Jornalismo X Internet: Uma Leitura Política
A recente decisão do Supremo Tribunal Federal pegou de surpresa a sociedade brasileira, ao eliminar a necessidade de diploma para exercer a profissão de jornalista.
O impacto que a Internet provocou na sociedade, principalmente nos meios de comunicação, faz dela um fenômeno muito maior do que apenas mais uma mídia. Trata-se, na verdade, de uma questão política estratégica importante.
A maioria concebe a Internet apenas como uma imensa rede de computadores interligados. Sem dúvida isso é verdade, mas apenas do ponto de vista técnico. A Internet é um fenômeno muito mais amplo do que os computadores que a compõem e mais abrangente do que as informações que nela trafegam.
Deve ser compreendida como um novo espaço social.
Nessa gigantesca rede, onde trafega diariamente uma infinidade de informações, pessoas se conhecem, se relacionam, se apóiam, se criticam, trocam opiniões, sem jamais se terem visto ao vivo e em cores. Sua característica mais intrigante é ser um ambiente virtual onde estranhos se relacionam, criam, mentem, desabafam, informam e denunciam.
Lembro aqui que os fatos da recente eleição do Irã, quando a imprensa internacional foi proibida de cobrir os atos repressivos, com o exército atirando no povo, as denúncias correram o mundo através da Internet, com vídeos amadores gravados em celulares. A Internet funcionou e mostrou-se mais poderosa do que o regime ditatorial iraniano.
Ou seja, estamos falando de uma questão eminentemente política.
Claro. Como se pode pensar em política sem pensar em comunicação, informação, persuasão, e formação de imagem?
É bem verdade que a Internet (ainda) não desempenha um papel decisivo nos processos eleitorais, inclusive como forma de arrecadação de fundos para a campanha. Mas, isso é uma mera questão de tempo.
O leitor (eleitor), atualmente, por conta da rede mundial de computadores e dos celulares, tem a possibilidade de sair da passividade e exercer sua função de “unidade independente de comunicação”.
Você pode ser um veículo de comunicação. Todos podem.
Podemos produzir e distribuir informação praticamente sem custo e com alcance global.
Cada um de vocês, caros leitores, pode criar um site e editar o seu próprio jornal, revista ou panfleto. É só querer e investir tempo para tal. É possível até ganhar dinheiro vendendo espaço em seu site.
Mas, você é “livre”: pode escolher entre acompanhar a revolução ou ser atropelado por ela. Quem ficar alheio a Internet se tornará obsoleto, perderá o trem da história, muito antes de ter condições de perceber que isso aconteceu.
Sem dúvida, a Internet supera o uso mais comum da expressão “meio de comunicação”. Essa concepção, geralmente, é associada à idéia de “comunicação de massa”. Com a Internet, é mais apropriado falar de “meio de comunicação social”.
A mídia, os meios de comunicação de massa, não permite interação entre usuários ou entre usuários e produtores de conteúdo.
Com a Internet, mídia descentralizada, os usuários podem escolher o que vão ler, quando ler, com quem querem interagir e, ainda, escrever também e opinar sobre o conteúdo do que lêem com os respectivos produtores ou com outros usuários.
A capacidade de ser fonte de informação e o seu aspecto social global faz da Internet única e muito poderosa: um perigo e uma ameaça real para os autoritários e candidatos a ditadores. Como disse, trata-se de uma questão política da maior relevância.
Tanto é assim que a Câmara dos Deputados votou mecanismo impondo restrições à Internet semelhantes às que já existem para rádio e TV. Atitude que revela o medo da renovação, o desconhecimento sobre o funcionamento da rede, e o menosprezo pela sua importância para a democratização da informação.
Os parlamentares cometem crime de lesa-democracia. Pior, criaram uma letra morta, sem efeito social; porquanto a vida continuará bancando o jogo: “quem não se comunica se trumbica”
A todos os comunicadores, poetas, visionários, piratas, hackers, anarquistas e loucos, com ou sem diploma, desejo muito sucesso na multiplicação dos espaços de liberdade.
O que vai acontecer no futuro? Não sei. Mas, o exercício do poder será bem mais complexo.
Maktub!
(Artigonal SC #1011414)
Palavras-chave do artigo:
comunicação; informação; internet; questão política; revolução;
Modelos de negócio são as diversas formatações que os empreendimentos adquirem ao utilizar a Internet como canal primário ou secundário de comercialização. Como uma lista completa de modelos de negócio poderia se tornar quilométrica, na medida em que qualquer serviço ou produto existente pode ser comercializado via Internet, sistematizamos todas essas alternativas em três grandes grupos:
O Comércio eletrônico a cresce a taxas de 40% ao ano no Brasil, veja nas dicas abaixo como montar sua loja virtual e começar a vender através do munod e-commerce
O texto aborda as formas de construção e transmissão de conhecimentos aplicados aos universo tecnológico e cita suas implicações nos dias de hoje. Para isso cita diversos pesquisadores de renome e suas teorias e analisa alguns fatores que possibilitaram às redes de computadores ser um veículo capaz de transformar o mundo dos empreendimentos e a educação nos dias de hoje.
O presente documento tem por fim demonstrar as potencialidades de novas tecnologias da informação e comunicação no mundo contemporâneo, pela formação de redes sociais, no que este fenômeno contemporâneo possa imprimir mudanças imperativas na ordem cultural, social e organizacional, apontando para aspectos importantes em termos de governança urbana.
O presente trabalho de pesquisa tem por objetivo principal demonstrar que a linguagem afeta sobre maneira a qualidade do processo decisório, considerando as circunstâncias temporais, análise ambiental, relacionamento inter-pessoal e aspectos políticos inerentes ao contexto em que são tomadas. O processo decisório envolve cognição, e a linguagem é especializada para cada campo de conhecimento, como na Administração e Direito aqui apresentada. Correlações sob diferentes aspectos foram coletadas no desenvolvimento teórico da pesquisa, assim como buscou-se informações num bairro curitibano, conhecido como Cabral. Dez empresas em que se consultou empregadores e empregados sobre problemas relacionados com o uso da linguagem.
O presente artigo busca refletir sobre as transformações que a sociedade vem sofrendo nestes últimos anos e a forma como a educação está sendo atingida, especialmente com os avanços tecnológicos, afetando a identidade do professor e gerando o fenômeno do mal-estar docente. Apresenta, também, uma reflexão sobre o importante papel da gestão para o adequado enfrentamento deste problema, nas instituições escolares, buscando alcançar o bem-estar geral na escola.
arquivologia [De arquivo + -logia.] É um substantivo feminino. Transformando em estudo ou conhecimento dos arquivos; arquivística.
E se pudéssemos voltar atrás para aproveitar uma chance, corrigir um erro cometido, engolir palavras que nunca deveriam ter sido pronunciadas? Seria mesmo a melhor maneira de viver?
A conversa de hoje aponta para os perigos embutidos na existência de lideranças carismáticas. E compartilho com você, caro leitor, a minha convicção de que existe a verdade em oposição à falsidade, que ela pode ser alcançada se as pessoas desejarem, que vale a pena buscá-la, e que não é apenas a mais valiosa mas a mais aprazível das coisas no mundo. Valho-me da História para embasar minhas preocupações.
Protesto contra a extinção do Instituto Benjamin Constant (cegos) e do INES (Instituto Nacional de Educação dos Surdos), fundados por D.Pedro II e em dias desapareceriam por decreto do então, Presidente Collor. Os representantes de ambos Institutos, parentes, amigos, cegos e surdos-mudos resolvem protestar quando da vinda do aludido presidente, figura de triste lembrança. As consequências do protesto: afundamento crâneando, fraturas múltiplas, escoriações, entre os deficientes. Etc.
Infelizmente os poderosos da mídia auferem tudo. Através da influência do vil metal eles conseguem dizimar um curso superior para proporcionar a gregos e troianos, o que se chamaria "Exercício Ilegal da Profissão".
O golpe - boa noite cinderela -, continua fazendo vítimas até mesmo nos dia de hoje.
A nossa pátria idolatrada passa por momentos jamais presenciados por brasileiros que conhecem bem a história política brasileira. O caos se instalou fez morada e não quer nos deixar. Tememos pelo futuro político de nosso querido Brasil, pois não vislumbramos líderes e nem cacife político nos dois pretensos concorrentes a presidência da República, José Serra e Dilma Rousseff. O presidente que ora governa o pais está envolto num mar de lamas e cego, pois em afirmações a mídia disse de nada saber.
Ele tinha a solução para os problemas do seu povo; ocorre que o seu povo não aceitava suas ideias/soluções. Mas ele é persistente. E vai continuar tentando
analiso a falta de perseverança do cidadão, frente a um obstáculo
A conversa de hoje aponta para os perigos embutidos na existência de lideranças carismáticas. E compartilho com você, caro leitor, a minha convicção de que existe a verdade em oposição à falsidade, que ela pode ser alcançada se as pessoas desejarem, que vale a pena buscá-la, e que não é apenas a mais valiosa mas a mais aprazível das coisas no mundo. Valho-me da História para embasar minhas preocupações.
Trata-se de um processo que vem minando o espírito da democracia constitucional, com a desmoralização das instituições, combinada com o incessante culto à personalidade do Lula, a um só tempo autoritário e popular. Governa através de medidas provisórias, massacra os aposentados e promove o endividamento das famílias, sob os aplausos da maioria da população. Lula não representa mais os trabalhadores (como antes), pertence ao sistema; tem fortalecido o capital e as oligarquias.
O déficit educacional brasileiro não é apenas um óbice para a realização do país do futuro, como muitos projetam. São atuais e altamente comprometedores os problemas de força de trabalho qualificada que o País enfrenta em diversos setores, como o da mineração, da metalurgia, do petróleo, da construção civil, da informática, entre muitos outros. Para construir o futuro, precisamos de educação de qualidade.
Lula, contrapondo-se ao seu próprio partido, e em que pese ter permitido o aparelhamento do Estado, a corrução e o “mensalão”, e confundir o conceito de Estado forte com Estado grande e gastador; manteve e ampliou um conjunto de políticas que: 1) mantém a ordem e; 2) promove a mudança. Curiosamente, a partir dessa aprovação extraordinária do Lulismo, constata-se uma mudança na qualidade do voto do brasileiro e uma perda do discurso de que “votar no PT é uma ameaça à ordem estabelecida”.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente. É preciso orgulhar-se de ser brasileiro! O (re) encantamento indispensável para a construção do futuro vai precisar de nossa auto-estima elevada.
Quanto mais diversa e criativa for a experiência, mais valiosa ela será. Na verdade, o que quero deixar claro é que a sustentabilidade não pode e nem deve ser pensada de acordo com padrões antigos. É uma nova lógica de atuação e por isso requer uma reinvenção do modus operandi das organizações, públicas e privadas. Mais do que reinventar, a humanidade precisa reconhecer e se espelhar nos processos naturais.
É palpável a evanescência de muitos outrora importantes movimentos sociais (como o de mulheres, por exemplo). É visível o declínio da força do sindicalismo, como conseqüência do novo padrão de acumulação do sistema e do desaparecimento de postos de trabalho e profissões, por força da automação. Preocupa-me também a tentativa governamental de censurar ou desqualificar o papel da imprensa, em meio a generalizada sensação de impunidade.
Temos grandes desafios herdados de nossa história injusta: 1) a proliferação do mercado informal, que já abrange a mais da metade das pessoas economicamente ativas; 2) o analfabetismo funcional (aquele que lê, mas não entende), atingindo cerca de setenta por cento da população. Somente será possível encontrar a saída através da prática de novos métodos pedagógicos e do investimento pesado para universalizar a educação básica profissionalizante

