A Inclusão De Todos Na Escola

Publicado em: 03/08/2009 | Acessos: 1,338 |

 

 

 

 

 

GIOVANI TURELLA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A INCLUSÃO DE “TODOS” NA ESCOLA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Porto Alegre,

Julho 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

RESUMO

 

 

A INCLUSÃO DE “TODOS” NA ESCOLA

 

O GOL CONTRA NA PRÁTICA

“Giovani Turella

 

O ensaio que vamos escrever tenta buscar elementos no cotidiano de escola e, na intervenção dos vários atores que estão nesse cenário, construindo a escola que temos para a escola que queremos.

Desenhar este cenário tornando-o viável para que, dessa forma, mais e mais alunos possam usufruir desse espaço (que também é seu) sentindo-se bem, sendo por conseguinte aceitas como sujeitos capazes de construir seu próprio conhecimento dentro de suas possibilidades e potencialidades dentro da escola, tornando-se seres autônomos, críticos e sobretudo desbravadores desta floresta fechada chamada preconceito. É preciso urgentemente começar nas escolas esse movimento par que, não apenas a escola e seu corpo docente e discente tenham noção da amplitude de seus compromissos e responsabilidades, mas principalmente a sociedade que deve integrar esses movimentos capazes e responsáveis também pelo progresso deste país.

Assim esse trabalho, visa identificar a partir dos cursos curriculares no Instituto de Educação Superior IES, como o corpo, através de suas diversas manifestações tem encontrado espaço com vistas à promoção da autonomia e socialização dos alunos(as).

 

PALAVRA CHAVE: FORMAÇÃO, INCLUSÃO E CORPO.

“Professor de Educação Física, Espec”. Em Educação Psicomotora e Ed. Inclusiva.

 

 

 

 

 

 

 

ABSTRACT

 

 

The essay I dar to write tries to find elements in He school daily routine and its intervention of the various actores of this scenary, building from the school we have to the school we want. Designing this scenary making it viable so that in this way, more and more etudents can enjoy this apace (wich is yours too),feeling well, and therefore being accepted as citizens Who are able to produce their own knowledge within their potentialities and possibilities in side school. Citizens Who are also able to become autonomous, critical and are able to fight in this closed Forest called prejudice. It is urgently necessary to start this movement i the schools so that, not only the school ans its staff realize the amplitude of their commitment and responsability but also the society should see these movements wich are responsible for the progresso f this country.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

APRESENTAÇÃO

 

 

Agregar, reunir, gestão, inclusão e cidadania, são alguns dos itens que caracterizam a inclusão, (muito ditas e difundidas nos últimos anos). Estas, muitas vezes, apesar e não dizer/falar da realidade, por vezes tem incorporado nos discursos de muitos professores, atribuindo e essas verdades como se fossem absolutas. Na verdade, para falar em inclusão, devemos nos remeter a idéia de como está o processo de inclusão na escola, e, por conseqüência os professores, os alunos, a escola..., para, a seguir, pensar/sonhar sobre o papel que a escola deve desempenhar na sociedade. Por outro lado oportunizarmos as próprias pessoas portadoras de deficiências especiais PPLNE´S sobre como a escola pode acolher esses alunos(as).

Além disso, para muito além da discussão da extinção ou não das escolas especiais. Faz-se necessário repensar uma estrutura no que tange aos aspectos físicos (para estrutura da escola) e aspectos dos Recursos Humanos (formação) para que ela (a escola) possa definitivamente acolher alunos ditos “especiais”.

Defendo esta idéia, uma vez que os meios de comunicação têm veiculado nos telejornais e novelas este tema, e que, por conseqüência, tem provocado uma forte discussão na sociedade. Entretanto não podemos ter uma visão ingênua do tema e acreditar que a escola está preparada para atuar nessa direção. Pois na prática existe ainda um grande hiato entre a realidade que se encontra e algumas exitosas que estão tendo resultado.

Assim, é necessário (todos nós professores, equipe diretiva, comunidade escolar) criarmos situações no seio da escola para que essa inclusão seja aprofundada, experimentada e compartilhada afim de que não se torne um gol contra na vida dessas pessoas, mas, sobretudo um serviço de qualidade do professor, que possa  auxiliar as pessoas que tanto necessitam.

 

REALIDADE DA ESCOLA E FORMAÇÃO

 

Escola da qual pensamos e acreditamos, com certeza não é a mesma se fizermos essa indagação para os seus atores (professores, alunos, funcionários, pais etc.), ao mesmo tempo em que  a estrutura física da escola e o seu pragmatismo pedagógico, sofreu e sofre influências da cultura ocidental. Desta forma varias são as tendências e vertentes implementadas na escola algumas com ênfase no aluno, outras no professor e aquelas que acreditam na interação de ambos, no entanto, é inegável conceber a escola como um local de produção no conhecimento (não o único) além de formação/preparação do cidadão para a vida.

Nesta última década, muito tem se falado no sucateamento dessa instituição denominada escola ao mesmo tempo em que se percebe um certo esvaziamento nos cursos de formação dos professores, fruto também das políticas públicas aplicadas em nosso país. Assim temos uma grande desigualdade entre os vários estados que constituem a federação, tendo em alguns, um quadro desolador, desestímulo do professor na execução de suas funções, culminando com a diminuição de sua auto-estima. É importante que se diga de que os governos nas suas diversas esferas tem se esforçado para diminuir os problemas existentes (a criação e aprovação do FUNDEB e do piso nacional para o Magistério são provas disso), entretanto ainda muito há de se fazer.

A partir desse quadro real, desenhado, podemos ter a impressão de que tudo está “QUASE” perdido, principalmente quando o Governo Federal (afoitamente ao meu ver) tem veiculado em propagandas em rede nacional a inclusão de “todos” alunos portadores de necessidades especiais – PPNE´s – na escola pública.

Aí cabe uma indagação: – como podemos – implementar na escola a inclusão, gestão participativa com o atual cenário em que a escola e os professores vêm atravessando ? Como estes alunos serão inseridos ? E a qualidade do serviço prestado, como acontecerá ?

Não quero aqui afirmar de que o programa de Inclusão de Todos na Escola não seja bem vindo, mas desejo sim a declarar de que qualquer programa a ser implementado na educação desse país, deva passar pelo respeito à categoria de professores, respeito esse caracterizado pelos desníveis de aprendizado no ambiente da escola. Devemos também incentivar a formação dos professores, não apenas com cursos relâmpagos, mas principalmente no acesso gratuito dos professores a cursos específicos, financiamento a pesquisas transformando a escola que temos para aquela que queremos, para tanto, faz-se necessário reinventar a escola, as práticas os conceitos, despirmos do preconceito e acima de tudo respeito às diferenças.

 

EXPERIÊNCIAS EXITOSAS

 

No exato momento em que se discute via Conselho Nacional de Educação (CNE) a permanência ou não das Escolas Especiais, gostaria de apresentar algumas experiências exitosas que acontecem em nossa região metropolitana (para ser mais preciso) como forma de reconhecer e enaltecer o trabalho realizado por um conjunto de profissionais, pais,alunos entre outros. Não tenho aqui a pretensão de dar relatos de experiência de outros países por entender que estas não devem ser, parâmetro para o que vou descrever.

Tendo como parâmetro a região metropolitana do Estado do Rio Grande do Sul, sendo esses os municípios de Gravataí, Glorinha, Alvorada, Viamão e Porto Alegre, podemos observar que o coeficiente de escolas especiais para o atendimento às crianças e adolescentes com necessidades especiais diversas ainda é pequeno (para não dizer insuficiente), o mesmo podemos dizer das escolas que desenvolvem a inclusão desses alunos nas turmas regulares.

Desta forma, cabe a estes municípios, buscamos através de parcerias, convênios e intercâmbios de experiências, soluções para poder facilitar o acesso dessas crianças/adolescentes nas escolas públicas. É bem verdade (e esse e o motivo desses sub-item), faz-se necessário também avaliar as experiências exitosas de inclusão e acessibilidade dessas pessoas nas escolas da rede. Dentre estas cito o Centro Abrigado da Zona Norte (cazon) que tem desenvolvido belo trabalho de inclusão; além disso, firmou convênio com um grande hipermercado, para que alguns desses possam desenvolver lá suas habilidades, agora, de forma remunerada. Além disso, foi naquela instituição que surgiu a participação nos jogos municipais para excepcionais. O JOMEX - Jogos Municipais Para o Excepcional, surgiu porque os professores entenderam e acreditaram que a educação nasce pelo e através do corpo. Desta forma as atividades corporais puderam ter uma outra ressignificação.

Outro município que teve uma experiência exitosa foi Cachoeirinha, que através do Projeto Integrar (2002) atendia via Secretaria do Trabalho e Assistência Social, duas vezes por semana (2 x) crianças com necessidades especiais diversas, onde os(as) participantes realizavam atividades de educação física, tendo o acompanhamento de outros profissionais da saúde (psicólogos, assistentes sociais dentre outros). No período de vigência do projeto foram realizados uma série de ações que tiveram retorno significativo no campo social, afetivo, psicomotor, dentre outros.

É importante registrar de que outros municípios têm promovido alguns trabalhos nessa área, bem como buscando no intercâmbio de informações, melhorarem as ações desenvolvidas nessa área. Entretanto, não podemos dissociar estas ações que deverão crescer na qualidade e na quantidade da questão corporal “em uma avaliação de corpo in

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-inclusao-de-todos-na-escola-1094672.html

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    formacao

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    inclusao e corpo

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    Ana Paula Alves dos |Santos

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

    Por: Ana Paula Alves dos |Santosl Educaçãol 19/03/2011 lAcessos: 1,839
    Tania Maria da Silva Nogueira

    Os conteúdos abordados no desenvolvimento do trabalho evidenciam a construção histórica social da inclusão suas fases, a conceitualização da educação especial e inclusiva, a importância da educação Física e as ações inclusivas que a mesma oportuniza, assim como a organização pedagógica do profissional deve promover a inclusão em sua pratica. Para que possamos reconceituar valores acerca das diferenças entre indivíduos e os processos que culminaram com o ideal da inclusão é preciso que façamos uma retrospectiva histórica de como a sociedade tratou a deficiência em diferentes contextos sociais e históricos. Os valores são constituídos de normas pré-estabelecidas pela sociedade que direciona comportamentos e ações a serem seguidos.

    Por: Tania Maria da Silva Nogueiral Educação> Educação Onlinel 09/12/2009 lAcessos: 2,027
    Alessandro Neves de Araujo

    A palavra inclusão vem sendo colocada e usada muito atualmente, em todos os sentidos, principalmente na educação. Existem discussões dos educadores quanto ao termo e significado da inclusão, pois o desafio está nos projetos colocados em teoria e que deverão passar para a pratica, no qual todos os seres humanos usufruir os mesmos direitos.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educação> Ciêncial 06/10/2011 lAcessos: 429

    Este artigo é fruto de estudos realizados e de experiências profissionais vividas em instituição educacional de ensino especializado, buscando compreender a dinâmica do processo de (re) significação, ou consequente revisão, no campo das ideias, e quiçá, práticas, acerca da modalidade de educação especial e inclusiva no sistema de ensino brasileiro. Com efeito, tal artigo é adornado de reflexões com perspectivas híbridas sobre o fazer da educação especial na perspectiva da inclusão, fazendo valer, todavia, as contribuições da educação especial no processo de desenvolvimento sócio-educativo da pessoa com deficiência no ensino regular.

    Por: Marcos Matozinhos de Morais Munhósl Educaçãol 21/09/2009 lAcessos: 3,504 lComentário: 1

    O presente artigo tem como proposta trazer temas questionadores e atualizados com relação á Deficiência Auditiva. No passado, costumava-se achar que a surdez era acompanhada por algum tipo de déficit de inteligência. Entretanto, com a inclusão dos surdos no processo educativo, compreendeu-se que eles, em sua maioria, não tinham a possibilidade de desenvolver a inteligência em virtude dos poucos estímulos que recebiam e que isto era devido à dificuldade de comunicação entre surdos e ouvintes.

    Por: LUCIANA DE SOUSA SANTOSl Educação> Ensino Superiorl 01/11/2012 lAcessos: 240

    Esta pesquisa teve como objetivo investigar a experiência de inclusão escolar de uma criança com deficiência física. Partindo do processo histórico de construção das políticas públicas voltadas às necessidades educacionais especiais, problematizou-se o modo de formulação e implementação das políticas de inclusão, atentando para a necessidade de compreender sua efetivação concreta. Partindo de uma perspectiva fenomenológica, a pesquisa recorreu à reconstrução biográfica do processo de inclusão.

    Por: Flainyl Educação> Educação Infantill 09/01/2014 lAcessos: 112

    O presente trabalho aborda um assunto de estrema importância para o avanço dos direitos educacionais garantidos na Constituição Brasileira, quando se entende que a educação é direito de todos. Em um breve histórico, que versa sobre o contexto no qual fizeram parte as pessoas com deficiência rumo ao processo de inclusão na educação superior, buscaremos apresentar os avanços relacionados à inclusão dos mesmos, como também as atenções voltadas para esse público de discente.

    Por: Duanne Granjal Educação> Ensino Superiorl 21/07/2011 lAcessos: 586
    Antonio Carlos Machado

    Neste artigo discutiremos a presença das Tecnologias Educacionais de Informação e Comunicação para o eficaz processo de ensino-aprendizagem para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no caráter de inclusão digital, cujo objetivo investigar as ações desenvolvidas no cotidiano escolar, que visem à inserção dos alunos da EJA dentro desse novo contexto de mudanças sociais e do avanço da tecnologia, de forma a garanti-lo sua inclusão no mundo digital e no mercado de trabalho.

    Por: Antonio Carlos Machadol Educação> Educação Onlinel 03/12/2011 lAcessos: 1,070

    O Artigo enfatiza o tema inclusão digital d professores nas séries iniciais do Ensino Fundamental, aborda ainda a capacitação de professores e a necessidade de se adequar as ferramentas digitais.

    Por: Nalva Rodrigues Leitel Educaçãol 11/11/2012 lAcessos: 86

    Neste artigo, apresenta-se algumas relações entre a ditadura militar, as tendências pedagógicas e os reflexos do regime e das tendências na Educação contemporânea.

    Por: Gustavo H. de Toledo Ferreiral Educaçãol 17/11/2014

    Velocidade escalar média é a relação entre uma variação de espaço e o intervalo de tempo no qual ocorreu esta variação. Os alunos no inicio do estudo referente a velocidade média tendem a ter um bloqueio de conhecimento, pois se trata de algo novo para eles pois os mesmos acabaram de sair do ensino fundamental.

    Por: anacleil Educaçãol 17/11/2014

    Em 2014, dando continuidade ao projeto o tema escolhido foi cultura,que tem por objetivo resgatar as tradições artísticas, os costumes e a valorização do ser humano. Sendo assim foi proposta aos alunos dos primeiros e segundos anos do Ensino Médio uma pesquisa investigativa sobre o contexto histórico e cultural da cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.

    Por: Lilian Fiirstl Educaçãol 14/11/2014
    Benedicto Ismael Camargo Dutra

    Enfrentamos a estagnação econômica que avança pelo mundo, e fica mais difícil sair do subdesenvolvimento. Faltam estadistas e melhor preparo. As novas gerações são impacientes, sem humildade, querem resultado imediato com mínimo esforço.

    Por: Benedicto Ismael Camargo Dutral Educaçãol 14/11/2014

    As atividades experimentais, quando bem planejadas, são recursos importantíssimos no ensino. As aulas práticas são mais um aprendizado na vida do estudante, pois além da teórica ele exercer o que lhe foi ensinado fará com que ele absorva melhor o conteúdo e leve adiante o conhecimento adquirido. (FALA et al 2010.) Para tanto, este trabalho visou analisar, pesquisar e apresentar a importância e tipos diferentes de aulas práticas em uma escola pública no município de Tangará da Serra.

    Por: Patrícia Maria Barros Piovezanl Educaçãol 14/11/2014 lAcessos: 11

    O jornalismo investigativo tem várias áreas a serem desenvolvidas. A Reprodução Simulada dos Fatos, mais conhecida como Reconstituição é uma dessas vertentes, onde o jornalista se expõe, e muitas vezes coloca em risco a sua integridade física em detrimento da função. A abordagem da temática tem relevância para uma melhor entendimento da atuação da perícia técnica, delegados, testemunhas e indiciados que podem mentir e o jornalista, compreendendo um pouco do assunto, poderá ter ferrament

    Por: Vânia Santosl Educaçãol 13/11/2014 lAcessos: 11

    O lixo eletrônico tem se tornado um problema bastante sério, pois cresce em ritmo acelerado devido aos avanços tecnológicos dos equipamentos tornando os mesmos ultrapassados em tão pouco tempo. Esses objetos têm sido descartados na maioria das vezes de forma incorreta, provocando contaminação e poluição ao meio ambiente e prejudicando a saúde das pessoas, já que possuem substâncias químicas (chumbo, cádmio, mercúrio, berílio, etc.).

    Por: Fernandal Educaçãol 13/11/2014

    O projeto "Conquistando um sorriso" está sendo desenvolvido no segundo semestre do ano de 2014 na Escola Estadual 29 de Novembro pelos professores e alunos do ensino médio, turno matutino, visando ampliá-lo para o ano de 2015. Ele tem a perspectiva de mostrar aos alunos a importância de doar um pouco de si em projetos sociais, e ainda percebendo que a escola assume hoje um papel importante na sociedade é que nós decidimos colocar em prática este projeto.

    Por: anacleil Educaçãol 13/11/2014
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