A Drenagem Linfática Manual No Pós-Operatório De Ritidoplastia Manaus

Publicado em: 01/02/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 3,703 |

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE - UNINORTE
CURSO DE GRADUACÃO EM TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E
COSMÉTICA
A DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL NO PÓS-OPERATÓRIO DE
RITIDOPLASTIA
MANAUS
2009
ADRIANE ANGELA CARVALHO DE SOUZA
KAMILA DA COSTA BARROS
MARIA DAS GRAÇAS FERREIRA PICANÇO
MEIRE ANNE VIANA DE LIMA
A DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL NO PÓS-OPERATÓRIO DE
RITIDOPLASTIA
O presente Trabalho de Conclusão de Curso é
apresentado como exigência para a conclusão do
curso de Tecnologia em Estética, Beleza e Imagem
Pessoal ao Centro Universitário do Norte
UNINORTE, orientado por Ana Paula Alencar Sousa
e co-orientado por Maria de Fátima da Silva Ayres
MANAUS
2009
A DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL NO PÓS-OPERATÓRIO DE
RITIDOPLASTIA
Adriane Ângela Carvalho de Souza (Discente); Kamila da Costa Barros (Discente);
Maria das Graças Picanço (Discente); Meire Anne Viana de Lima (Discente); Ana
Paula Alencar Sousa (Orientadora); Maria de Fátima da Silva Ayres (Coorientadora).
Resumo
A Drenagem Linfática Manual possui inúmeras indicações, sendo uma técnica capaz
de eliminar excesso de líquidos das substâncias fundamentais, promovem a
desintoxicação do tecido intersticial, melhorar a oxigenação e nutrição celular,
proporciona melhor circulação sanguínea venosa. E o mais importante, o sistema
linfático pode transportar proteínas e material em grandes partículas, para fora dos
espaços teciduais, onde não podem ser removidos por absorção direta pelos
capilares sanguíneos. Ainda em nossa pesquisa, enfatizamos sobre a Ritidoplastia
(cirurgia de rejuvenescimento), que é baseada em um princípio simples, mas lógico,
de que o envelhecimento facial é devido ao fato de a pele e a gordura cederem.
Vendo a necessidade de uma boa cicatrização, no pós operatório de Ritidoplastia,
viemos associar as manobras de Drenagem Linfática Manual, devido seus
benefícios. Isso, com intuito de obtermos um resultado bem mais satisfatório. E para
nossa pesquisa, tivemos como base, autores renomados e artigos científicos. O
objetivo do deste projeto é conhecer a Drenagem Linfática Manual como uma
terapêutica no pós operatório de Ritidoplastia; estudar os referenciais teóricos,
identificar as contribuições, constatar através de pesquisas que a drenagem linfática
manual pode ajudar no bom pós- operatório de Riz.
Palavras-chave: Cirurgia Plástica; Recuperação; Desintoxicação.
Abstract
Lymphatic drainage manual has many directions, and a technique to remove excess
fluid from fundamental substances, promote the detoxification of the interstitial tissue,
improve oxygenation and cellular nutrition, provides better venous blood flow. And
most importantly, the lymphatic system can carry proteins and large particulate
material, out of the tissue spaces, where they can be removed by direct absorption
by the blood capillaries. Even in our research, we emphasize on the facelift surgery
(rejuvenation), which is based on a simple principle, but of course, that facial aging is
because of excess skin and fat subside. Seeing the need for good healing after
surgery facelift, come join the maneuvers Manual lymphatic drainage, because its
benefits. This, in order to obtain a far more satisfactory. And to our research, we rely,
renowned authors and scientific articles. The objective of this project is to know the
Manual lymphatic drainage as a therapy after surgery facelift, the theoretical study to
identify the contributions, through research note that the manual lymphatic drainage
can help in good postoperative facelift.
Key Words: Plastic Surgery, Recovery, Detox.
Introdução
O objetivo principal deste trabalho é estudar a Drenagem Linfática Manual, como
uma terapêutica no pós- operatório de Ritidoplastia, e conhecer os referenciais
teóricos que a norteiam na melhoria do pós- operatório de Ritidoplastia, e identificar
as contribuições que a Drenagem Linfática Manual pode trazer na recuperação da
cirurgia plástica, constatar através de pesquisas que pode ajudar no bom pósoperatório.
O envelhecimento cutâneo, sendo o primeiro processo que antecede a
cirurgia plástica, é o principal motivo que levam as pessoas a procurarem este
método mais eficaz, que pode ser evitado. A Ritidoplastia teve origem no século XIX,
mais não se sabe exatamente quando foi realizada pela primeira vez. Mais
ressaltando que para ter o resultado esperado, recomenda-se que faça um bom pósoperatório.
Sanches (2001) comentam que a face é a parte do corpo que mais evidencia o
envelhecimento cutâneo. Alem disso, é a porção mais exposta do corpo humano e a
que mais recebe as agressões do meio ambiente. O envelhecimento constitui o
conjunto de modificações fisiológicas irreversíveis e inevitáveis, acompanhadas de
uma mudança do nível de homeostasia.
Kede (2004) afirma que o envelhecimento intrínseco, verdadeiro ou cronológico é
esperado, inevitável, progressivo, as alterações estão na dependência direta do
tempo de vida. Essa pele é lisa e sem deformidades, com linhas de expressão
exagerada, mas preservação dos padrões geométricos normais da pele.
Baumann (2004), diz que na microscopia, essa pele demonstra atrofia
epidérmicos achatamentos das cristas epidérmicas e atrofia da derme. As fibrilas
colágenas não estão espessadas mais aumentadas em números, com um aumento
na proporção colágeno III/colágeno I.
Envelhecimento extrínseco ou foto envelhecimento apresenta pele envelhecida
extrinsecamente aparece predominantemente em áreas expostas como a face, tórax
e superfícies extensoras do antebraço. A pele exposta ao sol sofre um processo de
elastose, pelo qual as fibras elásticas se adelgaçam ou se rompem, causando perda
de elasticidade na tentativa de proteger-se do sol, aumenta a espessura da camada
córnea e a quantidade de melanocitos, gerando rugas e manchas (SANCHES,
2001).
Conforme os autores, independentemente das causas do envelhecimento da
pele, as características importantes da pele envelhecida devem ser consideradas.
Estas alterações ocorrem em toda a extensão da epiderme, derme e tecido
subcutâneo, e pode resultar em alterações de longo alcance na topografia da pele.
Baumann (2004) confirma que embora as alterações relacionadas à idade na
derme sejam mais pronunciadas que as alterações relacionadas à idade na
epiderme, esta certamente exibe alterações. Alguns estudos sugerem que a pele
envelhecida apresenta uma epiderme mais delgada. A junção da epiderme e a
derme, também se encontram alterada na pele envelhecida. A epiderme envelhecida
exibe um achatamento da junção dermo-epidermica com uma área da superfície de
conexão correspondente menor. Onde os indivíduos com 65 anos de idade ou mais
demonstram uma perda de aproximadamente 20% da espessura da derme. Os três
componentes da derme que receberam mais atenção na pesquisa
antienvelhecimento.
Segundo Revinter (2007), o colágeno constitui 70% da massa seca da pele. O
colágeno na pele envelhecida é caracterizado por fibrilas e espessadas, organizadas
em feixe semelhante às cordas os quais estão em desordem em comparação com o
padrão organizado, visto na pele jovem.
Para Borges (2006) também chamada lifting serviço-facial, este procedimento é
feito através de incisão que se inicia em curva na região temporal dentro do couro
cabeludo e continua acompanhando os contornos anatômicos da região pré
auricular, visando, com isso, deixar vestígios, minimante perceptíveis.
Afirma Revinter (2007), que os conceitos básicos sobre o lifting da face em
múltiplos planos são dois. O primeiro conceito diz que a queda dos tecidos menos
resistentes, é mais bem rejuvenescida através do seu reposicionamento e
suspensão do que da excisão desses tecidos, subjacentes e da hipercorreção da
pele para compensar a perda dos tecidos. O segundo conceito é que a flacidez da
pele facial e a queda dos tecidos flácidos ocorrem em diferentes intensidades e
direções.
Sobre a cirurgia de lifting, Revinter (2007) afirma que a primeira visita deve incluir
a avaliação da história médica do paciente, juntamente com a avaliação das
necessidades básicas e dos objetivos, riscos, doença cardíaca, fumo, distúrbios da
coagulação e medicações. O paciente deve ser examinado em quarto iluminado,
analisando o envelhecimento da face, e ter uma consciência de que as mudanças
que ocorrem no envelhecimento são causadas pela perda da elasticidade da pele e
depressão das estruturas anatômicas profundas.
Segundo Mang (2003), não se sabe exatamente quando a primeira ritidoplastia
foi realizada. Esse procedimento teve origem na Europa, no século XIX. Todavia as
primeiras ritidoplastia consistem somente em uma ressecção mínima, em que tiras
de pele eram removidas da frente das orelhas. Com o passar dos anos, dissecção
realizada durante as ritidoplastia aventurou-se em camadas anatômicas cada vez
mais profundas. Até hoje foram descritos cinco procedimentos envolvendo cinco
diferentes níveis de dissecção anatômica.
Como afirma Patrocínio (2002) que a Medicina, no ultimo século alcançou
espetáculos nas mais diversas áreas, inclusive na cirurgia estética possibilitando aos
indivíduos alcançarem idades avançadas gozando não apenas de boa saúde e
disposição, como também de uma aparência mais jovem. Continuando o
pensamento do autor, a primeira geração foi a Ritidoplastia cutânea, em que
somente se remove pele. A segunda geração veio com descrição do SMAS (Sistema
Músculo Aponeurotico Subcutâneo) com objetivo de tornar a cirurgia mais
duradoura. A terceira geração chegou justamente pela tentativa de se alcançar o
sulco nasogeniano, que até então não era alterado pelas outras técnicas. É a
Ritidoplastia por planos profundos, em que se dissecam profundamente os SMAS.
Porem seu uso esta cada vez menor devido aos altos índices de lesão de ramo do
nervo facial.
Ainda sobre a Ritidoplastia Superficial, Revinter (2007) diz que é somente um
retalho cutâneo com uma pequena percentagem de gordura, é dissecado, contudo,
grandes números de vasos sanguíneos em particular do plexo sub-dermico é
destruído por esse tipo de dissecção. Além disso, a gordura responsável pelas
bochechas pendentes e pelas dobras profundas do sulco nasolabial são deixadas
em seus lugares, levando dessa maneira a resultados estéticos ruins.
Conforme Mang (2003), o autor anterior ainda confirma que essa técnica de
Ritidoplastia é baseada em um princípio simples, mas lógico, de que o
envelhecimento facial é devido ao fato de a pele e o tecido subcutâneo cederem, e
não ao afrouxamento do SMAS. A aponeurose platismal é muito fina para que
contribua de modo significativo à ptose facial. De acordo com Revinter (2007) um
ponto importante a ser lembrado é que o objetivo de qualquer procedimento de
Ritidoplastia deve ser o de obter uma aparência natural. Existem duas maneiras
possíveis de se realizar a Ritidoplastia (plástica cervicobucal), uma é anestesia local
e a outra é anestesia endotraqueal.
Kasseroler (2004) afirma que as contra indicações à Ritidoplastia incluem
distúrbios maiores de coagulação, fumo, doenças vasculares, condições fisiológicas
instáveis, ou riscos anestésicos significativos. Problemas médicos, tais como
diabetes melito, hipertensão, asma ou distúrbios da tireóide.
Sobre a Drenagem Linfática Manual, Lopes (2002) diz que no pós-operatório da
Ritidoplastia começa em primeiro lugar com uma observação clínica do paciente
operado, nas primeiras 24 horas após a cirurgia, o paciente deve manter-se em
repouso quase absoluto. Movimentos abruptos da face podem causar rompimento
de pequenos vasos. Variações de pressão ou muita ansiedade também podem

causar hemorragias.
Guyton (2006) confirma que a alimentação deve ser leve, a cabeceira da cama
ligeiramente elevada e os medicamentos tomados nos horários estabelecidos pelo
médico. E a pressão coloidosmótica (osmótica coloidal) intersticial aumentada
também pode ser causa de pressão aumentada do líquido intersticial e de edema. A
causa mais grave para essa condição é o bloqueio dos linfáticos, que impede o
retorno normal das proteínas à circulação. Dando continuidade ao pensamento do
mesmo autor, as proteínas que vazam através das paredes capilares vão ficar
gradualmente acumuladas nos espaços intersticiais, até que a pressão
coloidosmótica intersticial adquira valor próximo da pressão coloidosmótica
plasmática. Como resultado, os capilares perdem sua capacidade osmótica normal
de reter líquido na circulação, de modo que esse líquido passa a causar as mais
graves formas de edema.
De acordo com Leduc (2007), a drenagem linfática é uma técnica que drena os
líquidos excedentes que banham as células, mantendo, desta forma, o equilíbrio
hídrico dos espaços intersticiais. Ela é também responsável pela evacuação dos
dejetos provenientes do metabolismo celular.
Segundo o autor supracitado, a Drenagem Linfática Manual possui inúmeras
indicações, sendo uma técnica capas de resolver o excesso de líquidos das
substâncias fundamentais, promoverem a desintoxicação do tecido intersticial,
melhorar a oxigenação e nutrição celular e proporcionar melhor circulação
sanguínea venosa. É uma técnica massoterapêutica específica, cuja ação principal é
sobre o sistema linfático.
Como diz Lopes (2002) que existem considerações relevantes que devem ser
observadas na aplicação da drenagem linfática, onde afirma que é um conjunto de
processo de uma arte ou ciência, e que para realizar essa técnica especifica deve-se
possuir um conhecimento aprofundado sobre anatomia e fisiologia do sistema
linfático. A Drenagem Linfática Manual é o único procedimento normalmente
realizado a partir das 48 horas iniciais da cirurgia facial.
Como afirma Kasseroler (1998) que mesmo havendo restrições quanto ao uso de
cosméticos na pele e nos cabelos, restrições estas que se estendem também aos
movimentos da Drenagem Linfática Manual, pois há de si cuidar para que não haja
sob hipótese alguma o deslocamento do tecido operado. A Drenagem Linfática
Manual do método Vodder, comumente indicado para os pós-cirúrgicos, porem os
movimentos que contemplam rotações amplas, semi-deslizamentos ou
deslocamentos com a pele estarão totalmente proibidos pelo menos nos primeiros
21 dias da data da cirurgia. É executada em dias alternados, a partir da liberação do
médico, e estende-se até o 21º dia de pós-operatório. Decorrido esse prazo, podemse
espaçar as aplicações para semanais.
Segundo Leduc (2007), a drenagem linfática manual tem a capacidade de drenar
os líquidos excedentes que banham as células, mantendo desta forma, o equilíbrio
hídrico dos espaços intersticiais, remove o excesso de líquido de substância
fundamental, por esse motivo é que a drenagem linfática é fundamental no pósoperatório
da Ritidoplastia.
Max e Camargo (2002) confirmam que as seqüelas e intercorrentes que os riscos
que envolvem qualquer procedimento cirúrgico podem ser caracterizados como
seqüelas e complicações.
Afirma Kasseroler (1998), que o controle do edema, que geralmente é resumido
em duas semanas, o acompanhamento do processo cicatricial pode ocorrer
alargamentos e cicatrizes queloidianas, este processo pode ocorrer principalmente
em região pré e retro-auricular, decorrente do excesso de tensão na face. Essa
tensão deve ser resumida através de deslizamento profundo ou massoterapia de
tecido conjuntivo, havendo persistência do quadro deve ser notificada ao cirurgião
responsável. A prevenção e o controle de fibroses ou nódulos subcutâneos podem
aparecer nas primeiras semanas, devem ser manipulados para facilitar sua absorção
e melhor orientação ao tecido.
Segudo o mesmo autor afirma que desequilíbrios musculares, geralmente são
prévios à cirurgia, é importante realizar análise de força dos músculos da face. Onde
as cicatrizes queloidianas são enfermidades comuns durante o pós-operatório. O
conhecimento a esse respeito ainda é bastante limitado e muitas vezes controverso.
A opção ideal para o seu tratamento ainda não foi completamente estabelecida,
existindo inúmeros métodos terapêuticos. Parte da dificuldade decorre da
irreprodutividade do quelóide em experimentos animais, já que este acomete
exclusivamente a raça humana.
De acordo com Ely (2008), a complicação mais comum é a formação de
hematoma, causado pela abertura de algum vaso importante. Pequenos
sangramentos são comuns, mas grandes hematomas necessitam de uma revisão
cirúrgica. O sinal mais evidente é o edema, quando o volume de líquido intersticial
excede a capacidade de drenagem dos linfáticos, ou se esses vasos forem
bloqueados, o líquido intersticial acumula unilateral da face, seguido de dor e
compressão do curativo.
Confirma Kasseroler (2004) que as seqüelas são inerentes do procedimento e
são quase inevitáveis, são normais e esperadas, como edema, cicatrizes. Em
cirurgia plástica não ocorre falência do sistema linfático, apenas sobre a carga, a
drenagem linfática manual não oferece risco algum, à cirurgia plástica, somente se
for mal aplicada com muita força excessiva e direção errada.
Segundo Guyton (2006), o sistema linfático representa uma via acessória pela
qual o liquido pode fluir dos espaços intersticiais para o sangue. E o que mais
importante, os linfáticos podem transportar proteínas e material em grandes
partículas, para fora dos espaços teciduais, nenhum dos quais podem ser removidos
por absorção direta pelos capilares sanguíneos. São constituídos por capilares
linfáticos, vasos linfáticos.
Afirma Lopes (2002), que os capilares linfáticos são os menores vasos do
sistema linfático vascular. Sede de pequenas trocas recolhe a linfa por pressão
osmótica, permitindo a anastomose direta dos capilares com o interstício e a
reabsorção de micro-celular, isto porque não há nas suas paredes uma membrana
basal continua. A linfa recolhida pelos capilares linfáticos é levada aos condutos
maiores chamados vasos linfáticos.
Os vasos linfáticos estão ligados as redes capilares linfáticas e canalizam a linfa
em direção aos calibres maiores, em direção ao ducto torácico, válvulas que
impedem o refluxo da linfa. São divididos em pré-coletores cujos calibres são
menores e tem as estruturas acrescidas de células musculares e fibras elásticas,
que possibilitam a contratilidade e os coletores linfáticos possuem maiores calibres,
se apresentam em dois planos, o superficial e o profundo, sendo que no plano
profundo se unem aos coletores, formando os troncos linfáticos (LEDUC, 2007).
Sobre os coletores linfáticos, Guirro, (2004) afirma que os principais recebem o
fluxo linfático proveniente das vias anteriores que são dois sendo, Canal linfático
direito e ducto torácico. Linfonodos São formações que se dispõe ao longo dos
vasos linfáticos e são em números de 600 á 700 ao todo, sua função é filtrar
impurezas da linfa e produzir linfócitos, células de defesa especializadas.
Continuando o pensamento do mesmo autor, que os vasos que chegam ao
Linfonodos (linfáticos aferentes) são mais numerosos e mais finos do que os que
saem (linfáticos eferentes) é por esse motivo que este fluxo é lento. Liquido
intersticial, ao penetrar no interior dos capilares linfáticos, denomina-se linfa, o fluxo
da linfa é relativamente lento, aproximadamente três litros de linfa penetram no
sistema cardiovascular em 24 horas.
De acordo com De Barros (2001) existem diversos mecanismos que favorecem o
fluxo linfático, entre eles a presença de fibras contrate (elásticas, colágenos e
musculares), o surgimento de vasos linfáticos acessórios (em casos patológicos),
presença de válvulas, respiração, elevação do membro, drenagem linfática,
exercícios físicos.
Segundo Max e Camargo (2002), o desbloqueio dos gânglios retro-auriculares,
máximo cuidado, pois o trabalho é executado sobre a principal área de tração
cirúrgica. Trabalha sobre os gânglios submandibulares, delicadeza e sensibilidade
de tátil são requeridas. Trabalha na região dos gânglios retro e pré-auricular máximo
cuidado para não deslocar o tecido operado.
Compreensão e descompressão dos gânglios retro e pré-auriculares, a orelha é
posicionado entre os dedos e o movimento é estático. Compressão e
descompressão da região orbicular dos olhos. Os dedos realizam movimentos
suaves seguindo a partir do dedo indicador para o máximo. A manobra deve ser
executada em ambas as pálpebras (ELY, 2008).
De acordo com Max e Camargo (2000), o sistema linfático desempenha o papel
primordial de absorção e transporte do excesso de líquidos tem também a função de
devolver as proteínas plasmáticas do líquido intersticial de volta á circulação do
sangue. Os linfócitos, por serem capazes de fagocitar bactérias ou qualquer agente
estranho que invada os tecidos, desempenham um papel imunológico fundamental.
Conforme Ceolin (2006), uma das funções mais importantes do sistema linfático é
o retorno da proteína, água e eletrólitos dos espaços teciduais para o sangue. São
extremamente importantes na absorção de substâncias nutritivas, sobretudo das
gorduras do trato gastrintestinal.
Atualmente, a Drenagem Linfática Manual esta representada principalmente por
três técnicas: Foldi, Leduc e Vodder. São baseadas nos trajetos dos coletores
linfáticos e Linfonodos, associando basicamente três manobras: de captação,
reabsorção e evacuação. A diferença entre elas reside somente no local da
operação (GUIRRO E GUIRRO, 2004).
Conforme Max e Camargo, (2000) afirmam que a Drenagem Linfática Manual é
sempre iniciada em uma região corporal que esteja livre do linfedema, mas que deve
ser evacuada. Deve ser executada no sentido próximal-distal, praticar por maior
espaço de tempo onde há maior retenção de líquido, ou seja, linfedema.
Conforme afirma Lopes (2002) que executar as manobras em ritmo lento,
pausado e repetitivo, em respeito ao mecanismo de transporte da linfa, cuja à
freqüência de contração é de 5 á 7 vezes por minuto, não deve ser desagradável e
jamais provocar dor. As sessões devem ter no mínimo 30 minutos, posicionar o
corpo de tal maneira que a pele esteja o menos tensa possível, para dar condições
de melhor deslocamento da linfa.
Segundo Guirro e Guirro (2004) e Lopes (2002), as manobras de Drenagem
Linfática Manual possuem várias indicações como o tratamento pré e pós
operacional de intervenções cirúrgicas, pós traumático, insuficiência venosa,
edemas, linfedema, fibro edema ginoide, queimaduras, enxertos, tratamentos
coadjuvantes da cicatriz hipertrófica ou queloídiana, acne, rosácea, hematomas e
equimoses, rigidez muscular, período de TPM, insônia, pós-mastectomia, posmesoterapia.
Segundo o mesmo autor, afirma que as contra indicação referem aos processos
infecciosos, insuficiência cardíaca congestiva descompensada, hipertensão arterial
não controlada, neoplasia maligna, erisipela, entre outras. A manobra de capitação é
realizada é diretamente sobre o seguimento edemaciado, visando aumentar a
capitação da linfa pelos linfocapilares.
Kede (2004) diz que as manobras de reabsorção agem, nos pré-coletores e
coletores linfáticos, os quais transportarão a linfa captada pelos capilares. As
manobras de evacuação ocorrem nos Linfonodos que recebem a confluência dos
coletores linfáticos. Foi o que nos levou a escolher o tema escolhido é para afirmar
que a drenagem linfática manual na Ritidoplastia, traz uma recuperação de uma
melhor cicatrização por drenar os líquidos nos espaços intersticiais e ativar o sistema
circulatório e linfático.
A drenagem linfática manual, sendo uma técnica capaz de eliminar excesso de
líquidos das substâncias fundamentais, promovendo a desintoxicação do tecido
intersticial, melhorando a oxigenação e nutrição celular, proporcionando melhor
circulação sanguínea venosa, e o mais importante, transportando proteínas e
material em grandes partículas, para fora dos espaços teciduais, onde não podem
ser removidos por absorção direta pelos capilares sanguíneos (LEDUC,2007).
Para alcançar um melhor resultado estético, é necessária uma preocupação com
os cuidados do pré e pós-operatório, acelerando a recuperação e prevenindo
complicações mais comuns. Pois, para Patrocínio (2002), complicações da
Ritidoplastia incluem hematoma, seroma, deiscência de sutura, cicatrização
hipertrófica, alopécia, infecção, lesão sensorial e motora do nervo facial, fístula
salivar. Outras complicações mais graves são extremamente raras.
Fazer com que o pós-operatório da cirurgia plástica estabeleça a função
importante para a recuperação, através da Drenagem Linfática Manual, sendo que o
edema faz parte da inflamação, pois segundo Max e Camargo (2000), o sistema
linfático desempenha o papel primordial de absorção e transporte do excesso de
líquidos tem também a função de devolver as proteínas plasmáticas do líquido
intersticial de volta á circulação do sangue. Os linfócitos, por serem capazes de
fagocitar bactérias ou qualquer agente estranho que invada os tecidos,
desempenham um papel imunológico fundamental.
Relata Ribeiro (2003) que a drenagem linfática manual é indispensável no pósoperatório
de cirurgias plásticas, e que se deve iniciar o mais precoce possível, para
ajudar na penetração do líquido excedente nos capilares sangüíneos e linfáticos.
Afirmam Soares et al (2005) que quanto mais precocemente iniciada a drenagem
linfática, menor a probabilidade do acúmulo de líquidos no local e mais rápida a
recuperação dessas pacientes.
A drenagem linfática manual é o único procedimento normalmente realizado a
partir das 48 horas iniciais da cirurgia facial. Mesmo assim, haverá restrições quando
ao uso de cosméticos na pele e nos cabelos, restrições esta que se estende também
aos movimentos da Drenagem Linfática Manual, pois há de cuidar-se para que não
haja sob hipótese alguma o deslocamento do tecido operado (KASSEROLER,
1998).
De acordo com o autor acima citado a Drenagem Linfática Manual é a única
terapia que pode ser indicada na Ritidoplastia, pois a mesma tem movimentos
lentos, suaves e não pode ter compressão, pois de acordo com Lopes (2002),
movimentos abruptos da face podem causar rompimento de pequenos vasos,
variação de pressão e muita ansiedade também podem causar hemorragias, que
prejudicam o resultado da cirurgia e qualquer variação na sua intensidade deve ser
analisada. Uma boa reconstituição dos vasos linfáticos para que ocorra um
excelente processo orgânico de drenagem linfática. Evitando complicações póscirúrgicas
como edemas, linfedema, infecções cutâneas. Com isso os resultados da
drenagem linfática manual em uma boa recuperação.
A face sendo a parte do corpo, mas agredida pelo meio ambiente, um deles é o
sol, que causa um envelhecimento irreversível, ou seja, se a pessoa não tiver
nenhum cuidado com pele quando nova, a opção é fazer cirurgia plástica, a
Ritidoplastia é a mais aceita, por rejuvenescer bastante a face (BAUMANN, 2004).
A drenagem linfática manual é um dos recursos de grande auxílio ao terapeuta,
com o objetivo básico de drenar o excesso de líquido acumulado nos espaços
intersticiais. (furtado, Et.al, 2008). De acordo com os dados dos artigos anteriores,
vemos a preocupação com a rápida recuperação e seqüelas no pós-operatório na
Ritidoplastia.
Metodologia
Teremos como ponto de partida a pesquisa bibliográfica, que é aquela que se
efetiva tentando-se resolver um problema ou adquirir conhecimentos a partir do
emprego predominante de informações provenientes do material gráfico, sonoro ou
informatizado. Para efetuar este tipo de pesquisa, foi feito um levantamento dos
temas e tipos de abordagens já trabalhadas por outros estudiosos, como Guirro e
Guirro, Leduc, baumann, Graff, Gregory, Revinter, Mang, Fitzpatrick, Aeling, Obagi,
Furaste, De Barros, Max e Camargo, Kasseroler, Lopes, Guyton. Assimilando-se os
conceitos e explorando-se os aspectos já publicados, tornando-se relevante levantar
e selecionar conhecimentos já catalogados em bibliotecas, editoras, videotecas, na
internet, entre outras fontes.
A pesquisa bibliográfica é capaz de atender aos objetivos tanto do aluno, em sua
formação acadêmica, quanto de outros pesquisadores, na construção de trabalhos
inéditos que objetivem rever, reanalisar, interpretar e criticar considerações teóricas
ou paradigmas, ou ainda criar novas proposições na tentativa de explicar a
compreensão de fenômenos relativos às mais diversas áreas do conhecimento.
A pesquisa bibliográfica foi desenvolvida com base em material já elaborado.
Alguns livros foram indicados pela orientadora e co-orientadora e pesquisados na
biblioteca da instituição, foram também excluídos livros e artigos antigos de 1989.
Usamos também a internet para tirarmos algumas duvidas de alguns materiais
que não tínhamos dados, foram utilizados artigos do Google acadêmico,
conseguimos dois artigos, pesquisamos também no site da Bireme onde
conseguimos seis artigos, colocamos algumas palavras chaves como drenagem
linfática manual, pós-operatório na cirurgia de Ritidoplastia.
Excluímos artigos e livros que não tinham referencias bibliográficas. O titulo foi
elaborado pelo grupo, e os assuntos foram dados pela co-orientadora, e toda a
metodologia do trabalho foi revisado pela nossa orientadora.
Considerações finais
Não foram encontrados estudos específicos, que falem sobre a atuação da
drenagem linfática manual no pós-operatório da Ritidoplastia; mas consultamos
alguns artigos sobre Ritidoplastia e outros sobre drenagem linfática manual, e vimos
os benefícios que a Drenagem Linfática Manual na recuperação do pós-operatório
da Ritidoplastia. O contexto sobre as teorias de Drenagem Linfática no pósoperatório
de Ritidoplastia apresentam muitas configurações e por envolver muitos
segmentos de difícil e desafiante intervenção. Ao longo deste trabalho exploramos
diferentes estudos realizados nas teorias com embasamento cientifico. Também
vimos que as teorias são bem diferentes das praticas que pensávamos estar certas.
Com isso podemos exercitar o nosso trabalho conforme as teorias. Observamos
que todos os autores falam sobre as terapias. Cada um conforme suas expectativas
necessidades e perspectiva, todavia, esperando soluções efetivas para cada
segmento. De outro lado, clinicas precisam desenvolver políticas internas para lidar,
sobretudo de forma que todos trabalhem de maneira certa, há também necessidade
de formação dos profissionais em estética, em serviços voltados para o publico.
Acreditamos que podemos melhorar o ambiente, e a busca de conhecimentos de
novos profissionais desta área. Com isso estaremos aptos a exercer todas as
terapias que nos foram incumbidas, que aprendemos ao decorrer de nossa
graduação. Com consciência e responsabilidade. Portanto para obter um bom
resultado terapêutico, a técnica deve se realizada por profissionais qualificados, pois
devem conhecer a anatomia e fisiologia do sistema linfático, só assim poderão obter
os benefícios que ela proporciona.
Referências
ARIEIRO, Elaine Gonçalves. et al. A eficácia da drenagem linfática no pósoperatório
de câncer de cabeça e pescoço. Rio de Janeiro, 2007. Disponível em:
http//www.bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online.
BAUMANN, Leslie. Dermatologia Cosmética, princípios e Pratica. Rio de Janeiro:
Revinter, 2004.
BORGES, Fabio dos Santos. Dermato- Funcional: Modalidades Terapêuticas nas
Disfunções estéticas. São Paulo: Phorte, 2006.
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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/cirurgia-plastica-artigos/a-drenagem-linfatica-manual-no-pos-operatorio-de-ritidoplastia-manaus-1808383.html

    Palavras-chave do artigo:

    plastica recuperacao desintoxicacao

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    Sol e biquíni formam uma combinação perfeita. Menos quando se tem umas gordurinhas sobressalentes. Cada vez mais as brasileiras estão recorrendo à lipoaspiração para eliminar a gordura persistente, que permanece mesmo quando a dieta é bem sucedida. Mas quem não se sente pronta para uma cirurgia estética ou tem contraindicações a esse tipo de procedimento pode recorrer a tratamentos não-invasivos com ótimos resultados.

    Por: Vítor Margatol Beleza> Cirurgia Plástical 10/11/2014

    Sempre na vice-liderança, o Brasil finalmente desbancou os Estados Unidos no ranking de cirurgias plásticas estéticas – com 1,49 milhão de procedimentos cirúrgicos realizados no ano passado contra 1,45 milhão dos americanos. O México vem em terceiro lugar, com números bem menos expressivos: 486 mil. Os dados são da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética.

    Por: Vítor Margatol Beleza> Cirurgia Plástical 21/10/2014

    Engordar durante o inverno é bastante comum, até mesmo para quem pratica exercícios regularmente. E é justamente nesta época que as pessoas começam a se preparar para as festas de fim de ano e as férias de verão. Gordura localizada, rugas, celulite e flacidez são as principais queixas nas clínicas de estética e cirurgia plástica.

    Por: Vítor Margatol Beleza> Cirurgia Plástical 07/10/2014

    A cirurgia plástica hoje em dia está bem heterogênea, na verdade o homem está disputando cada vez mais o seu espaço nesta área da cirurgia. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica as cirurgias realizadas nos homens cresceu de um 5% para 30% nestes últimos anos, e segundo vários expertos a tendência é de seguir aumentando.

    Por: Bruno Souzal Beleza> Cirurgia Plástical 25/09/2014 lAcessos: 14

    Procurada por muitos, a rinoplastia é a cirurgia plástica de nariz responsável por mudanças nas estruturas do nariz de famosos.

    Por: Carlosl Beleza> Cirurgia Plástical 03/09/2014 lAcessos: 14

    Leia o texto e conheça um pouco mais sobre a Rinoplastia Secundária, intervenção cirúrgica.

    Por: Carlosl Beleza> Cirurgia Plástical 03/09/2014 lAcessos: 12
    Janaína Nogueira

    A Mamoplastia de aumento também conhecida como cirurgia de prótese de silicone, é um procedimento cirúrgico onde é implantada uma prótese de mama para que ocorra o aumento do volume dos seios. Essa cirurgia é procurada por mulheres que não estão satisfeitas com o tamanho de seus seios, e encontram no procedimento cirúrgico uma forma de solucionar essa insatisfação.

    Por: Janaína Nogueiral Beleza> Cirurgia Plástical 20/08/2014 lAcessos: 26

    Sutura reabsorvível acena como tendência e adia cirurgia plástica Ninguém duvida que as mulheres de hoje aparentam ser bem mais jovens do que suas mães, quando tinham a mesma idade. Mas uma coisa é certa: depois dos 40 anos, a perda de colágeno faz com que o rosto sofra mudanças e fique cada vez mais difícil combater os efeitos da gravidade. A novidade mais recente e eficaz para ‘levantar' a expressão com mínima intervenção é uma sutura chamada Silhouette.

    Por: Vítor Margatol Beleza> Cirurgia Plástical 18/08/2014 lAcessos: 19
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