O Papel Do Gestor Na Escola Municipal Profª Edneide Sales Campêlo E Escola Estadual Desembargador Sadoc Pereira Em Alto Alegre – Rr

Publicado em: 27/02/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 1,101 |

1 INTRODUÇÃO

O papel do gestor é de suma importância para o campo educacional, pois as compreensões das dimensões de gestão escolar são imprescindíveis para desenvolve-se relações promissoras para o processo educacional.

A gestão escolar constitui-se numa área estrutural na determinação da qualidade de ensino, talvez por isso os estudos nesta área sejam significativos, pois é fundamental importância compreender a dinâmica e os reflexos no processo educacional.

Diante dessa análise buscam-se os fatores que contribuem para o trabalho do gestor no contexto escolar, pois para haver uma educação de qualidade faz-se necessário que o gestor seja articulador das idéias tendo uma visão holística sobre educação e mostrando proposta para um bom funcionamento da escola.

Essa temática desperta interesse e reflexão, uma vez que é uma forma de se compreender o estabelecimento e manutenção de uma prática participativa do gestor escolar e, sobretudo, o equilíbrio das dimensões de gestão escolar. Para tanto, apropriei-me da literatura inerente a este tema.

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1.1 JUSTIFICATIVA

O estudo desta temática refere-se a reflexão sobre o papel do gestor educacional, buscando em uma abordagem  qualitativa da gestão escolar, demostrando a importância do papel do gestor no processo educacional. O ponto principal dessa pesquisa é desenvolver uma reflexão sobre o papel do gestor  nas escolas públicas do município de Alto Alegre no Estado de Roraima, além de identificar idéias quanto ao processo democrático na escola.

Como concepção norteadora desse trabalho tem-se a construção de pensamentos e idéias que o gestor não desenvolve seu trabalho  isolademente com sucesso, pretende-se que os gestores educacionas tenham conhecimentos sobre as teorias educacionais e relacione na prática, e o leve a  perceber a importância do papel  do gestor no processo educacional.

Isso levou-nos à alguns questionamentos: O papel do gestor pode contribuir para o processo educacional? Será que a dimensão da gestão escolar é importante para o processo educacional? O estabelecimento de uma prática participativa do gestor pode refletir para uma educação de qualidade? O gestor tem que saber mediar o equilíbrio das dimensões de gestão escolar pode contribuir para o processo educacional?

1.2 PROBLEMÁTICA

Qual o papel do gestor no processo educacional?

2 MARCO TEORICO ( O PAPEL DO GESTOR)

 

Durante longo período da história da educação o gestor teve uma roupagem autocrata. Onde o gestor era o único gerenciador da escola a sua relação com o professor e todos os atores da comunidade escolar, era vertical. Isso demonstra uma hierarquia superior-subordinado não existe divisão de tarefas o poder está centralizado. Para Dias (2000) este tipo de posicionamento estar inserido: “As teorias de administração, quaisquer que sejam, repousam sempre sobre o princípio da autoridade sempre sobre o principio da autoridade e têm como pressuposto básico a existência do binômio superior-subordinado”.

Isso ocorria, pois a sociedade se encontrava no momento histórico, onde os nossos representantes eram meramente ditadores. A sociedade não tinha autonomia para participar com idéias e opiniões, pois eram submissos e os que não obedecessem às regras impostas sofreriam com castigos e perseguições. Dando ênfase no assunto os autores Fernandes e Muller (2006) afirmam: Todas essas manifestações foram duramente reprimidas após o golpe militar de 1964, que impôs a censura e o silênci.

Há muito tempo tem se falado que o papel do gestor era de cumprir o burocrático. Mas essa visão mudou agora a sua prática vai além de cumprir e fazer regras. Sâni (2008) reforça: “O papel do gestor escolar não se resume em cumprir e fazer cumprir as leis e regulamentos, as decisões, os prazos para desenvolvimento dos trabalhos e transmitir a seus subordinados a estratégia a ser adotada no desenvolvimento desses trabalhos”.

O papel do gestor deve ser um articulador de idéias tendo uma visão holística sobre educação e mostrando proposta para o bom funcionamento da escola. De acordo Fernandes e Muller (2006):

O gestor deve ser democrático, opinar e propor medidas que visem o aprimoramento dos trabalhos escolares, o sucesso de sua instituição, alem de exercer sua liderança administrativa e pedagógica, visando a valorização e desenvolvimento de todos na escola.

Portanto, gestão escolar supõe gerenciar a escola nos serviços administrativos de funcionamento geral, os pedagógicos e também refere-se a abrangência da função, cujo o olhar sobre a liderança oferece condições de estimular a organização e o andamento da escola.

O gestor tem que exercer seu trabalho mobilizando a equipe para a responsabilidade com a educação, mas para isso acontecer o gestor tem que está presente no cotidiano escolar intervindo com o meio. Lück (2006) afirma que:

A gestão é um conceito associado à democratização das instituições e o reconhecimento de que todos são responsáveis pelo conjunto de ações realizadas e seus resultados. Em vista disso, na escola, os professores são membros importantes da equipe de gestão.

Segundo Lück (2006), os processos de descentralização da gestão escolar representam uma das mais importantes tendências nas reformas educacionais em todo o Brasil. Processos que contribuem na construção de uma escola democrática. Com essas transformações caminha-se para construção da democracia no país, o grande desafio é exatamente discutir a gestão democrática da escola que realmente gesta uma nova escola de qualidade no Brasil.

Segundo Valerien (2002). ”[...] diretor de escola surge cada vez mais como o gestor da comunidade educativa. Terá de encontrar os meios de conciliar esta função com a de Administrador, representante da Administração Centra l”.

Quando se fala em divisão de poder, nesse sentido, gestão democrática não é uma técnica gerencial que um e outro coloca como melhor gerenciar a escola, gestão democrática é a participação de todos os sujeitos incluídos nos processos escolares que tenham direitos e exerçam poder no sentido de decidir o futuro daquela instituição para quem serve o que deve fazer aquela instituição escolar.

Segundo Valerien (2002)

O diretor de escola vem assumindo, pouco a pouco, importância cada vez maior na administração. Progressivamente, ele foi levado a desempenhar, num certo sentido, todas as funções. Esta nova realidade implica que sejam redefinidas suas atribuições, a fim de sejam evitados choques de competência. Por outro lado, o poder do diretor de escola é proporcional ao do supervisor por outro, ao dos professores.

Percebe-se, então que a gestão está interligada com a democracia. Nos últimos tempos o gestor passou a ter a atribuição de gerenciar a escolar em todas as suas dimensões, o novo contexto educacional exige uma postura bem diferente daquele gestor do passado com decisões centralizadas e burocrata.

Neste sentido, Dias (2004) menciona que o conceito de gestão estar subdividido em administração, congestão e autogestão. A administração se baseia no princípio da autoridade, do superior e subordinado. A co-gestão tem como principio a participação.

Nesta modalidade de gestão, somente se estabelece com a contribuição dos envolvidos nas atividades sob seu comando. A autogestão consiste na ausência de autoridade. Sem que isto signifique anarquia. Não existe hierarquia, observa-se que exige um processo de preparação.

No âmbito educacional, a escola vem passando por uma redefinição em suas estruturas na procura de atender às necessidades da atual sociedade. Buscou-se em Lück que o novo conceito em gestão supera a de administração.

Houve época em que administração não tinha um diálogo com a comunidade, hoje essa idéia vem sendo substituída por um novo entendimento da relação escola e comunidade que deve ser mantido, pois, os objetivos buscados pela escola estão interligados com os interesses da sociedade. Para destacar com mais ênfase Lück (2006), pontua algumas ações do gestor para o envolvimento dos pais e da comunidade na escola:

ü  Garantir livre acesso da comunidade à escola, a partir de criação de espaços de atuação e participação;

ü  Promover melhor convívio entre escola e comunidade;

ü  Mobilizar a comunidade para participar de um movimento pela melhoria da qualidade do ensin e aprendizagem dos seus alunos, conscientizando-a da importância efetiva de sua participação na escola;

ü  Promover a quebra de gelo na relação entre funcionários e comunidade;

ü  Promover a integração entre escolas, realizando atividades de intercâmbio como campeonatos e atividades diversas;

ü  Unir o grupo da 3ª idade com as crianças para resgate de artesanato, histórias locais e experiências de vida, dentre outras atividades;

ü  Abrir a escola para a comunidade, tornando-a um centro de integração comunitária.

 

Durante esse processo o gestor tem que ser líder ser forte aos desafios encontrados e o provocador da participação de todos os envolvidos no processo. Toda escola tem que dar atenção o que assegura e regulamentam a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de nº 9394 ⁄ 96 (LDB) nos art. os seguintes princípios:

Art.14 – Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios.

  1. Participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
  2. Participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.

Percebe-se que na construção do projeto pedagógico é necessária a participação de todos os atores da escola e assim aquela administração centralizadora não serve mais para atual escola. Pois, a tomada de decisões é distribuída a construção do processo educativo não é mais individual o trabalho é realizado coletivamente na definição da proposta educacional.

Nota-se que a gestão democrática representa uma nova forma de administração, assumindo a concepção de gestão compartilhada e integrada para a

3 METODOLOGIA

Essa pesquisa foi de forma bibliográfica e qualitativa (através leitura, análise e interpretação de dados), a partir de entrevistas com os gestores da Escola Municipal  Edneide Sales Campêlo e a Escola Estadual Desembargador Sadoc Pereira – Alto Alegre – RR - Brasil. A metodologia foi adotada pelo fato da pesquisa está classificada no nível explicativo. A pesquisa aconteceu em dezembro de 2008, onde foram entrevistados 02 gestores, sendo que cada um repondeu a 10 peguntas relacionadas ao tema.

4 ANÁLISE DE DADOS

4.1 CARGO DE GESTOR

ü    Quando se indagou aos gestores da escola Municipal e Estadual de Alto Alegre,  como você chegou ao cargo de gestor?

Gestor A:

Na verdade cheguei a gestor por indicação política, mas para isso estudei e ocupei alguns cargos como: supervisor nas escolas municipais da sede de Alto Alegre e vice-diretor E.E. Sadoc Pereira.

Gestor B:

Por indicação política.

Neste aspecto, os dois gestores entrevistados, dizem serem escolhidos por políticos. Tanto que se comenta que a escola é um lugar educativo, onde seu objetivo é de formar cidadãos críticos, participativos que saiba se posicionar em situações problemas do dia a dia, mas na realidade isso fica difícil de acontecer, a politica infeslizmente ainda continua dando as cartas nos cargos de gestores das escolas no Estado de Roraima. Paro (2002), O diretor sempre escolhe a escola, mas nem a escola nem a comunidade podem escolher o diretor.

Percebe-se, que mesmo os diretores queiram que haja mudanças na estrutura da escola, merenda escolar, transportes, materiais, valorização dos profissionais da educação e outros, mas ao meso não podem fazer nada, pois o mesmo não tem total autonomia sobre sua prática pedagogica, até por que desde sua chegada na escola aceitaram a receber ordens dos políticos.

4.2 O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

Quando se indagou aos gestores: na sua visão de diretor qual o papel do gestor no processo educacional?. Obtive as seguintes respostas das quais se passa a transcrever.

Gestor A:

Quando se fala em escola não tem como fugir dos aspectos administrativos e pedagógicos. Na realidade o gestor tem um papel fundamental na questão educacional no que se refere o comprimento dos dias letivos, zelar não só pela qualidade de ensino, mas na formação continuada do professor. Tem que trabalhar com os coordenadores, trabalhar escola e família de estar junto com os professores na hora do planejamento.

 

Gestor B:

O papel do gestor é muito importante temos que saber interpretar o que é ser gestor. Desde que busque trabalhar em equipe e também buscar parcerias. Para você gerir uma escola tem que trabalhar em equipe, o gestor não trabalha sozinho. A função do gestor é descentralizar o poder, meu papel de liderança é importante para o processo educativo.

 

Diante dos resultados, percebe-se que os dois gestores têm um pensamento em comum, que o gestor nos dias atuais tem que ter plena relação com coordenadores, professores, alunos e família mudou, pois o gestor procura ter dialogo com todos envolvidos na escola.

Observa-se, também na fala de um gestor, que a forma que ele desenvolve seu trabalho pode contribuir para o processo educativo e também comenta o trabalho em equipe não só com os professores, mas com todos envolvidos no processo educacional.

Nesse processo de trabalho coletivo, os grupos de professores e funcionários devem ter acesso às condições necessárias à produção do conhecimento, sobre a realidade da escola, conhecimentos didáticos, áreas especificas e outros.

Conclui-se, que para realizar uma liderança eficaz é necessário que o gestor conheça as teorias de liderança e ao longo do processo possam adquiri-las na prática, ser um líder de competência.

4.3 UM BOM GESTOR NA VISÃO DOS GESTORES

ü    Ao indagar-se quanto à opinião dos diretores entrevistados ao o que vem a ser um bom gestor, teve-se as seguintes respostas:

Gestor A:

Um bom gestor está como elo um mediador entre o ensino e aprendizagem a sua função de está auxiliando e orientando o professor e aluno. Um bom gestor procura relacionar-se bem com a comunidade escolar. Tem que ter teoria e prática, não só teoria e teoria, mas, por em prática. Promover um espaço harmônico para receber a comunidade e se preocupar com a formação continuada.

Gestor B:

Um bom gestor tem que ter conhecimento da área educacional, interpretar leis, as hierarquias de lei, saber respeitar as decisões em equipe. Saber lidar com os problemas, buscar o entendimento da classe. Estar em contato com a comunidade, pais, professores e alunos.

Constatou-se, que todos os gestores consideraram de grande importância relaciona-se com a comunidade escolar. Para que aconteça isso, o gestor tem que ter uma boa comunicação com os professores, funcionários, pais e alunos e também envolvê-los no processo educacional.

Portanto, um bom gestor tem que ter competência, ser líder e bom relacionamento com todos os componentes da comunidade escolar. Terá que buscar a gestão democrática, Indivíduos e equipes devem ter espaço, não só para colocar seu ponto de vista, mas também influenciar os rumos da escola. Percebe-se que um bom gestor tem que manter a escola em atividades participativas, produtivas, harmoniosas, gerenciando, acompanhando o processo e exigindo tarefas, com autenticidade e ponderação, transformando a reflexão em prática.

4.4 A IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA NA GESTAO EDUCACIONAL

ü     Perguntou-se aos gestores, a importância da liderança na gestão escolar para que tenha um bom resultado no ensino:

Gestor A:

Primeiramente tem que ter liderança saber ser líder. O gestor é líder de uma instituição. Ser líder não é muito fácil, existe líder nato tem pessoa que quer ser líder, mas não consegue. Não é o detentor do conhecimento é ter o jogo de cintura, mostrar caminhos resolver problemas. Ser líder é buscar soluções, dividir o problema com todos. Líder tem que ser democrático não centraliza o poder ele delega funções o sucesso busca a melhoria da escola.

Gestor B:

Uma boa liderança é indiscutível para ser um bom gestor é necessário ser um bom líder, muitas vezes um líder tem que ser um gestor, mas um gestor tem que ser um líder. Tem que saber mobilizar a comunidade escolar para assim ganhar o respeito confiança e desenvolver o trabalho na escola.

Através da análise dos resultados, percebe-se que os gestores têm pensamentos semelhantes sobre o gestor ser líder. Nota-se que os diretores têm o conhecimento da teoria da liderança, isso já é um passo para haver mudança no âmbito educacional, mas isso não basta é necessário relacionar teoria e prática, pois é praticando que o gestor desenvolverá habilidade de liderança.

Portanto, para ser um líder tem que desenvolver habilidades de liderança é durante esse processo que o gestor irá adquiri-las, é imprescindível o gestor estar refletindo constantemente o seu papel de líder, pois, a sua função tem essa relação com a liderança. O diretor líder procura caminhos para que sua equipe sinta que faz parte da escola e sua participação tem poder de mudança.

Na realidade o que mais acontece é o gestor se lastimar e culpar pais, professores, secretarias de educação pelos problemas da escola, demonstrando para comunidade escolar que está desamparado, esse diretor não exerce atitude de líder. Entende-se que o gestor líder incentiva os envolvidos no processo educacional motivando a descobrir o que pode fazer para solucionar o problema vivenciado na escola.

4.5  GESTÃO SUPERA ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

ü      Perguntou-se aos gestores se para eles a gestão escolar supera administração escolar:

Gestor A:

Sim. Não estar voltado para parte administrativa à escola ele não se fecha para um determinado papel, trabalha o administrativo, pedagógico e político. Faz parcerias para desenvolver o trabalho.

Gestor B:

Hoje uma gestão é de suma importância e até mais que a administração escolar. A administração escolar é vista como singular e a gestão desenvolve um trabalho coletivo para resolver os problemas e administração abraça às conseqüências sozinho e desenvolve um trabalho controlador.

Pode-se perceber que há certa relação entre as respostas dos entrevistados e que os mesmos possuem conhecimento na questão de gestão escolar que na atualidade a gestão estar com uma nova roupagem e aquela administração do passado está perdendo seu poder na escola.

Busca-se a descentralização do trabalho de uma redefinição de papéis a fim de proporcionar resultados satisfatórios das pessoas que o praticam para consolidar uma ação progressista no desenvolvimento de todas as atividades dentro da escola.

Sabe-se na realidade que a maioria dos gestores não consegue desenvolver um trabalho em equipe a participação dos professores e pais. Essa descentralização de poder é ainda nova no contexto escolar a maioria não sabe lidar com essa nova situação, pois, a sociedade ainda traz consigo os traços da submissão.

Portanto, essa prática de participação é uma necessidade hoje no âmbito da escola, pois, a intenção é de superar a centralização de poder e ter um novo modelo de gestão democrática, onde as práticas dos agentes, professores, alunos e pais podem ser interativos e dinâmicos e juntos forme uma equipe unida para enfrentar e vencer os problemas encontrados na caminhada.

4.6 GESTÃO DEMOCRÁTICA

ü    Pergunta-se aos gestores qual a sua visão sobre gestão democrática?

Gestor A:

A palavra gestão significa gerir, administrar de forma interativa, participativa, ser compreensivo, solidário, mas tudo isso de modo disciplinado para desenvolvermos uma boa gestão.

Gestor B:

A gestão pode ser participativa, democrática, desde que a comunidade escolar esteja participando, não é um trabalho individual, mas coletivo.

 

Diante dos resultados, percebe-se que há certa relação entre as respostas dos entrevistados e que os mesmos possuem conhecimentos na questão da gestão democrática. Portanto, a gestão democrática é vista como um meio viabilizador das possibilidades de transformações na escola, que acontecerá com a participação de todos os envolvidos na educação.

A gestão escolar numa perspectiva democrática tem características e exigências próprias. Para efetivá-la na prática é necessário que haja o envolvimento de todos os indivíduos e que cada um internalize e exerça suas funções, dessa forma as ações coletivas garantirá o sucesso escolar.

No momento que pensamos a gestão democrática como um meio para a superação de parte dos problemas cotidianos da escola, esse é o melhor caminho para conseguir a interação entre os membros da comunidade escolar. Já que a idéia de democracia é o compromisso e participação de todos.

  1. 4. 7  EXERCER A FUNÇÃO DO GESTOR

ü    Quando foi perguntado aos gestores se consideram preparados para exercer a função de gestor de uma escola?

Gestor A:

Não me considero totalmente preparado para ser gestor, pois estamos em constante aprendizado. Devido ao meu trabalho na área de gestão já tinha certa experiência e mesmo assim, não me sinto tão preparado. Para desenvolver meu trabalho priorizo o planejamento tanto das minhas ações individuais como as da escola. E sempre avalio meu trabalho e procuro melhorar.

 

Gestor B

Em relação ao conhecimento teórico, sinto-me seguro. Agora, na hora da prática é bem diferente, porque a gestão deve ser no coletivo, se você não tem como formar sua equipe ficando complicado trabalhar gestão democrática.

Acredito que não exista nenhuma instituição democrática, estão caminhando para gestão democrática.

Constatam-se, que os dois gestores entrevistados não se sentem preparados para gerir uma escola, essa época que estamos vivendo é mais difícil o diretor conseguir desenvolver seu trabalho, pois, a sua função está em constante transformação.  A escola exige um gestor competente, flexível, líder, compreensivo e que tenha um equilíbrio em todos seus papeis de gestor. Para não prejudicar o desenvolvimento do aluno no processo educacional e sim ser mais um colaborador a formação de todos os educando.

Isso não é tarefa fácil para o diretor da escola, pois, nós seres humanos estamos em constante aprendizagem e ele tem uma grande responsabilidade com a educação. Portanto, o gestor não pode se desmotivar com as dificuldades surgidas na escola, os conflitos de idéias a falta de compromisso de quem faz parte do corpo da escola.

É necessário que o gestor seja um líder para não deixa a equipe fragilizar, pois, ao resolver certos problemas, todos os componentes da escola adquirem consciência de seu poder de mudar a realidade, com os recursos disponíveis.

4.8 A ESCOLA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

ü    Quando indagamos aos gestores se a escola possui o projeto político pedagógico.

Gestor A

O Projeto Político Pedagógico ainda não está sistematizado, o que temos são ações que estamos desenvolvendo, mas estamos elaborando-o. Para isso, foi nomeada uma comissão que está responsável em realizar reuniões com todos os seguimentos da escola para sua elaboração e esperamos que esses documentos estivessem elaborados até outubro de 2009.

Gestor B

O PPP da escola quando assumi a gestão estava engavetado. Para dar continuidade baixamos portarias para nomear uma comissão responsável em organizar encontros com toda comunidade escolar para assim chegarmos a sistematizá-lo.

Através da análise dos resultados, percebe-se que os gestores ainda estão no inicio da elaboração do projeto político pedagógico para fazer acontecer é necessário que o gestor tenha coragem de enfrentar os problemas da escola e reconhecer que a escola é o ponto de partida para a transformação dos indivíduos. Conhecer seu contexto histórico e seu espaço.

Observa-se o que acontece na maioria das escolas a elaboração do projeto é copia de um projeto de outra escola não respeitando seu contexto. E assim o projeto não ganha vida e por fim se torna um documento sem valor.

Portanto, a escola tem que trabalhar seus próprios objetivos a construção do projeto é responsabilidade de todos da comunidade escolar. Essa época que a educação encontra-se dá lugar autonomia, participação e dialogo horizontal entre os membros da escola.

O projeto político pedagógico da escola é um passo para renovação da escola. E todos os componentes da escola têm que em busca do sonho de mudança e preciso que todos estejam juntos nesse processo.

4.9 NA PRÁTICA DOS GESTORES A GESTÃO PARTICIPATIVA

ü      Perguntou-se aos gestores se em suas gestões se desenvolve uma gestão participativa?

Gestor A

Procuro administrar essa escola de forma interativa onde todos podem dar suas opiniões. Mas, sem deixar de lado a disciplina para que tenhamos um bom andamento das atividades diárias da escola.

Gestor B

Ainda não desenvolvo, mas gostaria desenvolver a gestão participativa, porque esse é meu objetivo. Esse ano foi uma gestão do apaga fogo.

Constata-se que os gestores eles apresentam pontos diferentes. O gestor A, aponta indicativos para uma gestão participativa enquanto o gestor B ainda apresenta uma gestão pautada em conflitos. Convém destacar que a realidade das escolas é bem diferente porque há diversos fatores que interferem no cotidiano escolar.

Outro ponto já supracitado na entrevista a gestão participativa, o líder nesse processo tem o papel de articular, gerenciar e também ter domínio teórico para fundamentar sua prática. Percebe-se que o gestor A, procura ter esse perfil enquanto o gestor B não consegue fazer o mesmo na sua escola, para mudar sua realidade.

Convêm destacar uma gestão participativa acontece quando existe o envolvimento de todos os atores que fazem a educação, ou seja, a participação  constante dos professores, da direção da escola, os alunos, funcionários e, sobretudo da comunidade na qual a escola estar inserida.

Conclui-se que para haver de fato uma gestão participativa na escola o gestor tem que buscar estratégias para acontecer efetivamente à participação de todos que fazem o processo educacional e não deixar de relacionar teoria e pratica e refletir sobre as ações desenvolvidas no âmbito da escola.

4.10 A IMPORTÂNCIA DE PROJETOS A COMUNIDADE

ü     Indagou-se aos gestores se tinham projetos voltados para a comunidade?

Gestor A

Não temos projetos direcionados para comunidade o que temos é somente para comunidade escolar, que são os seguintes: Datas Comemorativas, Plano de Ação da Secretaria de Saúde, Educação e Ação Social, Temas Transversais (drogas, violência, gravidez na adolescência, voto ético) e o simulado bimestral.

Gestor B

No momento não temos nenhum projeto voltado para a comunidade. Estamos elaborando projetos para executarmos no ano de 2009, sendo que neste ano já desenvolvemos alguns projetos escolares: Jogos Escolares, Datas Comemorativas, Comunidade em Leitura.

Diante do resultado da entrevista com os gestores da escola nota-se que os mesmos não desenvolvem projetos voltados para a comunidade escolar, existem somente projetos escolares que são desenvolvidos pelos professores. Percebe-se que os gestores não estão habituados com essa nova pratica de gestão democrática, pois, na sua pratica deixa a desejar a participação da comunidade.

Embora eles tenham conhecimento teórico sobre gestão democrática, mas, apresentam dificuldade em relacionar teoria com a prática. Principalmente quando envolve a integração da comunidade numa pratica participativa.

Conclui-se que os diretores têm que alcançar na prática a gestão democrática. Para que isso venha acontecer é preciso que tenhamos a coragem para realizar as ações inovadoras e criativas para romper com velhos modelos impregnados no ambiente escolar.

Desta forma é necessário transformar a escola num lugar onde se desenvolvam novas experiências e competências para que todos os envolvidos sintam-se desafiados e desta maneira possam participar ativamente para que esse processo democrático aconteça.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Durante análise de dados notou-se, nos depoimentos dos gestores que os mesmos ainda não sentem-se preparados para assumir a posição de gestor escolar. Pois, o papel do gestor vem passando por transformações e isso é um desafio para os gestores escolares.

Porém, os gestores não estão habituados a essa prática inovadora, mas acredita-se que os diretores já possuem o conhecimento dessa teoria só faltam relacionar teória e prática , para dá início a uma educação de qualidade.

Observa-se também na fala de um gestor que preocupa-se com o pedagógico de está presente no momento de planejamento e outras atividades relacionadas ao pedagógico, enquanto o outro tem esse conhecimento teórico, mas não percebe que a sua influência na dimensão pedagógica  é tão importante para o processo educacional.

Nota-se  durante a entrevista que na fala de um gestor que essa prática participativa ele está aos poucos desenvolvendo mas, com muitos obstáculos pois, a comunidade escolar não estar acostumado em envolve-se nas atividades que necessita de participação, enquanto o outro gestor ainda está perdido nessa prática participativa pois, o mesmo ainda não conseguiu relaciona-se com todos os componentes da escola.

Mas, o que revelaram os dados da pesquisa foram que os gestores ainda não conseguem ter esse equilíbrio das dimensões de gestão escolar, deixando a desejar nas dimensões políticas e pedagógicas. Sendo que um dos gestores já estar dando um passo de tentar por em prática essa duas dimensões citadas, claro que ainda com dificuldades.

Por fim,  o diretor tem que saber lidar adequadamente com situações vivenciadas no contexto escolar, significa compreender o papel do gestor no processo educacional, como também indica a necessidade de se trabalhar ardualmente essas dimensões de gestão escolar para assim, integrar toda a comunidade escolar no processo educacional de modo a alcançar uma educação de qualidade para todos.

REFERÊNCIAS

DIAS, José Augusto.”Gestão da Escola”. In MENEZES, João Gualberto de Carvalho (org). Estrutura e Funcionamento da Educação Básica – Leituras. São Paulo: PioneiroThomnson Learning, 2004.

FERNANDES, Santos Elizabete Maria e MULLER José Antonio. FUNÇÃO DO GESTOR NA ESCOLA PÚBLICA. Revista de divulgação técnico-científica do ICPG Vol 3 nº 9 – Julho- Dez de 2006.

LÜCK, Heloísa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. Petropólis: Vozes,2006.

SÂNI, E. Armelin. Afinal qual é o papel do gestor escolar. Publicada no Recanto das Letras em 26/ 04/2008.

VALERIEN, Jean. Gestão da escola fundamental: subsídios para análise e sugestão de aperfeiçoamento. 8.ed. – São Paulo: Cortez; UNESCO; Brasília. Ministério da Educação e Cultura, 2002.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/o-papel-do-gestor-na-escola-municipal-prof-edneide-sales-campelo-e-escola-estadual-desembargador-sadoc-pereira-em-alto-alegre-rr-1916224.html

    Palavras-chave do artigo:

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    RESUMO A educação brasileira encontra-se num momento de crise, pois, a função da escola vem mudando gradativamente, com essa mudança os professores estão sendo sobrecarregados durante o desenvolvimento de seu trabalho, já que além de ter que repassar seu conhecimento acadêmico, tem tido que repassar valores que até pouco tempo eram recebidos em casa, de seus responsáveis.

    Por: Eraldo Pereira Madeirol Educação> Educação Onlinel 27/09/2010 lAcessos: 17,296 lComentário: 2

    Objetivou-se nesta pesquisa analisar, a partir da visão de alunos universitários do curso de Pedagogia no turno da noite, o entendimento a respeito do papel do gestor diante da Diversidade Cultural. Verificou-se que esses alunos acreditam que a diversidade ainda precisa ser bem trabalhada desde os primeiros anos de ensino dentro das escolas de Belém, para que não aconteça no decorrer dos estudos processos de exclusão social. Concluiu-se que a diversidade cultural ainda precisa ser bem trabalhada

    Por: regina aguiarl Educação> Ensino Superiorl 09/09/2010 lAcessos: 4,436
    Paulo Azze

    Explicações sobre a corrente elétrica alternada (CA), seus os componentes (ativos e reativos) e o seu cálculo de forma simplificada.

    Por: Paulo Azzel Educação> Ciêncial 15/09/2014
    Paulo Azze

    Aborda aspectos relacionados ao comprimento das resistências de chuveiros, atendendo uma dúvida de amigo sobre questões do ENAD.

    Por: Paulo Azzel Educação> Ciêncial 15/09/2014
    Ademar dos Santos Lima

    Este trabalho teve como objetivo o estudo e esclarecimento sobre o dilema da teoria social, por meio de pesquisas bibliográficas e documental, com base nos artigos científicos de Dalbosco (2010), Carvalho (2013), Lília (2009), Morigi (2004), Netto (2012 e Maia in Connell (2009).

    Por: Ademar dos Santos Limal Educação> Ciêncial 04/09/2014 lAcessos: 23
    Ademar dos Santos Lima

    Resumo O presente artigo teve como finalidade, efetuar uma análise acerca da Teoria das Representações Sociais (TRS) e possível aplicação desta no âmbito de pesquisas em educação. Tratou-se, portanto, de um texto especificamente teórico e de pesquisa qualitativa, o qual teve como embasamento teórico os textos em teoria das representações sociais de Prado e Azevedo (2011), Rateau et al (2012), Mazzotti (1994) e, a técnica de investigação empregada foi bibliográfica e documental. Palav

    Por: Ademar dos Santos Limal Educação> Ciêncial 04/09/2014
    Luddy Travassos

    Os indivíduos que sofreram lesão no Sistema Nervoso Central, que comprometeram os neurônios motores, na coordenação dos impulsos, demasias dos reflexos, espasmos, alterações da fala e conduções, também podem ser apercebidas pelos familiares do paciente através de alterações comportamentais cotidianas desde a sudorese, anestesia labial, tremor de mãos e pés, e qualquer anomalia derivada de distúrbios de estresses ou demais descargas de tensão.

    Por: Luddy Travassosl Educação> Ciêncial 31/08/2014

    Sugestões com técnicas de estudo e leitura. Texto destinado a estudantes do ensino médio. pode ser aproveitado por todo leitor

    Por: NERI P. CARNEIROl Educação> Ciêncial 10/08/2014

    Ensinar as crianças a ler, a escrever e a se expressar de maneira competente na língua portuguesa é o grande desafio dos professores das quatro primeiras séries do Ensino Fundamental. Existem mudanças importantes sendo realizadas: vários Estados estão remodelando seus currículos e investe-se mais na atualização dos professores.

    Por: Lecy Aparecida Martinsl Educação> Ciêncial 28/07/2014 lAcessos: 30
    Milene Macedo

    O mundo e os seres vivos não são constituídos por substâncias puras, no dia a dia a maioria dos sólidos, líquidos e gases aos quais se conhece são formados por misturas. Essas são constituídas por duas ou mais substâncias, e estão presentes no cotidiano de um laboratório e de indústrias. As misturas podem ser classificadas de diversas maneiras, por exemplo, como heterogêneas ou homogêneas. Muitas vezes os componentes de uma mistura são aplicáveis apenas quando separados.

    Por: Milene Macedol Educação> Ciêncial 15/07/2014 lAcessos: 46
    Eliaquim Barbosa Pereira

    Este trabalho teve a finalidade de fazer uma pesquisa bibliográfica sobre desenvolvimento da coordenação motora fina, como uma proposta relevante para o crescimento da criança da pré-escola. Buscando em diversas bibliografias a opinião de autores sobre como é realizado o trabalho de estimulo e incentivo ao desenvolvimento da coordenação motora dos alunos da educação infantil. Busca-se abordar aspectos necessários para diagnosticar e discutir a aplicação de ações, tanto por parte da família quant

    Por: Eliaquim Barbosa Pereiral Educação> Ciêncial 27/02/2010 lAcessos: 10,116
    Eliaquim Barbosa Pereira

    O trabalho tem por objetivo investigar fatores que provocam a indisciplina em sala de aula, na visão de alunos e professores de Ensino Médio em uma escola Estadual do Município de Alto Alegre. Partindo do pressuposto de que a educação é um processo em que os seres humanos organizam-se intencionalmente para se apropriarem dos avanços civilizatórios em benefício da coletividade humana e, que a disciplina é uma ordem consentida livremente ao funcionamento regular das organizações sociais. Realizou-

    Por: Eliaquim Barbosa Pereiral Educação> Ciêncial 27/02/2010 lAcessos: 22,936 lComentário: 7
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