O Laboratório Como Instrumento De Aprendizagem No Contexto Escolar

Publicado em: 10/01/2009 | Comentário: 0 | Acessos: 395

INTRODUÇÃO

É curioso o fascínio que causam as demonstrações práticas em ciências. As origens de tais demonstrações remontam milhares de anos e vêm sendo adotadas no ensino da ciência desde o séc. XVIII, suas raízes são ainda mais antigas. (KAUFFMAN, 1995, p.180).

Os Babilônios, Assírios, Chineses, Gregos, Romanos e Astecas podiam prever eclipses e seus sacerdotes e governantes realizavam demonstrações de eclipses para impressionar seus súditos supersticiosos. (Ibidem, 1995, p.180).

Antigamente os eclipses, principalmente os do sol, eram vistos como mau presságio e é fácil perceber isso na Literatura, Astronomia e História. Com o passar do tempo às demonstrações práticas em ciências passaram a ser documentadas e cientistas como Galileu Galilei[1], Otto Von Guericke[2] e muitos outros começaram a organizar a ciência moderna.

Ao longo do séc. XVIII nasce um movimento intelectual com uma nova forma de pensar o mundo em contraposição à razão teológica da idade média que de maneira simplificada tinha como base a ação ou presença de um DEUS entre os homens, Santo Agostinho com base em Platão e, Santo Tomás de Aquino com base em Aristóteles são alguns expoentes dessa corrente filosófica da idade média.

À medida que a sociedade medieval transformava-se no campo religioso, econômico e social, ocorre também transformação no plano das idéias, nos modos de pensar o mundo, com críticas a razão teológica. Neste contexto novos caminhos são propostos, surge a ciência moderna.

Francis Bacon (1561- 1626), um dos teóricos deste momento histórico costumava dizer que:

Para se conhecer a natureza, é preciso observar (acumular os fatos), classificá-los e determinar suas causas. (CHASSOT, 1995, p. 105).

Com o advento do método científico, a ciência sistematiza-se e com isso promove progressos. Logo em seguida vem o Iluminismo[3], o homem começa a pensar por si mesmo e repensar as decisões dos outros, neste contexto, a Alquimia considerada por muitos, magia, cede lugar a Química, por não suportar as verdades científicas,

[...] Com o fim da Alquimia, surge à revolução química do séc. XVIII, sob a liderança da grande figura de cientista personificada em Lavoisier, que iniciou um novo modo de pensar a natureza e as transformações da matéria. (VANIN, 1997, p. 19).

Com a publicação do livro Traité Élémentaire de Chimie de Lavoisier nasce a Química[4] como disciplina formal e é neste contexto que aparece o laboratório. Para Spinelli e Souza (1997) qualquer espaço aberto ou fechado pode servir para uma atividade de observação e anotação de dados de algum experimento científico, mas se forem propriedades físico-químicas são muito importantes que isso seja feito em uma sala especial, com bancadas, pias, boa ventilação e que sejam tomadas todas as medidas de segurança para evitar acidentes desnecessários.

Ainda segundo os autores algumas atitudes são recomendadas, como se informar do objetivo do trabalho, concentração no objetivo, verificar sempre se sua meta foi atingida justificando eventuais desvios e, além disso, deve-se observar criteriosamente o experimento, anotar os dados obtidos e respeitar o material manuseando-o corretamente. (p. 21).

Neste contexto, procurar-se-á refletir sobre o laboratório de ciências como instrumento de aprendizagem no contexto escolar, verificar o trabalho pedagógico como auxiliar na formação e desenvolvimento dos alunos além de analisar como esse instrumento contribui na preparação e qualificação do indivíduo para a vida em sociedade e mercado de trabalho.

Como fontes de pesquisa far-se-á uso de consulta bibliográfica e documental, partindo-se de uma abordagem dialética por entender que esse tipo de trabalho está repleto de posturas contraditórias e neste contexto a possibilidade de se construir uma proposta diferenciada de trabalho em ambiente de laboratório.

O TRABALHO PEDAGÓGICO NO LABORATÓRIO.

O trabalho pedagógico no laboratório favorece a sistematização de princípios científicos, corroborando com o desenvolvimento de habilidades[5]. Considera-se que o laboratório seja um instrumento eficiente na aprendizagem dos alunos, entretanto,

Poucos se dão conta de que os laboratórios mentem aos adolescentes. Pois o que eles dizem, silenciosamente é o seguinte: “É aqui dentro que se faz ciência”. Isso é mentira. Ciência não é uma coisa que se faz em laboratório. Ciência se faz em qualquer lugar. (ALVES, 2002.p.32).

É inegável que o trabalho pedagógico num laboratório acrescenta qualidades que se configuram em atitudes de investigação dando um caráter de verticalidade e precisão. Neste sentido, segundo Hennig (1986) aprender implica desenvolver destrezas e atitudes naturais no aluno, capacitando-o a aplicar conhecimentos e compreensões, levando-o a pensar disciplinadamente de conformidade com a lógica e evidência.

A maneira como se ensina define como o docente pensa a esse respeito,

A forma de ensinar é conseqüência das crenças que estruturam a mente do docente que, em sua grande maioria, assume a atividade do magistério por imitação e reproduz os conceitos que expressam os fundamentos socioculturais da sociedade. (SANTOS, 2003, p. 33).

O laboratório como instrumento pedagógico cria expectativas no aluno e no professor também, para o aluno aquilo que faz parte de seu cotidiano chama-lhe a atenção proporcionando ao professor oportunidade de desenvolver o conteúdo.

Uma conclusão fundamental, que resume grande parte da pesquisa contemporânea sobre aprendizagem, é que se aprende melhor aquilo que se compreende adequadamente, ou seja, o que se incluem apropriadamente nos conhecimentos que já possuímos e que possa usar para resolver problemas significativos para pessoa que aprende. (Carretero, 2002, p. 35)

Por isso é necessário aproximar o conhecimento teórico e prático, no sentido de ligar o que se sabe com o que se quer aprender. O processo de ensino está necessariamente amarrado com o processo de aprendizagem, pode-se dizer que são duas faces da mesma moeda.

APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO.

A aprendizagem é um processo de adquirir e recordar idéias e conceitos (CAVALCANTE, 1999), neste contexto, considera-se que...

O sujeito é determinado por um saber inconsciente, que se delineia a partir do verdadeiro desejo e não a partir da simples vontade de aprender, que muitas vezes aparece enunciada. (PARGA, 2002, p.151).

Por isso não se deve considerar o indivíduo como desconectado de sua própria história, até porque é em seu passado que se encontra a base para o conhecimento que se quer adquirir.

A percepção é relevante no processo de construção de conhecimento, a medida em que se entende que não se percebe as pessoas e situações como elas são, mas sim pelo que as pessoas e situações significam. (CAVALCANTE, 1999).

Dentro de um Laboratório, muitas vezes por falta de condições não se pode atender a toda forma de aprendizagem, entretanto, o conhecimento pode ser internalizado sem necessariamente ocorrer o recebimento de uma informação (SISTO, 2002, p152). A forma de aprender é uma atitude particular de cada um, então devemos respeitar essa particularidade, buscando várias estratégias dentro do ambiente que estamos considerando.

Um ambiente como o laboratório deveria propiciar condições de também construir o conhecimento, neste contexto...

Como podemos incentivar a descoberta por parte dos alunos, se estamos sempre lhes dizendo o que devem aprender? Como vai o aluno ativamente procurar soluções para os problemas se não levantarmos questões reais? (AUSUBEL, 1980, p55).

Assim o conhecimento mais importante para o aluno é aquele que o faz raciocinar, isto é, a descoberta que nasce do problema quem se quer resolver.

A interação dos alunos com o conhecimento mediados pelo professor tem hoje muitos adeptos, nesta perspectiva,

O aprendizado pressupõe uma natureza social específica e um processo através do qual as crianças penetram na vida intelectual daqueles que a cercam. (VYGOTSKY, 2000, p. 56).

Vigotsky diz que não existe um desenvolvimento pronto e previsto dentro do ser humano, discordo, por entender que a influencia externa provoca no aluno desejos e aspirações que provocam sensação de falta e isso leva ao desenvolvimento.  A escola deve ser um espaço onde se promova a educação com reflexão, neste contexto,

Reflexão e Educação são temas, indissociáveis ou, pelo menos, deveriam ser, isto é, a escola deve ser necessária e essencialmente, o lugar geográfico da construção e do diálogo crítico. (GHEDIN, 2005, p. 146).

Atualmente na Educação, o padrão de ensino tem sido o de não questionar, o conhecimento é apenas transmitido e o aluno reproduz, ignorando a função formativa do conhecimento, a esse respeito,

O processo ensino-aprendizagem centra-se no ensino. Os aspectos subjetivos da aprendizagem são subestimados. As técnicas didáticas e os planos de aula formalizam a atividade docente, burocratizando a prática do dia a dia abstraindo seus fundamentos. (SANTOS, 2003, p34-35)

Devem-se considerar os avanços da Psicologia cognitiva com as contribuições do construtivismo sociointeracionista e da didática aliados à profissionalização dos professores que concorrem como atividade social para melhoria do ensinar, neste contexto,

[...] O fenômeno do ensino em situação complexa, permitem que se supere o falso dilema entre ensinar ou aprender ou a questão sobre o que determina o quê. (PIMENTA, 2002, p203).

Considerando a aprendizagem num ambiente como o laboratório, devemos considerar

algumas atitudes que necessariamente são desenvolvidas,

Curiosidade-Interesse

Força interna que conduz o indivíduo a interessar-se por fatos para ele significativos

Desejo de aprender

Preocupação em saber mais e em maior profundidade, crescimento intelectual, compreensão do mundo.

Interesse comunitário

Refletido pela natureza e propósitos do trabalho quando direcionado para a solução problema capaz de melhorar as condições de vida de um agrupamento de pessoas.

Receptividade

Mente livre de preconceitos, podendo aceitar uma proposição mesmo contrária a sua opinião.

Modéstia

Atributo de escutar muito, informar-se freqüentemente, falar o essencial, julgar cautelosamente, propor conclusões precisas passíveis de serem comprovadas.

Honestidade

Empenho em não atribuir-se descrições, métodos, descobertas idealizadas por outras pessoas.

Empirismo

Caracterizado por idéias, conclusões e generalizações, baseadas unicamente em resultados experimentais.

Parcimônia

Tentativas de explicações simples, julgamentos cautelosos.

Manipulação Científica

Correta seleção, manipulação e controle de variáveis.

Determinismo Probabilístico

Admissão efetiva da relação causa-efeito como principio científico.

(HENNIG, 1986, p46-47).

Essas atitudes pessoais quando desenvolvidas possibilitam a identificação correta de uma situação problemática, ajuda na proposição de um problema relevante, ajuda o aluno a elaborar hipóteses testáveis o que facilita na investigação corroborando também no direcionamento para obtenção, coleta e organização de dados, terminando por permitir corretas interpretações e válidas conclusões usando o raciocínio indutivo. Por essas razões entendemos ser o laboratório um bom instrumento da aprendizagem dentro do contexto escolar.

A ESCOLA E O MERCADO DE TRABALHO.

Diz a constituição, no artigo 205, que o que se visa com a educação é o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (SOUZA, 2002, p96). Levando-se em conta que o mercado de trabalho estabelece e define a necessidade da mão de obra qualificada,

A empregabilidade depende de uma maior flexibilização da formação, isto é, a possibilidade de cada curso ser um percurso. ( FROES e LIMA, 2006, p16).

É preciso considerar que os saberes aprendidos na escola estejam mais próximos das solicitações do mercado de trabalho, neste contexto,

[...] Sistema de ensino brasileiro e na própria cultura familiar dá-se muita ênfase na educação para o vestibular, considera-se que os jovens formados pelas universidades saem sem emprego ou vão trabalhar em funções para as quais não era necessário curso superior. (CASTILHO, 2004, p7).

Os profissionais das ciências exatas notadamente os químicos de modo geral e especificamente os licenciados, exercendo atividade de professor, estarão aplicando seus conhecimentos de Química, auxiliados pela didática, não esquecendo as técnicas laboratoriais, afim de que possa ministrar o ensinamento com clareza e conhecimento de causa. Os Químicos licenciados por serem conhecedores da capacidade desta ciência dentro do processo de desenvolvimento técnico e científico onde atuam, são potenciais divulgadores das técnicas e teorias científicas nas salas de aula, sobretudo no ensino fundamental incentivando os alunos no sentido de despertar nos estudantes o desejo de ingressarem em cursos de Química.

Por essas razões o registro desses profissionais no conselho é fundamental, pelo Decreto-Lei 85877 do CFQ,

{Art. 1° O exercício da profissão de Químico, em qualquer de suas modalidades, compreende [...} XV magistério, respeitada a legislação específica]. Art. 2° São privativos do químico [...] Magistério superior das matérias privativas constantes do currículo. Próprio dos cursos de formação de profissionais de química, obedecida à legislação de ensino. (AGUA DOCE, 2006).

Não se admite mais profissionais descompromissados com a questão social e ambiental, desse modo é preciso desenvolver em nossos alunos, sobretudo na universidade a consciência  desses valores que são cada vez mais importantes hoje em dia.

CRQ XIV VAI Á ESCOLA.

O conselho Regional de Química XIV tem visitado as escolas de ensino fundamental e médio com intuito de auxiliar os alunos na escolha de suas futuras profissões, neste contexto,

[...] As estatísticas têm revelado uma crescente procura por profissionais das diversas áreas de atuação da Química e há pouca oferta de profissionais adequadamente preparados. (AGUA DOCE, 2006, p8).

A atuação do CRQ XIV AM, dentre outras atividades tem apresentado aos estudantes do ensino médio um perfil do profissional da Química, onde ele atua e quais as oportunidades existem no mercado de trabalho, neste contexto,

[...] Hoje o mundo do trabalho tem exigido profissionais cada vez melhor qualificado não só tecnicamente, mas que tenham associada à formação técnica, uma preocupação com as responsabilidades sociais e ambientais. (AGUA DOCE, 2006, p8).

Quando um  Conselho Regional se preocupa em levar questões importantes como vocação e atribuições do profissional seduzindo os alunos de ensino fundamental e médio isso mostra como se tem feito bom trabalho social.

COMO PENSAM OS ALUNOS NO ENSINO FUNDAMENTAL.

Os alunos do ensino fundamental dependem muito de coisas concretas para aprender, neste contexto, PIAGET denominou o período de 7 a 12 anos de operatório concreto, destacando que neste período, as operações desempenhadas pela criança estão intimamente relacionadas com os objetos e as ações concretas. (PIAGET apud ALVES, 1997, p 182).

Foi proposta uma pergunta aos alunos de uma escola particular na cidade de Manaus, [...] Eu gosto de laboratório Por quê?

Os resultados apontam para 100% de aprovação de o instrumento Laboratório no fazer pedagógico como auxiliar na aprendizagem de crianças entre 7 a 12 anos de o ensino regular fundamental, e são interessantes algumas respostas dos alunos, [...] O laboratório é um lugar de grande aprendizado, lá se ensina, lá se aprende, lá se mostra à informação. (AMANDA, 5ª B, 2006), percebe-se por essa resposta da aluna várias dimensões como aprender, desenvolver, transmitir e ensinar o que demonstra que se desenvolvem muitas habilidades. [...] Eu gosto de ir ao laboratório porque sempre quando vou lá, eu saio com um novo aprendizado. (DAYANNA, 5ªB, 2006). É interessante seu interesse em ir ao laboratório, para a aluna ir ao laboratório é certeza de aprender alguma coisa nova. [...] Me sinto livre para refletir, ver novas coisas. (RUBEM, 5ªD, 2006). O aluno menciona a palavra refletir, percebe-se que há mudança de comportamento. [...] Ele ajuda a entender as coisas e explorar mais o meio das ciências. (HARNOUD, 5ªA, 2006). Esse aluno demonstra que o conhecimento pode ser aprofundado e isso é o objetivo da aula, neste contexto,

Para que uma aprendizagem significativa possa acontecer, é necessário investir em ações que potencializem a disponibilidade do aluno para a aprendizagem, o que se traduz, por exemplo, no empenho em estabelecer relações entre seus conhecimentos prévios sobre um assunto e o que está aprendendo sobre ele. (PCN, 1998, p93).

O mais importante na aprendizagem é identificar os princípios atrás de tudo que se estuda, afinal, os princípios são as leis que governam tudo o que acontece no mundo. (Messier, 2003, p. 121).

Por mais insignificante que seja nosso conhecimento sobre alguma coisa, não devemos desprezá-lo porque é a partir desse conhecimento que chegamos ao conhecimento que desejamos adquirir.

CONSIDERAÇÕES FINAIS.

Nossa abordagem nesta pesquisa buscou conciliar posicionamento muitas vezes contraditório sobre uma questão dicotômica e indefinida. Através de um levantamento verificou-se a necessidade do aperfeiçoamento de metodologias, sobretudo na concepção pedagógica do fazer ciência.

Verificou-se também que os autores reconhecem em sua maioria que é preciso vivenciar o conhecimento no sentido de aumentar nossa percepção de mundo aumentando nossas competências, hoje essenciais no ingresso no mundo do trabalho. Verificamos também através de uma redação proposta aos alunos do ensino fundamental o quanto o instrumento laboratório é sedutor e eficiente no despertar de habilidades que aumentam sua percepção de mundo.

A pesquisa é inacabada por entendermos que muito há de se fazer, sobretudo para que haja um exercício pleno da docência responsável e comprometida com a realidade sociocultural de nossos alunos que são muitas vezes penalizados por não saberem que são vítima do descompromisso e da irreflexão de nossos governantes. Apesar de muitas controvérsias em torno do assunto entendemos que a metodologia do laboratório apresenta mais vantagens do que desvantagens, sobretudo no desenvolvimento de habilidades hoje essenciais na construção de uma sociedade democrática.

Nossa sociedade precisa acordar para a necessidade da Educação, é impressionante como é revolucionário fazer o trivial em educação no Brasil. Parece que dar aulas e esmerar-se em ser um bom professor seja uma coisa extraordinária e é apenas a obrigação de quem trabalha nesta área. Fico Pasmo ao ver governantes que se dizem votados à causa educacional no afã de resolver os problemas de ordem didática mais urgente, fazerem verdadeiros absurdos como, por exemplo, comprar de instituições particulares livros didáticos totalmente divorciados da realidade local, para apenas discursarem no palanque afirmando serem cuidadosos com a educação do Estado sem se importarem realmente com a aprendizagem dos alunos e muito menos com a ensinagem dos professores.

REFERÊNCIAS

ALVES, Rubem. As mãos perguntam à cabeça pensa. São Paulo. 21.07.2002. Tendências e Debates, p.32.

AGUA DOCE, Ano 1 n° 3 Abril-Junho Manaus, 2006. CRQ XIV, p7-8.

AGUA DOCE, Ano 1 n° 4 Julho-Setembro Manaus, 2006 CRQ XIV p7.

AGUA DOCE, Ano 2 n° 5 Outubro-Dezembro, 2006 CRQ XIV p10.

ALVES, Walter Oliveira. Educação do Espírito: Introdução à Pedagogia Espírita. 2° ed.1997. Araras - SP Ed. IDE.

AUSUBEL, Novak. Psicologia Educacional. 3. ª ed. Rio de Janeiro. Interamericana, 1980.

BRAGA, Marco. FREITAS, Jairo. GUERRA, Andréia. REIS, José Cláudio. Lavoisier, E a ciência no Iluminismo. Ed. Atual, 2000, São Paulo.

CHASSOT, Attico. A ciência através dos tempos. Ed. Moderna, 1995. São Paulo p 105.

CARRETERO, M. Construtivismo e Educação. Porto Alegre. Artemed, 2002.

CAVALCANTE, Roberto de Albuquerque. Andragogia Aprendizagem nos Adultos. Texto publicado na Revista de Clínica Cirúrgica da Paraíba n° 6, Ano 4(julho, 1999).

CASTLHO, Alceu Luis. Precisamos ter juízo. Revista Educação. Ano 8 n° 90 Out. 2004 p7, 8,9.

FRÒES, Davi José Vasconcelos. LIMA, Osmarina Guimarães. Teoria e Prática na Formação: O profissional Químico no mercado de trabalho. AGUA DOCE, Manaus, Ano 1  n° 3 p 13-16.

GHEDIN, Evandro. Professor Reflexivo no Brasil: Gênese e Crítica de um conceito/ Selma Garrido Pimenta (Org.) 3ª Ed. São Paulo, Cortez, 2005.

HENNIG, Georg J. Metodologia do Ensino de Ciências. Ed. Mercado Aberto. 1986. Porto Alegre p 46.

KAUFMAN, George B. Demonstrações Práticas In: Enciclopédia Britânica do Brasil: Ciência e Futuro 1995 Vol. I p 178-199.

MESSIER, Martin. Desafiando as probabilidades. Marssames. 2003. Recife. P.121

PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS, Ensino de 5ª a 8ª Série, MEC Brasília,

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PIMENTA, Selma Garrido. Do ensinar a ensinagem, Cortez, 2002. São Paulo p 202.

Revista de Clínica Cirúrgica da Paraíba n° 06 Ano 4 Julho de 1999.

SISTO, Fermino Fernandez. ET alli (Org). Dificuldades de Aprendizagem no contexto psicopedagógico. 2° ed. Petrópolis Vozes, 2002.

SOUZA, Maria Helena Soares de. SPINELLI, Walter. Guia prático para cursos de laboratório: Do material à elaboração de relatórios. Ed. Scipione. São Paulo. 1ª ed. 1997.

SANTOS, Akiko. Didática sob a ótica do pensamento complexo. 2003- Ed. Sulima. p33 Porto Alegre.

SOUZA, Paulo Nathanael Pereira. LDB e Educação Superior. Ed. Pioneira. São Paulo, 2002.

VANIN, José Atílio. Alquimistas e Químicos. Ed. Moderna. 1997 São Paulo.

VIGOTSKY, Lev. A formação Social da Mente. 7ª Ed. São Paulo Martins Fontes, 2000.

[1] Astrônomo e Físico Italiano fizeram demonstrações de um aparelho para verificar o movimento dos corpos diante de uma platéia em que estava presente Giovanni de Médici, meio irmão do grão-duque Fernando I da Toscana, como retrata um afresco de Giuseppe Bezuolli.

[2] Otto Von Guericke realizou sua célebre demonstração da pressão atmosférica em 1654, na presença do Imperador germânico Fernando III. Depois de encaixar dois grandes hemisférios de cobre e remover o ar do interior com uma bomba, Guericke fixou duas juntas de oito cavalos por hemisfério e mostrou que a força dos cavalos não bastava para separá-los.

[3] Iluminismo ou Esclarecimento foi um movimento filosófico que acreditava numa nova forma de pensar e ver o mundo, livre das influências religiosas que formavam a base da razão teológica medieval que era denunciada como supersticiosa.

[4] Segundo o CRQ XIV AM, Química é a ciência que tende a favorecer o progresso da humanidade, desvendando as leis naturais que regem a transformação da matéria; a tecnologia química que dela decorre, é a soma de conhecimentos que permite a promoção e o domínio dos fenômenos que obedecem a essas leis, para sistemático usufruto e benefício do homem.

[5] Ações qualitativas manifestadas por comportamentos observáveis, cognitivos, afetivos e psicomotores.

(Artigonal SC #1291646)

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    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/ciencias-artigos/o-laboratorio-como-instrumento-de-aprendizagem-no-contexto-escolar-1291646.html

    Palavras-chave do artigo:

    aprendizagem

    ,

    formação

    ,

    laboratório

    ,

    mercado de trabalho.

    Davi José Vasconcelos Fróes

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