A Importancia Da Reunião De Pais E Mestres

Publicado em: 27/11/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 12,480 |

Reunião de pais é um importante instrumento de aproximação entre a família do aluno e a escola. “Não é o único e tão pouco o mais importante dos instrumentos, mas pode ser fundamental para que os pais se aprimorem como educadores dos filhos e compartilhem com os professores e com outros pais, as dificuldades, desafios e soluções da educação”. A importância das reuniões entre pais e mestres está ligada diretamente ao projeto educativo que a escola adota. Se o trabalho ficar restrito aos conteúdos formais, os professores podem simplesmente prestar conta aos pais do que ensinaram para as crianças. Porém, se o trabalho for mais amplo, as reuniões assumem um outro sentido e podem ter outros objetivos também. Portanto, as reuniões revelam como o projeto adotado pela escola pensa a educação. “No caso de um ensino voltado só para a aprendizagem de conteúdos das disciplinas formais, o pai vai à escola simplesmente para saber o que os filhos aprenderam e a escola se organizará apenas para mostrar o quanto ensinou. Os pais podem entender que seu papel se restringe à cobrança da aplicação do currículo, do conteúdo das disciplinas”, Por outro lado, quando o projeto é mais amplo, preocupado com a formação de cidadãos, o encontro entre os professores e os pais também é mais amplo. E as reuniões se tornam momentos em que pais e mestres podem realmente assumir uma parceria na educação das crianças. A equipe pedagógica da escola tem pontos de vista comuns com os das famílias no que diz respeito à educação. A troca de experiências é fundamental. A parceria entre pais e escola, quando está afinada, pode contribuir para a formação cidadã dos alunos e solidificar a construção dos conhecimentos. “Estabelecendo um objetivo comum, em casa e na escola, de formar pessoas melhores para a sociedade”, Os professores podem estreitar as relações com a família através de bilhetes enviados para casa explicando as tarefas solicitadas aos alunos. “É importante o pedido para que os pais participem do processo educativo dos filhos. Quando são convidados para uma reunião, os pais devem sentir prazer em participar. Não se trata dos professores serem amigos dos pais, mas de conseguirem deixar clara a importância da participação. Para, com isso, gerar uma empatia educativa.” O primeiro passo para chegar nessa cumplicidade é tomar cuidado para que os pais não se sintam obrigados a ir às reuniões. “Hoje, por exemplo, usa-se como recurso desenvolver uma atividade em aula com os alunos para que seja entregue para os pais durante a reunião. Assim as crianças exercem uma pressão para que os pais compareçam. Mas essa estratégia pode atuar contra, porque os pais se sentem obrigados e pressionados a ir até a escola.” As reuniões devem acontecer preferencialmente no período noturno, devem ser sucintas, com uma pauta clara, que explicite os assuntos que serão abordados e que precisa ser enviada às famílias com antecedência. “Dessa forma, os pais sabem o que o professor quer realmente conversar com eles.” Deve-se estabelecer um diálogo franco entre os pais e professores dos alunos. Os pais precisam entender que ao ir à reunião eles ouvirão os professores e também outros pais que muitas vezes passam pelos mesmos momentos e dificuldades educacionais que eles. A reunião precisa se tornar um espaço de convívio entre os diferentes educadores (os responsáveis devem ser vistos com educadores) onde são tratados assuntos comuns a todos eles. “Não pode ser apenas os professores contando para os pais o que fizeram.” Segundo a educadora, os professores devem pedir para os pais sugestões de temas para serem abordados nas reuniões. É importante que outros membros da equipe pedagógica participem das reuniões. “Coordenador, orientador ou a própria direção”.

Ela argumentou que esse educador pode servir como mediador entre pais e professores em situações de desconforto, quando, por exemplo, algum pai venha a questionar a permanência na classe de uma criança com dificuldade de aprendizagem ou muito indisciplinada. “A relação entre pais e professores tem uma intimidade que deve ser preservada e quando há questionamentos é interessante haver alguém que retire a questão do fórum de debates e dê espaço para os pais falarem ou até criticarem as posturas da escola de uma forma mais individualizada.” De acordo com a educadora, os pais são atraídos para a escola quando percebem que têm voz ativa, que são ouvidos pela equipe e que há retorno para as dicas e queixas deles. Sobre o contrato didático firmado entre o professor e seus alunos, no qual os educadores se comprometem a ensinar, a participação dos pais é de ajudar no bom andamento dessa relação. “Os pais são co-responsáveis pela educação dos seus filhos. Se acham que a escola não vai bem, precisam ajudar a melhorá-la a reunião pode ser fundamental para os pais se aprimorarem como educadores dos filhos”. REFLEXÃO SOBRE O TEMA Hoje se prega que a escola se transforme saia do cenário transmissivo para o de comunidade de aprendizagem, onde professores e alunos têm coisas a aprender e a ensinar. Isso exige um modelo diferente de ensino. O objetivo não é que apenas os professores ensinem e os alunos aprendam, mas que toda a comunidade educativa – professores, pais e alunos – participe do processo de aprendizagem, estabelecendo uma nova relação entre a escola e a família. Formar uma comunidade de aprendizagem exige que todos os envolvidos sejam informados sobre os caminhos que estão sendo trilhados. Exige compromisso, confiança, vínculo. E o vínculo é construído pelo conhecimento. Cada vez mais é necessário que a escola crie espaços de socialização e discussão sobre o trabalho realizado. Saindo da concepção de apresentação para a de construção. O desafio é fazer uma escola bem relacionada com as famílias dos alunos; não apenas trazer os pais para a escola, mas fazer com que eles entendam a escola de seus filhos. A reunião de pais pode ser um dos momentos para isso. Escolheram aquele lugar. Mesmo no ensino público. Portanto, devem se apropriar dessa escolha e participar do projeto desenvolvido ali. Um projeto educacional não é só da escola, é do país. “Os pais precisam tomar consciência de que os filhos deles estão dentro deste projeto e que, portanto, como responsáveis pelas crianças, devem acompanhar o processo educacional e não só vigiar.” os professores, por seu lado, precisam compreender bem a realidade do entorno da escola para ajudar os pais a ser parceiros das famílias dos estudantes. há professores que consideram os pais ausentes na educação dos filhos, pois delegam à escola toda a obrigação da educação. Ela afirmou que, diante do cenário e exigências de trabalho atuais, realmente é difícil para pais, avós e responsáveis encontrarem tempo para a educação dos filhos. “Não é que eles não amem as crianças; mas sim, que precisam trabalhar para sustentar a família”, Nesse contexto, os professores precisam ser compreensivos e tentar restabelecer a relação entre a casa e a escola e aproximar os pais, dentro das possibilidades de tempo que eles disponham, da educação de seus filhos. é promover projetos com os alunos que envolvam os pais. Uma sugestão é planejar projetos em que sejam solicitados fotos e objetos antigos da família, bem como que os familiares e responsáveis ensinem brincadeiras antigas e até mesmo receitas tradicionais para os estudantes levarem para a aula. O envolvimento dos pais com certeza será gratificante e os aproximará não apenas da escola como também de outros pais e toda comunidade. Esse é o caminho que deve ser trilhado também nas reuniões. Os pais devem ser chamados para ajudar na escola. A reunião de pais sozinha não faz a qualidade da relação entre família e escola”. Os pais precisam ter consciência de seu papel na complementação da educação dos filhos, da parte que têm na formação das crianças. E que ao encontrarem dificuldades, há alguém na escola para conversar com eles, para tirar suas duvidas, conversar com eles sobre comportamento, atitudes; enfim, que podem pedir ajuda para a escola. “A reunião serve para divulgar tudo isso.” “O trabalho junto aos pais ou responsáveis pelos alunos é considerado de suma importância para todo o processo pedagógico vivenciado nas unidades escolares. Para tanto, é necessário que se organize uma diversidade de atividades que envolvem direta e indiretamente as famílias dos alunos. Os pais devem participar de algumas aulas dependendo do projeto desencadeando organizando jogos, trazendo relatos culturais e diferentes informações que são trabalhadas nas atividades escolares. As reuniões de pais devem ser bimestrais e os pais, além das reuniões organizadas no calendário escolar, participem também de palestras de interesse da comunidade em geral e da escola. Onde é trabalhada a relação entre pais e filhos, as questões de saúde e de educação, entre outros temas.

Avaliar artigo
4
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 5 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-importancia-da-reuniao-de-pais-e-mestres-1510165.html

    Palavras-chave do artigo:

    familia

    ,

    escola

    ,

    alunos

    Comentar sobre o artigo

    O Presente artigo faz uma análise sobre as relações entre escola e família onde a relação baseiam-se na divisão do trabalho de educação de crianças no envolvimento e nas expectativas recíprocas. Quando se fala na desejável parceria escola–família e convoca-se a participação dos pais na educação, sobretudo pelo dever de casa como estratégia de promoção do sucesso escolar.

    Por: Edlene Maria da Silval Educação> Educação Infantill 26/11/2011 lAcessos: 988
    SONIA OLIVEIRA SILVA

    A escola não deveria viver sem a família e nem a família deveria viver sem a escola. Uma depende da outra na tentativa de alcançar o maior objetivo, qual seja, o melhor futuro para o filho e educando e, automaticamente, para toda a sociedade

    Por: SONIA OLIVEIRA SILVAl Educação> Ciêncial 09/07/2008 lAcessos: 630,198 lComentário: 46

    A política educacional recente vem cobrando uma maior participação da família no âmbito escolar por entender que esta, aliada às práticas pedagógicas, poderá auxiliar nas aprendizagens dos sujeitos. A participação da família no contexto da escola desperta nos alunos mais interesse nas atividades e compensação tanto nas dificuldades individuais quanto nas deficiências escolares. Porém, nem sempre isso ocorre, existem famílias que por vários motivos não se mostram presentes na escola de seus filho

    Por: Erica Campos de Souzal Educação> Ensino Superiorl 13/11/2012 lAcessos: 455
    Ribamar Pinho

    É de extrema importância a presença da família no contexto escolar onde é imprescindível que os pais frequentem o ambiente escolar para saber de que maneira é desenvolvido o comportamento e aprendizagem de seus filhos. A presença da família na escola é significante porque demonstra apoio e preocupação com a aprendizagem da criança, sendo que, com a presença dos mesmos, a sociedade escolar, sentir-se-á honrada, compromissada e motivada para tratar o processo de ensino aprendizagem da criança.

    Por: Ribamar Pinhol Educação> Educação Infantill 20/01/2013 lAcessos: 838

    Trata-se de um texto que produzi para orientar minhas reflexões no 2♂ Painel - Família e Educação Cidadã, no XX ENCONTRO ESTADUAL DE POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO, realizado em fortaleza/Ce. Tema: Escola, Família e Educação Cidadã. Período: 16 a 18/09/2009 2º Painel: Família e Educação Cidadã.

    Por: Francisca Francineide Cândidol Educaçãol 08/12/2009 lAcessos: 2,118 lComentário: 2

    Este artigo pretende abordar uma problemática que vem sendo discutido em "meias palavras", pois afeta diretamento a famiília do aluno. São os problemas familiares que a criança traz para dentro da sala de aula em forma de indisciplina e baixo rendimento escolar.

    Por: SIMARA SEBASTIANA DA SILVSl Educação> Educação Infantill 26/10/2012 lAcessos: 97
    Antonia Matos

    Este trabalho tem finalidade de fazer uma breve reflexão sobre o papel da escola e da família no processo ensino-aprendizagem, a importância do trabalho conjunto dessas duas instituições tendo objetivos, estratégias e planos de ação conjuntos objetivando o sucesso acadêmico de seus filhos/alunos. Também será analisado o papel do psicopedagogo neste processo.

    Por: Antonia Matosl Educação> Ensino Superiorl 15/10/2012 lAcessos: 1,186

    A estrutura familiar está desaparecendo a cada dia e é na escola que muitas crianças encontram seu referencial para a vida. Em meio a tantas más influências, a escola deve estar preparada para oferecer aos seus educandos o maior número de influências positivas para que ele possa ver a escola como um exemplo de cidadania que respeita seus educandos e busca uma relação dialética com eles a fim de ajudá-los a solucionar seus problemas e orientá-los em suas decisões.

    Por: Deise Coelho Schinoffl Educaçãol 25/05/2012 lAcessos: 652

    A indisciplina é um dos maiores problemas enfrentados pelas escolas atuais. Ela se constitui como um dos fatores que determinam o fracasso escolar do aluno, reduzindo a qualidade de ensino e desestimulando o corpo docente. É uma dificuldade encontrada em todos os níveis da educação brasileira, independente da situação social do indivíduo. Este artigo trata da determinação das causas da indisciplina escolar e de suas conseqüências no processo ensino/aprendizagem, sugerindo ações alternativas.

    Por: Ricardo Augusto A de Oliveiral Educaçãol 26/08/2010 lAcessos: 12,250 lComentário: 2

    escola e a família, considerando suas diferenças e semelhanças, compreendendo-as sob o olhar denso da cultura, levam-se em consideração os cidadãos, homens e mulheres, enquanto sujeitos sociais e históricos, presentes e atuantes na história da sociedade, tão arraigada de divisores de classes, que separam constantemente os homens da natural condição de igualdade. Diante de tal realidade, a escola, enquanto instrumento da educação, enfrenta grandes desafios, quanto às açõ

    Por: Odil Educação> Educação Infantill 24/06/2012 lAcessos: 667
    Erineia nascimento da Silva

    O lúdico proveniente da palavra latina "ludus" que significa jogos. Que segundo DANTAS, 1988, representa liberdade para brincar livremente, gratuitamente, prazerosamente. Tornando a brincadeira uma expressão máxima do lúdico, desde da antiga Roma e Grécia em períodos remotos da civilização ocidental utilizava os brinquedos na educação com base nas idéias de Platão e Aristóteles.

    Por: Erineia nascimento da Silval Educaçãol 28/10/2014
    Sebastiana Braga

    A formação profissional não consiste apenas em ouvir palestra ou fazer determinados cursos. Pelo contrario, ela é um processo continuo e progressivo, onde através da aprendizagem se acumula conhecimento e este por sua vez vai sendo transformado em práticas bem sucedidas. Dessa forma deve ser pensado numa multiplicidade de saberes que através de um projeto para formação continuada que se complemente e que aborde um tema central a todas as áreas no intuito do melhoramento do ensino aprendizagem.

    Por: Sebastiana Bragal Educaçãol 27/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Sei o quanto. Tudo isso não significa nada. Apesar da interminável beleza dos universos. Contínuos. Sei do insignificado das coisas. Do delírio dos deuses. Das franquezas das razões não lógicas. A metafísica não indutiva.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educaçãol 25/10/2014
    Amanda Souza Machado

    Este trabalho é uma continuação das discussões, pesquisas e reflexões ocorridas durante a elaboração do artigo científico sobre como os educadores exploram as fantasias das crianças, produzidas a partir dos programas de televisão. O artigo propõe-se a apresentar as influências da TV no imaginário das crianças e qual é o papel dos educadores neste momento.

    Por: Amanda Souza Machadol Educaçãol 23/10/2014

    O presente artigo é um estudo bibliográfico que tem como objetivo principal abordar conceitos educacionais e metodologias desenvolvidas em sala de aula usando o lúdico como alternativa de metodologia. O trabalho justifica-se pela necessidade de se entender e adequar a aprendizagem às atuais demandas da educação é necessário conhecer alguns caminhos já percorridos pelo ensino e que se levam a uma redefinição dos objetivos, conteúdo e metodológicos.

    Por: Graciele de Miranda Oliveiral Educaçãol 21/10/2014 lAcessos: 14
    Alinne do Rosário Brito

    O artigo busca pesquisar e relatar o que é o Programa Mesa Brasil SESC e dialogar com as ações do Governo do Estado do Amapá para que a segurança alimentar seja implementada atendendo as leis nacionais e as respectivas atuações das politicas públicas que o regem quanto a tentativa de diminuição da miséria na cidade de Macapá.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 21/10/2014 lAcessos: 17
    Tania R. Steinke

    Promover a valorização da formação continuada dos docentes e coordenadores pedagógicos que atuam no Ensino Médio das escolas públicas.

    Por: Tania R. Steinkel Educaçãol 19/10/2014

    Este artigo analisa de forma breve a teoria das Representações sociais, realizada por alguns estudiosos que contribuíram para a o avanço das representações sociais, bem como, os teóricos que tinham como base as investigações de como as pessoas transformam os conhecimentos científicos em conhecimento de senso comum na década de 60, e também a forma como adota a perspectiva comunicativa "genética" na apreensão do conhecimento veiculado a dinâmica do cotidiano.

    Por: Elizabeth Almeida dos Santosl Educaçãol 14/10/2014 lAcessos: 12
    Abrew Amambahy

    A hiperatividade, denominada na medicina de desordem do déficit de atenção, pode afetar crianças, adolescentes e até mesmo alguns adultos. Os sintomas variam de brandos a graves e podem incluir problemas de linguagem, memória e habilidades motoras. Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, o estado é caracterizado por problemas de aprendizado e comportamento. Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impu

    Por: Abrew Amambahyl Educação> Ensino Superiorl 23/10/2010 lAcessos: 498
    Abrew Amambahy

    Teorias abrangentes sobre os problemas sociais e culturais do ensino aos estudos mais detalhados sobre o que passa no dia a dia na relação dos professores com seus alunos. o compromisso com a necessidade de encontrar uma saída para as questões da educação brasileira,

    Por: Abrew Amambahyl Educação> Ensino Superiorl 23/10/2010 lAcessos: 523
    Abrew Amambahy

    Psicopedagogia, muitos ainda questionam sobre a função do psicopedagogo nos diversos âmbitos: educação, saúde, ação social, clínica e institucional.

    Por: Abrew Amambahyl Educação> Ensino Superiorl 09/01/2010 lAcessos: 1,474
    Abrew Amambahy

    Sabemos também que a atitude do professor, a forma como ele interage com a classe, como direciona o seu fazer pedagógico está relacionado às suas concepções de homem e de mundo, sejam elas conscientes ou inconscientes

    Por: Abrew Amambahyl Educaçãol 06/12/2009 lAcessos: 3,189 lComentário: 1
    Abrew Amambahy

    O psicopedagogo necessita de uma visão amplificada levando em conta seu mundo interno e externo, considerando o educando em sua inserção social, educacional e familiar, com enfoque psicanalítico clássico que contempla a questão da aprendizagem.

    Por: Abrew Amambahyl Educação> Educação Infantill 06/12/2009 lAcessos: 2,147
    Abrew Amambahy

    Os professores têm grande responsabilidade na construção da cidadania pela sua pratica social. Sendo referencias e exemplos para seus alunos, como mediadores tem também a responsabilidade de ajudar a organizar a auto-imagem do outro. Estimular debates, troca de experiências, o respeito a diversidade e á democracia, o direito de ter opinião, a pratica da argumentação e da defesa de idéias que tenham como objetivo maior garantir a liberdade, a justiça social e a igualdade. Quanto aos coordenadores devem estimular a participação, não ter um projeto pronto e impor essa proposta. Há que levar em consideração o valor dos colegas

    Por: Abrew Amambahyl Educaçãol 06/12/2009 lAcessos: 962
    Abrew Amambahy

    A Metodologia de Ensino Superior é entendida como prática social da educação intencional e sistematizada para a formação do professor/pesquisador. Seu conteúdo tem origem na área de Didática que aborda aspectos formais do processo como o papel do professor universitário, relação professor-aluno, ensinar e aprender, plano de ensino, técnicas e instrumentos de avaliação, projeto político pedagógico, entre outros. Pretende-se estudar as concepções e as tendências do saber didático, em seus aspectos metodológicos referentes ao trabalho do professor, na condução do processo ensino-aprendizagem

    Por: Abrew Amambahyl Educação> Ensino Superiorl 27/11/2009 lAcessos: 11,070 lComentário: 1
    Abrew Amambahy

    No século XVIII o corpo é descoberto enquanto uma fonte inesgotável de poder, enquanto máquina, sistema e disciplina. É simultaneamente dócil e frágil, algo possível de manipular e facilmente adestravel, enfim, susceptível de dominação. A disciplina dos séculos XVII e XVIII é diferente de todo o tipo de massificação anteriormente aplicado, foge largamente dos princípios de escravização e de domesticidade das épocas clássicas, é uma utilização do corpo para determinados fins. Ela fabrica corpos dóceis, submissos, altamente especializados e capazes de desempenhar inúmeras funções.

    Por: Abrew Amambahyl Educação> Ensino Superiorl 27/11/2009 lAcessos: 1,353
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast