Estudo Da Ufrj Comprova Aumento Do Bom Colesterol Com Uso De Óleo De Coco Extra Virgem
Estudo da UFRJ comprova aumento do bom colesterol com uso de óleo de coco extra virgem
Boa nova para os adeptos a uma alimentação saudável. O primeiro estudo brasileiro sobre o uso de óleo de coco extra-virgem na alimentação mostrou resultados positivos para o aumento do HDL, o colesterol bom. O trabalho foi desenvolvido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pelas nutricionistas Christine Erika Vogel, Eliane Rosado e Márcia Soares. – Ninguém reclamou do gosto – segundo as pesquisadoras.
De acordo com a pesquisadora do Departamento de Nutrição Clínica do Instituto de Nutrição Josué de Castro da UFRJ, Dra Eliane Lopes Rosado, os resultados encontrados são promissores uma vez que o óleo de coco aumentou de forma significativa os níveis do HDL. Durante o período do experimento com 29 (vinte e nove) voluntários com obesidade classificada de grau 1 (um), 15 (quinze) deles foram submetidos a uma dose diária de uma colher de sopa do óleo de coco extra virgem sobre os alimentos, o que possibilitou demonstrar uma melhora significativa no colesterol bom. “O grupo que usou óleo de coco extra virgem ainda apresentou outro benefício: além de aumentar o HDL, houve redução dos níveis de glicemia (glicose medida em jejum) e a resistência à insulina. O aumento do HDL protege a pessoa contra doenças cardiovasculares. Ele funciona fazendo uma espécie de limpeza da gordura no sangue”, explica a nutricionista Christine Erika Vogel.
O Estudo da UFRJ visa demonstrar o papel das gorduras no metabolismo energético e a influência dos costumes dietéticos com trigliceridios (TCM) na composição corporal de pessoas. “Queríamos ter a resposta de uma nova possibilidade de controle da obesidade, observando se o triglicerídeo de cadeia média teria influencia diferente do triglicerídeo de cadeia longa (TCL), que é o que a população brasileira usa mais: óleo de soja, milho, girassol, canola, e isso influência de forma diferenciada na obesidade”, explica a pesquisadora Dr. Eliane Lopes Rosado
Metade dos voluntários do Estudo da UFRJ utilizou uma dieta com o óleo de coco extra-virgem. Outra metade usou óleo de soja nas refeições. Estudos realizados em outros países já apontavam para os benefícios do óleo de coco. Porém, por se tratar de uma gordura saturada, havia resistência em seu uso na dieta de pessoas obesas, mais suscetíveis a problemas cardíacos. A pesquisa das nutricionistas, no entanto, derruba o mito e é promissora, já que o uso contínuo do óleo extra virgem demonstrou bons resultados.
A pesquisa começou com a coleta de sangue dos voluntários. O objetivo era medir os níveis de lipídios, glicose e insulina de cada um para ter um referencial. Depois cada grupo recebeu a mesma refeição, composta por pão branco, queijo cottage, creme cracker e suco industrializado. Mas um grupo teve que misturar 13 gramas de óleo de coco no queijo e o outro a mesma medida de óleo de soja. Depois foi feita nova coleta. O segundo passo da pesquisa foi criar uma dieta balanceada para cada indivíduo, que teria que ser seguida durante 45 (quarenta e cinco) dias. Novamente, os voluntários foram divididos em dois grupos. Metade teria que ingerir 13 (treze) gramas de óleo de coco durante o jantar. A outra metade, 13 (treze) gramas de óleo de soja. Ao fim dos 45 (quarenta e cinco) dias, nova coleta de sangue foi feita e o resultado foi bem de acordo com a expectativa dos pesquisadores. “Já conhecíamos algumas pesquisas no exterior que apontavam para a redução do colesterol. E pudemos demonstrar que isso ocorre realmente”, comentou a Dra. Eliane, frisando que o grupo de pesquisadoras irá ampliar a base de estudos, fazendo pesquisas com mais pessoas e por um período de tempo mais longo. Mas elas já preparam a publicação da pesquisa em revistas científicas internacionais, ressaltando que a obesidade tem uma relação com o diabetes e que melhora a glicemia é um fator positivo para reduzir o risco de desenvolver o diabetes tipo 2.
(Artigonal SC #1527657)
Palavras-chave do artigo:
UFRJ Óleo de coco extra virgem
Finalidade da Fundação Logosófica: difundir os ensinamentos da Logosofia. Objetivo: ensinar e orientar o homem a realizar o processo de evolução consciente. No ambiente da Fundação, predomina uma ética superior de respeito, de tolerância e de liberdade entre os seus estudantes. Possibilita ao ser humano a edificação de uma nova vida, muito superior à comum. Os pensamentos do Criador estão esparzidos na Criação.
Este artigo visa tomar os ensinamentos doutrinários para entender como atualmente funciona na prática a tripartição dos poderes, desencadeada da teoria do sistema de freios e contrapesos de Montesquiéu.
Focado na origem e base dos direito fundamentais, o presente artigo mostra como se deu conquista protecionista do instituto do Assédio Moral no Brasil.
Por volta da década de 60 os acidentes naturais que contabilizavam vítimas não passavam de 100 anuais, atualmente já são contabilizados aproximadamente cerca de 500 desastres naturais. Enchentes, vulcões, secas e calor, nevascas e avalanches estão, a cada dia que passa, surgindo com mais intensidade. As áreas de risco se agravam com a intervenção humana surpreendendo a população mundial com as catástrofes que agem com uma capacidade de destruição infinita.
Jacques LE Goff é um Francês nato, escreve a história da França, retoma um passado áureo da França, a fim detornar a identidade francesa uma identidade histórica, patriótica, mostrando à Europa do pós-guerra dominada por Estados Unidos e URSS queum dia a Europa cmandou o mundo, e quem comandou a Europa foi a França. Por isso Le Goff coloca o nascimento da União Européia, a Revoluçã Industrial e a Universidade como "invençoes" Francesas.
Gerar eletricidade a partir de um moto perpétuo com rendimento acima de 100% pode parecer impossível para as "leis da física" dominantes hoje. Mas no século XIX também era "impossível" o vôo de um aparelho mais pesado do que o ar.
Cuidar da água do nosso Planeta já não pode mais ser considerada uma ação para técnicos ambientalistas. É dever de todos nós, que amamos esta casa chamada Terra.
a Filosofia da Ciência é também a própria Ciência refletindo sobre si mesma...
Com o montante de quinhentos mil reais, a alagoana Copra Indústria Alimentícia, fabricante de derivados do coco, diversificou a sua fonte de receita. No final 2008 colocou no mercado o primeiro óleo de coco extra virgem brasileiro. Em apenas um ano elevou a produção de 50 para dois mil litros mensais e planeja para 2010 ampliar sua capacidade instalada.
Na década de 50 o óleo de coco hidrogenado foi condenado por se tratar de uma gordura saturada, capaz de promover elevação do colesterol, bloqueio das artérias e promover doenças cardiovasculares. Mas as pesquisas avançaram e hoje, a partir de um maior conhecimento da bioquímica dos alimentos, o óleo de coco extra virgem é apontado com sendo rico em ácidos graxos saturados, de cadeia média e curta, o que não produz efeito cumulativo de gorduras, capaz de reduzir o colesterol.As referências dos e
Boa nova para os adeptos a uma alimentação saudável. O primeiro estudo brasileiro sobre o uso de óleo de coco extra-virgem na alimentação mostrou resultados positivos para o aumento do HDL, o colesterol bom. O trabalho foi desenvolvido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pelas nutricionistas Christine Erika Vogel, Eliane Rosado e Márcia Soares. – Ninguém reclamou do gosto – segundo as pesquisadoras.
Está concluído o primeiro estudo sobre os fatores socioeconômicos que interferem nos resultados do tratamento do tumor cerebral mais agressivo, o Glioblastoma Multiforme. O resultado desta pesquisa, a primeira realizada na história da neurocirurgia do país, servirá para alavancar recursos que possam contribuir para a melhora da sobrevida dos pacientes operados na rede pública.
Tornar as cirurgias no cérebro cada vez menos invasivas já é uma realidade no Brasil


