A Inclusão De Todos Na Escola

Publicado em: 03/08/2009 | Acessos: 1,345 |

 

 

 

 

 

GIOVANI TURELLA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A INCLUSÃO DE “TODOS” NA ESCOLA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Porto Alegre,

Julho 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

RESUMO

 

 

A INCLUSÃO DE “TODOS” NA ESCOLA

 

O GOL CONTRA NA PRÁTICA

“Giovani Turella

 

O ensaio que vamos escrever tenta buscar elementos no cotidiano de escola e, na intervenção dos vários atores que estão nesse cenário, construindo a escola que temos para a escola que queremos.

Desenhar este cenário tornando-o viável para que, dessa forma, mais e mais alunos possam usufruir desse espaço (que também é seu) sentindo-se bem, sendo por conseguinte aceitas como sujeitos capazes de construir seu próprio conhecimento dentro de suas possibilidades e potencialidades dentro da escola, tornando-se seres autônomos, críticos e sobretudo desbravadores desta floresta fechada chamada preconceito. É preciso urgentemente começar nas escolas esse movimento par que, não apenas a escola e seu corpo docente e discente tenham noção da amplitude de seus compromissos e responsabilidades, mas principalmente a sociedade que deve integrar esses movimentos capazes e responsáveis também pelo progresso deste país.

Assim esse trabalho, visa identificar a partir dos cursos curriculares no Instituto de Educação Superior IES, como o corpo, através de suas diversas manifestações tem encontrado espaço com vistas à promoção da autonomia e socialização dos alunos(as).

 

PALAVRA CHAVE: FORMAÇÃO, INCLUSÃO E CORPO.

“Professor de Educação Física, Espec”. Em Educação Psicomotora e Ed. Inclusiva.

 

 

 

 

 

 

 

ABSTRACT

 

 

The essay I dar to write tries to find elements in He school daily routine and its intervention of the various actores of this scenary, building from the school we have to the school we want. Designing this scenary making it viable so that in this way, more and more etudents can enjoy this apace (wich is yours too),feeling well, and therefore being accepted as citizens Who are able to produce their own knowledge within their potentialities and possibilities in side school. Citizens Who are also able to become autonomous, critical and are able to fight in this closed Forest called prejudice. It is urgently necessary to start this movement i the schools so that, not only the school ans its staff realize the amplitude of their commitment and responsability but also the society should see these movements wich are responsible for the progresso f this country.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

APRESENTAÇÃO

 

 

Agregar, reunir, gestão, inclusão e cidadania, são alguns dos itens que caracterizam a inclusão, (muito ditas e difundidas nos últimos anos). Estas, muitas vezes, apesar e não dizer/falar da realidade, por vezes tem incorporado nos discursos de muitos professores, atribuindo e essas verdades como se fossem absolutas. Na verdade, para falar em inclusão, devemos nos remeter a idéia de como está o processo de inclusão na escola, e, por conseqüência os professores, os alunos, a escola..., para, a seguir, pensar/sonhar sobre o papel que a escola deve desempenhar na sociedade. Por outro lado oportunizarmos as próprias pessoas portadoras de deficiências especiais PPLNE´S sobre como a escola pode acolher esses alunos(as).

Além disso, para muito além da discussão da extinção ou não das escolas especiais. Faz-se necessário repensar uma estrutura no que tange aos aspectos físicos (para estrutura da escola) e aspectos dos Recursos Humanos (formação) para que ela (a escola) possa definitivamente acolher alunos ditos “especiais”.

Defendo esta idéia, uma vez que os meios de comunicação têm veiculado nos telejornais e novelas este tema, e que, por conseqüência, tem provocado uma forte discussão na sociedade. Entretanto não podemos ter uma visão ingênua do tema e acreditar que a escola está preparada para atuar nessa direção. Pois na prática existe ainda um grande hiato entre a realidade que se encontra e algumas exitosas que estão tendo resultado.

Assim, é necessário (todos nós professores, equipe diretiva, comunidade escolar) criarmos situações no seio da escola para que essa inclusão seja aprofundada, experimentada e compartilhada afim de que não se torne um gol contra na vida dessas pessoas, mas, sobretudo um serviço de qualidade do professor, que possa  auxiliar as pessoas que tanto necessitam.

 

REALIDADE DA ESCOLA E FORMAÇÃO

 

Escola da qual pensamos e acreditamos, com certeza não é a mesma se fizermos essa indagação para os seus atores (professores, alunos, funcionários, pais etc.), ao mesmo tempo em que  a estrutura física da escola e o seu pragmatismo pedagógico, sofreu e sofre influências da cultura ocidental. Desta forma varias são as tendências e vertentes implementadas na escola algumas com ênfase no aluno, outras no professor e aquelas que acreditam na interação de ambos, no entanto, é inegável conceber a escola como um local de produção no conhecimento (não o único) além de formação/preparação do cidadão para a vida.

Nesta última década, muito tem se falado no sucateamento dessa instituição denominada escola ao mesmo tempo em que se percebe um certo esvaziamento nos cursos de formação dos professores, fruto também das políticas públicas aplicadas em nosso país. Assim temos uma grande desigualdade entre os vários estados que constituem a federação, tendo em alguns, um quadro desolador, desestímulo do professor na execução de suas funções, culminando com a diminuição de sua auto-estima. É importante que se diga de que os governos nas suas diversas esferas tem se esforçado para diminuir os problemas existentes (a criação e aprovação do FUNDEB e do piso nacional para o Magistério são provas disso), entretanto ainda muito há de se fazer.

A partir desse quadro real, desenhado, podemos ter a impressão de que tudo está “QUASE” perdido, principalmente quando o Governo Federal (afoitamente ao meu ver) tem veiculado em propagandas em rede nacional a inclusão de “todos” alunos portadores de necessidades especiais – PPNE´s – na escola pública.

Aí cabe uma indagação: – como podemos – implementar na escola a inclusão, gestão participativa com o atual cenário em que a escola e os professores vêm atravessando ? Como estes alunos serão inseridos ? E a qualidade do serviço prestado, como acontecerá ?

Não quero aqui afirmar de que o programa de Inclusão de Todos na Escola não seja bem vindo, mas desejo sim a declarar de que qualquer programa a ser implementado na educação desse país, deva passar pelo respeito à categoria de professores, respeito esse caracterizado pelos desníveis de aprendizado no ambiente da escola. Devemos também incentivar a formação dos professores, não apenas com cursos relâmpagos, mas principalmente no acesso gratuito dos professores a cursos específicos, financiamento a pesquisas transformando a escola que temos para aquela que queremos, para tanto, faz-se necessário reinventar a escola, as práticas os conceitos, despirmos do preconceito e acima de tudo respeito às diferenças.

 

EXPERIÊNCIAS EXITOSAS

 

No exato momento em que se discute via Conselho Nacional de Educação (CNE) a permanência ou não das Escolas Especiais, gostaria de apresentar algumas experiências exitosas que acontecem em nossa região metropolitana (para ser mais preciso) como forma de reconhecer e enaltecer o trabalho realizado por um conjunto de profissionais, pais,alunos entre outros. Não tenho aqui a pretensão de dar relatos de experiência de outros países por entender que estas não devem ser, parâmetro para o que vou descrever.

Tendo como parâmetro a região metropolitana do Estado do Rio Grande do Sul, sendo esses os municípios de Gravataí, Glorinha, Alvorada, Viamão e Porto Alegre, podemos observar que o coeficiente de escolas especiais para o atendimento às crianças e adolescentes com necessidades especiais diversas ainda é pequeno (para não dizer insuficiente), o mesmo podemos dizer das escolas que desenvolvem a inclusão desses alunos nas turmas regulares.

Desta forma, cabe a estes municípios, buscamos através de parcerias, convênios e intercâmbios de experiências, soluções para poder facilitar o acesso dessas crianças/adolescentes nas escolas públicas. É bem verdade (e esse e o motivo desses sub-item), faz-se necessário também avaliar as experiências exitosas de inclusão e acessibilidade dessas pessoas nas escolas da rede. Dentre estas cito o Centro Abrigado da Zona Norte (cazon) que tem desenvolvido belo trabalho de inclusão; além disso, firmou convênio com um grande hipermercado, para que alguns desses possam desenvolver lá suas habilidades, agora, de forma remunerada. Além disso, foi naquela instituição que surgiu a participação nos jogos municipais para excepcionais. O JOMEX - Jogos Municipais Para o Excepcional, surgiu porque os professores entenderam e acreditaram que a educação nasce pelo e através do corpo. Desta forma as atividades corporais puderam ter uma outra ressignificação.

Outro município que teve uma experiência exitosa foi Cachoeirinha, que através do Projeto Integrar (2002) atendia via Secretaria do Trabalho e Assistência Social, duas vezes por semana (2 x) crianças com necessidades especiais diversas, onde os(as) participantes realizavam atividades de educação física, tendo o acompanhamento de outros profissionais da saúde (psicólogos, assistentes sociais dentre outros). No período de vigência do projeto foram realizados uma série de ações que tiveram retorno significativo no campo social, afetivo, psicomotor, dentre outros.

É importante registrar de que outros municípios têm promovido alguns trabalhos nessa área, bem como buscando no intercâmbio de informações, melhorarem as ações desenvolvidas nessa área. Entretanto, não podemos dissociar estas ações que deverão crescer na qualidade e na quantidade da questão corporal “em uma avaliação de corpo in

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-inclusao-de-todos-na-escola-1094672.html

    Palavras-chave do artigo:

    formacao

    ,

    inclusao e corpo

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    Ana Paula Alves dos |Santos

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

    Por: Ana Paula Alves dos |Santosl Educaçãol 19/03/2011 lAcessos: 1,871
    Tania Maria da Silva Nogueira

    Os conteúdos abordados no desenvolvimento do trabalho evidenciam a construção histórica social da inclusão suas fases, a conceitualização da educação especial e inclusiva, a importância da educação Física e as ações inclusivas que a mesma oportuniza, assim como a organização pedagógica do profissional deve promover a inclusão em sua pratica. Para que possamos reconceituar valores acerca das diferenças entre indivíduos e os processos que culminaram com o ideal da inclusão é preciso que façamos uma retrospectiva histórica de como a sociedade tratou a deficiência em diferentes contextos sociais e históricos. Os valores são constituídos de normas pré-estabelecidas pela sociedade que direciona comportamentos e ações a serem seguidos.

    Por: Tania Maria da Silva Nogueiral Educação> Educação Onlinel 09/12/2009 lAcessos: 2,037

    Este artigo é fruto de estudos realizados e de experiências profissionais vividas em instituição educacional de ensino especializado, buscando compreender a dinâmica do processo de (re) significação, ou consequente revisão, no campo das ideias, e quiçá, práticas, acerca da modalidade de educação especial e inclusiva no sistema de ensino brasileiro. Com efeito, tal artigo é adornado de reflexões com perspectivas híbridas sobre o fazer da educação especial na perspectiva da inclusão, fazendo valer, todavia, as contribuições da educação especial no processo de desenvolvimento sócio-educativo da pessoa com deficiência no ensino regular.

    Por: Marcos Matozinhos de Morais Munhósl Educaçãol 21/09/2009 lAcessos: 3,517 lComentário: 1
    Alessandro Neves de Araujo

    A palavra inclusão vem sendo colocada e usada muito atualmente, em todos os sentidos, principalmente na educação. Existem discussões dos educadores quanto ao termo e significado da inclusão, pois o desafio está nos projetos colocados em teoria e que deverão passar para a pratica, no qual todos os seres humanos usufruir os mesmos direitos.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educação> Ciêncial 06/10/2011 lAcessos: 442

    O presente artigo tem como proposta trazer temas questionadores e atualizados com relação á Deficiência Auditiva. No passado, costumava-se achar que a surdez era acompanhada por algum tipo de déficit de inteligência. Entretanto, com a inclusão dos surdos no processo educativo, compreendeu-se que eles, em sua maioria, não tinham a possibilidade de desenvolver a inteligência em virtude dos poucos estímulos que recebiam e que isto era devido à dificuldade de comunicação entre surdos e ouvintes.

    Por: LUCIANA DE SOUSA SANTOSl Educação> Ensino Superiorl 01/11/2012 lAcessos: 252

    Esta pesquisa teve como objetivo investigar a experiência de inclusão escolar de uma criança com deficiência física. Partindo do processo histórico de construção das políticas públicas voltadas às necessidades educacionais especiais, problematizou-se o modo de formulação e implementação das políticas de inclusão, atentando para a necessidade de compreender sua efetivação concreta. Partindo de uma perspectiva fenomenológica, a pesquisa recorreu à reconstrução biográfica do processo de inclusão.

    Por: Flainyl Educação> Educação Infantill 09/01/2014 lAcessos: 123

    O presente trabalho aborda um assunto de estrema importância para o avanço dos direitos educacionais garantidos na Constituição Brasileira, quando se entende que a educação é direito de todos. Em um breve histórico, que versa sobre o contexto no qual fizeram parte as pessoas com deficiência rumo ao processo de inclusão na educação superior, buscaremos apresentar os avanços relacionados à inclusão dos mesmos, como também as atenções voltadas para esse público de discente.

    Por: Duanne Granjal Educação> Ensino Superiorl 21/07/2011 lAcessos: 600
    Antonio Carlos Machado

    Neste artigo discutiremos a presença das Tecnologias Educacionais de Informação e Comunicação para o eficaz processo de ensino-aprendizagem para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no caráter de inclusão digital, cujo objetivo investigar as ações desenvolvidas no cotidiano escolar, que visem à inserção dos alunos da EJA dentro desse novo contexto de mudanças sociais e do avanço da tecnologia, de forma a garanti-lo sua inclusão no mundo digital e no mercado de trabalho.

    Por: Antonio Carlos Machadol Educação> Educação Onlinel 03/12/2011 lAcessos: 1,108

    O Artigo enfatiza o tema inclusão digital d professores nas séries iniciais do Ensino Fundamental, aborda ainda a capacitação de professores e a necessidade de se adequar as ferramentas digitais.

    Por: Nalva Rodrigues Leitel Educaçãol 11/11/2012 lAcessos: 95

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    Por: Silvana Bento de Melo Couto.l Educaçãol 30/01/2015
    CLEBERSON EDUARDO DA COSTA

    Existem muitas formas de desumanização e, uma delas, talvez a mais crucial, seja aquela que está sistematizada no desrespeito às diferenças, na medida em que esse desrespeito - no sentido micro - leva o indivíduo para longe da sua capacidade de coexistir e, consequentemente, para longe da possibilidade de aprendizagem, crescimento e desenvolvimento pessoal; no sentido macro, leva a sociedade para xenofobismos, nacionalismos exacerbados, genocidismos, biocidismos, apartheids, etc.

    Por: CLEBERSON EDUARDO DA COSTAl Educaçãol 22/01/2015
    Magno Fernando A. Nazaré

    Esse artigo busca analisar e compreender as implicações dessa remuneração para o trabalho docente. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de caráter bibliográfico-documental com base em pesquisas relacionadas à remuneração docente e documentos relativos à temática elaborados por organismos internacionais.

    Por: Magno Fernando A. Nazarél Educaçãol 20/01/2015
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    O presente artigo tem como pretensão abordar de forma clara e objetiva a importância da boa relação entre professor e aluno em busca de uma aprendizagem significativa. Sabe-se que a afetividade inevitavelmente faz parte do trabalho docente.

    Por: Jaqueline de Andradel Educaçãol 20/01/2015

    Vivemos em um um país, que demonstra abertamente, que toda sociedade convive pacificamente e não há preconceito ou discrimanação racial, vendemos a ideia que no Brasil existe a Democracia Racial, onde negros e brancos, se relacionam amigavelmente sem qualquer preconceito ou discrimanação. Porém observamos que, o que existe de fato, é o mito da Democracia Racial, ou seja, uma falsa ideia que brancos e negros vivem harmonicamente. Neste sentido, vamos relatar brevemente sobre algumas expressões.

    Por: Simone Marial Educaçãol 17/01/2015 lAcessos: 16
    Instituto Fisiomar

    Profissionais com qualificação saem na frente no mercado de trabalho e principalmente qualificação técnica. O curso técnico é um bom investimento, pois é um investimento barato, de curto prazo e que dá um excelente retorno. Uma Instituição séria que temos em Santa Catarina é o Instituto Fisiomar, com Cursos Técnicos de Segurança do Trabalho, Petróleo e Gás, Estética, Massoterapia e Podologia.

    Por: Instituto Fisiomarl Educaçãol 08/01/2015

    Considerando que a Educação deve ser voltada para a construção da cidadania, para o desenvolvimento das potencialidades do educando e a preparação para o trabalho, como diz na LDB – Lei nº 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), pensa-se que escola deve ser tida em nossa sociedade como oportunidade para o desenvolvimento, não só permitindo possibilitar ao educando estudar conteúdos, mas também dele ampliar relações com o outro, portanto devendo ser de qualidade.

    Por: nilda flores schutzl Educaçãol 30/12/2014
    Jaguaracy Conceição

    Esse texto tem como base a entrevista publicada na Revista Nova Escola de dezembro de 2014 e que traz como título: "A escola é a estrutura estável de quem vive numa família instável". Nela o sociólogo francês Bernard Lahire diz que o meio social é crucial ao desenvolvimento das crianças, pois sozinhas elas não conseguem superar as dificuldades que se deparam.

    Por: Jaguaracy Conceiçãol Educaçãol 23/12/2014 lAcessos: 23
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