História da Educação Brasileira desde o Período Colonial (1500-1822) até a Primeira República (1889-1930)

Publicado em: 08/03/2011 |Comentário: 2 | Acessos: 8,307 |

O propósito deste texto é refletir sobre a história da educação no Brasil desde o Período Colonial (1500-1822) até a Primeira República (1889-1930). O processo de reflexão usado pelos autores parte da premissa que toda relação de hegemonia é uma relação pedagógica, mas como tal, não pode se limitar às práticas escolares, a relação professor-aluno. Ela é muito mais ampla, implica num processo de direção política e econômica para toda a sociedade, e está vinculada às ações humanas ao longo da história, como afirma Antonio Gramsci (1891-1937).

Como era a educação no período jesuítico (1549-1759) e no período pombalino (1759-1822)? O ensino posto em prática pela Companhia de Jesus era descontextualizado, estudava-se grego e latim seguindo os princípios tomistas (São Tomás de Aquino). Havia um currículo de Teologia, um de Filosofia e outro Humanista. A metodologia de ensino começava com uma preleção. Nas classes elementares, pós a leitura, era feito o resumo do texto, o professor tirava as dúvidas. Os conteúdos trabalhados em sala de aula passavam pela censura dos Jesuítas. Aavaliação da aprendizagem não tinha como objetivo diagnosticar as dificuldades dos alunos no sentido de superá-las e sim a punição. O objetivo dessa avaliação era classificar os alunos em melhores (eram premiados) e piores (eram punidos com palmatória). Portanto, não se tratava de um processo avaliativo, mas sim de um sistema de provas e exames. Esse ensino atendia a uma elite latifundiária que completava os estudos na Universidade de Coimbra.

Os jesuítas foram expulsos das colônias portuguesas por Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, acusados de trabalhar contra o fortalecimento do poder régio, participar do atentado ao rei Dom José I, e, principalmente, em função de radicais diferenças de objetivos educacionais. Enquanto os jesuítas preocupavam-se com o proselitismo e o noviciado, Pombal (primeiro ministro de Portugal de 1750-1777) pensava em reerguer Portugal da decadência econômica que se encontrava diante de outras potências europeias da época. A educação jesuítica não convinha aos interesses comerciais emanados por Pombal. Ou seja, se as escolas da Companhia de Jesus tinham por objetivo servir aos interesses alienantes da fé, Pombal pensou em organizar a escola para servir aos interesses alienantes do Estado.

Todavia, o novo sistema educacional pombalino não substituiu à altura o anterior porque o ensino passou a ser disperso e fragmentado, baseado em aulas isoladas que eram ministradas por professores leigos e mal preparados. Cobrava-se o subsídio literário, imposto colonial para pagar as aulas régias, que foram poucas e de má qualidade. A ideia de Pombal era laicizar o ensino, mas a solução tornou-se mais negativa que positiva, pois a expulsão da Companhia de Jesus trouxe enormes prejuízos, tanto para os aldeamentos, como para a educação e ensino na colônia.

Como era a educação no império (1822-1889)? A educação neste período foi influenciada pelas transformações desencadeadas a partir da Revolução Francesa (1789) e da Revolução Industrial iniciada na Inglaterra, que contribuíram para o avanço do capitalismo para outros países. Para suprir as carências oriundas do período jesuítico e pombalino foram criadas várias instituições de ensino superior (Academia Real da Marinha, Academia Real Militar, Academia Médico-cirúrgica da Bahia e do Rio de Janeiro), com a finalidade estritamente utilitária, de caráter profissional, visando formar os quadros exigidos por essa situação. A coroa portuguesa priorizou uma educação que atendesse aos interesses da elite dirigente em detrimento do ensino público nos níveis primário e secundário. O papel esperado da escola e do professor seria o de encaminhar o "povo" para a civilização, fazendo com que este pudesse, aos poucos, assimilar os preceitos de uma sociedade ordenada.

O governo imperial atribuía às províncias a responsabilidade direta pelo ensino primário e secundário, por meio das leis e decretos que vão sendo criados e aprovados, sem que seja aplicado, pois não existiam escolas e poucos eram os professores dispostos a se submeter à pedagogia moralista. Ficava evidenciada a contradição da letra da lei que propugnava a educação primária para todos, mas na prática não se concretizava porque o Estado no século XIX organizou uma escola institucionalizada elitista, centralizada e autoritária; uma escola fundamental para construir e difundir os valores e as práticas que refletiram os interesses de um grupo que por estar no poder dava a direção política e econômica para toda a sociedade. O dualismo educacional que ocorrera nesse período era marcante: as meninas da elite recebiam educação sobre tarefas domésticas e as meninas das camadas mais pobres só recebiam a educação informal de mãe para filha.

No final do Império, o quadro geral era de poucas instituições escolares, com apenas alguns liceus nas capitais, colégios privados bem instalados nas principais cidades, cursos normais em quantidade insatisfatórias para as necessidades do país, alguns cursos superiores garantiam o projeto de formação (médicos, advogados, de políticos e jornalistas). Havia um grande abismo entre a maioria da população brasileira que, quando muito, tinham uma casa e uma escola, com uma professora leiga para ensinar os pobres brasileiros excluídos do interesse do governo Imperial.

Como era a educação na Primeira República (1889-1930)? Neste período, não diferente dos demais, a educação cabia à tarefa de auxiliar a formação de novos comportamentos, disseminando novos padrões morais e intelectuais, visando a construção de uma unidade nacional em torno do projeto republicano. No sentido de retirar o Brasil do atraso educacional, promovendo o seu desenvolvimento e progresso industrial, os liberais republicanos encontram resposta na ideologia positivista criada pelo filósofo francês Augusto Comte (1798-1857), surgida na Europa com o objetivo de exaltar o progresso das ciências experimentais e propor uma reforma conservadora e autoritária, ao mesmo tempo inovadora.  A ideologia positivista entendia que a mãe devia ser o primeiro agente a educar os futuros cidadãos, ensinando hábitos de boa conduta e higiene.

Durante o período de 1889 a 1925 várias reformas foram promovidas  com o objetivo de melhor estruturar o ensino primário e secundário, sem mexer com os privilégios do ensino superior, e sem criar uma sólida estrutura para o ensino primário destinado às camadas populares. A educação positivista foi extremamente conservadora e reacionária, manteve o controle ideológico sobre a sociedade, por meio de inspeções e autorizações. Foi inserida no currículo a disciplina Educação Moral e Cívica para o ensino primário e secundário, e a escola existia para fornecer pessoal à política e à administração.

Em síntese, podemos dizer que a educação brasileira, no período estudado, nunca foi prioridade dos governantes. O sistema educacional brasileiro desde o período jesuítico até a Primeira República se materializou dualista. E o que significa ser dualista? Significa dizer que sempre existiu uma escola para os pobres e uma escola voltada para a formação dos dirigentes.

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/historia-da-educacao-brasileira-desde-o-periodo-colonial-1500-1822-ate-a-primeira-republica-1889-1930-4369448.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao

    ,

    hegemonia

    ,

    historia

    Comentar sobre o artigo

    Elizeu Vieira Moreira

    O propósito dessa discussão é refletir sobre a História da Educação no Brasil desde a Segunda República (1930-1936) até a Nova República (1946-1963). O processo histórico usado pelos autores para pensar alguns aspectos da educação brasileira à luz do materialismo marxiano pode legitimamente significar a crítica ao fracasso das manifestações educacionais não terem, necessariamente, significado a emancipação para a grande massa da população, particularmente de sua configuração contemporânea.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 08/03/2011 lAcessos: 5,959 lComentário: 1
    Elizeu Vieira Moreira

    O propósito deste artigo é fazer uma reflexão crítica sobre a educação escolar pública no período após a Ditadura Civil-Militar (1964-1985), período esse por nós entendido como de uma nova ditadura: a Ditadura do Capital (1986-até o presente).

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 08/03/2011 lAcessos: 982
    Elizeu Vieira Moreira

    O propósito do presente decurso é refletir sobre a Educação Brasileira no período da Ditadura Civil-Militar (1964-1985). O processo usado para pensar alguns aspectos da educação escolar à luz do materialismo histórico e dialético pode significar a crítica contundente a uma política educacional que se caracterizou por proporcionar uma precária formação escolar e uma escolarização básica para inserção nos processos produtivos, por procurar subtrair do ensino superior público seu conteúdo crítico.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 08/03/2011 lAcessos: 3,221

    O presente texto tem por objetivo refletir sobre a Educação Brasileira do período Colonial a Primeira Republica. Vamos procurar analisar os seus fundamentos históricos e filosóficos contribuindo assim para o entendimento da história da Educação do nosso Pais, permitindo com isso que entendamos parte da conjuntura atual, uma vez que somos frutos de uma determinada construção histórica de exploração e desigualdade que infelizmente ainda não conseguimos romper.

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 22/03/2010 lAcessos: 12,668 lComentário: 7
    Janaina Silveira

    O presente artigo constitui-se um estudo acerca das relações paradoxais que existem entre escola e educação popular no Brasil na década de 1970. Ocorreu por meio de pesquisa bibliográfica onde foi investigada a literatura pedagógica no campo educacional para que essa fosse capaz de subsidiar a elaboração de um panorama histórico da educação popular nos anos 1970. Assim apresentam-se as concepções de escola de Louis Althusser e Antonio Gramsci e analisa-se a concepção e as características da educ

    Por: Janaina Silveiral Educaçãol 09/03/2011 lAcessos: 1,201

    O presente texto é resenha da obra "Estado Militar e Educação no Brasil" de José Willington Germano. Os resultados apresentados pelo autor da análise efetuada sobre as relações estabelecidas entre o Estado e o ampo Educacional durante a Ditadura Civil-Militar, além de caracterizar o contexto de reformas em todos os níveis é extremamente atual, parece apontar para as condições atuais da educação pública brasileira, num contexto histórico de agravamento das desigualdades escolares e sociais.

    Por: Flávio Reis dos Santosl Educação> Ensino Superiorl 04/05/2011 lAcessos: 2,766
    Patricia Cassia Pereira Porto

    Todo discurso está impregnado de impressões muito pessoais, subjetivas; mas todo discurso também parte de uma cultura socializada, na qual, ideologicamente, as palavras simbolizam um universo coletivo. Os textos, principalmente os orais, estão marcados por valores éticos, estéticos, políticos, culturais, religiosos. Tanto nos estudos literários quanto nos estudos históricos notamos a crescente busca pelas marcas orais e sócio-temporais que não foram documentadas pelo registro da escrita.

    Por: Patricia Cassia Pereira Portol Educação> Línguasl 11/04/2011 lAcessos: 557
    Maria Aparecida Franco Maganha

    O texto aborda as principais concepções e modelos de educação fazendo uma análise comparativa dos modelo da Educação Homérica, Platônico-Socrático e Sofistico.

    Por: Maria Aparecida Franco Maganhal Educação> Ensino Superiorl 04/11/2012 lAcessos: 101

    Este artigorepresenta minha indignação com relação às políticas públicas na área educacional e objetiva ser uma provocação . Num tempo em que sociedades do mundo inteiro se mobilizam por melhorias na qualidade da educação, no Brasil quase nada do Plano Nacional de Educação da década de 2001 a 2010 não foi cumprido. Agora, estamos com um novo Plano em perspectiva, em que vislumbram algumas esperanças, como a valorização profissional do magistério e esperamos mais decência no seu cumprimento.

    Por: Neide Pena Cárial Educaçãol 24/02/2011 lAcessos: 161

    O presente texto fala sobre as diferentes classes de escolarização, assim como as dificuldades de ensinos, de aprendizados e as mudanças ao longo do tempo que a educação no país está sofrendo; também fala sobre as reformulações necessárias para melhorias no campo da educação, e desvalorização financeira e social do magistério.

    Por: Reginaldo Posol Educação> Ciêncial 16/12/2014

    o presente trabalho relata sobre a falta de etica em laboratorios de hospitais publico

    Por: perolal Educação> Ciêncial 11/12/2014

    O projeto surgiu da necessidade de entendermos melhor sobre a cultura indígena Paresi. Em língua Portuguesa foram trabalhados durante o ano letivo os clássicos da literatura brasileira do autor José de Alencar. Os livros foram Iracema, O Guarani e Ubirajara Em geografia foram trabalhados os impacto que houve na cultura com a globalização . Envolvemos os alunos do 3º G para visitarmos a aldeia Paresi e pudemos constatar as mudanças que houve ao logo dos anos.

    Por: Sortineide Navarro Segural Educação> Ciêncial 05/12/2014

    Espera-se que este projeto possa contribuir para formação de cidadãos mais conscientes, e esperando que todos os segmentos sociais, governo, escola e comunidade possam empenhar na modificação de modelos sociais para que um homem novo possa emergir, mais autentico e integrado com os valores sociais.

    Por: SUELY CARDOSO FURLANl Educação> Ciêncial 03/12/2014 lAcessos: 12
    Andréia Camargo Fleck

    O artigo visa apresentar um breve relato sobre a realização da IV mostra de Ciência e Tecnologia realizada na Escola Estadual João Nepomuceno de Medeiros Mallet no município de nova xavantina – MT, onde foram oferecidos aos alunos palestras e oficinas com o Tema: Ser Humano, Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento social, os trabalhos foram confeccionados pelos alunos de acordo com a oficina escolhida e apresentados numa exposição no dia 19 de novembro de 2014. Andreia Camargo Fleck

    Por: Andréia Camargo Fleckl Educação> Ciêncial 29/11/2014
    Teresa Coutinho

    A palavra tempo pode referir-se a um período do definido com maior ou menor precisão, desde pouco tempo, que significa de breve duração, até o tempo dos faraós, que foi há três mil anos; pode igualmente designar uma duração contínua indefinida, tal como está expresso nos dicionários, no âmbito de qual todos os acontecimentos tiveram lugar, estão a ter lugar e irão ter lugar.

    Por: Teresa Coutinhol Educação> Ciêncial 29/11/2014
    Eros Bazan

    Promover a interdisciplinaridade e a busca e troca de conhecimentos entre participantes da Feira no sentido de estimular o interesse pelo estudo das Ciências, da Cultura e das Artes; Incentivar a participação e a construção de em eventos de natureza cientifica; Motivar e envolver todos os alunos na realização de métodos experimentais e busca de respostas de todos os fenômenos naturais; Envolver os estudantes em atividades participativas, de natureza conceitual, reflexiva e prática.

    Por: Eros Bazanl Educação> Ciêncial 25/11/2014

    Por um longo tempo, as ciências formaram uma grande unidade conhecida como filosofia Natural. Praticamente qualquer atividade desenvolvida no mundo atual envolve uma inter-relação entre as várias ciências e foi pensando nisso que o presente trabalho foi proposto para alguns alunos do 1° ano do ensino médio inovador, visando uma relação entre a física e a Biologia "Biofísica" .

    Por: anacleil Educação> Ciêncial 17/11/2014 lAcessos: 19
    Elizeu Vieira Moreira

    Constituição de 1937. A Carta foi instituída durante o governo de Getúlio D. Vargas (1882* 1954†) inspirou-se nas constituições fascistas. Muitos dispositivos não foram implementados, posto que seu "segredo estava nas disposições finais e transitórias", que concedia amplos poderes ao Presidente da República para nomear os interventores nos Estados; demitir funcionários civis e militares; governar mediante expedição de decretos-leis; etc.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educaçãol 28/01/2014 lAcessos: 71
    Elizeu Vieira Moreira

    No século 20, que pode ser considerado como o século das preocupações com as questões sociais advindas da necessidade de se manter certo consenso em relação à sociedade capitalista, burguesa, surge a Constituição de 1934..., a mais avançada de todas as constituições brasileiras, dentro da perspectiva da democratização da oferta da educação pública, o que fica claro pela quantidade de títulos de fundamental importância que não estavam contemplados nas Cartas anteriores.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 22/01/2014 lAcessos: 92
    Elizeu Vieira Moreira

    Apresentamos três concepções na análise das crises cíclicas no processo de desenvolvimento de um projeto educativo na Região Amazônica: o abandono da região e a aplicação de políticas incompetentes. Apresenta-se uma terceira concepção, que não é dominante: as crises cíclicas como conseqüências vinculadas a escolhas de políticas educacionais comprometidas com o acúmulo rápido e em alta escala de capitais, principalmente através da especulação e não do trabalho.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educaçãol 15/01/2014 lAcessos: 38
    Elizeu Vieira Moreira

    Diferentemente da Constituição dos Estados Unidos da América, de 17 de setembro de 1787, que tem apenas 10 artigos e 10 emendas, formando a Carta de Direitos, o Brasil, com a Carta Magna de 1988, completou oito constituições. Três delas foram outorgadas (impostas pelo Executivo: 1824, 1937 e 1969). As de 1891, 1934, 1946 e 1988 foram promulgadas (votadas no Congresso Nacional).

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educação> Ciêncial 15/01/2014 lAcessos: 47
    Elizeu Vieira Moreira

    O livro "Novos comentários à LDB: 15 anos depois", produzido intencionalmente pelos professores amazonenses Jorge Gregório da Silva e Rubens da Silva Castro, é uma espécie de "magna scientifica opus" a serviço daqueles que se põem historicamente a enfrentar o estado de riqueza e pobreza em que se encontram homens e mulheres no século XXI e, também, um registro...

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Educaçãol 09/01/2014 lAcessos: 34
    Elizeu Vieira Moreira

    Paulo Réglus Neves Freire (1921* 1997†) assevera que a esperança é a marca ontológica do ser humano. Ela não é uma doação. Ela não floresce na apatia. No momento em que você perde a esperança, você cai no imobilismo.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Notícias & Sociedade> Cotidianol 07/01/2014 lAcessos: 17
    Elizeu Vieira Moreira

    O que vem a ser esperança? Os judeus tiveram de ver os milagres realizados por Jesus para sentir a esperança entrar de modo abrupto no mundo. Não é que no mundo judeu a esperança fosse completamente inexistente..., havia a ideia da vinda do Messias, todavia, nunca qualquer otimismo poderia ser algo assim tão facilmente disponível às nossas mãos, como parecia a eles o que Jesus prometia.

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Notícias & Sociedade> Cotidianol 31/12/2013 lAcessos: 19
    Elizeu Vieira Moreira

    Quando o povo esteve na festa da escolha da cidade de Manaus como uma das "cedes" dos jogos da Copa de 2014 ninguém parou para pensar que maioria dos hospitais, prontos-socorros, unidades básicas de saúde (a famosa "Casinha Branca") etc. não possuem quantidade (e nem qualidade) suficiente de médicos, enfermeiros e outros profissionais da área de saúde para melhorar a qualidade do atendimento...,

    Por: Elizeu Vieira Moreiral Notícias & Sociedade> Polítical 18/12/2013 lAcessos: 22

    Comments on this article

    -1
    KEU 19/04/2011
    hISTIRIA DA EDUCAÇAO E MUITO INTERESANTE PARA VIDA DE CADA UM DE NOS.
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    gabriela 29/03/2011
    não gostei nada isso não é interessante pra ninguem!!!!!
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