessantemente, formas de reduzir o impacto ambiental de suas indústrias. Os notebooks, por exemplo, estão sendo criados com telas de LED, muito menos nocivos à natureza do que LCDs comuns, não sabemos ainda quando surgirá a sexta geração de computadores. Há quem considere a inteligência artificial como sendo essa nova geração, mas também há quem diga que robôs não fazem parte dessa denominação. Porém, o que importa realmente é perceber, que ao longo do tempo, o homem vem trabalhando para melhorar cada vez mais suas máquinas,

Quem imaginava, 60 anos atrás, que um dia seria possível carregar um computador na mochila? E quem, hoje, imaginaria que 60 anos atrás seria necessário um trem para carregar um deles, Hoje, por exemplo, já existem computadores de bolso, como alguns smartphones que são mais poderosos que netbooks, qual será o próximo passo nessa evolução das máquinas Aproveite os comentários para dizer o que você pensa sobre essas melhorias proporcionadas ao longo de décadas.

Hoje estamos na era dos tabletes e ultra book, o que vira a seguir algo novo e revolucionário eu espero estamos caminhado para um mundo conectado sem fios, logo teremos em casa um robô fazendo trabalhos domestico, pois já temos no mercado uma geladeira que faz  compras via internet,  temos celulares com inteligência artificial que você fala o conteúdo da mensagem e escreve e envia para seu contado sem que para isso você aperte botão algum, as cirurgias estão menos evasivas você é operado e recebe alta no mesmo dia sem corte e cicatrizes, os carros ate andam sozinhos  o que o futuro reserva para nosso netos.

                           REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, Brasília, v. 26. n.3, 1997. Disponível em :<http://www.ibict.br/cionline>. Acesso em: 01 maio 2012.

Stallings, W. Arquitetura e Organização de

Computadores, Pearson Hall, 5 ed. SP: 2002.

Perfil do Autor

GENIVALDO PEREIRA DA ROCHA

Estudante de Ciencias da Computação, universidade do estado de mato grosso UNEMAT