O Apoio Rídiculo Ao Terrorista Italiano

Publicado em: 19/11/2009 | Comentário: 1 | Acessos: 34

O APOIO RÍDICULO AO TERRORISTA ITALIANO

O ato mais covarde que algum chamado ‘idealista’ comete é matar inocentes para chamar a atenção para o egocentrismo exacerbado de alguma causa, que neste caso só pode ser espúria.

Agora está este terrorista italiano, cá em nosso país, querendo asilo político.

Só mesmo quem teve igual espécie de pensamento, quando jovem, como o nosso ministro da (in)justiça.

E os jovens atletas cubanos, Senhor ministro, que foram devolvidos à correria de volta ao país de Fidel e que também pediram asilo? Não teve nem STF e nem tempo de qualquer julgamento, e já estavam sendo deportados do nosso país.
Jovens que não mataram ninguém e que só queriam liberdade.

Só liberdade Senhor ministro.

Onde há dois pesos e duas medidas não há justiça e neste caso o senhor está ocupando o cargo errado.
Que justiça o ministro prega, todo orgulhoso do seu passado esquerdista, e com a sua filha que ainda defende a ‘luta da classe operária’. E da revolução dos facões.

Como é que alguém em sã consciência ainda pode defender o ‘movimento dos sem terra’ como meio de se chegar ao poder?

Que há injustiças há, mas há os meios democráticos de se lutar.

Será que ainda não tiveram tempo de ver que esta ideologia comunista foi uma falácia? Um atraso ignominioso nos países aonde foi implantado? Será que não tiveram oportunidade logo depois da queda do muro de Berlim ou ainda nos dias de hoje de ver como foi equivocado este caminho da ‘chamada igualdade comunista?’

Quem teve oportunidade de visitar qualquer país da ex cortina de ferro, assim que ela desmoronou, veria que mundo sombrio que estes terroristas queriam implantar em nosso país.

Países cinzentos onde a exposição do belo era proibida. Um atraso geral com seres humanos débeis, sem iniciativa, pois iniciativa para quê? Se mesmo quem trabalhasse o dobro do seu companheiro iria receber o mesmo que aquele que nada fazia?

Que por mais que fosse criativo além de não ser recompensado por isto, ainda corria o risco de ser entregue por seus colegas como traidor da ‘revolução’.

Ainda hoje quem caminha por Berlim e tem a oportunidade de conhecer os dois lados ainda vê a diferença brutal entre os dois lados.

Em Aracaju tem um hotel, ou tinha,  chamado “Hotel das palmeiras’, lindo por fora, hoje não sei como está, mas há uns dez anos, quando lá estive, o meu conhecido que lá morava me indicou este, pelo visual externo, pois nunca ele lá tinha se hospedado.

Fui na indicação e, ‘meu irmão’, quando cheguei realmente vi que era muito bonito por fora, mas já ao chegar na portaria notei que havia algo errado, pois apesar da sua enormidade não tinha movimento nenhum.

Peguei minha chave e fui para o meu apartamento e só sai de manhã para ir tomar o café que se encerrava às dez. Chegamos lá eu e minha esposa umas nove e meia e quando deu quinze para as dez os garçons começaram a tirar o Buffet.

Nunca tinha vivenciado algo parecido: o garçom simplesmente falou que a partir daquele momento, se nós quiséssemos algo, teríamos que pedir diretamente na cozinha.

Eu então falei: então junto com a mesa você pode mandar fechar a minha conta que já estamos saindo daqui. O cara nem me deu bola. Falou tudo bem, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Um enorme descaso só esclarecido, quando no balcão, acertando a conta: o Hotel era do estado e tocado por funcionários públicos. Pode?

Pode. Agora imagine como era o atendimento nestes países comunistas.

Um amigo que tinha um posto de destaque no funcionalismo público aqui do Paraná, e tinha origem ucraniana, foi convidado, quando da reorganização do país, após a queda da cortina de ferro, a visitá-lo pois estavam sendo criados os consulados, seus representantes internacionais etc, e ele acompanhado de muitos outros convidados foram lá para conhecer e colaborar no que pudessem.

Ele me contou de queixo caído a sua chegada no hotel onde iriam ficar:

Hamilton, você acha que os funcionários do hotel vieram pegar as malas? Que nada cara, eu é que tive que ir arrastando todas elas e subindo as escadas até o guichê e de lá até o apartamento. Os caras não tinham a mínima iniciativa nem entusiasmo. Ficavam no balcão só olhando.

Demos algumas risadas sobre outras histórias.

Em 2001, fui convidado por um amigo que iria com outro e que estavam solteiros como eu, para ir conhecer alguns países da Europa, incluindo a Alemanha onde tive a vivência de Berlim e a bela cidade de Praga na República Tcheca.

Chegamos a Praga perto da meia noite e o nosso amigo comum, que falava o inglês, entendeu errado uma informação dada, e saltamos algumas estações antes da principal pensando que aquela era a principal.

‘Meu que horror’. Eu pensei: em que buraco nos viemos nos meter.
Bom, não tinha volta, o nosso ‘guia linguístico’ que só estava nos metendo em fria, negociou com um taxista a ida até o hotel mostrado no cartão.

E começamos a viagem e aquele taxista não parava de falar do seu celular, na sua língua natural, com alguém que volta e meia ligava de volta ou o taxista ligava novamente para ele.

Eu que não sou macaco novo comecei a achar que estávamos a caminho de uma baita encrenca, pois o taxi estava indo por vias escuras e com poucas casas e que pareciam serem estradas que estavam se afastando da cidade.

Mas para meu alivio, e dos dois que não estavam nem aí no banco de trás, nós é que tínhamos saltado muito antes, na região metropolitana da cidade e estávamos, agora sim, a caminho dela. E lá chegando:

Uau! Que baita hotel.

Era horizontal, só com quatro andares, em formato de estrela, cheio de blocos que se encontravam todos no hall de entrada cheio de corredores onde tinha muitas lojas, restaurantes, boates, cassinos.

Tudo de primeira linha.

Apagou aquela má impressão inicial, mas só até entrarmos no elevador. Era destes de construção, onde a porta que se fecha é daquelas de ferro trançado e aonde vamos vendo as paredes passarem, cheia dos seus escritos e muito barulhento.

Uma decepção só superada quando abrimos o apartamento e vimos que uma bela mão de acabamento no cimento bruto teria sido uma boa idéia e alguns encanamentos à vista no banheiro poderiam estar mais disfarçados.

Um horror. O negócio era ficar só no hall ou nos restaurantes.

Este era o melhor hotel que o a pouco extinto, comunismo podia nos apresentar.

Mas nada como o dia seguinte.

Um bom café no refeitório com aquelas filas enorme e depois brigando para achar um lugar em algumas daquelas mesas de festa de igreja para poder tomarmos sentado o café e era melhor não querer repetir nada.

Esta foi a parte decepcionante, mas ao sairmos para pegarmos os ônibus que nos levariam à cidade as coisas começaram a melhorar, pois tinham turistas do mundo inteiro, do mundo livre é claro, ali aguardando as suas conduções e foi uma festa.

Quem nos escutava falando português se achegava e fomos criando um grupo de convivência.

Mas ao chegar ao centro da cidade:

Que coisa mais linda, que cidade maravilhosa, com tantos monumentos, castelos, pontes, tudo naquela magnífica arquitetura eslava milenar, intocada e um povo alegre, experimentando uma nova vida de trocas, de liberdade, de realização comercial e profissional, com as suas cristalerías, uma ao lado da outra, e seus cristais considerados, com razão, um dos mais bonitos do mundo.

Foi um show e todos que possam ir devem visitar esta que é considerada hoje umas das mais belas cidades do mundo.

Mas esta beleza não é, com certeza, devido ao comunismo.

O comunismo criou aqueles hotéis de fachada que nos ficamos.

A beleza da cidade está na sua arquitetura milenar que, felizmente, ficou intocada.

Agora eu imagino que se o melhor hotel criado pelo comunismo era aquele eu imagino as masmorras onde foram confinados os seus intelectuais, os seus homens de letras, os fazedores de cultura, os professores universitários, ou vamos dizer qualquer pessoa que antes do comunismo tivesse alguma profissão de destaque politicamente, culturalmente ou socialmente no país.

E os nossos esquerdistas “idealistas”, muitos que até pegaram em armas, hoje ficam aí, como ministros de estado defendendo terroristas para ficar no nosso país como exilados políticos e por outro, mandando jovens que só ambicionavam liberdade, de volta para às masmorras do tirano Fidel.

Idealizado por eles como herói e que não para de matar e torturar pessoas que a única coisa que gostariam de ter no seu país é só liberdade e ar puro político para respirar.

A Venezuela do limitado, para não dizer outra coisa, Chaves, já está em recessão, mas ainda assim de bravatas, querendo guerrear contra o ‘inimigo do norte’ e a filha do ministro lá de prontidão.

É tão ridículo que só sendo de formação comunista para não dar risada, mas o povo de lá fez por merecer, quem sabe assunto para uma outra crônica.

O Lula, tão discriminado por não ter o primeiro grau, lutou contra a nossa ditadura com a palavra, sem alimentar violências e nem lutou com a intenção de impor uma outra ditadura chegou ao poder. Não estou aprovando nem reprovando o seu governo, pois também foi permeado de mazelas, mas o seu segundo mandato, estatisticamente falando, comparando-se a qualquer outro presidente é imbátivel.

Até o Fernando henrique, tão competente no primeiro mandato, foi decepcionate no segundo e deixou aquele gostinho de que perdemos mais uma vez.. 

São os números que falam, não eu.

Mas quanto aos esquerdistas 'universitários', impacientes, arrogantemente pegaram em armas, mataram inocentes e não lutaram contra ditadura nenhuma, não me venham com esta, por favor, e sim lutaram para implantar a ditadura que eles tinham interesse e  que foi muito mais sanguinária e injusta em todos os lugares do mundo onde foi implantada.

Ah, mas não deixe de visitar a bela Praga, se tiver oportunidade, que hoje ela já tem muito mais redes de hotéis, vindo dos países capitalistas, claro, com muita vontade de atender bem e criando muitos empregos e, principalmente, remunerando de acordo com as qualificações e os esforços de cada um.

A verdade é que não existe, apesar das também muitas falhas , um sistema político mais justo que o da iniciativa privada.

'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br

(Artigonal SC #1475700)

Avalie este artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 0 Voto(s)
    Feedback
    RSS
    Imprimir
    Email
    Re-Publicar

    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/cronicas-artigos/o-apoio-ridiculo-ao-terrorista-italiano-1475700.html

    Palavras-chave do artigo:

    amor

    ,

    juvenil

    ,

    adolescnetes

    ,

    invernos

    ,

    verões

    ,

    amigos

    ,

    felicidade

    ,

    graal

    ,

    amores

    ,

    sociedade

    ,

    brilho

    ,

    luz

    ,

    felicidade

    ,

    graal

    HAMILTON  SERPA

    Em forma poetica uma recordação dos amores juvenis, que inconscientemente trazemos na nossa memória. Amores que só nos trazem boas lembranças

    Por: HAMILTON SERPA l Arte&Entretenimento > Literatura l 01/10/2009 l Acessos: 54 l Comentário: 1
    HAMILTON  SERPA

    POESIA SOBRE A VIDA FORTE E VIBRANTE QUE CARREGAMOS NESTE, MUITAS VEZES, PEQUENO CORPO E QUE NÃO SABEMOS COMO É QUE ELE AGUENTA TANTOS TRANCOS E EMOÇÕES TÃO ÚNICOS PARA CADA UM DE NÓS

    Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 10/12/2009 l Acessos: 20
    HAMILTON  SERPA

    Com a maturidade podemos analisar como não é nada fácil os primeiros anos em que passamos a tomar nossas pequenas e tão importantes resoluções que vão, em muitas vees, determinar ou influênciar o restante da nossa vida.

    Por: HAMILTON SERPA l Psicologia&Auto-Ajuda l 10/12/2009 l Acessos: 62
    Miriam de sales oliveira da rocha

    BALZAC COMPARA NOIVOS E MARIDOS A UM ORANGOTANGO TENTANDO TOCAR VIOLINO.SAIBA PORQUE!

    Por: Miriam de sales oliveira da rocha l Literatura > Crônicas l 18/03/2010 l Acessos: 2
    RINALDO BARROS

    Há cerca de três décadas que, no patropi, não se conhece análises consistentes sobre nossa experiência histórica recente. Tudo se passa como se um grande desalento houvesse tomado conta dos nossos intelectuais. E que a imprevisibilidade caracteriza o nosso tempo. Vou tentar traçar aqui um resgate do que foi esse processo em nosso país.

    Por: RINALDO BARROS l Literatura > Crônicas l 13/03/2010 l Acessos: 7
    Mabel Amorim

    E se pudéssemos voltar atrás para aproveitar uma chance, corrigir um erro cometido, engolir palavras que nunca deveriam ter sido pronunciadas? Seria mesmo a melhor maneira de viver?

    Por: Mabel Amorim l Literatura > Crônicas l 09/03/2010 l Acessos: 7
    RINALDO BARROS

    A conversa de hoje aponta para os perigos embutidos na existência de lideranças carismáticas. E compartilho com você, caro leitor, a minha convicção de que existe a verdade em oposição à falsidade, que ela pode ser alcançada se as pessoas desejarem, que vale a pena buscá-la, e que não é apenas a mais valiosa mas a mais aprazível das coisas no mundo. Valho-me da História para embasar minhas preocupações.

    Por: RINALDO BARROS l Literatura > Crônicas l 05/03/2010 l Acessos: 8
    Paulo Roberto Faria de Castro

    Protesto contra a extinção do Instituto Benjamin Constant (cegos) e do INES (Instituto Nacional de Educação dos Surdos), fundados por D.Pedro II e em dias desapareceriam por decreto do então, Presidente Collor. Os representantes de ambos Institutos, parentes, amigos, cegos e surdos-mudos resolvem protestar quando da vinda do aludido presidente, figura de triste lembrança. As consequências do protesto: afundamento crâneando, fraturas múltiplas, escoriações, entre os deficientes. Etc.

    Por: Paulo Roberto Faria de Castro l Literatura > Crônicas l 05/03/2010 l Acessos: 31
    Antonio Paiva Rodrigues

    Infelizmente os poderosos da mídia auferem tudo. Através da influência do vil metal eles conseguem dizimar um curso superior para proporcionar a gregos e troianos, o que se chamaria "Exercício Ilegal da Profissão".

    Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Crônicas l 03/03/2010 l Acessos: 16

    O golpe - boa noite cinderela -, continua fazendo vítimas até mesmo nos dia de hoje.

    Por: odair ocanha totri l Literatura > Crônicas l 02/03/2010 l Acessos: 7
    Antonio Paiva Rodrigues

    A nossa pátria idolatrada passa por momentos jamais presenciados por brasileiros que conhecem bem a história política brasileira. O caos se instalou fez morada e não quer nos deixar. Tememos pelo futuro político de nosso querido Brasil, pois não vislumbramos líderes e nem cacife político nos dois pretensos concorrentes a presidência da República, José Serra e Dilma Rousseff. O presidente que ora governa o pais está envolto num mar de lamas e cego, pois em afirmações a mídia disse de nada saber.

    Por: Antonio Paiva Rodrigues l Literatura > Crônicas l 01/03/2010 l Acessos: 17
    HAMILTON  SERPA

    Em exemplo vivênciado de como um simples anilmazinho pode unir as pessoas, derrubando as suas barreira sociais.

    Por: HAMILTON SERPA l Psicologia&Auto-Ajuda > Auto-Ajuda l 15/03/2010 l Acessos: 1
    HAMILTON  SERPA

    UMA ANÁLISE DE COMO TUDO O QUE VAI NOS ACONTECENDO NA VIDA É PRINCIPALMENTE RESULTADO DAS NOSSAS PEQUENAS ESCOLHAS, SALIENTANDO QUE A VIDA É RESULTADO DAS PEQUENAS RESOLUÇÕES QUE VAMOS FAZENDO NO DIA A DIA

    Por: HAMILTON SERPA l Psicologia&Auto-Ajuda l 14/03/2010 l Acessos: 14
    HAMILTON  SERPA

    Uma poesia trazendo um pouco de utopia possivel para uma nova vida

    Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 14/03/2010 l Acessos: 7
    HAMILTON  SERPA

    Um relato de como pode ser ou é díficil a vida para muitos jovens quando chegam ao período de amadurecimento.

    Por: HAMILTON SERPA l Psicologia&Auto-Ajuda > Auto-Ajuda l 13/03/2010 l Acessos: 17
    HAMILTON  SERPA

    UMA POESIA FALANDO DA NATUREZA E DA VIDA BOA QUE É VIVER NO CAMPO

    Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 05/03/2010 l Acessos: 12
    HAMILTON  SERPA

    Uma poesia de catarse. Uma purificação da alma através de palavras e inicio de um novo caminho

    Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 03/03/2010 l Acessos: 12
    HAMILTON  SERPA

    Uma análise a partir do ocorrido no filme com toda a história da humanidade sempre feita com tantas invasões, ódios e matanças. O ser humano nunca mudou a não ser nos prazeres materiais

    Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Crônicas l 19/02/2010 l Acessos: 31
    HAMILTON  SERPA

    UM LIVRE PENSAR SOBRE A VIDA, A NATUREZA EO MAL USO DELA PELO HOMEM, ALEGRIA, PAZ E FELICIDADE

    Por: HAMILTON SERPA l Literatura > Poesia l 06/02/2010 l Acessos: 7

    Adicionar novo comentário

     
    * Campos obrigatoriós

    Comments on this article

    0
    1. adilson November 24, 2009
    parabens pelo belíssimo texto e suas idéias
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Todas as Categorias