AVALIAR versus EXAMINAR: Qual a diferença?

Publicado em: 26/04/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 1,076 |

AVALIAR versus EXAMINAR:

Qual a DIFERENÇA?

 

Os AUTORES
desse artigo entendem que existem diferentes concepções acerca da AVALIAÇÃO, muitas vezes associadas ao
conceito de EXAME. É claro que cada
conceito de avaliação expressa uma visão de homem, de mundo e de sociedade. A
avaliação é indispensável em qualquer atividade humana e em qualquer projeto
educativo. Nesse sentido, José Dias
Sobrinho
(2003) esclarece que "um conceito de avaliação revela o
posicionamento POLÍTICO, IDEOLÓGICO, ou melhor, a VISÃO DE MUNDO DE QUEM O EMITE" (p.
50).

E o que significa avaliação? Para que serve? Por que
avaliar? Será que as escolas e as universidades avaliam ou examinam? Por que a
avaliação praticada nas instituições de ensino vem recebendo duras críticas de
muitos estudiosos dessa temática? Ela está a serviço de um processo de
dominação imposto pelos organismos internacionais de fomento a educação dos
países periféricos ou da libertação? Há algumas TESES que contribuem para refletir sobre essas questões.

PRIMEIRA TESE. A avaliação não deve representar só instrumentos de verificação do
aprendizado, mas fornecer subsídios ao TRABALHO
DOCENTE
, direcionando o esforço empreendido no processo de ensino e
aprendizagem de maneira a contemplar a melhor abordagem pedagógica e o mais
pertinente método didático adequado à disciplina - mas não somente, à medida
que considerem, igualmente, o contexto sócio-político no qual o grupo está
inserido e as condições individuais do aluno, sempre que possível.

SEGUNDA TESE. A avaliação possui, sem dúvida, relevância no conjunto das práticas
pedagógicas aplicadas aos PROCESSOS de
ENSINO e APRENDIZAGEM. Na universidade, tal relevância assume proporções ainda mais críticas,
uma vez que as expectativas em torno do graduando – dele próprio e da sociedade
como um todo - são elevadas e múltiplas: aguarda-se o homem culto, o
profissional competente, enfim, o indivíduo capacitado à resolução de problemas
pertinentes a uma ou mais áreas de conhecimento.

TERCEIRA TESE. Avaliar
exige PROFISSIONALISMO e INTENCIONALIDADE. Atestar que um aluno
teve uma nota SETE, OITO, NOVE ou DEZ sem emitir
um parecer por escrito sobre o porquê desse resultado, para que o aluno possa,
enfim, buscar as melhores estratégias de melhorar seu desempenho é uma prática
no mínimo antiprofissional (para não dizer autoritária) que leva, com certeza,
a um processo intencionalmente direcionado para o não esclarecimento, pois esse
tipo de prática não pode ser considerado ingênuo.

QUARTA TESE. Avaliar exige ACIONALIDADE consubstanciada
a uma EPISTEMOLOGIA. O que acontece
com a grande maioria das práticas pedagógicas que ocorrem nas escolas públicas
(e privadas) e nas Instituições de Ensino
Superior
(Universidades, Faculdades etc.), porém é que, em vez de serem
valorizados em seus aspectos educacionais, o planejamento do ensino e a
avaliação da aprendizagem são transformados em atividades burocráticas, formais
e que contribuem para a naturalização do status
quo
dominante.

QUINTA TESE. Avaliar exige o reconhecimento da COMPLEXIDADE
que repousa sobre o SER e o ESTAR no mundo. O que se percebe quando
a avaliação é uma prática direcionada para o esclarecimento é que quanto mais
se leva o aluno a atingir níveis mais complexos de raciocínio, maior grau de
autonomia e participação ele consegue. Um aluno que sabe avaliar seu trabalho,
certamente está muito mais preparado, em termos de aprendizagem, do que um
aluno que apenas desenvolve uma tarefa sem julgá-la.

Outro aspecto
que nos parece fundamental, quando se fala em avaliação, é o de ressaltar a
importância do professor no processo de ensino-aprendizagem, a quem devem ser
dadas todas as condições materiais e espirituais de não só transmitir
conhecimentos (pedagogia direcionada para o não esclarecimento, ou seja, para a
inculcação massificada), mas também de materializar uma postura crítica direcionada
a quem produziu os conhecimentos, e, acima de tudo, sobre as circunstâncias nas
quais tais conhecimentos foram incorporados ao senso comum acadêmico.

Quando o processo de avaliação está sendo historicamente
consubstanciado a um processo de não esclarecimento é uma clara evidência que
uma nova patologia está ganhando dimensões sociais. Philippe Meirieu (1949), um dos defensores da Educação Popular, ensina que "a avaliação não é tudo; não deve ser o todo,
nem na escola nem fora dela; e se o frenesi avaliativo se apoderar dos
espíritos, absorver e destruir as práticas, paralisar a imaginação,
desencorajar o desejo, então a patologia espreita-nos e a falta de perspectivas,
também".

No Brasil a prática da avaliação é historicamente assumida
como exercício do AUTORITARISMO: os
de cima – os colonizadores – são os avaliadores (ou examinadores); os de baixo
– os colonizados – são os avaliados. Neste esquema é que o superior é quem
avalia os inferiores; os comandantes avaliam os comandados; os pais avaliam os
filhos; os mais velhos avaliam os mais novos; os professores avaliam os alunos
e ponto final. Com essa mentalidade avaliativa, só os de cima fazem o processo;
os de baixo sofrem o processo já determinado.

 

Rubens
da Silva Castro
é Professor da Faculdade de Educação da UFAM.

Elizeu
Vieira Moreira
é Professor da SEDUC e do PARFOR/FACED/UFAM.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/avaliar-versus-examinar-qual-a-diferenca-4678786.html

    Palavras-chave do artigo:

    avaliacao

    ,

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    visao

    Comentar sobre o artigo

    shirleidy de sousa freire

    A avaliação é parte importante do processo de ensino e aprendizagem. Na atualidade pode-se observar que várias escolas estão abrindo as portas para a avaliação diagnóstica, processual, formativa, ajudando na aprendizagem e no desenvolvimento dos alunos em sala de aula. Sabe-se que os estudos têm evidenciado que na historia da humanidade mostram que desde o momento em que a comunidade primitiva procurou relatar a seus semelhantes fatos que para eles eram importantes ou de alguma maneira uteis.

    Por: shirleidy de sousa freirel Educação> Ensino Superiorl 18/12/2012 lAcessos: 169

    A avaliação institucional é um processo de criação de cultura, de busca contínua de atualização e de auto-superação pelos autores-sujeitos e de auto-regulação institucional, ao nível das estruturas de poder e do sistema, assegurando, assim, sintonia com as mudanças operadas na economia, nas ciências e na tecnologia. Uma concepção ampla de avaliação deve assegurar a articulação entre os sistemas de ensino, por meio do Sistema nacional de educação, bem como agregar indicadores institucionais, t

    Por: marcia simanl Educação> Ensino Superiorl 17/04/2011 lAcessos: 892
    Elizeu Vieira Moreira

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    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ensino Superiorl 14/04/2011 lAcessos: 483

    RESUMO Neste artigo lançou-se um olhar reflexivo sobre O Papel da Avaliação da Aprendizagem Aplicada na Região da CREDE 07, nas escolas que compõem os municípios de Canindé, Caridade, Paramiti, Itatira e Santa Quitéria. A presente pesquisa surgiu da necessidade de refletirmos sobre a importância da avaliação no processo de ensino-aprendizagem, onde avaliar seja um ato desenvolvido de forma processual, contínuo e diário.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 03/10/2008 lAcessos: 93,349 lComentário: 3
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Há tempo que o processo de aprendizagem vem sendo discutido entre vários estudiosos. Tendo em vista a sua relevância na vida do ser humano, a qual se processa através da ação sobre o meio físico e a interação com o meio social. No âmbito escolar a aprendizagem acontece de forma sistematizada, embora não atinja a todos de forma homogênea, devido a diversidade cultural presente na sala de aula. Ressalta também, a existência de fatores que interferem na aprendizagem dos alunos, sendo estes: escolares, familiares e individuais, porém, geralmente a escola não leva em consideração estas situações, podendo muitas vezes, dificultar a aprendizagem, sobretudo, na medida em que a escola desconhece essas situações particulares e trata os alunos como se fossem todos iguais, com os mesmos problemas, as mesmas aspirações, as mesmas situações familiares.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 30/11/2009 lAcessos: 5,089

    Este texto tem por objetivo mostrar ao professor que não se deve apenas aprovar ou reprovar o aluno mas sim servir como base para o professor descobrir as dificuldades do aluno e procurar técnicas diferenciadas para ajudar o aluno na aprendizagem.

    Por: João do Rozario Limal Educaçãol 11/04/2008 lAcessos: 96,180 lComentário: 7
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo destaca a avaliação, tema esse voltado às séries do ensino fundamental. Consiste nas interrogativas sobre o que é avaliação da aprendizagem, avaliação do rendimento e auto-avaliação e sua eficácia. Apresentamos também os critérios para uma avaliação qualitativa, buscando mostrar através das concepções dos autores pesquisados a importância do preparo do educador.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 22/05/2011 lAcessos: 3,444
    Eduardo Luis Ferreira

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    Por: Eduardo Luis Ferreiral Educaçãol 20/07/2010 lAcessos: 6,861

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    Andréa Aparecida Gouvêia

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    Luana Souza

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    Por: Edvaldo morais dos santosl Educação> Ciêncial 09/10/2014 lAcessos: 21

    A presente investigação teve como finalidade, realizar uma análise acerca da Teoria das Representações Sociais (TRS) e sua possível aplicação no âmbito de pesquisas em educação. Tratou-se, assim, de um texto especificamente teórico e de pesquisa qualitativa, o qual teve como embasamento teórico os textos em teoria das representações sociais de Prado e Azevedo (2011), Rateau et al (2012), Mazzotti (1994) e, a técnica de investigação empregada foi bibliográfica e documental.

    Por: Carla Anne Marques Fariasl Educação> Ciêncial 28/09/2014 lAcessos: 18

    Este trabalho teve como proposta de estudo os Hidrocarbonetos, através deles a matéria-prima do plástico a nafta que é um subproduto do petróleo. Para compreender de que são feitas as sacolas plásticas e se elas podem ser substituídas por outro material biodegradável, que não polua tanto o meio ambiente e conhecer alternativas contra o uso excessivo de sacolas de plástico no Brasil e demais países, realizou-se várias pesquisas bibliográficas com a contribuição de autores.

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    Paulo Azze

    Explicações sobre a corrente elétrica alternada (CA), seus os componentes (ativos e reativos) e o seu cálculo de forma simplificada.

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    Aborda aspectos relacionados ao comprimento das resistências de chuveiros, atendendo uma dúvida de amigo sobre questões do ENAD.

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    Atualmente a cidade de São Paulo passa por uma das piores crises de falta de água, todos os dias em diversos jornais do país, o mesmo jargão em torno da questão do consumo consciente da água é abordado de diversas chamadas à população. Sendo assim, urge a necessidade de orientar e conscientizar as crianças e a população em geral para o problema social que estamos enfrentando na cidade de São Paulo, e no mundo.

    Por: Zilda Ap. S. Guerrerol Educação> Ciêncial 10/09/2014
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    Os indivíduos que sofreram lesão no Sistema Nervoso Central, que comprometeram os neurônios motores, na coordenação dos impulsos, demasias dos reflexos, espasmos, alterações da fala e conduções, também podem ser apercebidas pelos familiares do paciente através de alterações comportamentais cotidianas desde a sudorese, anestesia labial, tremor de mãos e pés, e qualquer anomalia derivada de distúrbios de estresses ou demais descargas de tensão.

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    Elizeu Vieira Moreira

    Constituição de 1937. A Carta foi instituída durante o governo de Getúlio D. Vargas (1882* 1954†) inspirou-se nas constituições fascistas. Muitos dispositivos não foram implementados, posto que seu "segredo estava nas disposições finais e transitórias", que concedia amplos poderes ao Presidente da República para nomear os interventores nos Estados; demitir funcionários civis e militares; governar mediante expedição de decretos-leis; etc.

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    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 22/01/2014 lAcessos: 87
    Elizeu Vieira Moreira

    Apresentamos três concepções na análise das crises cíclicas no processo de desenvolvimento de um projeto educativo na Região Amazônica: o abandono da região e a aplicação de políticas incompetentes. Apresenta-se uma terceira concepção, que não é dominante: as crises cíclicas como conseqüências vinculadas a escolhas de políticas educacionais comprometidas com o acúmulo rápido e em alta escala de capitais, principalmente através da especulação e não do trabalho.

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    Elizeu Vieira Moreira

    Diferentemente da Constituição dos Estados Unidos da América, de 17 de setembro de 1787, que tem apenas 10 artigos e 10 emendas, formando a Carta de Direitos, o Brasil, com a Carta Magna de 1988, completou oito constituições. Três delas foram outorgadas (impostas pelo Executivo: 1824, 1937 e 1969). As de 1891, 1934, 1946 e 1988 foram promulgadas (votadas no Congresso Nacional).

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 15/01/2014 lAcessos: 41
    Elizeu Vieira Moreira

    O livro "Novos comentários à LDB: 15 anos depois", produzido intencionalmente pelos professores amazonenses Jorge Gregório da Silva e Rubens da Silva Castro, é uma espécie de "magna scientifica opus" a serviço daqueles que se põem historicamente a enfrentar o estado de riqueza e pobreza em que se encontram homens e mulheres no século XXI e, também, um registro...

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educaçãol 09/01/2014 lAcessos: 29
    Elizeu Vieira Moreira

    Paulo Réglus Neves Freire (1921* 1997†) assevera que a esperança é a marca ontológica do ser humano. Ela não é uma doação. Ela não floresce na apatia. No momento em que você perde a esperança, você cai no imobilismo.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Notícias & Sociedade> Cotidianol 07/01/2014 lAcessos: 13
    Elizeu Vieira Moreira

    O que vem a ser esperança? Os judeus tiveram de ver os milagres realizados por Jesus para sentir a esperança entrar de modo abrupto no mundo. Não é que no mundo judeu a esperança fosse completamente inexistente..., havia a ideia da vinda do Messias, todavia, nunca qualquer otimismo poderia ser algo assim tão facilmente disponível às nossas mãos, como parecia a eles o que Jesus prometia.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Notícias & Sociedade> Cotidianol 31/12/2013 lAcessos: 13
    Elizeu Vieira Moreira

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    Por: Elizeu Vieira Moreiral Notícias & Sociedade> Polítical 18/12/2013 lAcessos: 18
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