Negar A Paternidade; Uma Atitude Covarde!!!

18/01/2009 • Por • 3,129 Acessos

Nunca soube que uma criança tivesse culpa ou pedisse para nascer, nem que uma mulher tenha ficado grávida depois de ter sentado num vaso sanitário ou numa cadeira de um restaurante, mas sim depois de praticar um ato sexual, com um parceiro: seja ele seu marido, seu amante, seu namorado ou apenas alguém que ela conheceu e se envolveu com este indivíduo.


O mais grave e imperdoável é quando a inocente criança nasce, pois foi concebida através da junção de um espermatozóide ( de alguém do sexo masculino) e de um óvulo ( de alguém do sexo feminino) e esta indefesa criança é covardemente rejeitada, por aquele que é seu pai biológico, que para fugir das suas responsabilidades que lhes são atribuidas: NEGA A PATERNIDADE!!


Aí, começam as humilhações, os traumas, os sofrimentos não só para a mulher, mas, principalmente, para a criança, pois a estratégia do moleque ( do pai) vai ser negar sempre a autoria, aliás, eu nunca soube que um criminoso tivesse a atitude honrosa e digna de dizer, espontaneamente, que praticou um crime. A bem da verdade é que quando alguém comete uma ação vil e torpe como a de negar a autoria daquilo que ele sabe que fez, este indivíduo nunca soube na prática nem na teoria, o que é dignidade e moral, muito menos bons costumes e ética humana. A tática da negação de autoria é sempre rotineira.


Aí, mesmo sem necessidade a mulher tem que provar que o pai da criança é aquele, com o qual ela se relacionou e tem diversas testemunhas que sabiam e tiveram conhecimento do fato e que podem abonar e depor, ratificando e afirmando que sabem que esta mulher é de boa índole moral e que não existe mácula no seu comportamento no que possa retratar a sua moral, honra e dignidade. Só que tudo isto não exclui o exame de DNA, que virá à confirmar o que o pai da criança já sabia, que ele foi parte ativa e atuante, para o que se sucedeu.


Quando o caso vai para o âmbito judicial, este filho passa a ser rotulado como sendo filho ilegítimo. O que é isto? O que diferencia, o filho ilegítimo do filho legítimo ( que é fruto de um casamento) Será que a maneira de se proceder sexualmente, na hora do ato em sí, é diferente?? Não, claro que não, filho é filho, seja dentro desta ou daquela circunstância. O que existe, isso ,é a canalhice de se negar a paternidade, para se furtar das obrigações de sustentar e atender às necessidades de uma criança que assim como os filhos de um casamento não pediu para nascer.


O mais repugnante é quando o sujeito tem que ser obrigado à dar pensão alimentícia para aquele filho, que teve a paternidade reconhecida através de mandado judicial, ele vai fazer de tudo para não pagar a pensão, vai recorrer de todas as formas para que esta ajuda seja modelo de uma esmola, que nunca satisfará às mínimas necessidades daquele filho rejeitado.


Sei de casos de celebridades, que estão sempre nas telas das Televisões que podem até ser brilhantes nas suas profissões, mas que como seres humanos são podres e que não merecem respirar o mesmo ar que todos aqueles que são dignos respiram. Pois os mesmo tiveram filhos fora do casamento e não reconhecerma os filhos, rejeitando-os.


O certo é que estes camaradas não serão felizes, nunca terão paz, e se os filhos do casamento sabem da existência do irmão rejeitado e se omitem ou se mostram coniventes com a mostruosidade do pai, estes filhos serão infelizes e amaldiçoados.


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Perfil do Autor

Ivan Brafman

Sou Radialista Profissional: Locutor e assistente de Produção.