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A Sociedade Do Conhecimento E O Nascimento Da Internet Por: Adrielson Oliveira
Hoje tudo parece indicar que vivemos sob amplo processo de democratização de informações. Apregoa-se pelos quatro cantos do mundo que, graças à globalização e ao avanço da tecnologia, vivemos na “sociedade do conhecimento”, aquela da “geração @”, na qual as qualidades essenciais ao indivíduo são a flexibilidade, a inteligência técnica, a rapidez e a fluidez na busca da informação sempre disponível e, acima de tudo, a capacidade de transformar esse conhecimento em mercadoria de fácil circulação. Essa “comercialização da alma”, na expressão de Robert Kurz (2001), movimento irresistível, se fortalece a cada dia, assumindo a dimensão de um fenômeno abrangente, elevado a uma espécie de culto, a uma verdadeira apologia ao livre acesso ao conhecimento. Este antigo procura mostra como a sociedade do conhecimento se consolidou, e a forma como ela escraviza seus membros, tornado-os dependentes de novos vícios e os colocando numa constante batalha pela sobrevivência, na sociedade como num todo.
_______________________________________________________ 1. Conceito de Sociedade do conhecimento, sua influência e exigências sobre os membros da comunidade, e como a Internet reforça essa realidade. 2. Aluno do 5° semestres do curso de Tecnologia em Comunicação Jurídica da FAZ-Faculdade de tecnologia da Amazônia.
1. A SOCIEDADE DO CONHECIMENTO HOJE.
Hoje vivemos numa completa fragmentação do conhecimento. Os indivíduos controlam as ações em partes e não mais no todo. O Foco no conhecimento pressupõe a preocupação com a eficiência, e dentro dessa constante a busca pela o ideal, pelo acesso direto sem fronteiras as mais diversas fontes de informação. A sociedade passar a ter o conhecimento como uma mercadoria a ser oferecida ao mercado, e com isso entramos de vez em uma sociedade do conhecimento, onde os indivíduos travam batalhas diárias, a fim de sobreviverem no mercado de trabalho, nas relações afetivas, acadêmicas entre outras da interação social. Nos encontramos agora dentro de uma nova realidade mundial, onde a economia baseada no conhecimento, acabando por deslocar o eixo da riqueza e do desenvolvimento de setores tradicionais, como a industriais - intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital – para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento, o. valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência a eles incorporados. O conhecimento agora se sobrepõe à capacidade de se produzir, o que por sua vez não significa uma quebra no processo de mecanização do individuo, adota pelas organizações, “O objetivo não muda, apenas se moderniza a formula do manipula”, e assim a sociedade do conhecimento vai evoluindo. E dentro desse novo quadro social, a comunicação tem papel de suma importância, uma vez que facilidade o processo de transmissão do conhecimento pelos veículos de comunicação. Todo esse processo acaba por produzir novos conceitos e técnicas na transmissão da comunicação, tudo isso para aprimorar a relação entre os homens e o meio que o cerca, inovações tecnologicas como a TV, rádio, jornais, internet, ajudam nesse processo de transmissão da informação. A sociedade do conhecimento está voltada para a produção intelectual, com uso intensivo das tecnologias da informação e comunicação. De acordo com os registros nesses documentos: “o conhecimento – e não os simples dados digitalizados – é o recurso humano, econômico, e sócio-cultural mais determinante na nova fase da história da humanidade”.
“Com a expressão pretende-se inculcar que a sociedade inteira deve entrar em estado de aprendizagem e transformar-se numa imensa rede de ecologias cognitivas”. “Supera-se a era de produção dos bens materiais e estas mudanças paradigmáticas ocorrem na sociedade como um todo, inclusive e principalmente nas instituições de ensino, em especial nas IES”. 3
Nesse tipo de sociedade, a capacidade de aprendizagem assume, cada vez mais, um lugar privilegiado nas interações sociais. O escritor Peter Senge (1990, p.11), propõe a formação de “organizações de aprendizagem”. Segundo o autor:
Podemos formar ‘organizações de aprendizagem’ nas quais as pessoas expandem continuamente sua capacidade de criar os resultados que realmente desejam, onde surgem novos e elevados padrões de raciocínio, onde a inspiração coletiva é libertada e onde as pessoas aprendem continuamente a aprender em grupo. 4
CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
Podemos dizer que a sociedade do conhecimento tem como principais caracteristicas a : 1. Educação orientada para “aprender a aprender”; 2. Processo de apropriação social do conhecimento onde o conhecimento se converte em bem público – o capital social; 3. O processo de aprendizagem social. O conhecimento cria ou fortalece capacidades e habilidades nas pessoas, comunidades e organizações que o apropriam; 4. Pensamento estratégico e prospectivo. A compensação da mudança , a projeção de tendências dinâmicas e a identificação de aspectos críticos e estratégicos no processo de geração do conhecimento; 5. ética na sociedade; ________________________________________________ 3. Hugo Assmann (1998, p. 19) 4. Peter Senge (1990, p.11 .Nos grandes centros urbanos essas características são facilmente identificadas, uma vez que o mercado de trabalho local evidencia uma concorrência por vezes desleal entre os participantes da sociedade, onde pessoas com diferentes graus de instrução acadêmica são postos frente a frente, numa disposta continua e interminável em busca do conhecimento. Contudo, encontramos hoje a nossa disposição ferramentas tecnológicas que facilitam essa busca, sejam estas, escritas, televisionadas, são inovações desenvolvidas para ajudar no processo de trans missão da comunicação e informação de forma mais dinâmica e eficaz, entre os quais vale ressalta a INTERNET, uma inovação tecnológica que revolucionou a forma de fazer comunicação no mundo, e reforçou ainda mais as primícias da sociedade do conhecimento.
A Internet, da guerra fria aos Lam house.
Antes de tudo é interresante entender o que é realmente a Internet, como ela foi desenvolvida e qual a sua finalidade. O termo INTERNET teve sua origem na expressão inglesa "INTERaction or INTERconnection between computer NETworks". Constitui-se em uma grande rede mundial que inclui desde computadores empresariais até microcomputadores pessoais, conectados em países do mundo todo. As páginas acessadas atualmente fazem parte da World Wide Web (www) ou rede de alcance mundial. Criada por Tim Berners-Lee, a Web tinha, inicialmente, o objetivo de desenvolver um sistema com base em hipertextos a fim de possibilitar que as informações do laboratório no qual trabalhava fossem organizadas na rede interna. O estilo digital engendra, obrigatoriamente, não apenas o uso dos novos equipamentos para a produção e apreensão do conhecimento, mas também novos comportamentos de aprendizagem, novas racionalidades, novos estímulos perceptivos. Seu rápido alastramento e multiplicação, em novos produtos e em novas áreas, obriga-nos a não mais ignorar sua presença e importância. 5
_________________________________________________________________________ 5. Segundo Kensky (1998, p.61) A Internet, da guerra fria aos Lam house
Como tantos outros avanços tecnológicos, a Internet surgiu a partir de interesses militares durante a chamada Guerra fria, travada entre a antiga União Soviética e os estados Unidos da América, apesar de não se ter uma data especifica do inicio do desenvolvimento do que hoje conhecemos como Internet.Contudo, se diz que sua origem se deu em 1957 com o lançamento do Sputnik pelos soviéticos, e a criação da ARPA (Advanced Research Projects Agency) pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos em resposta, a fim de estabelecer a liderança dos Estados Unidos em tecnologia militar. Em 1962, a Força Aérea americana requisitou um estudo sobre como ela poderia manter controle sobre mísseis e bombardeiros, após um ataque nuclear. O resultado era uma rede de computadores descentralizada, de modo que se qualquer localização nos EUA fosse atacada, o resto continuaria a operar. Essa rede só foi fisicamente construída em 1969, e recebeu o nome de ARPANET. Era compostas por apenas quatro servidores, na Universidade da Califórnia em Los Angeles, Stanford, Universidade da Califórnia em Santa Barbara e Universidade de Utah. Apesar disso os primeiros registros de interações sociais que poderiam ser realizadas através de redes foi uma série de memorandos escritos por J.C.R. Licklider, do MIT - Massachussets Institute of Technology, em agosto de 1962, discutindo o conceito da "Rede Galáxica". Ele previa vários computadores interconectados globalmente, pelo meio dos quais todos poderiam acessar dados e programas de qualquer local rapidamente. Apesar disso os primeiros registros de interações sociais que poderiam ser realizadas através de redes foi uma série de memorandos escritos por J.C.R. Licklider, do MIT - Massachussets Institute of Technology, em agosto de 1962, discutindo o conceito da "Rede Galáxica". Ele previa vários computadores interconectados globalmente, pelo meio dos quais todos poderiam acessar dados e programas de qualquer local rapidamente. ARPANET original cresceu e se tornou a Internet, baseada na idéia de que haveria múltiplas redes independentes de desenho arbitrário, começando com a ARPANET como rede pioneira de trocas de pacotes, mas logo incluindo redes de satélites, de rádio, etc. A Internet como conhecemos hoje incorpora uma idéia-chave: rede de arquitetura aberta. Nesta abordagem, a opção pela tecnologia de qualquer rede individual não é ditada por nenhuma arquitetura de rede particular e sim escolhida livremente pelo provedor, que a torna capaz de entrar em rede com outras redes pela "Arquitetura de Internetworking". Até aquele período, havia apenas um método para agregar redes: a tradicional troca de circuitos onde redes se interconectavam no nível do circuito, passando bits individuais em base síncrona por um circuito ponta a ponta entre duas localidades. Lembre que Kleinrock tinha mostrado em 1961 que troca de pacotes era um método mais eficiente. Condições específicas de interconexão entre redes era outra possibilidade. Enquanto havia outras formas limitadas de interconectar redes, todas requeriam que uma fosse componente da outra, ao invés de agirem como companheiras no oferecimento do serviço ponta a ponta. Numa rede de arquitetura aberta, as redes individuais podem ser separadamente desenhadas e desenvolvidas e cada uma pode ter sua interface própria que pode ser oferecida a usuários e outros provedores. Cada rede pode ser desenhada de acordo com o ambiente e os requerimentos dos seus usuários. Não há restrições em relação aos tipos de redes que podem ser incluídas numa área geográfica, apesar de algumas considerações pragmáticas ditarem o que é razoável oferecer. Uma nova tecnologia de comunicação como a Internet permite aos scholars repensarem, ao invés de abandonarem, definições e categorias. Quando a Internet é conceptualizada como um novo meio de massa, o que se torna claro é que nem massa nem meio podem ser precisamente definidos para todas situações, mas, pelo contrário, devem ser continuamente rearticulados dependendo da situação. A Internet é um meio multifacetado de massa, isto é, contém muitas configurações diferentes de comunicação... (...) A Internet joga com as características de fonte-mensagem-receptor do modelo tradicional de comunicação de massa, às vezes colocando-os em padrões tradicionais, às vezes colocando-os em configurações completamente novas.(...) Cada ponto do modelo tradicional do processo de comunicação pode, na verdade, variar de um para muitos na Internet. Fontes das mensagens podem ir de uma pessoa na comunicação por e-mail a um grupo social em uma lista de discussão ou grupo de usuários, a um grupo de jornalistas profissionais em uma página da WWW. As próprias mensagens podem ser reportagens jornalísticas tradicionais criadas por um repórter e editor, histórias criadas em um longo período de tempo por muitas pessoas ou simplesmente conversações, como num grupo de bate-papo. Os receptores ou audiências dessas mensagens podem ser também de um até potencialmente milhões e podem ou não fluir de seu papel como membros da audiência a produtores de mensagens". 6 A idéia de redes de arquitetura aberta, foi primeiro introduzido por Kahn em 1972. Este trabalho foi parte de um programa de pacotes de rádio, mas depois se tornou um programa em separado. Naquele tempo, o programa foi chamado "Internetting". NCP não tinha a habilidade de endereçar redes e máquinas além da destinação IMP da ARPANET e, portanto deveria ser mudado. NCP se amparava na ARPANET para prover confiabilidade de ponta a ponta. Se qualquer pacote fosse perdido, o protocolo e qualquer aplicação que ele suportasse iria simplesmente parar a transferência de dados. Nesse modelo, NCP não tinha controle de erro ponta a ponta, uma vez que se pensava que a ARPANET seria a única rede em existência e ela seria tão confiável que nenhum controle de erro seria necessário por parte dos servidores. Então Kahn decidiu desenvolver uma nova versão do protocolo que iria satisfazer as necessidades de um ambiente de redes de arquitetura aberta. Este protocolo iria eventualmente ser chamado Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP). Enquanto NCP agia como um driver de equipamento, o novo protocolo seria mais um protocolo de comunicações. Quatro regras foram críticas para a idéia de Kahn: · cada rede distinta deveria ser independente e mudanças internas não deveriam ser requisitadas para conectá-las à Internet; · Comunicações seriam na base do melhor esforço. Se um pacote não chegasse à sua destinação final, ele seria retransmitido da fonte; · Caixas pretas seriam usadas para conectar as redes. Mais tarde elas seriam chamadas gateways e roteadores. Os gateways não reteriam informações sobre os fluxos de pacotes passantes. Isso assegurou que eles se mantivessem simples, evitando adaptações complicadas e recuperações de erros;
__________________________________________________________________ 6. MORRIS, M OGAN MORRIS, M. OGAN, C. The internet as a mass medium. http://jcmc.huji.ac.il/vol1/issue4/morris.html. Acessado em 10/07/03 · Não haveria controle global no nível operacional. Outros itens avaliados foram os seguintes: · Algoritmos para prevenir perda de pacote de comunicações desabilitadas, capacitando-os a serem retransmitidos da fonte; · Provimento de "pipelining" de servidor a servidor, de forma que múltiplos pacotes poderiam ser roteados da fonte ao destino à vontade dos servidores participantes, se redes intermediárias o permitissem; · Funções de gateway (porta de entrada) para encaminhar os pacotes apropriadamente. Isso incluiria cabeçalhos de IP para roteamento, interfaces dirigidas, quebra de pacotes em pedaços menores (caso necessário), etc; · A necessidade de checagens ponta a ponta, recuperação dos pacotes de fragmentos e detecção de duplicatas; · A necessidade do endereçamento global; · Técnicas de controle de fluxo servidor a servidor; · Interfaces com vários sistemas operacionais; · Eficiência da implementação, performance entre as redes, etc. Kahn começou a trabalhar na série orientada às comunicações dos princípios do sistema operacional enquanto na BBN, e documentou alguns dos seus pensamentos num memorando interno chamado "Princípios de Comunicações para Sistemas Operacionais". Neste ponto, ele percebeu que seria necessário aprender os detalhes de implementação de cada sistema operacional para ter a chance de embutir neles novos protocolos de uma forma eficiente. Assim, na primavera de 1973, depois de começar o projeto "internetting", Kahn chamou Vint Cerf (então trabalhando em Stanford) para trabalhar com ele no desenho detalhado do protocolo. Cerf tinha se envolvido intimamente com o desenho e desenvolvimento do NCP original e já tinha o conhecimento em interfacing com os sistemas operacionais existentes. O desenvolvimento da sociedade do conhecimento ganhou a partir de então, mais uma ferramenta para reforça o conceito de sociedade do conhecimento, sendo mais um meio de concentração de poder sobre a comunicação e informação, uma vez que, o acesso à rede, nem sempre e sinônimo de qualidade no que se acessar. Na verdade e possível identifica nesse processo todo de democratização, da Internet sérios problemas, O Brasil foi um dos paises com maior números de acesso à rede no ano passado, e tendo a ser mais acesso a inda em 2007, o grande problema nisso tudo é exatamente o fato de que, graças as lam house, novos vícios estão sendo proliferados na juventude modernidade. A sociedade do conhecimento hoje e tida também como a da informatização, onde as informações se interligam, e são disponibilizadas via rede a todo o mundo. A Internet com sua arquitetura em rede é a mais nova ferramenta, utilizada para reforça o conceito de sociedade do conhecimento, haja vista que,
CONCLUSÃO
O conhecimento deve ser uma qualidade a ser a aprimorado e utilizado para o desenvolvimento do ser humano, acredito que a comercialização do conhecimento da forma que tem cido feita acaba por inibir muitas pessoas por terem receio de como será aceita sua idéia num mundo cada vez mais globalizado, isso tudo proporciona perdas, de novos pensadores, filósofos, teólogos ou sociólogos, pessoas que costumam pensa sobre a sociedade, seu comportamento frente as problemáticas sociais. Estendo que a informatização pela qual vem passando o Brasil é realmente de suma importância, reconheço o valor da Internet como ferramenta facilitadora de acessar a informação e promover comunicação. Contudo devendo que seja feita uma revisão na forma como esse processo esta se dando, no intuito de se corrigir eventuais distorções sobre a finalidade da Internet em uma sociedade do conhecimento. Apesar do quadro atual e como decorrência do princípio comunicacional que preside seu funcionamento – disponibilizarão e compartilhamento - a Internet ainda oferece a alternativa de domínios importantes para a educação, ciência e à cultura, patrocinados pelas universidades, governo, associações da sociedade civil, indivíduos, ao contrário do que ocorre com a radiodifusão, por exemplo. Não se trata, portanto, de condená-la, mas de reconhecer sua importância e fazer a sua crítica, identificando seus usos sociais, politizando a discussão, ao invés de recair na negação ou no ufanismo.
Referências Bibliográficas.
ASSMANN, Hugo. Reencantar a Educação: Rumo à Sociedade Aprendente. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.
KENSKY, Vani Moreira.”Novas Tecnologias. O redimensionamento do espaço e do tempo e os impactos no trabalho docente”. In: Revista Brasileira de Educação nº 7. Associação Nacional de Pós-Graduação e pesquisa em educação. Jan.-abr., 1998.
GONÇALVES, Fernando do Nascimento (2002). Relações Públicas e as novas tecnologias: solução ou dilema? In: Freitas, Ricardo Ferreira e Luciane Lucas dos Santos org). Desafios Contemporâneos de Comunicação. São Paulo: Summus.
MORRIS, M. OGAN, C. The internet as a mass medium. http://jcmc.huji.ac.il/vol1/issue4/morris.html. Acessado em 13 06 07
SENGE, Peter M. A quinta disciplina: arte, teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo: Circulo Do Livro, 1990.
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Tags do Artigo: sociedade do conhecimento; evolução da internet: comunicação; Fonte Artigos Gratuitos Online - Artigonal.com Perfil o autor:Grauduado em Tecnologia em Comunicação Institucional, pela Faculdade de Tecnologia da Amazônia, paraense, 24 anos de idade. Atua hoje no mercado da cidade de Palmas - TO, com marketing e comunicação interna
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