Artigonal.com - Leia e Publique Artigos
Diretório de Artigos Gratuitos
20.11.2008 Login Cadastro Olá
E-mail:
Senha:
Salve meus dados neste computador 


O Marginal!

Por: Sebastião Antônio Baracho Ranking do Autor Bronza Autor nos TOP 100 | Publicado em: 11-09-2008 | Comentários: 0 | Acessos: 7 | Avaliação:  (128) Ranking do Artigo Azul (?)

Desiludido com os entreveros sofridos e com a dificuldade de ter os seus poemas publicados, mercê da sua deficiência pecuniária, Baracho resolveu modificar o seu cenário de moradia, indo para outra capital, arranjar um emprego e tentar amealhar algum dinheiro extra para publicar, por sua contra, o seu livro de poesias que, preliminarmente, teria o nome de: MÃOS POSTAS... SUPLICANDO!
Procurou uma casa modesta para alugar e, não o conseguindo, se alojou num barraco em uma favela da capital escolhida, conseguindo um emprego de Vigilante bancário...
O sol a pino espremia-se pelas frestas da janela do barraco, à beira do abismo de dejetos e lixo amontoados desordenadamente, os seus raios clareavam os recantos do pobre e fétido aposento unitário. Sobre um estrado carcomido pelos cupins, Baracho jazia em decúbito dorsal com estiletes pastosos lhe escorrendo pela comissura dos lábios em direção das suas orelhas, o seu ventre, em ritmo irregular, ondulava em compressão e descompressão fazendo as bagas de suores oscilarem ao redor do seu umbigo profundo, um leve ronronar escapava-lhe oprimido pelas suas fauces e ,forçado pelo arremedo de travesseiro compilado de retalhos de panos do lixo circundante.
Uma cueca bege, meio puída, pairava retorcida sobre a sua genitália,  por onde lhe escapavam fios de cabelos retorcidos.
Junto da cabeceira do seu catre, estava um caixote coberto com um trapo amarelecente emaranhando cigarros, sobre ele: um cinzeiro de pedaços de bambu com “guimbas” entremeadas de cinzas, uma chave e um revólver velho de calibre 38, semicarregado com três cartuchos intactos e, iguais número de cápsulas deflagradas. Tal caixote servia, quando desocupado, de cadeira em complemento com o estrado nos momentos de escassas visitas que recebia.
Moscas e baratas vicejavam pelo aposento ocupando os espaços, tanto aéreos quanto terrestres, à procura de resíduos de comida dificilmente encontrados, dado à miserabilidade do cômodo e, como em um comum acordo, os insetos iam diretos ao corpo de Baracho alimentando-se do seu suor gotejante e da baba semi-solidificante, que lhe escapava dos lábios, a disputa era ferrenha com cada tipo de inseto usando às suas armas, ora, as asas dos mosquitos escaramuçavam as baratas, ora, as antenas delas e também movimentos bruscos, esvoaçavam os mosquitos da presa indefesa pelo sonho etílico.
O dia ia prosseguindo no seu conta-gotas horário, limalhando os minutos e segundos e, acompanhando a seqüência do sol que destacava às suas fazes de iluminação e calor, dessa forma, a manhã deu lugar à tarde e esta à noite.
Preparando-se para clarear, esquentar e nortear no dia seguinte, o astro-rei abandonou Baracho por algumas horas, deixando-lhe uma sombra como aviso de que retornaria na manhã seguinte.
Já de madrugada, a mudança de temperatura precipitou o seu acordar que, após alguns meneios desconexos, levantou-se cambaleando e, lavou o rosto com um copo de água de uma bilha colocada no canto do quarto, uma fome atroz lhe corroia as entranhas anunciando falta de alimento por mais de vinte e quatro horas, desde a véspera não comera nada de sólido por ter se empanturrado de cachaça e cerveja num solitário botequim na rua de “baixo”, no sopé do morro onde residia enclausurado e solitário.
Desperto, puxou uma cortina feita com um lençol, devassando um nicho na parede que lhe servia de guarda-roupas e de outros pertences, pegou um uniforme vistoso e contrastante com tudo em volta e com a vizinhança.
Com passos vacilantes, dirigiu-se a uma torneira num canto do quarto, e tomou um rápido “banho de aspersão” respingando água por todos os lados, tendo aos pés uma espécie de tanque um pouco abaixo do rés do piso de terra batida. Secou-se rapidamente com uma toalha encardida, proveniente de um saco de farinha de trigo.
Trocou a cueca por um calção de “zuarte” e vestiu o uniforme marrom, colocando o cinto com um coldre e, neste, o revólver. Sobre o uniforme impecável em limpeza e aparência, vestiu uns trapos comuns na vizinhança, após fechar a porta com uma taramela, através de um buraco à altura do que seria a fechadura, saiu para a madrugada atravessando as vielas tortuosas e ladeadas por incontáveis barracos iguais ao seu, sendo cumprimentado por vários indivíduos de feições macambúzias e atitudes gestuais suspeitas, como se ali estivessem permanentemente de atalaia à espera de uma vítima em potencial ou de quaisquer desafios para a agressão iminente.
Pouco tempo depois, chegou ao mesmo botequim onde estivera bebendo na tarde anterior, após cumprimentar o dono, dirigiu-se para um reservado do lado de dentro do balcão de tijolos, onde deixou os trapos e ressurgiu brilhantemente uniformizado, assim, já no começo da manhã, ganhou a rua de baixo, após uma pouca conversa sobre banalidades com o comerciante, ao qual, pagava-lhe pelo uso daquele recinto para camuflar á sua verdadeira profissão, numa selva de maus elementos como era o morro onde residia.
Pouco tempo depois, foi engolido pela metrópole ululante de pessoas bem vestidas e apressadas pelas avenidas, umas em veículos e, a maioria, a pé em acotovelamentos constantes, sem nem ao menos repararem nos esbarrões já costumeiros entre todos. Em Baracho ninguém esbarrava por que o uniforme atuava como um campo de força inibidor e controlador dos mais apressados, a cada passo dado, ele sentia-se mais senhor de si e mais valoroso, tal e qual um soldado indo para uma batalha, tendo na sua retaguarda próxima um efetivo infinitamente superior ao do inimigo.
Alguns quarteirões adiante, chegou a uma fachada de um prédio monumental com escadarias de mármore de “Carrara” e uma ampla entrada, ladeada por portões de aço de grosso calibre, tudo à disposição do público que para ali afluía célere, em sua maioria com trajes caros e vistosos.
Baracho penetrou num enorme salão, com balcões curvos de vidros transparentes, indo direto para uma cabina exígua, porém, com visão ampla de todos os balcões e dos respectivos caixas, além do salão propriamente dito e da porta principal. Trocou de lugar com um seu colega e assumiu a função de guarda ou vigilante bancário, tomando, em seguida, um pequeno lanche ali à sua disposição, lanche este o primeiro em vinte e quatro horas e que tinha o sabor de “quero mais!”.
Enquanto o expediente transcorria sem alterações, ficou a pensar na sua situação e nos “dois mundos” onde vivia alternadamente, um, durante o seu trabalho, cheio de limpeza, dinheiro, educação, respeito e beleza, o outro, vazio de higiene, fartura financeira, sabedoria, congraçamento e primores de beldades.
De repente! Num átimo, descobriu que nada mais era do que um MARGINAL entre os dois mundos em que coabitava, sentiu-se como sendo uma cortina de seda dependurada num varal de bambu, em um casebre de palha aglutinando sereno em seus meandros e que, a cada manhã, era colocado num saco de estopa e levado até um pouco adiante da palhoça, sendo desfraldado e conduzido a um palácio, onde ficava num canto de um salão para regozijo dos hóspedes e freqüentadores.
Os seus pensamentos estavam em atropelos na sua mente num vai e vem constante, misturava os seus dois personagens. Numa voragem de liberdade premente, via o ambiente à sua frente e o seu uniforme impecável, imaginava-se estar no seu quarto no morro como um tapete persa contorcendo-se no piso de terra e, se enrolando para não ir parar na cama / estrado onde as baratas e mosquitos transitavam ainda com receio do luxo emanado daquela peça estranha ao meio deles, via-se, também, como uma janela de vidros claríssimos que, aos poucos, eram obscurecidos pela sujeira interna e externa.
Procurou fugir daquelas memórias, todavia, o que conseguiu foi o reverso, com uma maratona de personagens desfilando em sua mente, sentia-se esfarrapado e faminto no meio de pessoas ricas que entregavam e recebiam polpudas quantias em notas de cem reais nos balcões, alheios totalmente à sua pessoa no canto do salão.
Recusando ser assim discriminado, abandonou a cabina e se aproximou dos balcões e dos caixas, todavia, foi contido pelo gerente que, energicamente, sussurrou:
“Volte para o seu posto de vigilância que é o seu lugar! Não perturbe a clientela com a sua presença desnecessária e imprópria”.
Retornou para a cabina ciente de que o que valia mesmo era a sua função e, não a sua pessoa, esta, era um mero poeta fracassado e cabide ambulante coberto pelo uniforme, dono de um salário insosso e parco que era “devorado” logo na primeira quinzena de cada mês, razão de ser de se ver obrigado a viver vegetativamente quando não estava no trabalho e com o uniforme.
A única “propriedade” que possuía e que lhe era integral, em contra posição com a marginalidade considerada, era o seu pensamento aliado à ação e o seu desejo de ver os seus poemas publicados algum dia!
Daquele momento em diante, começou a descobrir que tinha um bem incalculável, imensurável e inalienável, além de ser como um passaporte que iria lhe permitir dar uma rota com um porto acolhedor em sua miserável vida, primeiro, precisaria concatenar as suas idéias, colocando-as em harmonia ou, em último caso, em atrito, com o seu trabalho atual, sua vida sofrida, seu dormitório, amigos, salários etc.
Ainda dentro da cabina, sacou o revólver do coldre e retirou às cápsulas deflagradas jogando-as num canto, como se desfizesse do “saco de estopa” que, em seu pensamento anterior, fora usado para conduzir a rica cortina do casebre para o palácio. Ato contínuo retirou o uniforme ficando apenas com o calção zuarte e uma camiseta, como se desfizesse do tapete persa perante as baratas e os mosquitos, ali representada pela clientela rica do grande banco. Saltitou dentro da cabina qual um escravo ao receber a alforria esperada, tudo isso sem que a platéia o visse por estar em filas serpenteantes no salão e, por ele se encontrar escondido pela própria cabina.
Com o revólver parcialmente municiado, pulou, de inesperado, no meio da multidão, qual um atleta olímpico em competição, o que bastou para que a massa humana deitasse toda no piso, e os caixas levantassem às mãos sem que João tivesse nada determinado. De imediato, dinheiro foi-lhe entregue nas mãos e, até empurrado para dentro da sua camiseta.
 Como uma manada de quadrúpedes, grandes partes das pessoas se levantaram e precipitaram-se para a porta numa fuga desordenada orquestrada por estridentes gritos contínuos.
 Completamente desorientado e assustado, Baracho os acompanhou, todavia, num relance, viu a sua cabina aberta e adentrou na mesma vestindo rapidamente o seu uniforme e, dando os três tiros restantes sobre as cabeças das pessoas em fuga, tendo à frente o mesmo gerente que, momentos antes, lhe chamara à atenção.
Sirenes eram ouvidas por toda à parte, era a chegada da polícia que ainda alcançou parte da clientela dentro do banco, Baracho, que nada planejara a não ser a fuga da sua vida ambígua, começou a usar o seu novo saber empírico, que era o pensamento unido a ação, com isso, escondeu o dinheiro dentro das suas botinas, no calção e, até no boné e, com o revólver descarregado numa das mãos, saiu da cabina ajudando aos demais a receberem a polícia.
A balbúrdia era geral, com cada um dando informações das mais desencontradas sobre o “perigoso assaltante” semidespido, sem que nenhuma das características ao menos se aproximasse do padrão físico de Baracho
Policiais foram destacados para perseguirem o ladrão e, a sua provável quadrilha na parte externa do banco, enquanto os mais graduados faziam perguntas ao gerente e demais funcionário, um deles, mais afoito, tomou o revólver de Baracho alegando que seria usado como prova do delito e, também, da sua competência em colocar os assaltantes em fuga, usando àquela arma sem ferir nenhum cliente.
 Após as investigações preliminares, todos foram liberados e intimados a comparecerem, no dia seguinte, na delegacia de polícia.
O gerente, mais solícito, ofereceu a Baracho um outro revólver municiado e recebeu Dele a informação de que não mais iria trabalhar num serviço tão perigoso e mal remunerado, e que não mais retornaria no dia seguinte, precisando, tão somente, de uma carta de apresentação para a conquista de um outro emprego, o que conseguiu de imediato por ter sido o “herói” do dia.
Ao final do expediente, foi-se embora prometendo entregar o uniforme na manhã seguinte.
Cantarolando pelas avenidas e livre dos encontrões, chegou ao botequim na “rua de baixo” quando, só então, depois de muito tempo, ficara sabendo que o dono chamava-se Afrânio. Foi direto ao reservado cobrir o uniforme com os trapos e contar o dinheiro que lhe caíra nas mãos, sem que nada planejasse nesse sentido, era um total de trinta mil reais... Uma fortuna! No seu entender.
Do lado de fora, com o uniforme escondido pelos frangalhos, pediu a Afrânio uma cerveja, após um rápido diálogo ficou sabendo que o comerciante estava vendendo o barzinho por dez mil reais, inclusive o imóvel, prometeu comprá-lo tão logo recebesse o fundo de garantia do serviço que abandonara.
Poucos dias depois, via-se Baracho de avental branco vendendo bebidas e alguns alimentos no bar, como seu proprietário, o seu comércio ia de “vento em popa” em razão da melhoria ali feita com o restante do dinheiro conseguido e, pelo uso do pensamento unificado com a razão que aprendera a amealhar e praticar.
Baracho sabia que não conseguiria mudar de um “mundo” para “outro” de forma instantânea, por isso, preferiu ficar no “meio termo” com o seu bar situado entre os marginais do morro e os abastados das avenidas próximas.
O bar era o seu novo lar, numa das paredes, em destaque, estava dependurado um quadro de honra ao mérito lhe dado pela direção do banco.
Nunca se sentiu um criminoso ou imoral, porque, o gesto que praticara fora apenas de desespero, oriundo de pensamentos ainda desconexos e revoltados. Ao praticá-lo, estava apenas tentando fugir de “tudo”, todavia, recebera nas mãos o dinheiro de alguns caixas e clientes, como prêmio merecido, às vezes, o ocorrido lhe voltava ao pensamento ocasião em que o desviava, sentindo-se como um tubo plástico que faz escorrer dentro dele os dejetos dos esgotos das residências, pouco se maculando com as imundícies transportadas.
Sabia que não era a “cortina de seda” nem o “tapete persa”, entretanto, também não era mais o marginal e, sim, um pequeno empresário procurando sobreviver na “selva” que é a sociedade moderna.
Baracho pretendia, a seguir, pagar a uma editora e PUBLICAR O SEU LIVRO DE POESIA, quando, então, modificaria o seu comércio de bebidas para o de livros, seus e de novos escritores pobres, que lhe pedissem socorro.

Sebastião Antônio BARACHO.
conanbaracho@uol.com.br
Fone: (31)3846-6195

Avalie este artigo: Current: 0 / 5 stars - 0 vote(s).

Fonte Artigos Gratuitos Online - Artigonal.com

Imprima este Artigo Imprimir artigo   Envie o Artigos a um amigo Enviar a um amigo   Publique este Artigo no seu site Publique este Artigo   Mande mensagem ao Autor Mensagem ao autor  
Sebastião Antônio BarachoPerfil o autor:

Sou natural de Diamantina-MG,Tenho 71 anos (Idoso e, não velho)Resido no Vale do Aço-Mg. Casado com Terezinha Sott Baracho, tenho dois casais de filhos e quatro netos. Sou Empírico. Escrevi 19 livros volumosos e, infelismente,Inéditos! Por não poder pagar parcerias. Escrevo de 03 a 04 textos e Poesias por semana.

Submeter artigos se tornou um dos meios os mais populares de gerar links de qualidade e tráfego para o seu site. CADASTRE-SE JÁ, É DE GRAÇA!

Comentários

Comente este artigo Comente este artigo
Nome
E-mail:
Comentário
Digite o código de segurança: Captcha


Últimos Desigualdades Sociais artigos

A Crise Financeira E O Aprendizado!
Por: Víctor Lückemeyer Carrion | 14/11/2008
Neste texto abordo a crise financeira mundial que tanto preocupou, e tem preocupado, nossos líderes... Reformas terão de ser feitas em todo o contexto econômico e social, e nosso governantes terão de ser pró-ativos... Leia e entenda um pouco mais das mazelas do capitalismo e sua ganância desmedida causando transtorno para todos...

Educação Em Direitos Humanos Na Inclusão Social De Pessoas Em Privação De Liberdade: Exercício Á Cidadania
Por: Sabrina Rodrigues de Oliveira | 13/11/2008
O presente estudo visa a educação para pessoa que cumprem medidas de privação de liberdade, como método de inclusão social dos mesmos, nos quais tem como meio a educação em direitos humanos como exercício a sua cidadania. O estudo teve como objetivo verificar a educação voltada para adolescentes em privação de liberdade em sua pratica para a cidadania como método de inserção dos mesmos a sociedade. O estudo de caráter qualitativo no qual se apropriou da literatura especifica como meio de aprofundamento da temática. Como resultados obtivemos a ausência de informações nas instituições de privação dos mesmos, em sua formação para a cidadania através dessa educação que promova um o empoderamento social, concluindo que as mesmas sem acompanhamento especifico nessa área causa maior vulnerabilidade nos mesmos, onde não se incentiva a formação cidadã ficando a mercê novamente de seus direitos e seus deveres enquanto cidadãos.

Auto-Realização Para Todos
Por: Adriano Martins Pinheiro | 12/11/2008
Desde a adolescência o indivíduo já busca, mesmo inconscientemente, integrar-se a um grupo. Chamado por alguns de "necessidade de pertencer".

Adesg (Associação Dos Diplomados Da Escola Superior De Guerra)
Por: Antonio Paiva Rodrigues | 03/11/2008
Dando continuidade ao Ciclo Preparatório de Política e Estratégia da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG), esteve presente ao conclave cumprindo programação preestabelecida, no auditório do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, o Secretário de Justiça do Estado do Ceará, Marcos César Cals de Oliveira, que explanou para os presentes “O Sistema Carcerário e suas Perspectivas”.

Porquê a diferença???
Por: Valdira Silva | 31/10/2008
.APergunto porquê tanta diferença nas classes socias no país em que deveria ser mais considerada,pois aqui vive um povo completamente indiferente aos acontecimentos,tanto o pobre como o rico,eles não entrão em uma questão única,a não ser nas eleições,sabem o constrangimente que os abalaria.A desigualdade social é muito severa,deveria existir mais humildade e qualidade de vida,temos um país rico,quem disse isso? não vejo assim,então porque temos que ser humilhados,esmagados pela classe social A..

Violência Em Conseqüência
Por: Agnes Almeida | 29/10/2008
A falta de educação, de cultura, esporte e oportunidade para jovens faz com que eles procurem algo diferente para fazer, encontrando as drogas em seus caminhos, se tornando dependentes disto para viver, sem dinheiro para o seu consumo acabam cometendo furtos e fazendo qualquer coisa para sustentar o seu vício, se tornando pessoas agressivas e sem noção da realidade.

Msf Pede Que O Governo Da Colômbia Preste Mais Atenção Às Vítimas De Violência Sexual
Por: Wagner Paulon | 29/10/2008
09/10/2008 – A taxa de violência sexual na Colômbia é alarmante. Um estudo conduzido pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) revela que 35% dos pacientes das clínicas móveis e 22% em clínicas fixas sofreram um episódio de violência sexual pelo menos uma vez na vida.

Médicos Sem Fronteiras Uganda: Karamoja Enfrenta Grande Crise De Desnutrição
Por: Wagner Paulon | 29/10/2008
17/10/2008 - Em Karamoja, a desnutrição é crônica. No entanto, este ano, a remota região do nordeste de Uganda está sofrendo sua pior seca em cinco anos, criando uma crise humanitária.

Mais artigos de Sebastião Antônio Baracho

O Nepotismo... Diferenciado!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 17/10/2008 | Crônicas
O Favoritismo, aqui denominado como Nepotismo, é uma das mais nobres ações dos seres humanos, ao dar aos seus parentes, principalmente aos adjetivados de parental (pai e mãe), um regime de proteção com favores doados e simpatia pessoal! A única ressalva e, que Eles, mereçam a dádiva da benemerência!

A Morte E O... Predador!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 15/10/2008 | Relacionamentos
O maior predador do ser humano é... Ele próprio! Sempre numa azáfama em adquirir bens materiais e, quase sempre, relegando os bens morais ilibados. Hoje! Tranquilamente podemos dizer, sem medo de errar, que os maiores inimigos do Homem não é a doença, por mais grave que Ela seja, nem a velhice que o torna trôpego e com falha mental de raciocínio lógico! O seu maior inimigo é o próprio Homem!

Caminhos... Polêmicos!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 14/10/2008 | Relacionamentos
É vã a nossa luta Lapidando o giz De nossas falhas: Procurando o cerne... A nossa honra é como giz Ao qual queiramos afiar, A cada corte lhe feito... Espalhamos o pó pelo ar!

A Incúria E As... Crianças!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 12/10/2008 | Relacionamentos
A continuar, como vem ocorrendo, em poucos anos, as Más orientações morais, dadas às nossas Crianças, será mais perigosa do que o poderio atômico bélico, que destrói física e material, mas, Ele vem de fora para dentro, ao passo que, nas Crianças mal orientadas, virão de dentro para fora, por ter uma “Usina” encravada no seu âmago.

O Mato!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 11/10/2008 | Ficção
Como estivera observando todo o itinerário percorrido pelo automóvel dos seqüestradores, com riquezas de detalhes passou-o para o pai, dizendo, ao final, que iria colocar a cabeceira da cama em seu lugar presa aos varais e dormir amarrado como estava e, assim o fez, após cortar a ligação e colocar o celular na mesma cadeira de onde o surrupiara. O pai de Anderson entendeu tudo e até ouviu os roucos dos marginais.

Cidade... Cidadela!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 09/10/2008 | Legislação
As Cidadelas exilarão os criminosos do meio da sociedade ordeira, com isso, não terão a sua presença ignóbil e perigosa, de entremeio aos cidadões ilibados, ficando os maléficos, apenas, com a possibilidade de mudarem de Crachás, ou seja: Se reabilitarem, totalmente ou, aceitavelmente!

Denúncia... Praticável!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 01/10/2008 | Legislação
Se formos delatar os maus acontecimentos, no mínimo, seríamos perseguidos pelas “garras do Mal”, portadores de forças potentes e, invisíveis para nós!Se nos colocarmos ao longe dos Maus acontecimentos, acabaremos isolados e, como “persona não grata” pelos Maus e, até, pelos Bons, iludidos pelas emanações maléficas impostas no seu dia-a-dia.

Estratagema Do... Engodo!
Por: Sebastião Antônio Baracho | 27/09/2008 | Crônicas
Sei, sobejamente, de que “A propaganda é a alma do negócio!”, entretanto, também, sei que a propaganda e o negócio não existiriam sem a afluência nossa, seus fregueses e, razão de ser e de estar, de todo o comércio! Porém, a verdade tem que ser propalada, lídima e... Conseqüente!

Categorias do Artigo





Webmasters

Leitor de RSS
RSS
Links

Business Info

Anunciar