História E História Da Educação

Publicado em: 18/08/2008 |Comentário: 1 | Acessos: 29,759 |

História e história da educação

Neri de Paula Carneiro


Introdução

É inegável que muito já se escreveu sobre história da educação. Aqui se pretende acrescentar alguns elementos nessa discussão, pretendendo mostrar que a prática educacional é constante e que a educação escolar nasce não como valor social, mas como mecanismo de luta de classes ou, se quisermos outra categoria, ela se manifesta como mecanismo de manutenção das estruturas sociais. Sendo assim, a classe dominante se utiliza não só da educação informal, mas da instituição escolar para preparar seus quadros. Mesmo o advento da escola pública não é sinônimo de popularização da escola, mas de popularização da demanda por trabalhadores mais bem preparados para atender às necessidades da classe dominante. Esse processo pode ser bem observado no Fenômeno da criação da instituição escolar, e, mais tarde, na criação da instituição à qual denominamos de universidade, como espaço privilegiado para a reprodução de quadros que ensinarão aos posteroscomo manter as estruturas sociais.

1- Educação

Para entender a história da educação, podemos partir não da história, mas de uma caracterização de Educação. E, para entender a educação podemos, entre outras áreas do conhecimento, nos voltar para a filosofia, a sociologia, a antropologia, a moral... todas essas áreas têm uma palavra sobre isso que chamamos de Educação. Assim, se fossemos tratar a educação do ponto de vista filosófico, deveríamos começar perguntando: o que é isso que chamamos de Educação? Para a sociologia e a antropologia a indagação seria sobre os processos sociais e relações grupais que ocorrem dentro do ambiente educacional. Para a moralidade teríamos que desvendar os valores inerentes a esse processo. E assim por diante, até termos bem caracterizado esse processo que, podemos dizer, é essencialmente humano. Os demais seres vivos não desenvolvem o processo educacional.

Iniciemos afirmando que essa atividade humana à qual denominamos de educação é um processo, é amplo e se desenvolve nas relações. O processo educacional nasce no ambiente familiar e se ramifica por todos os ambientes nos quais e com os quais a pessoa mantém contato ou estabelece relações. Isso implica dizer que uma primeira característica do processo educacional é o fato de se desenvolver a partir de um cada vez mais amplo processo de relações. Ninguém se educa sozinho, mas nas relações. E relação é processo que se amplia, constantemente.

Olhando de acordo com a proposta de N. Piletti (2002), teríamos o processo educacional como relação de oposições. Diz o autor que “parece existir algo de comum entre as várias perspectivas, que é uma espécie de definição dicotômica da educação, na qual esta é sempre classificada em dois termos opostos” (PILETTI, 2002, p. 7). Em seguida mostra as relações de oposição dizendo que existe um processo de educação formal que se contrapõe à educação informal; à educação como produto opõe a educação como processo; à educação certa opõe a educação errada; à educação como meio opõe a educação como fim; para a visão da educação como prática individual opõe a prática coletiva; à educação autoritária contrapõe a democrática; à educação opressora propõe a educação libertadora e ao modelo reprodutivista contrapõe a educação crítica. Não nos cabe discutir cada ponto proposto por esse autor, mas podemos dizer que em sua perspectiva está presente a idéia do processo se contrapondo à tendência de estagnação.

Podemos acrescentar, a partir disso, a constatação de que só ocorre educação em processo. A estagnação é a negação da educação. Entretanto a sociedade humana, apesar de se caracterizar pela constância do progresso, concretamente é avessa às novidades. Por mais que se beneficie com a evolução, com o progresso, com o desenvolvimento, sempre que se defronta com situações que demandam a desinstalação para instalação de novidades o ser humano cria resistências. O novo incomoda... e, sendo assim, o processo educacional é um processo incômodo...mas necessário

Outro comentário que se pode fazer, em relação ao processo educacional formal-escolar, é a afirmação de que ele produz divisão social. Divide-se a sociedade entre os que estudaram e os que não estudaram; entre os que alcançaram ascensão sócio-econômica, com o processo educacional e os que não entraram no processo escolar ou os que, embora tendo passado pela escolarização, não alcançaram melhorias significativas em sua qualidade de vida. E aí teríamos que admitir que a educação, dentro de uma perspectiva dialética, pode ser vista como instrumento de libertação (educação crítica, educação libertadora...), na medida em oferece perspectivas de transformação social. E para fundamentar essa perspectiva poderíamos nos lembrar da proposta de Libâneo (1990) e popularizada por Luckesi (1993), como pedagogia progressista.

Essa perspectiva prevê a possibilidade do processo educacional exercer papel transformador, na sociedade. Essa tendência vê a educação a partir de uma ótica marxista, como sugere Azevedo, dizendo que “a educação é ai compreendida como um dos instrumentos de apoio na organização e na luta do proletariado contra a burguesia” (Azevedo, 2004, p. 40). Mas também não podemos desconsiderar a perspectiva ideológica do processo educacional, que passa a ser visto, como propõe L. Althusser comentado por Aranha (1991) e por Guareschi (1989), mostrando que o processo educacional é reprodutivista uma vez que a instituição escolar é criada “pelo grupo dominante para reproduzir seus interesses, sua ideologia” (GUARESCHI, 1989, p. 69).

Não nos parece, entretanto que o processo educacional – formal ou não formal – tenha poder transformador, mas, pelo contrário, é reprodutor. A educação informal, aquela que ocorre no cotidiano e nas inter-relações das pessoas e grupos, é prenhe da ideologia ou dos valores do senso comum; dos valores preservados pela sociedade em que se insere. A educação formal, ocorrida principalmente na instituição escolar, é resultado dos interesses dessa mesma sociedade. Os interesses da sociedade, é definido pela classe dominante. Portanto, ao surgir uma classe dominante nasce, também, a necessidade de uma escola que, ao mesmo tempo reproduza os valores hegemônicos e instrua quadros para a manutenção do aparato estrutural dessa sociedade. Aníbal Ponce (2001) comenta essa situação da seguinte forma:

“Não é necessário dizer que a educação imposta pelos nobres se encarrega de difundir e reforçar esse privilégio. Uma vez constituídas as classes sociais, passa a ser um dogma pedagógico a sua conservação, e quanto mais a educação conserva o status quo, mais ela é julgada adequada. Já nem tudo o que a educação inculca nos educandos tem por finalidade o bem comum, a não ser quando esse ‘bem comum’ pode ser uma premissa necessária para manter e reforçar as classes dominantes. Para estas, a riqueza e o saber; para as outras, o trabalho e a ignorância”. (PONCE, 2001, p. 28)

Em síntese podemos ter clara a afirmação de que cada sociedade moldou seu processo educacional de acordo com suas necessidades. Esse processo não ocorreu com a função de preparar horizontes, e abrir perspectivas, na linha de frente de todos os processo de desenvolvimento humano,  mas ao contrário, desenvolveu-se como suporte para os valores da sociedade em que se manifesta. Isso justifica a afirmação de que cada sociedade desenvolveu o seu modelo educacional para que fosse eficaz

“para ser eficaz toda educação imposta pelas classes proprietárias deve cumprir as três finalidades essenciais seguintes: 1º destruir os vestígios de qualquer tradição inimiga, 2º consolidar a ampliar a sua própria situação de classe dominante, e 3º prevenir uma possível rebelião das classes dominadas” (PONCE 2001, p. 36.

Essa perspectiva pode ser corroborada pelas palavras de C. R. Brandão, dizendo que “não há uma forma única nem um único modelo de educação; a escola não é o único lugar onde ela acontece e talvez nem seja o melhor; o ensino escolar não é sua única prática e o professor profissional não é seu único praticante” (BRANDÃO, 1985, p. 9)

Entretanto nossa questão, aqui, é a história da educação vista a partir da ótica do ensino superior. Portanto nossa reflexão se volta não para o processo educacional amplo, mas para um processo específico: o do ensino superior. E esse somente acontece no ambiente formal da escola e muitas vezes de forma ainda elitista e elitisado.

2- História e história da educação

Tudo é história e tudo tem história. No processo educacional isso é ainda mais presente. No processo educacional escolar o professor, para lecionar, sempre precisa apresentar informações ao estudante. A questão é que todas as informações apresentadas não são produzidas simultaneamente ao processo da aula. São conhecimentos que se foram produzindo e acumulando ao longo de alguns anos, em tempos passados. Portanto são informações históricas.

E aqui se manifesta um problema, que é o grande problema da história: como saber se aquilo que está sendo apresentado como fato histórico realmente aconteceu como está sendo apresentado? O que determina que este ou aquele fato histórico seja analisado ou mostrado como sendo algo memorável? Seja qual for a resposta, o fato é que o passado não está à disposição do historiador: “as características mais visíveis da informação histórica... foram muitas vezes descritas. O historiador, por definição, está na impossibilidade de ele próprio constatar os fatos que estuda” (BLOCH, 2001, p. 69), pois seu objeto de estudo é inacessível.

“a própria idéia de que o passado, enquanto tal, possa ser objeto de uma ciência é absurda. Como, sem uma decantação previa, poderíamos fazer, de fenômenos que não têm outra característica comum a não ser não terem sido contemporâneos, matéria de um conhecimento racional”. (BLOCH, 2001, p. 52)

O problema da história é que o historiador precisa fazer escolhas. Ele não estuda todos os fatos nem todos os processos, mas seleciona-os. Principalmente por que não tem acesso a eles. Dedica-se somente àquilo que lhe parece ser importante, por isso as escolhas. Além disso, o historiador olha para os fatos e processos históricos não em si mesmos, pois esses já não existem mais, mas os examina de forma indireta: mediante os documentos históricos que são uma versão do fato e não o fato mesmo. Isso posto, podemos dizer que tudo o que é apresentado como histórico não é a história, mas as versões da história. Cada versão do passado manifesta-se no tempo presente somente enquanto tem alguma relevância para aquele momento histórico ou para justificar algum elemento considerado importante no presente. Nas palavras de Marc Bloch: “O passado é, por definição, um dado que nada mais modificará. Mas o conhecimento do passado é uma coisa em progresso, que incessantemente se transforma e aperfeiçoa” (BLOCH, 2001, p. 75). E isso sempre é feito a partir dos interessas do pesquisador, do historiador.

Podemos dizer que o problema da história manifesta-se também quando pretendemos fazer a história da educação. O objeto de estudo é o passado, mas o passado do processo histórico já não está acessível; o historiador está na “impossibilidade de ele próprio constatar os fatos que estuda”. O que temos são as versões dos fatos; os textos com estas ou aquelas opiniões; os comentários localizados no espaço e no tempo; comentários que foram válidos para o momento em que foram emitidos. Mas como saber se essas opiniões permanecem válidas para nosso cotidiano? Como podemos dizer que aquilo que foi dito sobre a educação em outro tempo e espaço pode ser aplicado à nossa realidade educacional?

Podemos dizer que o drama da história manifesta-se também na educação e na história da educação. Como não podemos deixar de nos manifestar estamos sempre emitindo opiniões. Entretanto, fundamentamos essas opiniões no passado, sobro o qual não temos mais acesso, para justificar nossas opiniões...

Referências:

AZEVEDO, Janete M. Lins de. A Educação como Política Pública. 3 ed. Campinas: Autores Associados, 2004

BLOCH, Marc, Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Zahar. 2001.

BRANDÃO, C. Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Abril Cultura; Brasiliense, 1985

GADOTTI, Moacir. História das Idéias pedagógicas. 8 ed. São Paulo: Ática, 2001

GILES, T. Ransom. História da Educação. São Paulo: E.P.U. 1987

GUARESCHI, Pedrinho A. Sociologia Crítica: alternativas de mudanças. 19 ed. Porto Alegre: Mundo Jovem. 1989

KLEIN, Ralph W. Israel no Exílio: uma interpretação teológica. São Paulo: Paulinas. 1990.

LIBÂNEO, José C. Democratização da Escola Pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. 9 ed. São Paulo: Loyola, 1990

LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação 6 reimp. São Paulo: Cortez, 1993

LUZURIAGA, Lorenzo. História da educação e da pedagogia. 14 ed. São Paulo: Cia. Ed. Nacional, 1983

MANACORDA, Mario A. História da Educação. Da antiguidade aos nossos dias. 12 ed. São Paulo: Cortez. 2006

PILETTI, Nelson. História da Educação no Brasil. 7 ed. São Paulo: Ática, 2002.

PONCE, Aníbal, Educação e Luta de Classes. 18 ed. São Paulo: Cortez, 2001.

SCHWANTES, Milton. Sofrimento e esperança no Exílio. São Paulo: Paulinas; São Leopoldo: Sinodal, 1987.

Neri de Paula Carneiro: Mestre em Educação (UFMS). Especialista em Educação. Especialista em Leitura Popular da Bíblia. Professor de História e de Filosofia na rede estadual, em Rolim de Moura – RO. Filósofo; Teólogo; Historiador. Professor de Filosofia e Ética na Faculdade de Pimenta Bueno; radialista colaborador em jornais de Rondônia.

 

Avaliar artigo
4
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 10 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/historia-e-historia-da-educacao-525857.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao

    ,

    historia da educacao

    ,

    problemas historicos

    Comentar sobre o artigo

    Fernando João de Jesus Santana

    Nesta obra trás a historia de um quebra cabeça no pais, que assim vários interesse de profissionais para as vinculações da educação física, tendo assim trabalhos publicados sobre os cursos de universidades de todo o Brasil, que assim temos obra do professor Izenil Pena Marinho, que assim em 1940 formou-se os diversos cursos e contextualizações sobre historia de educação física.

    Por: Fernando João de Jesus Santanal Educaçãol 18/11/2011 lAcessos: 4,587

    Esta pesquisa apresenta uma análise sobre atuação do assistente social na Base Aérea de Boa Vista-BABV , tem como objetivo geral compreender a prática, as perspectiva e desafios do profissional Assistente Social na BABV, por meio deste foi definido três objetivos específicos, sendo desvelar os aspectos da história do Serviço Social no Brasil; Relatar a respeito da Força Aérea Brasileira: Espaço Sócio Ocupacional de atuação do assistente social e conhecer sua prática do profissional na BABV.

    Por: tamires almeidal Educação> Ensino Superiorl 21/08/2014 lAcessos: 264

    Filho do médico Bento Gonçalves Cruz e de Amália Taborda de Bulhões, Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu em 1872 e viveu em sua cidade natal, São Luís do Paraitinga até 1877, quando seu pai transferiu-se para o Rio de Janeiro.

    Por: Wagner Paulonl Educação> Ciêncial 27/12/2009 lAcessos: 597 lComentário: 1
    Hellen Bessa de Oliveira

    A sociedade contemporânea apresenta um aumento crescente da população idosa, por isso, é de grande relevância um estudo sobre a velhice e família visualizando o convívio familiar da pessoa idosa, observando como a família se apresenta neste processo, compreendendo os aspectos socioeconômicos que incidem na qualidade de vida da pessoa idosa. Este trabalho proporciona uma análise e reflexão a respeito dos indicativos que possam contribuir para a construção do conhecimento profissional.

    Por: Hellen Bessa de Oliveiral Notícias & Sociedade> Desigualdades Sociaisl 30/05/2013 lAcessos: 269
    FELLIPE KNOPP

    Anteprojeto de mestrado, em comunicação social, integral: rejeitado pela UFF & UFRJ, em favor de submediocridades com financiamentos e politicagens de compadres. Aos honestos docentes deste país tirem suas conclusões apenas a partir deste objeto (o anteprojeto) uma vez que não temos elementos diretamente comparativos a aferir valor estrito.

    Por: FELLIPE KNOPPl Educação> Ensino Superiorl 29/10/2010 lAcessos: 308
    Elias Ribeiro Tork Filho

    O presente artigo apresenta como objetivo investigar a práxis pedagógica da Educação Física na 1ª Etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA), especificamente as dificuldades do professor em ministrar aulas à clientela da EJA. Pois, sabe-se que a Educação Física Escolar a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, apresenta-se como componente curricular obrigatório da educação básica. Com isso, analisa-se que a EJA ao fazer parte da educação básica precisa que o prof

    Por: Elias Ribeiro Tork Filhol Educação> Ensino Superiorl 17/12/2013 lAcessos: 135

    Análise dos principais momentos que levaram à consolidação de uma legislação internacional pela proteção dos Direitos Humanos, destacando os dilemas vivenciados em cada etapa desse processo e chamando a atenção para os méritos e debilidades evidenciados pela distância histórica. Há ainda um esforço por se compreender os efeitos dessa trajetória histórica sob o caso particular do Brasil, sobretudo a partir de uma ótica constitucionalista.

    Por: Pedro Lara de Arrudal Direitol 04/04/2010 lAcessos: 550

    Este artigo pretender discutir cotas raciais no Brasil, frente aos desafios estabelecidos pelo mito de origem da mestiçagem. Bem como as principais teorias da igualdade, com o propósito de testar a constitucionalidade das cotas raciais nas universidades brasileiras. Serão também discutida a efetividade das cotas raciais, usando como paradigma os casos da sociedade americana, que foi precursora nas questões ligadas às ações afirmativas. Não obstante, serão demonstradas diferenças entre discrimina

    Por: André Godinho Cunhal Direitol 06/12/2013 lAcessos: 129

    A liberdade de expressão consiste num direito que há muito é questionada e debatida entre as pessoas de um modo geral, bem como entre os legisladores do direito. Este trabalho tem por objetivo analisar os fundamentos jurídicos que orientam as decisões judiciais sobre os limites da liberdade de imprensa frente ao direito á privacidade. Faz uma reflexão sobre a colisão dos direitos fundamentais, especialmente, no que pertine a liberdade de imprensa e o direito à privacidade. Discorre sobre o poder

    Por: MIRIAN OLIVEIRA MACHADOl Direito> Doutrinal 12/02/2013 lAcessos: 86

    A partir de uma revisão de literatura que possui como objeto de estudo a motivação e a mudança, este artigo científico pretende abordar o processo de mudança organizacional à luz dos aspectos motivacionais e de comunicação organizacional, tendo como base a percepção dos autores acadêmicos e a opinião de pessoas envolvidas, no intuito de indicar quais as ações que deveriam ser adotadas por uma Instituição de modo a facilitar o processo de mudança e estimular a adesão dos servidores .

    Por: Carlos Coutol Negócios> Gestãol 19/03/2012 lAcessos: 1,898

    O presente texto fala sobre as diferentes classes de escolarização, assim como as dificuldades de ensinos, de aprendizados e as mudanças ao longo do tempo que a educação no país está sofrendo; também fala sobre as reformulações necessárias para melhorias no campo da educação, e desvalorização financeira e social do magistério.

    Por: Reginaldo Posol Educação> Ciêncial 16/12/2014

    o presente trabalho relata sobre a falta de etica em laboratorios de hospitais publico

    Por: perolal Educação> Ciêncial 11/12/2014

    O projeto surgiu da necessidade de entendermos melhor sobre a cultura indígena Paresi. Em língua Portuguesa foram trabalhados durante o ano letivo os clássicos da literatura brasileira do autor José de Alencar. Os livros foram Iracema, O Guarani e Ubirajara Em geografia foram trabalhados os impacto que houve na cultura com a globalização . Envolvemos os alunos do 3º G para visitarmos a aldeia Paresi e pudemos constatar as mudanças que houve ao logo dos anos.

    Por: Sortineide Navarro Segural Educação> Ciêncial 05/12/2014

    Espera-se que este projeto possa contribuir para formação de cidadãos mais conscientes, e esperando que todos os segmentos sociais, governo, escola e comunidade possam empenhar na modificação de modelos sociais para que um homem novo possa emergir, mais autentico e integrado com os valores sociais.

    Por: SUELY CARDOSO FURLANl Educação> Ciêncial 03/12/2014 lAcessos: 12
    Andréia Camargo Fleck

    O artigo visa apresentar um breve relato sobre a realização da IV mostra de Ciência e Tecnologia realizada na Escola Estadual João Nepomuceno de Medeiros Mallet no município de nova xavantina – MT, onde foram oferecidos aos alunos palestras e oficinas com o Tema: Ser Humano, Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento social, os trabalhos foram confeccionados pelos alunos de acordo com a oficina escolhida e apresentados numa exposição no dia 19 de novembro de 2014. Andreia Camargo Fleck

    Por: Andréia Camargo Fleckl Educação> Ciêncial 29/11/2014
    Teresa Coutinho

    A palavra tempo pode referir-se a um período do definido com maior ou menor precisão, desde pouco tempo, que significa de breve duração, até o tempo dos faraós, que foi há três mil anos; pode igualmente designar uma duração contínua indefinida, tal como está expresso nos dicionários, no âmbito de qual todos os acontecimentos tiveram lugar, estão a ter lugar e irão ter lugar.

    Por: Teresa Coutinhol Educação> Ciêncial 29/11/2014
    Eros Bazan

    Promover a interdisciplinaridade e a busca e troca de conhecimentos entre participantes da Feira no sentido de estimular o interesse pelo estudo das Ciências, da Cultura e das Artes; Incentivar a participação e a construção de em eventos de natureza cientifica; Motivar e envolver todos os alunos na realização de métodos experimentais e busca de respostas de todos os fenômenos naturais; Envolver os estudantes em atividades participativas, de natureza conceitual, reflexiva e prática.

    Por: Eros Bazanl Educação> Ciêncial 25/11/2014

    Por um longo tempo, as ciências formaram uma grande unidade conhecida como filosofia Natural. Praticamente qualquer atividade desenvolvida no mundo atual envolve uma inter-relação entre as várias ciências e foi pensando nisso que o presente trabalho foi proposto para alguns alunos do 1° ano do ensino médio inovador, visando uma relação entre a física e a Biologia "Biofísica" .

    Por: anacleil Educação> Ciêncial 17/11/2014 lAcessos: 19

    Sugestões com técnicas de estudo e leitura. Texto destinado a estudantes do ensino médio. pode ser aproveitado por todo leitor

    Por: NERI P. CARNEIROl Educação> Ciêncial 10/08/2014 lAcessos: 21

    A III Conferencia Nacional da Cultura nos propõe algumas reflexões não só sobre cultura, mas principalmente sobre o direito à cultura

    Por: NERI P. CARNEIROl Educaçãol 07/07/2013 lAcessos: 43

    Percebeste o crescimento da violência em nossa sociedade? para minimizar a violência nos tornamos mais violentos. Isso não é novo, apenas evidencia uma característica do ser humano: a crueldade que produz violência. Produz situações de maldade e age violentamente de forma intencional. Não falo apenas pelo que fazem os bandidos, mas também a partir dos tiros da polícia, institucionalisando a violência. Maquiavel e Nietzsche, comentam isso.

    Por: NERI P. CARNEIROl Educaçãol 12/10/2009 lAcessos: 463

    Faço aqui um manifesto ecológico em favor das sacolas de plástico. E não estou louco – a não ser de ira contra os aproveitadores!!! Um equívoco está se alastrando: a necessidade de por fim às sacolas plásticas, no comércio. Isso é engodo em nome do lucro.

    Por: NERI P. CARNEIROl Educaçãol 09/10/2009 lAcessos: 720 lComentário: 1

    Para nós que as enfrentamos ou sofremos suas conseqüências, as crises, catástrofes, cataclismos, tragédias, ou grandes acidentes – depende de como as queiramos denominar – não são bem vindas. Mas as tragédias são o prato principal, do qual se nutre a imprensa e são esperadas ou buscadas – ou fabricadas – para deleite do sensacionalismo, principalmente televisivo. Exemplo típico está ocorrendo agora.

    Por: NERI P. CARNEIROl Educação> Ciêncial 11/05/2009 lAcessos: 391

    No livro de Atos dos Apóstolos encontramos uma das passagens mais controvertidas, discutidas e, ao mesmo tempo, belas, do Novo testamento. Trata-se At, 2,1-11 que se popularizou como fundamentação para a festa do Pentecostes.

    Por: NERI P. CARNEIROl Religião & Esoterismo> Religiãol 22/01/2009 lAcessos: 1,109 lComentário: 2

    Em se tratando de estudos bíblicos nem tudo são certezas e unanimidade. Existem contradições em relação às opiniões e conclusões. Uma delas é em relação a Lucas e à autoria do evangelho de Lucas e os Atos dos Apóstolos. A tradição cristã atribui tanto o texto do quarto Evangelho como o de Atos dos Apóstolos a Lucas, médico mencionado por Paulo em 2Tm 4,11; Cl 4,14 e Fm 24. Alguns autores, entretanto, preferem dizer que ambos são personagens distintos

    Por: NERI P. CARNEIROl Religião & Esoterismo> Religiãol 22/01/2009 lAcessos: 4,249

    A historicidade da Bíblia é, muitas vezes, colocada como argumento de fé. Muitas vezes a Bíblia é usada de forma definitiva, sem considerar elementos simbólicos e textuais que não podem ser desconsiderados. Se for encarada dessa forma tanto a fé como a razão tem que se submeter a algumas contradições textuais que estão presentes no texto bíblico.

    Por: NERI P. CARNEIROl Religião & Esoterismo> Religiãol 22/01/2009 lAcessos: 1,736 lComentário: 1

    Comments on this article

    0
    tavares 11/05/2009
    muito massa !
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast