A Inclusão Do Aluno Com Necessidade Especial Na Escola Regular

Publicado em: 30/05/2009 |Comentário: 6 | Acessos: 22,786 |

A INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADE ESPECIAL NA ESCOLA REGULAR

Profº Raul Enrique Cuore Cuore

Resumo

A inclusão do aluno com necessidade especial na Escola regular é um dos maiores desafios impostos à educação neste principio de século. Estamos ainda dando os primeiros passos em direção à inclusão. Professores, pais, Escola e sociedade devem estar comprometidos com esta nova empreitada.

Palavras-chave: Escola; Inclusão; Necessidade especial.

1 introdução

Atualmente observamos uma mobilização da Escola frente ao novo modelo escolar, que é a inclusão de alunos que apresentam necessidades especiais nas salas de aula do ensino regular. Esse movimento obriga à Escola a refletir sobre princípios desse novo paradigma, que vai desde a convivência desses alunos num espaço comum, a re-estruturação do trabalho pedagógico da Escola como um todo e o investimento na infra-estrutura necessária.

Todos os indivíduos portadores de necessidades especiais devem ter garantido o seu direito de acesso e permanência no ensino regular, possibilitando, assim, uma vida independente e uma postura critica perante os fatos ocorridos no cotidiano.

Em contrapartida o aluno que não é portador de necessidade especial terá a oportunidade, desde cedo, de conviver com as diferenças e desta maneira aceitá-las e, sobretudo respeitá-las.

2 O PAPEL DO PROFESSOR NESSA NOVA POSTURA DA ESCOLA

Apesar de reconhecer a importância da inclusão, é necessário ressaltar que o que se sabe sobre o tema é muito pouco, não podendo afirmar qual seriam suas possibilidades e limitações e quais as melhores formas para viabilizar a sua execução sem o risco de fracassos. Certamente no Brasil as experiências de inclusão ainda são muito incipientes.

O professor é, sem duvida, uma peça muito importante no conjunto que movimenta todo o sistema educacional. Desta maneira é de suma importância que o docente seja devidamente capacitado para receber este novo aluno que está chegando à Escola dando-lhe as ferramentas necessárias para compreendê-lo e orientá-lo devidamente.

Como diz Padilha (2004) “juntar crianças em sala de aula não lhes garante o ensino, não lhes garante Escola cumprindo o seu papel, não lhes garante aprendizagem e, portanto, não lhes garante desenvolvimento”.

Os conhecimentos dos diferentes tipos de necessidades especiais que os alunos venham a portar terão que ser profundamente conhecidos pelo professor, a fim de modificar (se assim se fizer necessário) os métodos pedagógicos usados em sala de aula, como a metodologia para a explanação da aula e até o material adequado para o seu desenvolvimento.

3 O PAPEL DOS PAIS , DA ESCOLA e da sociedade

Tanto os pais dos alunos portadores de necessidades especiais como os pais que não possuem filhos nestas condições são responsáveis por promoverem esta integração, que sem duvida alguma, trará para todos o aprendizado das “diferenças” e do respeito com o qual se devem lidar com elas.

No que diz respeito à Escola esta deve fornecer prontamente toda a estrutura necessária para receber os alunos portadores de necessidades especiais, que vai desde uma simples carteira escolar até a reforma nas instalações, não deixando de lado a adaptação no aspecto pedagógico, o apoio multidisciplinar e o treinamento constante dos professores.

A sociedade como um todo atuará, mais do que nada como ente fiscalizador, incentivando às Instituições que investem na inclusão dos portadores de qualquer deficiência e reprovando aquelas que não o fazem.

4 Conclusão

Muitos erros foram cometidos nestes poucos anos em que a experiência da inclusão tem se colocado realmente em pratica. Muitos acertos também foram colhidos. O verdadeiramente importante é termos a mente e o espírito abertos para podermos aprender e, assim, oferecermos às pessoas com deficiência uma melhor qualidade de vida é integração na sociedade.

O caminho não será fácil, porem é importante ressaltar que por primeira vez na historia o respeito às diferenças esta sendo de fato incentivado e que num futuro próximo o portador de deficiências especiais tomará seu lugar devido como cidadão.

5 referências

AMARAL, Lígia A. Conhecendo a Dficiência . São Paulo: Robe, 1995.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-inclusao-do-aluno-com-necessidade-especial-na-escola-regular-945017.html

    Palavras-chave do artigo:

    escola inclusao necessidade especial

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    A inclusão ou integração de crianças com necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino é uma realidade imposta por várias diretrizes de políticas educacionais, porém ainda persistem muitas dúvidas e impasses sobre como deve ser o processo de escolarização desses alunos. Os portadores da Síndrome de Down são crianças que merecem especial atenção, a educação dessas crianças é um processo complexo e requer adaptações e, muitas vezes o uso de recursos especiais.

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    São inúmeros, mas iremos apontar os que consideramos como mais importantes: 1 – A qualidade de ensino em uma escola técnica (Etec) é considerada excelente. 2 – As Etec´s contam com equipes de Professores e Coordenadores muito bem preparadas e comuma estrutura completa de salas, laboratórios e equipamentos de última geração.

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    O aluno especial tem algumas necessidade de auto realização igual aos demais alunos, assim como ele precisa ter sua autoestima valorizada para contribuir na definição de suas habilidades intelectuais, a interação social com a comunidade escola lhe dará segurança, o apoio dos pais e fundamental nesse processo.

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    Erineia nascimento da Silva

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    Por: Reginaldo Posol Educaçãol 07/09/2014

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    O objetivo deste estudo foi contribuir para o entendimento de quais são os fatores que determinam o sucesso escolar de alunos dos meios populares, por meio da percepção dos educadores. Trata de um estudo descritivo, quantitativo e qualitativo. O instrumento de coleta dos dados foi um questionário estruturado com perguntas objetivas e subjetivas As perguntas objetivas se relacionam a identidade dos professores e vivência no ambiente escolar. As subjetivas buscam conhecer quais os fatores que poss

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    Por: Profº Raul Cuorel Educação> Ciêncial 29/07/2009 lAcessos: 5,608 lComentário: 2
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    Antes de nada devemos entender que inclusão é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física ou mental, para os superdotados, todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo.

    Por: Profº Raul Cuorel Educaçãol 09/07/2009 lAcessos: 12,291
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    A energia irradiada pelo sol se encaixa dentro das alternativas de fontes renováveis. O aumento das populações urbanas e a industrialização exigiram necessidades crescentes de energia. Aprimorar a eficiência dos aparelhos e a das técnicas para a obtenção de energia é o plano mais essencial para a criação de um sistema de energia seguro para o clima. É importante também mudar para combustíveis que poluam menos o meio ambiente, como é o caso da energia solar e eólica, ou ainda a combinação de produção de calor e energia, tudo isto tem um papel importante.

    Por: Profº Raul Cuorel Educaçãol 02/07/2009 lAcessos: 10,822 lComentário: 1
    Profº Raul Cuore

    Ética e ciência, esta discussão necessita previamente passar pela concepção filosófica de “ser humano”, ‘ética’ e ‘ciência’. Na perspectiva existencialista, o homem é um ser capaz de autodeterminação, ou seja, ser sujeito do conhecimento e da ação. Em conseqüência, no campo ético, tudo aquilo que tira ou diminui essa dimensão de sujeito é considerado violência. Por sua vez, a ciência moderna ocidental contém em si um amplo projeto de dominação: da natureza, de si mesmo e do outro. Portanto, uma ciência ética só é possível a partir de uma nova postura diante da própria ciência e dos valores da sociedade.

    Por: Profº Raul Cuorel Educaçãol 19/06/2009 lAcessos: 22,054 lComentário: 5
    Profº Raul Cuore

    A possibilidade da Educação a Distância também criou novos universos para os Educadores que nela irão desenvolver o seu trabalho. O Educador tem consciência que além da plataforma virtual os momentos presenciais se tornam de suma importância, tanto que, as grades dos cursos oferecidos prevêem estes encontros.

    Por: Profº Raul Cuorel Educaçãol 14/06/2009 lAcessos: 433
    Profº Raul Cuore

    A violência e agressividade na juventude sempre existiram, mais atualmente estão tomando proporções incontroláveis. Existe uma necessidade urgente de retomar os valores morais e éticos que estão se tornando esquecidos pela juventude ou às vezes, tratados como obsoletos e fora da realidade. Este trabalho tem como objeto mostrar um pouco desta realidade que aflige a sociedade como um todo.

    Por: Profº Raul Cuorel Educaçãol 30/05/2009 lAcessos: 5,465 lComentário: 2
    Profº Raul Cuore

    O processo de atenção na sala está intimamente ligado à forma com a qual o professor prepara e expõe suas aulas, sendo ele o responsável não só pelo cumprimento da grade curricular como intermediário entre o conhecimento e o aluno, procurando uma linguagem que se identifique com o dia-a-dia do mesmo. Deste modo, neste trabalho será analisado o desenvolvimento da atenção na aprendizagem escolar.

    Por: Profº Raul Cuorel Educaçãol 30/05/2009 lAcessos: 2,716 lComentário: 1
    Profº Raul Cuore

    Para abordar as diferenças históricas entre a Probabilidade e a Estatística e importante compreender e relacionar o surgimento destas duas áreas da Matemática, assim como inseri-las no contexto do Ensino Superior na atualidade, no deixando de lado que com o advento da informática e o uso de planilhas eletrônicas, um novo ferramental é oferecido para a aplicação destas disciplinas.

    Por: Profº Raul Cuorel Educaçãol 30/05/2009 lAcessos: 6,397 lComentário: 1

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    cristina 07/09/2011
    Trabalho muito bom tenho muitas curiosidades em saber tudo sobre educaçao especial pois tenho um sobrinho com deficienca multipla quero poder aconpanhar ele da maneira correta abraços da amiga
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    Edilâine Márcia 05/07/2011
    Parabéns pelo artigo!É uito gratificante ver trabalhos assim, pois queremos incluír, aprender com eles e também ensinarmos, não vale apenas procurar o erro da inclusão, mas devemos enquanto educadores modificar essa realidade da inclusão de má qualidade no Brasil,e a mudança ocorre da própria mudança de prática pedagogica nossa mesma, para que possamos incluir sem excluir no ambiente escolar.
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    auderly cardoso 07/04/2011
    Gostaria de saber quantos alunos especiais podem ficar na turma dos ditos normais,pois sou professora e tenho 3 especiasi em uma turma do 3º ano com 25 alunos, obrigada.
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    Aidine Helena 15/03/2010
    sou uma professora, de uma escola do interior de sergipe e estou desesperada, por ter recebido este ano uma criança portadora de deficiencia mental e muito agressiva, por favor alguem me ajude pois ensino o 2º ano do ensino fundamental e já tenho uma turma numerosa o que posso fazer e como proceder nessa situação?
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    miria 12/11/2009
    algun comentário sobre deficiencia mental
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    CIUNIRA 09/09/2009
    MUITO BOM O TRABALHO DE VCS!!!
    SE POSSIVEL PODERIAM MANDAR UMA MANOGRAFIA SOBRE ESSE TRABALHO?
    UNS EXEMPLOS!!!
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