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A Licantropia
Por: Antonio Paiva Rodrigues  | Publicado em: 25-08-2008 | Comentários: 0 | Acessos: 84 | Avaliação: (142) (?)
A Licantropia
Antonio Paiva Rodrigues*
Licantropia é uma palavra que têm origem num vocábulo grego composto de Lykos (lobo) e tropos (forma). Significa, segundo a crença popular, a transformação de um homem num lobo ou a metamorfose, de que determinados seres humanos se transformavam em lobisomem. Esta crença popular é antiga e teve sua origem na Idade Média, e segundo estudiosos está ligada diretamente a bruxarias. Existem alguns espiritualistas, que comprovada esta materialização de espíritos, em várias partes do mundo, experiências ou experimentações, já debatidas por alguns curiosos, é o que pode se chamar de um fenômeno ainda insuficiente esclarecido. Pode-se também classificar a idéia como lendas ou rumores. Supunha-se que esses lobos eram feiticeiras, possuídas do segredo de se transformarem em bestas, graças aos seus poderes mágicos.
Milhares de pessoas, supostas de se entregarem a essas metamorfoses diabólicas, foram queimadas nesse período. Queimaram-se até mesmo alguns “espíritos mais fortes”, que se recusaram a aceitar a existência dos lobisomens como um tal Guilherme de Lure em Poitiers, na França, segundo relato do escritor francês Ruffat em La Superstition a travers lês ages (1977). Em 1573 um decreto do parlamento de Dôle na França, (região do Jura, (perto da fronteira com a Suíça) determinava que fossem abatidos os lobisomens. Claude Seignolle em Lês evangiles du Diable (1967) conta que no Perigord (perto de Burdeos) determinados homens, notadamente os filhos de padres, eram forçados, a cada lua cheia, a se transformarem em lobisomens. Era nessa noite que o mal os atingia. Eles só retornavam à forma humana depois de terem agredido ou assassinado suas vítimas. Existe alguma realidade nestes relatos? Seguramente a transformação do homem em lobo jamais existiu, mas temos fatos até recentes que nos oferecem certas explicações. O mais famoso licântropo de que temos referências históricas é o rei armênio Tiridat III (287- 330?), que foi curado pelo patriarca Gregório, o Iluminador. Mas escutemos a medicina atual). Licantropia, ou Zoantropia, fenômeno de materialização do corpo astral ou perispiritual de determinadas pessoas, e que surge por desejo próprio ou sem desejo algum. É o que foi denominado pelo povo de “lobisomem” (Lobishomem).
Como é sabido e notório para que exista o fenômeno da materialização, se faz necessário à presença de médium doador da substância condenável a que foi dado o nome de ectoplasma. Dizem, que esse revestimento tanto pode acontecer com espíritos desencarnados, entidades que não possuem corpo físico, como também com a alma semiliberta do próprio doador da substância. Descontado o quanto houver de fantasia em alguns casos, chega-se a acreditar não ser assim tão absurda a popular crença na existência de lobisomem. Você acredita? Ou não? É, certo, que existe uma doença da qual temos conhecimento de alguns relatos históricos que confirmam esta crença. No castelo de Ambras, perto de Innsbruck, no Tirol austríaco, se conservam vários quadros que representam um adulto e duas crianças com o rosto coberto de cabelos e uma expressão feroz. Não são mitos ou imagens. Os protagonistas destes retratos viveram realmente. O adulto chamava-se Pedro González e nasceu no seio de uma família, acomodada faz 400 anos, das ilhas Canárias. Apenas alcançada a puberdade, experimentou os sintomas de um hirsutismo feroz, uma hipertricose (crescimento de pêlos anormal do grego thrichós gernitivo de thrix pelo) desmesurada que cobriu inteiramente seu corpo de pêlos.
O hirsutismo é o aumento de pêlos terminais como os pêlos da barba masculinos. Pode acompanhar uma anormalidade endócrina. A hipertricose é o aumento de pêlos locais sem causa hormonal e sem predileção especial por lugar de aparecimento. Pode ser idiopático (sem causa notável) ou decorrente de doenças ou remédios. Que fique bem claro, não estamos afirmando que seja verdadeiro o fenômeno, mas como fez corajosamente o sábio inglês, William Crookes, a respeito de materialização de espíritos, porque nunca executamos tal experiência, porém, ressalte-se: a sua possibilidade é aceitável diante dos procedentes.
Corpo, matéria e espírito (alma) são componentes do homem e corpo plástico (perispírito ou corpo astral), esse corpo espiritual plástico que pode desprender-se e apresentar-se a muitos quilômetros de distância, depois de materializado toma a forma do pensamento ou vontade do sensitivo. Esse desprendimento pode acontecer no estado inconsciente e é suscetível de receber sugestão. Voltando ao caso de Pedro, como resultado de sua enfermidade todos se afastava dele. O chamava feto do diabo, aborto do inferno .
Aos 25 anos viajou a Paris donde diziam havia um doutor que poderia curar sua doença. Não deu certo. As pessoas fugiam atemorizadas, as crianças choravam ao vê-lo, e os cachorros o perseguiam latindo. Somente uma mulher teve compaixão dele e devido à sua doçura e carinho recuperou a auto-estima e casou com ela. Mas o drama continuou porque os dois filhos nasceram com a mesma enfermidade por herdar os genes paternos. Recorreu Pedro ao professor Félix Plater de Basiléia, um dos melhores especialistas da época. Mas tudo foi inútil. Não houve outro jeito a não ser se tornarem bobos da corte do Imperador Fernando II da Áustria que mandou imortalizá-los em respectivas pinturas a óleo.
Modernamente dá-se importância à outra doença mais comum: o lupus eritematoso (lobo vermelho). Não que transformasse todo o corpo, mas em razão de que esta doença ataca o rosto, contornando-o como se fosse uma máscara de carnaval avermelhada em forma de borboleta, ou deixando as pessoas com aparência de lobos. Um outro aspecto é o das convulsões devido à desordem neurológica que acompanha a doença, causando psicoses desequilibrantes. A doença afeta hoje a 1,4 milhão de americanos e um de cada 250 mulheres afro-americanas entre 18 e 65 anos. Além de seu aspecto, semelhante ao de um lobo, origem da designação, os doentes afetados por esta doença só saiam à noite pois as radiações solares agravam suas lesões.
Além disso, essa doença é acompanhada às vezes, pelo hirsutismo. Era suficiente vislumbrar um paciente, à noite, para acreditar no lobisomem, que na literatura oriental seriam homens-tigre. Até o século XIX era hábito entre os camponeses evitar os passeios durante as noites de lua cheia. Acreditava-se que, além de correrem o risco de encontrarem um lobisomem, poderiam também se transformar em um deles. Com base neste mito, Stevenson (+1886) escreveu o seu romance The Strange case of Doutor Jekill and Mr Hyde.
Segundo certos especialistas, como Jung, a influência do ciclo lunar sobre os impulsos sexuais agressivos pode ser explicada cientificamente. Mas no lupus trata-se das doenças chamadas porfirinas grupo de enfermidades genéticas cuja causa é o mau funcionamento da seqüência enzimática do grupo HEM ou HEMO da hemoglobina, o pigmento vermelho do sangue. Este grupo é o que transporta o oxigênio às células do organismo. Este grupo é um composto ferroso com protoporfirinas e de acordo com as leis de Mendel é dominante de modo que qualquer erro na herança produz as doenças chamadas de PORFÍRIAS. Os resultados destas doenças são: Foto-sensibilidade, produto da acumulação das porfirinas metálicas na pele ocasionando sérias lesões. HIRSUTISMO: para se proteger da luz o organismo faz com que cresçam pelos no dorso das mãos nas bochechas, no nariz. O doente foge da luz do dia e, se sai, será à noite.
As porfirinas da pele absorvem a energia luminosa e transmitem essa energia ao oxigênio que provém da circulação. Com o excesso de porfirinas se libera oxigênio atômico ou monoatômico que é altamente reativo e produz a destruição dos tecidos à pele apresenta zonas de coloração e de descoloração e os dentes se tornam vermelhos; tudo o que o aproximava do lobo. Por outra parte, o lobo era temido na Europa pela doença da raiva. Os lobos provinham da Polônia ou da Baviera e eram capazes de percorrer grandes distâncias em poucos dias. Após atravessar a Alemanha, entravam na França pela “via dos lobos”, situada entre Wissemburg e Sarreguermine (região das Ardennes perto de Metz), antes de se espalhar por todo o território. É precisamente donde se deu a maioria dos casos de bruxaria na França e Alemanha.
Não quero com essas afirmações que sou médico por usar essas terminologias científicas, mas sim fruto de minha curiosidade e de pesquisador que sou, aliás todo jornalismo com o passar do tempo se torna grande pesquisador, hoje a maior parte dos estudiosos são pesquisadores por excelência. André Luis, espírito de escol, que nos tem dado belíssimas e instrutivas mensagens através do saudoso Francisco de Paula Cândido Xavier, conta-nos o caso de um espírito que tomou momentaneamente a força de um lobo, por forte sugestão de outro espírito.
Se uma pessoa de instinto animalesco ou animal, se materializa, provoca ou não, no seu corpo astral impressões aparentes de lobo, cão ou mula (burro). A sugestão é capaz de provocar muitas alterações, inclusive doenças graves. Precisamente os lobos furiosos eram considerados como animais venenosos, segundo esta prece dirigida a S. Humberto: “Protegei-me dos lobos loucos, dos cachorros loucos e das víboras”. E o santo era o padroeiro da região das Ardennes. A mesma doença que é chamada de hidrofobia.
Como lemos em alguns relatos sobre o acesso de raiva de Pierre Boureville (1783) ao olhar este pequeno regato ficou assustado e sentiu todo o corpo estremecer e não podia conter o movimento que o agitava. Morriam 4 ou 6 dias, contados após o início dos sintomas. Pierre estremecia e emitia gritos que assustava a todos. Diante destas considerações vemos como o medo pode aumentar e até distorcer os fatos atribuindo a causas demoníacas coisas que hoje sabemos serem doenças biológicas. Um exemplo: o epiléptico do evangelho (Lc 9, 37-43). Por outra parte as manchas coloridas e os pelos nascidos fora dos lugares comuns davam razão aos que diziam serem marcas do diabo.
Na Bíblia temos o caso de Esaú a quem sua mãe imitou cobrindo os braços e pescoço do filho mais novo Jacó com uma pele de cabrito. O fato se explica caso Esaú tivesse a doença da hipertricose ou do hirsutismo idopático. O mito do Homem-Lobo se registra desde a Idade Média até nossos dias. Na Idade Média se cometia grande quantidade de crimes sádicos e sexuais que sempre terminavam por ser atribuído a seres sobrenaturais, devido à superstição e ao medo da gente. Alguns trabalhos curiosos comparam esses delitos sobrenaturais antigos com os crimes sexuais seriais executados por criminais contemporâneos, identificando as violações e os assassinatos atribuídos aos temidos homens-lobo com as barbaridades e sevícias levadas a cabo pelos assassinos de hoje. Em psiquiatria, a licantropia aparece como uma enfermidade mental com tendência canibal, onde o doente se imagina estar transformado em lobo e, inclusive, imitando seus grunhidos.
Em alguns casos graves esses pacientes se negam a comer outro alimento que não seja carne crua e bem sanguinolenta. Isoladamente, tanto as tendências eminentemente sociológicas, quanto às psicológicas e orgânicas fracassaram. Hoje em dia fala-se no elemento bio-psico-social. Volta a tomar força os estudos de endocrinologia, que associam a agressividade do delinqüente, à testosterona (hormônio masculino), os estudos de genética ao tentar identificar no genoma humano um possível "gene da criminalidade".Esses transtornos, normalmente diagnosticados como severas psicoses, apresentam concomitantemente um alto grau de histerismo, cursando com idéias delirantes e mudança total da pessoalidade e, como outras psicoses, não sendo possível separar a realidade do imaginado.
Voltando ao que estamos citando anteriormente antes, quando sucede o paciente assim transitoriamente transformado em animal sair ferido por haver entrado em luta com alguém, o seu corpo material recebe o mesmo ferimento, podendo sobrevir-lhe a morte. É que o corpo astral mantém-se ligado ao corpo físico por um fio invisível (cordão de prata) aos nossos olhos. Aliás, nas sessões espíritas já se tem notado que o choque recebido por um espírito materializado repercute no médium de forma cruel ou crudelíssima. A respeito dessa transmissão de sensibilidade , vejamos o que escreveu o Dr. J. Lawrence em seu livro “Ocultismo Prático”: “Assim, Maria de Agreda sentia desagradavelmente o calor ou o clima do país ao qual se transportava”.
Santa Lidwina recebia sobre o corpo material as impressões recebidas ao longe pelo seu corpo fluídico. Passou vários dias sem poder caminhar , porque seu duplo fluídico tivera uma entorse no pé. Em outra oportunidade, atravessando espinheiros, seu duplo fluídico picou-se na mão, e a santa, ao sair do êxtase, notou que um espinho achava-se metido na mão correspondente à do ferimento. Com Catarina Emmerich aconteceram fenômenos semelhantes. Os sonâmbulos, ou passivos, sentem não só as picadas que se fazem sobre as figuras de cera previamente por eles sensibilizadas, mais ainda ficam em seu corpo material com os sinais dessas picadas. A licantropia é um fenômeno anímico, todavia não se deve pensar que todos os outros sejam. Nem tudo é animismo e as provas do que colocamos aqui, existem milhares. Nada melhor para atestar a existência de espíritos do que o fato de haver no homem uma alma que agita independentemente do corpo material.
O animismo é a comprovação do Espiritismo, como muito bem acentuou e explicou o professor Ernesto Bozzano, por experiência própria e apoiada em estudos de outros cientistas. Quando resolvi pesquisar sobre licantropia e durante a execução da mesma e as explanações aqui colocadas uma palavra me chamou a atenção, as porfirias. Antigamente, sendo as psicoses de difícil tratamento, proliferavam psicóticos esquizofrênicos e outros doentes mentais, como os sádicos, necrófilos e psicopatas em geral, os quais ocorriam a licantropia como via de saída para seus delírios ou seus instintos mórbidos. Estes doentes se valiam, como ainda hoje, dos personagens da cultura e do folclore para solidificar a crença em poder transformar-se em lobo, e que, nas noites de lua cheia, seu corpo se cobria de pelo, seus dentes se tornavam pontiagudos e suas unhas cresciam até converter-se em garras.
Possuídos por tais delírios, os doentes vagavam pelas ruas assediando suas vítimas, atacando, mordendo e, em algumas ocasiões, esquartejando e comendo partes de seu corpo.Hoje em dia a medicina conhece outros tipos de doenças que poderiam explicar parte do mito da licantropia, como por exemplo a Porfiria Congênita. Esta doença se caracteriza por problemas cutâneos, foto-sensibilidade e depósitos de porfirina, um pigmento dos glóbulos vermelhos que escurece os dentes e a urina, dando a impressão que o paciente esteve bebendo sangue. Outras doenças, como por exemplo a Hipertricose ou o Hirsutismo, as quais provocam o crescimento exagerado de pelos por todo o corpo, incluindo a face, eram interpretadas, antigamente, como qualidades sobrenaturais onde os pacientes podiam converter-se em bestas.
Mas, por outro lado, ao longo da historia tem surgido alguns criminosos considerados "homens-lobo" devido aos seus métodos canibais de matar a vítima. As Porfirias são um grupo de doenças genéticas cuja causa é um mau funcionamento da seqüência enzimática do grupo Heme da Hemoglobina (a HEMOGLOBINA é o pigmento do sangue que faz que este seja vermelho e é composta pelo grupo Heme e varias classes de GLOBINAS, segundo circunstâncias , normais, que agora não vêem ao caso). O grupo Heme é quem transporta o oxigênio dos pulmões ao resto das células do organismo e é um complexo férrico (em estado ferroso). Qualquer erro na hereditariedade que interfere na síntese do grupo Heme é capaz de produzir as doenças chamadas Porfirias.
Os sintomas das Porfirias são:1) Fotosensibilidade, que se apresenta em todos tipos, menos na chamada Forma Aguda Intermitente. Esta fotosensibilidade é o resultado do acúmulo de porfirinas livres de metal na pele produzindo sérias lesões: 1.a) Hirsutismo. Para o organismo proteger-se da luz, o pelo cresce exageradamente e em lugares não habituais, como no vão dos dedos e dorso das mãos, nas bochechas, no nariz, enfim, nos lugares mais expostos à luz. Evidentemente esses pacientes devem sair quase que exclusivamente à noite. 1.b) Pigmentação. A pele pode apresentar também zonas de pigmentação ou de despigmentação e os dentes podem ser vermelhos fazendo que o aspecto do doente se afaste cada vez mais do ser humano normal e se aproxime da idéia de um monstro. 2) As porfirinas acumuladas na pele, podem absorver luz do sol em qualquer longitude, tanto no espectro ultravioleta, como no espectro visível e logo transferir sua energia ao oxigênio que provêem da respiração.
O oxigênio normalmente não é tóxico, mas com o excesso de energia transferido pelas porfirinas, o oxigênio se libera sob a forma de oxigênio altamente reativo. Este oxigênio altamente reativo, produz destruição dos tecidos, predominantemente os mais distais e mais expostos, como é o caso das pontas dos dedos, o nariz, etc, oxidando essas áreas de forma violenta, com severa inflamação em forma de queimação. Assim sendo, quando esses pacientes se expõem à luz, suas mãos se convertem em garras e sua face, peluda em sua totalidade, mostra uma boca permanentemente aberta por lesões repetitivas dos lábios. Estando os dentes descobertos, adquirem aparência maior sugerindo presas. As narinas, pelos mesmos motivos das lesões, se apresentam voltadas mais para cima e como orifícios tétricos e escuros. Dessa forma teremos o lobisomem tal qual descrito pelo mito do Homem-Lobo.
Imaginemos agora, na metade do século XIV, a possibilidade de encontrarmos em meio de una noite escura, esse tipo de paciente que sai de noite para evitar o dano que produz a luz, com a aparência descrita acima. A natureza genética das porfirias, juntamente com alguns costumes endogâmicos (casamento entre membros de uma mesma família) em alguns grupos étnicos da Europa Oriental e entre a nobreza européia em geral, poderia ter desencadeado a doença em pessoas geneticamente ligadas. Pode vir daí a lenda da maldição familiar dos Lobisomens e/ou de ser Lobisomem o sexto ou sétimo filho do casal ou coisas assim. Aqui encerro este trabalho de pesquisa citando que além do que escrevi consultei as obras de Dr. J. Lawrence em seu livro “Ocultismo Prático”, algumas observações do irmão e confrade Cristovam Marques Pessoa de seu livro “O Além e O Aquém”, editora e Gráfica “ABC do interior”, caixa postal nº. 8, 18.570.000-Conchas-São Paulo e muitos ensinamentos de oonlightbeasts.tripod.com, inclusive as fotos. Em ambas as gravuras, têm dois pacientes que sofriam de Porfirias.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIR/CE
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Perfil o autor:Sou espírita, calmo, compreensivo, gosto de escrever crônicas, poesias, contos, faço resenha de livros, comento, faço novelas de rádio e agora pretendo compor letras de música, gosto de leituras e escrevo uma média de três matérias diárias e já tenho mais de 1.000 publicadas.
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