A Indisciplina na Escola

Publicado em: 04/01/2013 |Comentário: 0 | Acessos: 162 |

A Indisciplina na Escola

Joselaine Alessandra dos Santos Castro

Resumo: O artigo aborda a relação aluno/professor/pais sobre um tema muito discutido entre professores e psicólogos. O que pode ser considerado indisciplina e qual seria o limite para um professor dar a punição de acordo com as normas estabelecidas pelas escolas.

Palavras-Chave: Indisciplina, pais, professores e escola.

A indisciplina na escola

Hoje quando entramos em uma sala de aula a primeira coisa que observamos é como está difícil o relacionamento aluno e professor. O professor fala que está cansado de sofrer agressões verbais e até mesmo físicas que o salário é pouco, que não existe o reconhecimento por parte do governo e muitas vezes por parte da equipe diretiva da escola. Assim não consegue encontrar soluções para que os alunos possam se interessar mais pelos conteúdos e pela participação em sala de aula. Muitos deles desistem do investimento, perdem a esperança e deixam a turma andar conforme o ritmo impresso pelos próprios alunos.

Há uma relação entre a alegria necessária a atividade educativa e a esperança. A esperança de que o professor e alunos juntos podem aprender ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos a nossa alegria. (FREIRE, 1996, p. 72)

Segundo alguns professores a falta de educação e o respeito são muito grandes, não existe diálogo e não só com eles, mas também com os colegas de classe, os problemas são resolvidos sempre aos gritos e com agressão física e quanto mais chamarem a atenção para si mais seus objetivos terão sido alcançados.

Pensemos de forma extrema: se o essencial da imagem que os alunos têm de si (e querem que os outros tenham deles) inclui poucos valores morais, se seu orgulho alimenta-se de outras características, é de se esperar que sejam pouco inclinados a ver no respeito pela dignidade alheia um valor a ser reverenciado, e nem a considerar seus atos de desobediência como correspondentes a uma imagem positiva de si (afirmação da própria dignidade, como no caso da revolta contra a autoridade. (AQUINO,1996)

Quando se pergunta ao aluno o motivo de tanta revolta e agressão ele justifica que as aulas são chatas, os professores são desinteressados, que só sabem gritar e que não há interesse por parte dos colegas e nem dos professores para que as aulas sejam mais agradáveis. Quando os alunos discordam de determinada situação para beneficio próprio, não há o mínimo interesse dos professores em resolver o problema, ficam as dúvidas e a certeza de que não adianta reivindicar e que o diálogo está cada vez mais longe.

O clima de quem pensa certo é de quem busca seriamente a segurança na argumentação, é o de quem, discordando do seu oponente não tem contra ele ou contra ela nutrir uma raiva desmedida, bem maior, às vezes, do que a razão da discordância. (FREIRE, 1996, p. 35)

É difícil hoje saber quem está certo ou errado se é que isto é possível dentro da educação, a análise tem que ser feita sempre levando em conta as duas partes envolvidas, então como saber o que realmente faz parte de uma indisciplina ou está ligada a falta de diálogo e compreensão entre as partes.

Nos encontros na sala dos professores o assunto sempre é o mesmo a indisciplina, muitos se queixam dos alunos e dizem não mais saber o que fazer para resolverem a situação. Os alunos em questão acabam sendo taxados e de certa forma perseguidos pelos professores e orientação, pois acreditam que desta forma conseguirão um resultado positivo.

O serviço de orientação escolar não para dentro de uma escola já que a todo o momento um professor chama para atender um aluno que segundo ele perturba o bom andamento das aulas.

Segundo Grinspun (2008, p. 30).

A orientação não se preocupa apenas com os desvios de conduta na escola e com os alunos problemas; preocupa-se com todas as questões a serem analisadas, e com a própria Educação nesse cenário que tem pela frente.

Para refletirmos sobre a indisciplina vamos ver alguns autores:

No Miniaurélio: minidicionário da língua portuguesa, Indisciplina é definida como "procedimento, ato ou dito contrário à disciplina."

Segundo o professor Francisco Carlos Franco (2003), "Muitas das atitudes de indisciplina, e até mesmo de violência em sala de aula, podem ter origem na falta de habilidade do professor em administrar situações de conflito com os adolescentes".

Para Içami Tiba (2009, p. 116), "A falta de disciplina pode existir também pela falta de educação. Os pais e as escolas prejudicaram a formação da disciplina com sua tolerância e poucas exigências."

O professor Júlio Groppa Aquino (1996) fala que "O conceito de indisciplina, como toda a criação cultural, não é estático, uniforme, nem tampouco universal. Ele se relaciona com o conjunto de valores e expectativas que variam ao longo da história, entre as diferentes culturas e numa mesma sociedade".

A partir dessas informações já se pode observar que os problemas de indisciplina existem há muito tempo o que mudou foi a metodologia a forma como as crianças são abordadas, já que em outro período da história as crianças eram submetidas a uma forte fiscalização, a disciplina era rígida e autoritária.

Nas Confissões de Santo Agostinho.

Nesta minha infância, na qual eu tinha menos que temer por mim do que em minha adolescência, eu não gostava dos estudos, e odiava que a eles me obrigassem. Contudo, era coagido, e me faziam grande bem. Quem não procedia bem era eu, que não estudava a não ser constrangido, pois ninguém faz bem o que faz contra a vontade, mesmo que seja bom o que faz. (CSERNICKA, apud AGOSTINHO, 2007. Cap.XII)

Se fizermos uma análise dessas palavras podemos observar que a insatisfação dele como aluno não era reconhecida pelo professor o que hoje ainda acontece na sala de aula, o aluno está presente somente no corpo, pois seus pensamentos não fazem parte daquele momento e o mais importante é chamar a atenção para si, desta forma consegue a atenção do professor e dos colegas de classe e para ele o que menos importa é as conseqüências.

O (a) aluno (a) traz uma bagagem extensa já da sua criação, os pais não se importam mais com a sua educação e transferem para a escola um dever que é dele o de educar em conjunto com a escola.

Segundo (Tiba, 2009. p. 120, 121), "Os alunos melhoram muito sua performance escolar quando os pais acompanham sua vida de estudantes. A escola tem 30% e os pais 70% de responsabilidade pelo rendimento escolar dos estudantes."

O diálogo que deveria existir em casa, o esclarecimento das dúvidas de relacionamento, das diferenças, da solidariedade, da convivência com o outro e o respeito mútuo, não existe. Eles chegam à escola com falta de carinho, de atenção, de esclarecimento, procurando a melhor forma de chamar a atenção para si o que na maioria das vezes não é compreendido pelo professor.

Quando os pais são convocados para uma reunião cujo motivo é a falta de disciplina, eles alegam que seus filhos podem até serem um pouco indisciplinados, mas não admitem que sejam tão indisciplinados o quanto os professores relatam. Argumentam que seus filhos são perseguidos por professores e direção, dificultando assim um diálogo aberto e com sugestões para os problemas encontrados.

A família hoje está adormecida, esquece que é o pilar da educação, que através dela formam-se adultos capazes de respeitar o outro como a si próprio, que estão formando pessoas para enfrentarem todo tipo de agressão, rejeição, implicância e se não estiverem preparados tornam-se adultos agressores e transgressores das leis sociais e jurídicas.

Cabe aos professores e orientadores a função de mostrar limites e conseqüências e acima de tudo o respeito entre professores e colegas. E até que ponto os professores estão dispostos a parar e escutar um pouco mais de seus alunos, será que a grande maioria consegue demonstrar esse respeito exigido por eles.

Os (as) alunos (as) das escolas públicas são crianças carentes de afeto e de compreensão, vivem dentro de uma realidade violenta e transgressora, meninos (as) que perderam familiares de maneira trágica, já os alunos de escolas particulares não passaram por essas situações e também são indisciplinados, será que a falta e o excesso de compreensão não estariam diretamente ligados. Hoje as crianças precisam entender que limites não servem só para os mais humildes e que gentileza e respeito deve fazer parte de todas as classes sociais e que por mais que possam passar por dificuldades ou gozar de uma vida com recursos não se pode esquecer dos valores morais e éticos.

Por que não discutir com os alunos a realidade concreta a que se deva associar a disciplina cujo conteúdo se ensina, a realidade agressiva em que a violência é a constante e a convivência das pessoas e muito maior com a morte do que com a vida? (FREIRE, 1996, p. 30)

Já que a maioria das crianças já vem para a escola com seus valores prejudicados cabe ao professor incentivar e mostrar o seu potencial, tentar estabelecer relações afetivas, comprometimento e relações de reciprocidade, honrando sempre com suas palavras, estabelecendo confiança e respeito mútuo.  

As crianças devem aprender a traçar uma linha entre subjetividade e objetividade para que o que se pensa ou diz delas seja muito menos importante do que aquilo que são para si mesmas e para os que realmente importam em sua vida. (MARINOF, 2009, p.119)

A escola precisa aprender a valorizar o professor e o aluno. O professor precisa de cursos de formação com participação de toda a equipe diretiva, valorizando a integração, a cooperação e o respeito. O aluno precisa saber o valor da verdade e do respeito, saber que muitas vezes os seus atos ou suas palavras irritam professores, mas que quando são ditos ou feitos com verdade e respeito são de grande valor para professores e colegas, pois demonstram sabedoria.

As escolas trabalham com punições severas a alunos indisciplinados que muitas vezes servem como prêmio e não punição, já que os (as) alunos (as) se sentem glorificados com seus atos demonstram superioridade e poder diante de colegas.

Segundo o site de noticias (TERRA, 2011), o Ministério do Trabalho de Campo Grande considera ilegais as punições dadas aos alunos das escolas públicas, pois segundo ele pintar paredes, lavar banheiros e fazer serviços de jardinagem é considerado trabalho, o que descumpriria a lei, já que o trabalho e proibido para menores de dezesseis anos e insalubre para menores de dezoito anos. O promotor de Infância e Juventude de Campo Grande e criador do projeto se defende com base no número de casos de vandalismo, violência e uso de drogas que caiu em setenta e cinco por cento nos últimos dois anos nas escolas que adotaram a punição.

Se hoje os municípios se reunissem com representantes da Defensoria Pública, de escolas e Educação, talvez encontrassem soluções que fossem justas para os alunos e professores, punições que fossem adotadas em todas as escolas como medidas preventivas, pois os alunos conhecendo essas medidas, talvez respeitassem mais os professores, colegas e instituição.

Conforme o site de noticias (NOTA10, 2011),

A Câmara analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino. Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.

O projeto tramita em caráter conclusivo, já estavam na hora de se rever os códigos de respeito e conduta de jovens e adolescentes, pois o que mais se escuta nas escolas hoje segundo diretores e professores é: "que não da nada", esse é o termo com que os alunos referem às punições estabelecidas pelas escolas de um modo geral. Talvez se existirem leis que amparem os professores e as escolas, os alunos entendam que sim, pode dar alguma coisa e que eles são responsáveis pelos seus atos.

Referências Bibliográficas

AQUINO, Julio Gropa. Indisciplina na escola: alternativas teóricas. 9ª ed. São Paulo: Summus, 1996; Piaget, J. Estudos Sociológicos. Rio de Janeiro: ed. Forense, 1973

Csernik, Lucia Maria. Confissões Santo Agostinho. Digitado: Lucia Maria Csernik, 2007. Disponível em: http://cancaonova.com/noticias/pdf/277537_SantoAgostinho-confissões.pdf> Acesso em: 21 Julho 2011.

FLEURI, R.M. (1997). Educar para quê? / Reinaldo Matias Fleuri.- São Paulo: ed. Cortez, 1997.                    

Freire, Paulo / Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa / Paulo Freire. – São Paulo: Paz e Terra, 1996 (Coleção Leitura)

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5049379-EI8266,00-MTMS+que+impedir+punicoes+em+escolas+publicas+por+indisciplina.html >Acesso em: 26 Julho 2011

http://www.nota10.com.br/noticia-detalhe/8982_Projeto-estabelece-punicoes-para-estudante-que-desrespeitar-professor> Acesso em: 26 Julho 2011

Marinoff, Lou / Pergunte a Platão / Lou Marinoff; tradução Maria Beatriz de Medina. – 7ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2009.

Oliveira, Eloiza da Silva Gomes de. / Orientação Educacional. / Mirian Paura Sabrosa Zippin Grinspun. – Curitiba: IESDE Brasil S.A. , 2008. 92p.

PLACO, Vera Maria Nigro de Souza; ALMEIDA, Laurinda Ramalho de. O cordenador pedagógico e o cotidiano da escola. 5ª edição: janeiro de 2008, Edições Loyola, São Paulo, Brasil, 2003.

Tiba, Içami / Família de alta performance: conceitos contemporâneos na educação / Içami Tiba. – São Paulo: Integrante Editora, 2009.

VASCONCELOS, Celso dos S. Os desafios da Indisciplina em sala de aula e na escola. Publicação: Série Idéias n.28. São Paulo: FDE, 1997.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-indisciplina-na-escola-6389020.html

    Palavras-chave do artigo:

    indisciplina

    ,

    pais

    ,

    professores

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