O Desenvolvimento Da Coordenação Motora, Uma Proposta De Grande Relevância Para O Crescimento Da Criança Da Educação Infantil

Publicado em: 27/02/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 10,275 |

1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo analisar como é realizado o trabalho de estimulo e incentivo ao desenvolvimento da coordenação motora fina do aluno da pré-escola, ressaltando a relevância do papel do professor e a participação da família no cotidiano escolar, com isso surge então a necessidade de se entender a relação entre a escola e família no favorecimento do trabalho de ofertar ao aluno atividades diversas para aperfeiçoar a coordenação do movimento motor destes, reconhecendo que é por meio do trabalho entre família e escola que a educação ofertada pode ser de mais qualidade, garantindo um melhor aprendizado do aluno.

Em outro casos, muitas famílias têm grande dificuldade de dialogar com seus filhos, à correria da vida moderna tem afastado a maioria das famílias, o tempo já não existe para o diálogo. Sem perceber, não sabem quais são as dificuldades que seu filho está atravessando.

Pensando nisto, é este artigo foi desenvolvido com o propósito de  procurar investigar o conhecimento docentes no âmbito escolar e qual a sua influência no processo de ensino e aprendizagem, buscando com isso, conscientizar os professores e pais .

Neste sentido, procura-se responder a problemática: De que forma o professor e família tem contribuído para o desenvolvimento da coordenação motora da criança da pré - escola? Alem disso, com qual freqüência este estimulo ocorre? Desta forma, entende-se que tanto a família como o professor pode servir como ponte para o estimulo, aprimoramento e desenvolvimento desta coordenação, ambos tem uma importante contribuição  no processo educacional e conseqüentemente no em seu desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social.

1.1 JUSTIFICATIVA

A educação infantil é uma modalidade de ensino que tem sido muito estudada nos últimos anos, nos dias atuais é fundamental da acessibilidade aos alunos para que estes freqüentem desde cedo à escola para que o quanto antes ele tenha o seu desenvolvimento social, intelectual e físico desenvolvido.

O ponto principal dessa pesquisa é desenvolver uma reflexão sobre a importância do desenvolvimento da coordenação motora fina da criança da pré-escola, o trabalho do papel do professor é o auxilio da família para que este desenvolvimento ocorra de forma significativa.

Pretende-se que os educadores da educação infantil tenham conhecimentos sobre as teorias educacionais e relacione na prática, e o leve a perceber a importância do papel do professor da educação infantil no processo educacional

O presente trabalho foi elaborado pensando em contribuir principalmente com o trabalho dos professores da educação infantil das escolas públicas e professores leitores que se interessam pelo tema abordado no decorrer desta pesquisa.

1.2 PROBLEMÁTICA

Como se dá o desenvolvimento da coordenação motora das crianças da pré-escola?

2 MARCO TEÓRICO

É de grande relevância que o professor veja seu aluno como ser em desenvolvimento, cujas propriedades estão, ao mesmo tempo, influenciando e sendo influenciada pelo ambiente no qual  está inserido, especificamente em atividades motoras, seja este ambiente seu lar, a escola e até mesmo os demais locais os quais ela freqüenta.

Quanto ao conceito de coordenação motora pode-se destacar HAGEMANN (1991), o autor afirma  que coordenação motora é o controle que a criança tem sobre o seu corpo, isto é, a capacidade de realizar movimentos com economia de energia:  movimento ser tão coordenado quanto maior seja a economia de energia empregada para executá-lo.      

A escola deve estimular outras buscas, novos conhecimentos dando ênfase em outros sentidos do prazer, através de um trabalho multidisciplinar e transversal. Os docentes podem desenvolver atividades voltadas ao desenvolvimento da coordenação motora, pois estas proporcionam um leque de idéias importantes que propiciam aos alunos estabelecer relações e vinculações entre os mais diferentes conteúdos apresentados pelas diversas disciplinas escolares.

No entanto, isto depende de uma formação continuada dos professores. O professor da educação infantil precisa compreender que o processo de desenvolvimento da coordenação motora da criança abrange vários fatores que são claramente percebidos e sentidos podem nos aspectos orgânico, psicológico, cognitivo e social. Os mesmos mais cedo ou mais tarde podem interferir de alguma forma no processo ensino-aprendizagem.

São vários os movimentos que a criança ainda bebe faz e que já são traços do desenvolvimento da coordenação motora, através de movimentos com as mãozinhas para pegar objetos, depois os primeiros passinhos, o rastejar no tapete, tudo isso engloba o desenvolvimento da coordenação motora.

Já em fase pré-escolar a coordenação é ‘treinada' em atividades especificas para a idade, como exercícios motores de desenhos, símbolos, etc. Para compreender melhor o significado da coordenação motora vejamos  abaixo uma explicação mais detalhada.

Segundo Boz (2006), ‘em relação ao comportamento motor, o comportamento que trata das necessidades individuais é a consciência corporal, e o que trata das necessidades coletivas é a consciência espaço- temporal''. O autor ainda ressalta que quando o aluno expressa sua motricidade, ele exprime três tipos de competências: socioafetiva, percepto – cognitiva e física-motora.

Diante do exposto podemos concluir que todas as atividades motoras são fundamentais, pois ajudam os alunos a conhecer seu próprio corpo com mais profundidade e permite ao mesmo ter mais habilidades o que contribui para o desenvolvimento de suas capacidades físico-motoras, socioafetivas e percepto-cognitivas.

Na hora do planejamento o docente deve pensar em metodologias que possibilitem e contribuem para o desenvolvimento da aptidão física e as habilidades motoras, entre outras a oportunidade de trabalhar a velocidade, força, coordenação e equilíbrio.

De acordo com Boz (2006),

A capacidade percepto-cognitiva prioriza, na percepção, o desenvolvimento dos sentidos (tato, visão e audição) e, na cognição, a capacidade de o aluno solucionar problemas, compreendendo, refletindo e interferindo na realidade em que está inserido. A capacidade socioafetiva estimula as relações interpessoais, a cooperação e o respeito, cultivando valores e regras morais do contexto sociocultural do aluno.

Segundo Ferreiro “a coordenação motora começa com os rabiscos que a criança faz no papel, por isto  é muito importante observamos os primeiros rabiscos”. E no caso da língua escrita quando a criança faz suas primeiras tentativas para escrever é desqualificada de imediato porque pra ela os rabiscos têm significância, já para muitos professores não significam nada.

Para Piaget a criança está sempre desaprendendo e reaprendendo. A nossa função é entender que as crianças ao virem para a escola já têm suas concepções sobre o mundo. Para tanto a aprendizagem é uma atividade  contínua para todas as crianças.

Concorda-se com Piaget quando  salientam o funcionamento cognitivo e o processo de equilibração como fatores responsáveis pela possibilidade do pensamento ou da inteligência ir pouco a pouco construindo o instrumento necessário para a organização compreensível  inteligente da realidade.

São vários os fatores que podem interferir no processo ensino-aprendizagem, podendo manifestar-se nos aspectos orgânico, psicológico, cognitivo e social.

Segundo SCOZ(2002),

no que se refere ao aspecto orgânico pode-se mencionar a verminose, a disfunção neurológica, o “nervosismo”, problemas de visão e audição. De acordo com a autora, quando a criança não apresentar integridade orgânica e corporal, ela pode ter problemas na aprendizagem. A perda sensorial, como a falta de audição, por exemplo, faz com que a criança se isole.

Os professores precisam estar atentos as reais necessidades dos alunos, percebendo os problemas e as dificuldades apresentadas pelos mesmos. Quando detectadas, deve-se encaminhar a criança ao profissional competente. Daí ser tão importante que nas escolas tenham o acompanhamento de outros profissionais especializados tais como psicólogos, neurologistas entre outros.

No entanto, segundo Scoz (2002), “as disfunções orgânicas e neurológicas são facilmente detectáveis, embora nem sempre corrigíveis”. Mesmos que estas crianças tenham todo o apoio do professor precisam da ajuda de outros profissionais para assim se desenvolverem melhor.

Muitos professores não estão preparados para lidarem com estas situações, muitos nem se quer tem apoio quando necessitam de alguma orientação, e isto termina prejudicando o trabalho pedagógico traçado pelo professor e o maior prejudicando é sempre o aluno.

Segundo GARCÍA (1998), o principal problema da criança na escola se dá quando a lateralização faz-se à esquerda, dificultando sua aprendizagem. Quando combinada com outras funções a lateralidade pode definir alguns aspectos básicos da prontidão que dá condições para o domínio da leitura e da escrita.

Os pais e a escola devem buscar o pleno desenvolvimento do aluno, traçando metas e estratégias que permitem seu desenvolvimento intelectual e social. Assim, a responsabilidade de ensinar é tanto da escola quanto da família, e para ambas esta tarefa deve ser vista como uma arte.

COMENIUS (1657) afirma que “a arte de ensinar nada mais exige, portanto, que uma habilidosa repartição do tempo, das matérias e do método

Desta forma, a família deve se organizar para traçar e dedicar um tempo aos seus filhos. É preciso que os pais reconheçam a importância de  investirem na educação dos filhos, e perceberem que não estarão perdendo tempo, mas sim que  por meio desta ação  de fato estarão valorizando seu tempo.

De acordo com SCOZ (2002),

A indiferença dos pais quanto à aprendizagem dos filhos diminui a auto-estima da criança, tornando-a desmotivada. “Pais que convivem constantemente com a criança, acumulam uma grande quantidade de experiência sobre seu desenvolvimento e se encontram em uma posição privilegiada para detectar problemas, desde que tenham os olhos voltados para isso” (SISTO, In: SISTO et al., 2001). A falta de “os olhos voltados para isso” é sinal de indiferença.

Desta forma, os pais e professores necessitam caminharem juntos, lutando para que seus objetivos sejam alcançados, usando-nos os mesmos instrumentos de estimulo, incentivo, doação e motivação, usando os mesmos em busca  da realização e estimulação  plena da coordenação motora de seus filhos assim como seu desenvolvimento como um todo.

Segundo Cury (2003):

Os pais precisam adquirir hábitos dos pais brilhantes para revolucionar a educação. Os professores precisam incorporar hábitos dos educadores fascinantes para atuar com eficiência no pequeno e infinito mundo da personalidade dos seus alunos.

Para que o aluno tenha êxito em sua vida escolar ele precisa sentir que estas duas sociedades que são de grande significância para seu desenvolvimento completo estejam andando juntas e falando a mesma língua. O aluno deve perceber que o trabalho da escola com sua família é um trabalho de parcerias, no qual uma auxilia a outra, ambas se completando.

Se a criança percebe que a escola fala uma língua totalmente diferente da sua família ele se sentirá desestimulado e ao mesmo tempo perdido. Tanto a escola quanto a família precisam estar atentas a emoção do aluno. CURY (2003), afirma que os professores e os pais que não provocam a emoção das crianças não educam, apenas informam.

3 METODOLOGIA

Para realização desta pesquisa usou-se a metodologia Quali-quantitativa, por meio de análises de conteúdos, se baseando em dados obtidos com a aplicação dos ICDs (Instrumentos de coletas de dados), A presente pesquisa foi realizada em duas escolas de educação infantil do município de Alto Alegre, com o total de 20 professores, as creches onde a pesquisa foi realizada há aulas de educação infantil e as 4ª série iniciais do Ensino Fundamental, nos turnos matutino e  período vespertino.

4 ANÁLISES DOS DADOS

Nesta pesquisa foram realizadas 13 questões, aplicadas entre os alunos, professores e funcionários da escola, conforme é mostrado a seguir, com as argumentações dos autores se fundamentando em autores relacionados com o tema.

4.1 QUETÕES APLICADAS AOS PAIS E PROFESSORES

4.1.1 Você acredita que os professores da educação infantil tem conhecimento sobre como desenvolver a coordenação motora?

Neste aspecto, 75% dos professores e pais afirmaram que os professores devem ter sim estes conhecimentos, 25%, acreditam que muitos professores não têm este conhecimento e ficam em sala de aula um pouco perdidos, fazendo sempre as mesmas atividades no âmbito escolar. O que significa dizer que o professor precisa inovar mais, buscando sempre participarem de cursos e procurando melhorar suas metodologias.

4.1.2 Que tipo de atividades têm sido ofertadas aos alunos da educação infantil?

De acordo com os professores, 85% levam para sala de aula exercícios pontilhados para os alunos ligar ponto a ponto e cobrir os pontinhos, 10 % já fizeram exercícios que estimulam o desenvolvimento e 05% responderam não saber quais são as atividades especificas para se trabalhar tal coordenação.

Segundo Ferreira (2008),

É preciso trabalhar com “atividades lúdicas e diversificadas, tais como: dobraduras, marionetes, liga-pontos,liga-números,liga-alfabetos, alfabetos divertidos, jogos, recortes, colagens,pintura, entre outros. Visando  enfatizar o aspecto caligráfico com o objetivo de alcançar uma melhor legibilidade e uniformidade no traçado da letra, pois atividades que visam desenvolver somente a habilidade motora tornam-se monótonas e mecânicas.

Muitos professores da educação infantil pecam na escolha de suas atividades, escolhendo só um tipo de atividade acabam gerando em seus alunos certos repudio, por se tornarem repetidas em demasia perdem totalmente a significância para a criança. Assim, cabe ao professor buscar diversificar tanto sua metodologia quanto as atividades ofertadas aos alunos.

Desta forma, o que foi percebido na pesquisa é que o desenvolvimento da coordenação motor deve ser incentivado desde de cedo tanto pela escola quanto pela família. Diante deste quadro, destaca-se a importância de se atentar para os cuidados com o desenvolvimento da coordenação e sua estimulação desde os primeiros anos de vida

4.1.3 Quais são as contribuições dos familiares para o desenvolvimento do aluno da pré -escola?

Do universo pesquisado 74% dizem que as famílias não contribuem muito e nem incentivam o desenvolvimento da coordenação motora, isto ocorre devido o posicionamento de muitos pais que deixam a educação de seus filhos sob a responsabilidade da pessoa do professor,  para  15%  os pais não incentivam por falta de tempo e ate mesmo por não saberem como trabalhar com seu filho, e para os 11% restantes, a família fica alheia a esta situação por  não querem se envolver de fato com a educação infantil, pois muitos acham nenhuma importância e muito mesmos aprendizagem nesta faixa etária.

Dentro desta visão, cabe ao professor trabalhar este tema em sala de aula, e com a família  falando das contribuições que a família deve da desde cedo estimulando assim o desenvolvimento desta coordenação. O professor é tido como o agente principal das ações de transformações, pois se acredita que ele é o elemento mais importante na formação da criança.

Os professores devem buscar soluções a partir da elaboração e execução de projetos que visem o desenvolvimento e aprimoramento da coordenação motora dos alunos, projetos  que visem em primeiro lugar, capacitá-los. Uma das contradições que aparece é a má formação de professores, a falta de incentivo e motivação dos alunos com relação ao ensino que recebem; os conteúdos desconectados da realidade e do cotidiano, não enfatizando a sua aplicação à vida.

4.1.4 As brincadeiras e jogos influência na aprendizagem e no desenvolvimento da coordenação das crianças?

Segundo os dados coletados, 50% dizem que sim, 50% afirmam que não. Com isso pode-se concluir que muitos dos pais e professores não vêem os jogos e brincadeiras como ferramentas educativas. Não consegue compreender que o lúdico pedagógico é essencial para se ter uma aprendizagem significativa.

Segundo Ferreira (2008),

É preciso trabalhar com “atividades lúdicas e diversificadas, tais como: dobraduras, marionetes,liga-pontos,liga-números,liga-alfabetos, alfabetos divertidos, jogos, recortes, colagens,pintura, entre outros. Visando  enfatizar o aspecto caligráfico com o objetivo de alcançar uma melhor legibilidade e uniformidade no traçado da letra, pois atividades que visam desenvolver somente a habilidade motora tornam-se monótonas e mecânicas.

Muitos professores da educação infantil pecam na escolha de suas atividades, escolhendo só um tipo de atividade acabam gerando em seus alunos certos repudio, por se tornarem repetidas em demasia perdem totalmente a significância para a criança.

Winnicott (1975) relata que é,

[...] no brincar, e talvez apenas no brincar, que a criança ou o adulto fruem sua liberdade de criação. Esta importante característica no brincar será examinada aqui como desenvolvimento do conceito de fenômenos transacionais e leva em conta também um paradoxo que precisa ser aceito, tolerado e não solucionado – e é o que constitui a parte mais difícil da teoria do objeto transacional.

Assim, cabe ao professor buscar diversificar tanto sua metodologia quanto as atividades ofertadas aos alunos. Dentro de uma análise do conhecimento o aluno através de sua estrutura cognitiva com o uso dos multimeios ludo pedagógicos ao qual cada aluno pode evidenciar um importante papel motivacional com o envolvimento mutuo entre duas ou mais pessoas, tanto para alunos quanto para professores.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/o-desenvolvimento-da-coordenacao-motora-uma-proposta-de-grande-relevancia-para-o-crescimento-da-crianca-da-educacao-infantil-1916239.html

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