A Educação Especial no Brasil

Publicado em: 04/12/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 1,611 |

A  história da Educação Especial em nosso país mostra que, ao longo dos séculos, a trajetória dos alunos portadores de deficiência acompanha a evolução dos direitos humanos conquistados, saindo da completa marginalização, chegando na busca da efetivação de sua cidadania em uma filosofia humanista (Tulimoschi, 2004 apud MEC, 1997).

Em 1992, Jannuzzi discorrendo sobre os caminhos da Educação Especial brasileira, relatou o início das preocupações com os alunos deficientes em nosso país, data do fim do século XVIII e início do XIX, quando as idéias liberais passaram a fundamentar o pensamento da época.

A Constituição de 1824 determinava e prometia instrução primária e gratuita à todos. Porém, somente 2% da população eram escolarizadas, refletindo os interesses das camadas elitizadas, e o que era entendido como "educacional" basicamente não produzia efeitos naqueles que eram desfavorecidos.

"Lutar pelos direitos dos deficientes é uma forma de superar as nossas próprias deficiências" (TULIMOSCHI, 2004 apud EMÍLIO FIGUEIRA, 1993 apud J. F. KENNEDY).

Embora toda tecnologia e ciência mundial venha sofrendo grandes transformações nos últimos anos, nada tem conseguido impedir que crianças nasçam com ou adquiram deficiências. Por isto, ainda no Brasil - Colônia, criou-se em São Paulo um atendimento escolar para deficientes físicos na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia, considerando que eram aqueles excluídos do processo social pela deficiência mais severa e de fácil reconhecimento, o que também ia favorecendo o preconceito e a estigmatização. Enquanto isto, deficientes mentais e portadores de deficiência leve continuavam sem um lugar educacional.

Em seguida, criou-se em 1824 o Imperial Instituto de Meninos Cegos (futuro Instituto Benjamin Constant) e em 1856 o Instituto dos Surdos-Mudos (atual Instituto Nacional da Educação dos Surdos-Mudos – Ines), ambos na cidade do Rio de Janeiro, pólo urbano nacional.

Naquela sociedade eminentemente rural, a educação popular não era vista como necessária, o que dificultava o diagnóstico da deficiência mental, já que o acesso às escolas era escasso. As primeiras preocupações com o deficiente mental surgiram em 1874 com a criação de uma instituição particular junto ao Hospital Juliano Moreira (Salvador, BA) e outra vinculada ao Estado do Rio de Janeiro, em 1887. Estas primeiras preocupações estavam submersas pelas concepções médicas sendo que nesta fase, eram as deficiências mais visíveis as primeiramente atendidas, já que as outras ainda não estavam diferenciadas, dificultadas pelo não acesso à escola, e considerando que a doença e as inabilidades eram consideradas antes da condição de "homem", buscava-se a cura e a reabilitação muito mais do que a educação.

Diante das poucas ações estatais em relação à Educação Especial inicia-se a implantação de instituições "privadas" especializadas no atendimento às pessoas com deficiências. Os registros do Ministério da Educação (Brasil, 1975) apontam o Instituto Pestalozzi, criado em 1926 no Rio Grande do Sul, como a primeira instituição particular especializada brasileira. Como as instituições de caráter filantrópico atuais, a primeira Pestalozzi atendia parte de seus alunos através de convênios com instituições públicas.

O contexto sócio-político nacional enfocava a medicina como uma das áreas de maior expressão. A classe médica passou a se preocupar com os indivíduos deficientes, com a higienização da população, com o sanitarismo, com a limpeza das cidades e com o diagnóstico da deficiência mental relacionando com a concepção de doença, contaminação e tendências criminosas.

A medicalização da sociedade fez com que a ênfase no tratamento dos deficientes recaísse nos hospitais e nas instituições. Com o impulso dado pela situação foram os médicos os primeiros responsáveis pela escolarização dos deficientes mentais e passaram a discutir a necessidade de não limitar o auxilio apenas na área da saúde. É nesta realidade e em um contexto de estagnação econômica provocada pela primeira Guerra Mundial que, impulsionado pelo movimento da Escola Nova o Brasil vivenciou a popularização da escola primária e suas conseqüências.

Paralelamente, o mundo assistia à revolução causada pelo movimento da psicometria: a facilidade da medição da inteligência e a sua catalogação passaram a justificar o fracasso escolar e funcionaram como instrumentos de segregação e rotulação em massa.

A partir daí, deu-se início na vertente psicopedagógica (Januzzi, 1992), com preocupações fundadas na Psicologia onde a escola passava a apontar os "anormais", isentando-os de matrícula. Sendo assim, se um aluno fosse incapaz de receber instrução por qualquer "defeito ou dificuldade", era rejeitado da escola regular, sendo encaminhado para receber tratamento diferenciado.

As instituições segregadoras tiveram um papel determinante no processo histórico da educação especial, cuja dicotomia parece ter contribuído para a situação que encontramos atualmente na intenção de oferecer um serviço especializado praticamente inexistente, as instituições de ensino especial acabaram como que selecionando seus alunos e passaram a se fortalecer com o passar do tempo, qualificando seus professores diferencialmente, criando projetos pedagógicos isolados, elaborando estatutos e planejamentos isolados daqueles apresentados pelas escolas regulares.

Foi então que as escolas de aperfeiçoamento criadas com o objetivo de formar professores para o ensino especial, sendo que o nome de Helena Antipoff pode ser citado como grande colaboradora do Brasil após a década de 30.

A tentativa de agrupar crianças em classes homogêneas, [...] nada mais faz que obedecer a um princípio fecundo, encontrado na ordem do dia nos estabelecimentos industriais. Esse princípio é o da organização racional do trabalho, posto em evidência por W. Taylor, desde o fim do último século. [...]

O agrupamento dos alunos em classes homogêneas, segundo seu desenvolvimento mental, é, neste sentido, uma das combinações de organização racional do trabalho pedagógico. (GAIO & MENEGHETTI, 2004, apud ANTIPOFF, 1930, apud DIAS, 1995, p.43)

Acreditando na importância da educação especial e percebendo as dificuldades do apoio do governo, Antipoff fundou em 1932 a Sociedade Pestalozzi de Belo Horizonte e em 1935, instituto Pestalozzi, um modelo institucional que impulsionou a criação de serviços similares.

Após a Segunda Guerra Mundial, a educação especial no Brasil caracterizou-se pela ampliação e proliferação de entidades privada concomitante à expansão da escola pública regular. Vê-se que o ensino especial caminhou ao lado do ensino regular como duas condições diferenciadas, dois "ensinos" que dividiram a população entre "normais" e "deficientes". As discussões sobre a educação no país passaram a delinear a futura Lei de Diretrizes e Bases da Educação, sendo que os ideais da professora Antipoff foram determinantes para a criação da primeira APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) do país, em 1954, localizada na cidade do Rio de Janeiro, que segundo Silva (1995, p. 36) a APAE vai se desenvolver ocupando "o espaço vazio da educação especial como rede nacional". (GAIO & MENEGHETTI, 2004, apud SILVA, 1995, p. 36)

A preocupação de forma abrangente do Brasil com a educação Especial ocorreu em 1961, com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB (Lei 4 e 24/61). Até essa data são organizadas campanhas como: Campanha para Educação do Surdo Brasileiro – CESB em 1957, Campanha Nacional de Educação e Reabilitação dos Deficientes Visuais – CNERDV em 1958 e Campanha Nacional de Educação do Deficiente Mental – CADEME em 1960, que estavam subordinadas diretamente ao Ministério da Educação e Cultura – MEC e tinham como funções: a promoção, em todo território nacional, de treinamento, reabilitação e assistência educacional às pessoas com deficiências; cooperação técnica e financeira com entidades públicas e privadas; e o incentivo de organização de cursos e entidades voltados a essa área.

Apesar do número crescente de escolas e instituições especializadas a partir da década de 70, este crescimento parece ter sido universalmente proporcional aos incentivos governamentais o que fez com que a quase totalidade destas unidades escolares precisasse de ajuda da comunidade para garantir a sua sobrevivência, o que contribuiu para que houvesse precariedade e falta de recursos, uma vez que a verba, quando destinada, fazia-se insuficiente para os fins quais se propunha. Com a falta de recursos, os atendimentos seguiam ao que era possível, porém nem sempre adequados

O Estado não se compromete em assumir a educação da população de crianças com deficiências mais severas. Pois não há em qualquer documento indicação de criação de serviços especializados na rede regular de ensino para atender a Educação Especial. Dessa forma, a distribuição de Serviços que já ocorreria, anteriormente à década de 1960, com a criação das Sociedades Pestalozzi e das Apaes por grupos privados (que se responsabilizavam pelo atendimento à clientela mais comprometida), e com a implantação das classes especiais públicas que deveriam atende a população menos comprometida), é apenas normatizada em 1961.

Ainda, como Mazzotta (1996) aponta, o Artigo 88 da LDB/61 pode ser interpretado como uma concomitância de "formas" de educação de modo que, não se adaptando ao sistema geral de educação, o excepcional deveria  ser enquadrado em um sistema especial de educação, entendendo-se que: [...] as ações educativas desenvolvidas em situações especiais estariam à margem do sistema escolar ou ‘sistema geral de educação.'" (GAIO & MENEGHETTI, 2004 apud MAZZOTTA, 1996, p.68)

Mazzotta ainda diz que, quando o Estado se compromete na subvenção de toda iniciativa privada considerada eficiente aos Conselhos Estaduais de Educação, não se estabelece uma definição na distribuição das verbas públicas, já que "não fica esclarecida a condição de ocorrência da educação de excepcionais; se por serviços especializados ou comuns, se no ‘sistema geral de educação' ou fora dele". (op. cit. p.68)

Segundo Buffa, durante a tramitação da LDB/61, a discussão a respeito da responsabilidade do Estado em relação à educação já se faz presente, explicitada no conflito escola particular x escola publica. Mais especificadamente, desde 1956 a idéia de descentralização da educação brasileira combina0se aos interesses privados. (GAIO & MENEGHETTI, 2004 apud BUFFA, 1979, p.20).

Na tentativa de facilitar o acesso a escola garantindo o princípio constitucional, o MEC, preocupado com a educação dos alunos deficientes e dos portadores de dificuldades de aprendizagem advindas de problemas de comportamentos e/ou decorrentes de síndromes neurológicas, psicológicas ou psiquiátricas, desencadeou movimentos nacionais de democratização do ensino, representados pelo Programa Toda Criança na Escola, preconizando a universalizaçao do atendimento educacional com qualidade.

Baseado no reconhecimento da diversidade existente na população, as novas políticas da educação especial buscam dimensionar o sentido e o alcance que se pretende das às adaptações curriculares, considerando que o processo ensino-aprendizagem pressupõe o atendimento à diversidade de necessidades dos alunos na escola (TULIMOSCHI, 2004 apud MEC, 1999)

Os avanços de educação especial no Brasil parecem ter sido marcados pós-movimento da sociedade inclusiva, especialmente com a divulgação da Declaração de Salamanca (1994):

 

As escolas regulares que possuam tal orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias criando-se comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando uma educação para todos; alem disso, tais escolas provêem uma educação efetiva à maioria das crianças e aprimoram a eficiência e, em última instância, o custo da eficácia de todo o sistema educacional. (TULIMOSCHI, 2006 apud Declaração de Salamanca, 1994, p.1)

Nesse sentido, o Brasil, embora não signatário da referida Declaração, tem procurado adotá-la, assumindo então o dever moral e o compromisso político de atribuir a mais alta prioridade política e financeira ao aprimoramento de seus sistemas educacionais, no sentido de se tornarem aptos a incluírem todas as crianças, independentemente de suas diferenças ou dificuldades individuais. O desafio que confronta a escola inclusiva é o de desenvolver uma pedagogia inclusiva centrada na criança, capaz de educar a todas com sucesso, incluindo aquelas que possuem desvantagens severas. Assim, a Declaração de Salamanca apresenta como perspectiva política a inclusão de toda e qualquer criança no ensino regular, independentemente de suas condições físicas ou de sua origem social ou cultural, determinando a transformação das instituições educacionais em escola para todos. Estas mudanças conceituais propõem a mudança no paradigma que sugeria o assistencialismo e a educação compensatória, conceitos historicamente determinados e socialmente construídos.

Como nos lembra Ferreira & Nunes:

A evolução da Educação Especial brasileira está muito ligada às instituições de natureza privada e de caráter assistencial, que acabaram por assumir um caráter supletivo do Estado na prestação de serviços educacionais, e uma forte influência da definição das políticas públicas. (GAIO & MENEGHETTI, 2004 apud FERREIRA & NUNES, 1997, p.18)

Ou ainda como analisa Januzzi (1996, p.97), presença das instituições assistenciais nos serviços de atendimento na Educação Especial caracteriza-se como uma verdadeira simbiose entre o setor público e o setor privado.

O movimento recente da sociedade brasileira tem apontado para o fortalecimento dessas instituições, como o discurso constante das "parcerias" e com a caracterização dessas instituições como "públicas não estatais". Mas, também, tem levado à defesa de um discurso "inclusivo", desde a elaboração do Plano Decenal de Educação para Todos, 1993, reforçado pela promulgação da LDB em 1996.

De acordo com as Diretrizes da Educação Especial do Estado de São Paulo (1987), a proposta do ensino inclusivo já estava determinada em documentos oficiais há mais de 20 anos em nosso país. Porém, o termo "integração" era o mais utilizado e como conseqüência a aplicabilidade da teoria limitou-se ao uso equivocado do termo.

Na definição de 1987, tem-se como Educação Especial a educação que visa promover condições para que o aluno deficiente desenvolva ao máximo as suas potencialidades promovendo sua integração escolar e social. Esta definição parece sugerir que cabia à educação especial os esforços de facilitar, prover, adaptar e aplicar as condições de ensino-aprendizagem dos alunos portadores de deficiência, o que pode ter contribuído para legitimação da exclusão que pensava se combater.

Por outro lado, na Política Nacional de Educação Especial (MEC, 1994), definiu-se educação especial como sendo um processo para promover o desenvolvimento das potencialidades das pessoas portadoras de deficiência, condutas típicas ou de altas habilidades em todos os níveis e graus de ensino. Acreditando no processo, falou-se na atenção sob o enfoque sistêmico, integrando a educação especial no sistema educacional do país. Partiu-se do pressuposto de cidadania e busca dos direitos à Educação transferindo e dividindo a responsabilidade desta educação fazendo com que a população conhecesse a clientela especial com detalhes maiores que os oferecidos em 1987. Passam a integrar a clientela de educação especial os portadores de "condutas típicas" definidos como aqueles que revelavam manifestações de comportamento típicas de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos e psiquiátricos, até então não contemplados. Além disso, os termos "superdotados" foram substituídos por "altas habilidades", sem mudanças na definição além da terminologia.

De certo modo, na história da Educação Especial o atendimento à população com deficiências mais severas revela-se, apenas, quando enfocamos as "margens" da Educação através da presença das instituições assistenciais, das "parcerias" do atendimento entre os setores público e privado, visto que não há previsão direta de atendimento a pessoas com deficiências mais graves pelo serviço público, especialmente no setor educacional.

O discurso assistencialista atualmente parece como consoante aos discursos da democracia, uma vez que o envolvimento da sociedade na formação de associações civis é visto como fundamental para o seu estabelecimento:

A participação dos cidadãos é essencial para consolidar a democracia e uma sociedade civil dinâmica é o melhor instrumento de que dispomos para reverter o quadro de pobreza, violência e exclusão social que ameaça os fundamentos de nossa vida em comum. (GAIO & MENEGHETTI, 2004 apud Miguel Darci de Oliveira. Prefácio. In: FERNANDES, 1994)

O problema de acesso aos direitos construídos historicamente pelas sociedades tem sido abordado hoje, como uma responsabilidade da sociedade, uma questão de "boa vontade" e de filantropia.

Atualmente não encontramos mais leis ou decretos proibindo explicitamente a matricula de crianças com deficiências nas escolas, no entanto, a apresentação da possibilidade de adequação das escolas aos alunos com deficiências apareceu apenas em 1996.

Imersa nas contradições do movimento social, a explicitação, pela Lei de Diretrizes e Bases de 1996, da possibilidade de implantação de serviços mais especializados na própria rede regular de ensino, juntamente ao anúncio da "alternativa preferencial" de ampliação do atendimento ao deficiente na própria rede pública pode significar a possibilidade de atendimento de pessoas com deficiências mais graves nas escolas do país e a efetivação da educação como direito público subjetivo. Para que isso seja possível ressaltamos a importância dos Conselhos Estaduais e Municipais de Educação, no que se refere à efetivação da conquista desse direito.

BRASIL. Secretaria de Educação Especial Deficiência Mental – Erenice Natália Soares Carvalho. – Brasília: SEESP, 1997, p. 97.

Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília : Corde, 1994.

JANNUZZI, Gilberta. A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. Editora Cortez, série Ed. Especial. São Paulo, 1992.efetivação da conquista desse direito.

Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília : MEC, 1994.

Os Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência. Coordenadoria Nacional para Integração da pessoa Portadora de Deficiência. Lei nº. 7.853/89. Decreto nº. 914/93. Brasília-DF.

Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNS – Adaptações Curriculares, Estratégias Para A Educação de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais, Brasília, 1999.

TULIMOSCHI, M.E.G.F. A Contextualização Histórica da Educação Especial no Brasil. São Paulo, 2006.

 

 

 

 

 

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 1 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-educacao-especial-no-brasil-3786983.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao especial direitos avancos

    Comentar sobre o artigo

    O presente artigo tem como objetivo pesquisar sobre as principais questões envolvidas na educação especial. Refletir sobre o processo atual da educação especial e investigar os recursos especializados para educar e socializar as pessoas com necessidades especiais, tendo em vista as suas dificuldades individuais. Compreender o papel das escolas de educação especial. O artigo trata principalmente de Concepção de Educação Especial, seu Surgimento no Brasil, Concepção de Educação Inclusiva, E Formaç

    Por: Dirlene dos Santos Martinsl Educaçãol 29/11/2012 lAcessos: 197

    Este artigo é fruto de estudos realizados e de experiências profissionais vividas em instituição educacional de ensino especializado, buscando compreender a dinâmica do processo de (re) significação, ou consequente revisão, no campo das ideias, e quiçá, práticas, acerca da modalidade de educação especial e inclusiva no sistema de ensino brasileiro. Com efeito, tal artigo é adornado de reflexões com perspectivas híbridas sobre o fazer da educação especial na perspectiva da inclusão, fazendo valer, todavia, as contribuições da educação especial no processo de desenvolvimento sócio-educativo da pessoa com deficiência no ensino regular.

    Por: Marcos Matozinhos de Morais Munhósl Educaçãol 21/09/2009 lAcessos: 3,422 lComentário: 1
    SANDRA VAZ DE LIMA

    A Educação Especial é uma modalidade da Educação Básica, fundamentada no princípio da atenção à diversidade. Integram-se o Ensino Regular e a Educação Especial numa concepção da Educação Inclusiva, buscando a participação e permanência de todos os alunos na escola, numa educação de qualidade, onde o atendimento as pessoas com necessidades especiais não requer um ambiente especifico e único, mas sim necessita de recursos físicos, humanos e materiais para que seja possível atender a todos, adaptan

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 24/07/2012 lAcessos: 2,184
    marilene ferreira lemes

    Este trabalho tem por objetivo a conclusão do curso de Pós-graduação em Educação Inclusiva, de caráter bibliográfico, que vise uma profunda meditação sobre a importância do lúdico no processo de socialização das crianças, assim como no processo ensino e aprendizagem, através dos jogos, dos brinquedos e das brincadeiras.

    Por: marilene ferreira lemesl Educação> Ensino Superiorl 22/04/2013 lAcessos: 69

    Este artigo observa-se, o esforço, a capacitação e o desempenho que o professor deverá ter, para que haja crescimento tanto pessoal quanto profissional: assim, espera-se do professor de Educação Especial algo mais.

    Por: iracema de s. rodriguesl Educação> Ensino Superiorl 06/12/2010 lAcessos: 455
    ANGELA DA SILVA SOARES

    Este trabalho procura fazer uma discussaõ sobre o processo de inclusão de crianças com deficiência na rede regular de ensino. Partindo de um estudo histórico sobre a evlução do atendimento prestasdo às crianças com deficiência, que culminou com o processo de inclusão escolar.

    Por: ANGELA DA SILVA SOARESl Educaçãol 29/07/2009 lAcessos: 17,472 lComentário: 1
    Jonathan Reginnie de Sena Lima

    Este artigo tem como objetivo analisar social, histórica e antropologicamente os Direitos Humanos e Garantias Fundamentais com ênfase no direito à educação, sob a égide constitucional, buscando compreender as políticas educacionais, inclusive no sentido de promover ações afirmativas objetivando a inclusão social das classes não pertencentes às correntes hegemônicas através das políticas afirmativas das cotas, instrumento pelo qual se desempenham funções sociais integrativas.

    Por: Jonathan Reginnie de Sena Limal Direitol 23/12/2011 lAcessos: 325
    MELO, Getúlio Costa

    O presente trabalho apresenta o conceito de cidadania frente ao contemporâneo Estado Democrático de Direito, as evoluções históricas, sociais, filosóficas, e sua relação aos Direitos Humano, numa perspectiva até os tempos da atual Constituição da República Federativa do Brasil.

    Por: MELO, Getúlio Costal Direitol 03/12/2013 lAcessos: 26
    Aline Pereira Dutra Santana e Sabrina Celestino Soares, Orientadora: Profª. Ms. Josiane Fujisawa Filus

    Este artigo faz uma reflexão sobre a história da educação escolar de pessoas em condição de deficiência no Brasil. Analisamos o final do século XVIII até as atuais discussões sobre o processo inclusivo. Observamos que os conceitos de deficiência e a ênfase na limitação da pessoa acompanharam os educadores no decorrer dos anos e têm influenciado a prática deles até hoje. Concluímos que uma educação de qualidade a todos ainda não é uma realidade, mas é preciso o trabalho de todos para que aconteça

    Por: Aline Pereira Dutra Santana e Sabrina Celestino Soares, Orientadora: Profª. Ms. Josiane Fujisawa Filusl Educaçãol 04/11/2009 lAcessos: 2,655 lComentário: 6

    Aqui você poderá ver algumas considerações sobre avaliação escolar e principalmente sobre a possibilidade de avalizar os alunos de forma virtual.

    Por: Josimar Souzal Educaçãol 29/03/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Foi aluno do ilustre professor Frege, ele mesmo admitia ter sido profundamente influenciado. Mas tarde tornou se doutor pela mesma universidade, isso no ano de 1921. Desenvolveu grandes estudos posteriormente, sendo que o filósofo Schilick ao saber do seu exuberante conhecimento convidou para ocupar o cargo de professor assistente na famosa universidade de Viena.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educaçãol 25/03/2014

    O Ministério da Educação anuncia a criação de gratificação de 200 reais mensais para professores que participarem de programa de requalificação, para obter melhorias na atuação dos alunos em exames como o ENEM

    Por: Central Pressl Educaçãol 24/03/2014

    A prática pedagógica de todo professor é analisada frequentemente. No sucesso ou no fracasso do processo de aprendizagem, a prática educacional é sempre o foco dos questionamentos. Diante desta pressão, a conscientização de alguns fatores é o principal indicador do que deve ser, de fato, repensado.

    Por: Claudia Gonçalves da Silval Educaçãol 17/03/2014 lAcessos: 18

    Considerações críticas acerca da educação/saúde e a vaquinha dos mensaleiros que pagou suas multas.

    Por: Julio César Cardosol Educaçãol 10/03/2014
    Adão Martins

    Ser professor é uma dádiva divina, sem essa categoria nunca chegaríamos a ser o que hoje somos. Precisamos sempre valorizar essas pessoas. Estão presentes em todas nossas etapas de aprendizado. Deus abençoe vocês.

    Por: Adão Martinsl Educaçãol 09/03/2014
    Eliana Márcia Barbosa

    O texto aborda uma das crises cruciais na escola: a busca constante por autonomia e democratização dos processos de gestão os principais desafios para o enfrentamento dessa realidade.

    Por: Eliana Márcia Barbosal Educaçãol 07/03/2014
    Webmaster Portugal

    Informações e características dos cursos Efa (Educação e Formação de Adultos) um tipo de formação leccionada pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, bem como informações úteis sobre cursos deste género a decorrer durante o ano de 2014 um pouco por todo o País.

    Por: Webmaster Portugall Educaçãol 06/03/2014
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast