A Indisciplina No Contexto Escolar

Publicado em: 05/08/2009 |Comentário: 5 | Acessos: 30,041 |

MÁRCIA HELENA IRINEU

TRABALHO:

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO III

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA – FEIT

INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO – ISEDI

CAMPUS AVANÇADO DE SANTA VITÓRIA – MG

SANTA VITÓRIA, DEZEMBRO DE 2008.

MÁRCIA HELENA IRINEU

TRABALHO: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO III

Trabalho, apresentado à disciplina de História da Educação III, para obtenção de nota, requisitado pela professora e MSc: Maria Aparecida Augusto Satto Vilela, para obtenção de notas.

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA – FEIT

INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO – ISEDI

CAMPUS AVANÇADO DE SANTA VITÓRIA – M.G DEZEMBRO DE 2008.

Projeto: A indisciplina no contexto escolar

Tema: Indisciplina A percepção de alunos, professores e diretores sobre a indisciplina escolar.

Palavra-chave: indisciplina, escola e família.

Justificativa:

Sou aluna do 3º ano do curso de Pedagogia, FEIT/UEMG, Campus Avançado de Santa Vitória - MG, que em virtude da grande discussão, tanto em reportagens, em revistas como a Nova Escola e outras, TV, livros e etc., quanto na prática cotidiana, percebi o quanto a questão indisciplina traz complicações na prática educativa e na própria relação aluno-professor. Sou professora de artes no PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), na cidade de Santa Vitória, M. G., portanto, muitas vezes assisto estarrecida, comportamentos agressivos e autoritários, ações de vandalismos, estragam carteiras, cadeiras, vidraças e na maioria das vezes são desrespeitosos para com os que ali prestam serviço, tanto em relação aos professores quanto aos outros funcionários. Assim por ter ligação com questões educacionais, optei por esse tema que faz parte do meu cotidiano profissional, procurando entender, buscando soluções que ajudam amenizar esse problema, pois mesmo não estando lidando com os alunos diretamente na educação escolar, estou quatro horas do dia, lado a lado dos mesmos e sinto que é possível reverter esse quadro que se estaciona em nossas escolas, adentra nossos portões e as nossas salas de aulas com uma velocidade tamanha, que se não houver um freio resistente, num futuro bem próximo, o acidente poderá ser fatal.

Objetivos:

Conhecer e analisar a indisciplina no contexto escolar;

Compreender, por meio de pesquisas, qual é a percepção de docentes (professores e alunos), sobre a indisciplina e suas implicações;

Identificar pontos semelhantes e divergentes de professores e alunos quanto à indisciplina no contexto escolar.

Problema: A percepção dos diretores, docentes e discentes sobre a questão da indisciplina.

Hipótese:

A indisciplina é percebida de maneira diferente pelos alunos e professores; um ato indisciplinar para um professor, pode não ser para outro professor; portanto, a indisciplina escolar pode ser atribuída a fatores externos à escola, outros acham que são fatores que envolvem a conduta do professor, sua prática pedagógica e até mesmo, práticas da própria escola que podem ser excludentes e etc. Entre os alunos a percepção sobre a indisciplina, também é contraditória, pois, a indisciplina escolar não envolve somente características encontradas fora da escola como problemas sociais, sobrevivência precária e baixa qualidade de vida, além de conflitos nas relações familiares, mas aspectos envolvidos e desenvolvidos na escola como a relação professor-aluno; a possibilidade do cotidiano escolar ser permeado por um currículo oculto; entre outros exemplos, recebe sujeitos não homogêneos, provindos de diferentes classes sociais, com diferentes histórias de vida e com uma “bagagem” que, muitas vezes é negada pela escola.

Referencial Teórico: A indisciplina é um tema controverso e demanda de muito conhecimento teórico e prático, no ir a campo e pesquisar. Atualmente, ela é um grande desafio para os educadores, tanto das escolas públicas quanto das escolas particulares. A questão indisciplina escolar, é muito complexa porque as percepções, em relação ao assunto, são muito variadas e atingem um número imenso de indivíduos envolvidos nesse contexto.

Segundo Aquino (1996. p. 98), a tarefa de educar, não é responsabilidade da escola, é tarefa da família, que ao docente cabe repassar seus conhecimentos acumulados, ele ainda aponta que a solução pode estar na forma da relação entre professor e aluno, ou seja, a forma que suas relações e vínculos se estabelecem, aponta também que a solução pode estar no desenvolvimento do resgate da moralidade discente através da relação com o conhecimento e que esse conhecimento deve ser construído socialmente, sem rigidez ou autoridade.

Piaget (1973) defende que temos duas alternativas: “formar personalidades livres ou conformistas”. Se o objetivo da educação for o de formar indivíduos autônomos e cooperativos, então é necessário propiciar para que ele se desenvolva em um ambiente de cooperação. A escola é um ambiente socializador e esta é, a importância de se ter claro sua parcela de contribuição na formação moral de seus alunos. O professor, no caso, tem a função de colaborar para que isso efetive. Deve propiciar experiências entre pares com bases na cooperação, construindo um ambiente com regras coerentes e justas. Também, deve se questionar sobre a coerência das regras da própria escola.

Para Fleuri (1997), os salários baixos e as péssimas condições de trabalho além de dificultar, desvalorizam a ação educativa dos profissionais que atuam na educação. É gigantesco o processo de evasão escolar e o caráter autoritário da escola denigre sua função educativa e social. Esses sistemas de conflitos e problemas são muito mais profundos, a escola que deveria promover a apropriação de um saber elaborado, criativo, crítico e solidário, capacitando as pessoas para o desenvolvimento das diferentes culturas, confere certificados e diplomas a funcionários burocráticos com aptidão apenas para reproduzir as relações exploradoras e de dominação.

Entretanto, para Vasconcelos (1997. p. 227ª 252), as questões indisciplinares têm ocupado um espaço cada vez maior no cotidiano escolar no país e a grande insatisfação decorrente dessas questões tem constituído em causa de abandono e de doenças, principalmente nervosas, do quadro do magistério. As reclamações dos professores, atualmente partindo até mesmo dos professores da pré-escola, é uma tendência que ainda não é generalizada, porém é preocupante e merece nossa reflexão e discussão, uma vez que é causa de repetência, evasão escolar e também constitui conseqüência de fracasso do planejamento inicial do professor e da escola, o que serve para reforçar a necessidade de aprofundar nessas questões; portanto, torna mais relevante a proposta desta pesquisa.

A pratica educativa segundo Paulo Freire (1996, pág. 46), deve desenvolver: um caráter formador, propiciar relações, treinar a experiência do ser social que pensa, se comunica, que tem sonhos que tem raiva e que ama. Baseado nessa filosofia, o educando deve dar a devida importância à parte social do aluno, porque é nela que ele vive sua realidade dia-a-dia, é nela que ele desenvolve seus instintos e é a partir dela que a indisciplina poder desabrochar. O educador democrático não pode esquecer que ensinar não é transferir conhecimentos, mas sim, criar possibilidades de construção, pois o aluno é ser humano inacabado, ele nunca deve transformar a autoridade em autoritarismo. Portanto o aluno precisa de estímulo para desenvolver sua transformação num ambiente de liberdade.

Metodologia: Realizei por meio de entrevistas, em três escolas municipais: Escola Municipal Geraldo Ribeiro, Grupo Escolar São José e Colégio Estadual José Franco de Gouveia, um levantamento sobre a ocorrência da indisciplina nessas instituições, de forma, a saber, se a escola tem de educar e disciplinar os alunos; se o objetivo da educação é formar indivíduos autônomos, qual é o papel da escola; o que deveria ser feito para diminuir a indisciplina; qual é o papel do professor; se as péssimas condições de trabalho e o salário baixo do docente influência na relação professor e aluno e o que deveria ser feito para acabar com a indisciplina.Num total de oito educadores, uma supervisora e uma diretora, participaram da pesquisa, nas escolas mencionadas.

Resultados alcançados:

Numa porcentagem de 100% dos docentes entrevistados, 50% responderam em forma de questionário e os demais responderam a entrevista oralmente.

Nas respostas obtidas, 30% dos entrevistados, levantaram a hipótese de que o aluno quando castigado por uma travessura, uma discussão com o colega ou uma nota baixa, passa a ter o sentimento de mágoa e aversão, para com os que o castigaram e isso vai aumentando ao ponto de que esse aluno se torne violento, passando a ter um reflexo explosivo, no que segundo eles, isso acontece por falta de diálogo entre professores, pais e alunos, porque os pais e professores devem colaborar para que o entusiasmo desse aluno e sua auto-estima se eleve, eles devem ter muito carinho e muita paciência, criando assim um ambiente propício para que ele sinta prazer no seu aprendizado.

Já 25% acreditam que quando a família, o professor e a sociedade, são rígidos e violentos, as crianças e os adolescentes também vão copiá-los, para esses, o aluno que fica quieto como se estivesse parafusado na carteira, com certeza está doente, segundo eles, o professor que sonha com esse aluno, não escolheu a profissão certa, porque esse não é um sonho pedagógico, que o professor é um formador de opiniões e não um dominador.

Os 45% restantes, acreditam que a indisciplina tem início em casa, porque quando o ser humano se apresenta agressivo, ansioso, violento e angustiado é resultado de problemas e segundo eles, tudo isso pode ser resultado de castigos severos como também pode ser causadas pelo desajuste familiar, como desemprego na família, que acarreta brigas e discussões, pais alcoólatras, drogados, pais que espancam a mãe, é o que causa a maioria dos problemas de indisciplina de muitos alunos.

Considerações Finais:

Mesmo que a indisciplina seja vista de maneira diferenciada pelos professores, a falta de diálogo entre professores e alunos, inibe a formação de vínculos entre eles e isso dificulta o repasse do aprendizado. O entusiasmo e a motivação são sinônimos interligados ao relacionamento de docentes e discentes. Os conflitos existentes, decorrentes das diversas classes sociais, condicionam à indisciplina, pois cada um trás uma bagagem que não é aceita pela escola ou nem se quer é discutida por ela. A escola tem a função de facilitar o processo de socialização do indivíduo e para cumprir com essa função numa sociedade democrática a escola tem que educar para o exercício da democracia. Não há como ensinar crianças e adolescentes a exercer a democracia em um processo de ensino-aprendizagem autoritário, em uma vivência autoritária. Nas entrevistas, pude perceber que os professores, estão despreparados, desorientados e desmotivados nessa questão de indisciplina, sentem-se perdidos, inseguros até nas próprias respostas, como se não soubessem qual passo devem dar, como se não soubessem como explicar a origem da indisciplina dos seus próprios alunos e nem se mostraram preocupados com a existência dela em suas escolas. Para eles, ela existe, causa problema, dificulta o andamento do aprendizado, mas não mostraram interessados em saná-la.

Segundo Fleri (2008), os salários baixos, as péssimas condições de trabalho, dificultam a motivação dos educadores. Conforme ele, a escola deveria valorizar a ação dos professores, capacitando-os para que desenvolvam a heterogeneidade das culturas e assim excluir o sistema de dominação autoritária que existe na maioria das escolas brasileiras. Entretanto Piaget (1996) levanta a questão da formação do indivíduo, se eles estão na escola para se formarem livres ou conformistas, pois o que a educação objetiva é formar indivíduos autônomos e cooperativos, a escola é quem deve criar um ambiente de cooperação e socializador, ao professor cabe o dever de colaborar e construir um ambiente com regras coerentes.

Paulo Freire, em seu livro, Pedagogia da Autonomia, também fala do caráter, das relações, da experiência social, da comunicação, dos sonhos, da raiva e do amor, que devem ser desenvolvidos junto a prática educativa, acredita que o educador deve conhecer o dia-a-dia do aluno, porque, segundo ele, é nessa realidade que o aluno desenvolve seus instintos e desabrocha a indisciplina. Para Freire, ensinar não é transferência de conhecimentos e sim, “é construção”. O educador não pode esquecer que o aluno é um ser humano inacabado, e só a partir dessa visão que ele irá entender que o aluno precisa se desenvolver num ambiente de liberdade. Portanto a minha conclusão é de que os educadores precisam olhar para fora da janela, esquecer um pouco do giz e livros e se mostrarem mais humanos, precisa procurar dentro de si mesmos e buscar respostas como se fossem para si próprios, a forma que gostariam de estudar, de que maneira gostariam de participar, pois a maioria das respostas da pesquisa foi descartar sua própria culpa no desenvolvimento da indisciplina na escola.

Referências Bibliográficas: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia, 33ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996;

FLEURI, R.M. (1997). Educar para quê? São Paulo: ed. Cortez;

VASCONCELOS, Celso dos S. Os desafios da Indisciplina em sala de aula e na escola. Publicação: Série Idéias n.28. São Paulo: FDE, 1997;

AQUINO, Julio Gropa. Indisciplina na escola: alternativas teóricas. 9ª ed. São Paulo: Summus, 1996; Piaget, J. Estudos Sociológicos. Rio de Janeiro: ed. Forense, 1973;

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-indisciplina-no-contexto-escolar-1100296.html

    Palavras-chave do artigo:

    indisciplina

    ,

    escola e familia

    Comentar sobre o artigo

    O presente trabalho visa abordar a importância da Interação entre Escola e Família no Processo Pedagógico para uma educação de qualidade, sobre as atuações dos profissionais em educação e o que eles tem feito para que ocorra essa interação e sobre sugestões para que ambas as partes, tanto a escola quanto a família, alcancem um objetivo em comum.

    Por: Arlete Luiza de Souzal Educação> Educação Infantill 02/11/2014 lAcessos: 50
    Antonia Matos

    Este trabalho tem finalidade de fazer uma breve reflexão sobre o papel da escola e da família no processo ensino-aprendizagem, a importância do trabalho conjunto dessas duas instituições tendo objetivos, estratégias e planos de ação conjuntos objetivando o sucesso acadêmico de seus filhos/alunos. Também será analisado o papel do psicopedagogo neste processo.

    Por: Antonia Matosl Educação> Ensino Superiorl 15/10/2012 lAcessos: 1,303

    No presente estudo, faze-a uma reflexão teórica a respeito da indisciplina dos alunos na escola. O foco central será fazer uma análise de como os professores lidam com a indisciplina em sala de aula. Nesse sentido, procura-se trazer à tona as idéias dos diferentes sentidos que a indisciplina poderia ter que dependeriam de cada sujeito e do contexto em que estaria inserido. Sob a luz do referencial teórico apresentamos que a indisciplina seria vista como uma atitude de desrespeito.

    Por: Vanessa Pereira Lima da Silval Educação> Educação Infantill 03/12/2012 lAcessos: 460
    Lucivania da Silva

    O problema da indisciplina vem a cada ano aumentando consideravelmente, haja vista muitos direitos dos alunos e poucos são as formas de cobrarem seus deveres. A escola deixou de ser uma complementação da educação para ser a única educação recebida pelos alunos. Os fatores são variados, pais ausentes, famílias destroçadas por alguns problemas comuns nos dias atuais como, separação de pais, drogas, álcool, entre outros, acarretando numa total ausência do direcionamento educação familiar.

    Por: Lucivania da Silval Educação> Ciêncial 25/09/2012 lAcessos: 615

    Este artigo aborda o tema violência nas escolas, foi feita uma revisão bibliografia, em artigos e periódicos para a elaboração desta pesquisa, foi focado na família e na escola, dois elementos principais e indissociáveis da temática, o objetivo principal do trabalho é fazer um estudo teórico sobre a violência nas escolas, e ter uma visão sobre o papel da escola e da família nas causas dessa violência.

    Por: Andria Oliveira Ramosl Educação> Ensino Superiorl 04/06/2013 lAcessos: 91

    RESUMO O presente trabalho apresenta a indisciplina escolar como um problema constante dentro das salas de aulas e visa buscar soluções que ajudam a reverter esse quadro, entender de onde vem, o porquê vem e o que fazer para que ela não venha. A importância deste trabalho está na reflexão sobre as influências da indisciplina dentro da escola, na sociedade, na família.

    Por: Márcia Helena Irineul Educaçãol 05/08/2009 lAcessos: 5,509 lComentário: 1
    Renato Ferreira

    É cada vez mais crescente a preocupação sobre a presença da indisciplina nas mediações escolares, visto o tempo perdido na prática pedagógica com essas questões. Inferimos que permeia o termo indisciplina uma questão social, que transcende as barreiras escolares, arraigando aos seus agravantes carências afetivas, diferentes formas de cultura, as organizações familiares e a ação das mesmas, além do paradigma de trabalho e hierarquização da escola e a atuação docente.

    Por: Renato Ferreiral Educaçãol 31/03/2009 lAcessos: 26,575 lComentário: 4
    Tereza Cristiany P. N. Simão

    RESUMO: Este trabalho tem por objetivo fazer uma análise sobre a indisciplina escolar e o papel do psicopedagogo diante deste desafio. Através deste estudos, buscam-se compreender o porquê da indisciplina, quais suas possíveis causas e quais as atividades realizadas pela escola na tentativa de controlá-la. Compreende-se ainda, que a interação escolar é essencial para facilitar o trabalho do professor, o respeito às regras e o bom relacionamento com os colegas, faz com que os alunos entendam que

    Por: Tereza Cristiany P. N. Simãol Educaçãol 21/10/2011 lAcessos: 2,582

    A estrutura familiar está desaparecendo a cada dia e é na escola que muitas crianças encontram seu referencial para a vida. Em meio a tantas más influências, a escola deve estar preparada para oferecer aos seus educandos o maior número de influências positivas para que ele possa ver a escola como um exemplo de cidadania que respeita seus educandos e busca uma relação dialética com eles a fim de ajudá-los a solucionar seus problemas e orientá-los em suas decisões.

    Por: Deise Coelho Schinoffl Educaçãol 25/05/2012 lAcessos: 672

    O estudo realizado teve como foco principal compreender os avanços no processo de construção do conhecimento dos alunos de uma turma de 3º ano, através dos jogos matemáticos, priorizando, desse modo, a ludicidade no ensino. A pesquisa foi desenvolvida durante o estágio realizado pela acadêmica e pesquisadora junto a uma turma de 3º ano.

    Por: Luziane Da Silva Costal Educaçãol 15/12/2014
    Idalina Gonçalves Fernandes

    A educação em nosso país necessita ser trabalhada, observando outros princípios como a virtualidade, considerando que as relações com os alunos, o ensino aprendizagem se dissociam cada vez mais da presença física, cujos limites de espaço e tempo servem como subterfúgio, como antiquados rituais, velhas metodologias de ensino, contraproducentes, frente às atuais exigências de autonomia, flexibilidade e criatividade com as quais os alunos são bombardeados.

    Por: Idalina Gonçalves Fernandesl Educaçãol 06/12/2014

    RESUMO A Educação de Jovens e Adultos tem uma especificidade própria, uma vez que os jovens e adultos já têm um repertório de conhecimentos e vivências que exige do professor um tipo de relação pedagógica diferenciada da que é trabalhada com crianças na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Além disso, a sociedade contemporânea tem exigido uma maior capacitação das pessoas para o mercado de trabalho, que a cada dia que passa se torna mais concorrido, tornando a vida mais difícil.

    Por: Giseli Matosl Educaçãol 05/12/2014 lAcessos: 15

    Este artigo de pesquisa analisa o problema gerada pela inserção da disciplina Ensino Religioso na educação pública no Brasil . Demonstra algumas concepções de especialistas sobre a disciplina, seus problemas sócio-pedagógicos e como ela pode ser trabalhada por meio dos temas transversais da educação como valores morais e éticos dentro de uma sociedade igualitária.

    Por: Sortineide Navarro Segural Educaçãol 05/12/2014

    Atualmente o uso dos celulares é um dos temas discutidos por muitos educadores, pois o mesmo atrapalha o andamento das aulas, visto que atrapalha não só quem atende, mas todos os que estão ao seu redor. Há escolas que comprovam o índice do rendimento escolar como negativo , sendo assim chegaram a um bom senso de que o aparelho atrapalha.

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014

    Considerando a importância do espaço escolar na formação do ser humano , onde cada um fazendo a sua parte podemos construir um mundo melhor e o processo ensino aprendizagem se completa quando passamos a conviver coletivamente na busca de um mesmo objetivo. A necessidade de preservação onde todos envolvidos na Unidade Escolar podem contribuir havendo uma interação social.

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014

    A Biblioteca escolar é um local apropriado para facilitar a prática da leitura de forma que a escolha seja livre ou orientada, é o espaço que pode favorecer a aquisição de conhecimento , diversão, há uma variedade de livros, revistas, de diversos assuntos ou temas, onde os estudantes ou até mesmo pessoas da comunidade escolar tem a liberdade de escolher qualquer livro para ler , é o ambiente que pode desenvolver no estudante o gosto pela leitura,

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014

    Respeitar para ser respeitado, ter amor próprio e para com o próximo, sentir a responsabilidade e o comprometimento da vida despertando o espírito humanitário, sensibilizar para necessidade de escolher uma religião a seguir. A família e a escola necessitam estar juntas neste processo de restabelecimento da questão do cultivo dos principais valores sociais, mas se não estiver , cabe ainda a escola despertar a necessidade de promover projetos voltados para este aspecto.

    Por: millena bastos mattosl Educaçãol 04/12/2014 lAcessos: 21

    RESUMO O presente trabalho apresenta a indisciplina escolar como um problema constante dentro das salas de aulas e visa buscar soluções que ajudam a reverter esse quadro, entender de onde vem, o porquê vem e o que fazer para que ela não venha. A importância deste trabalho está na reflexão sobre as influências da indisciplina dentro da escola, na sociedade, na família.

    Por: Márcia Helena Irineul Educaçãol 05/08/2009 lAcessos: 5,509 lComentário: 1

    Comments on this article

    1
    deisy 16/11/2011
    a indisciplina na escola e um acto mt mau.
    1
    gigi 01/05/2011
    amei seu trabalho. muito interessante, sou professora de matemática do ensino médio,trabalho com turmas bem dificeis, estou fazendo um projeto COMBATE A INDISCIPLINA NA SALA DE AULA. seu trabalho mim ajudou a iniciar esse trabalho .
    obrigada
    beijos
    0
    joao vieira 19/04/2011
    As realções interpessoais estão ficando a cda dia mais agravante no contexto escolar, gerando assim a chamda indiscilina, motivada pela falta de limites e respeitos entre todos que são de forma direto ou indireta agente de transformaçõs na sociedade em que vivemos. o tema em pauta vem de forma ferrenha distruindo os espaços escolares e amedrontando todos os envolvidos no processo educacional.
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    cleonice 11/05/2010
    estou cursando o 5 bloco de pedagogia,gostei muito do artigo escrito por:mácia Helena Arineu a respeito da indisciplina no contexto escolar,ficaria muito agradecida se pudessem enviar por imail esse artigo completo,pois estou fazendo um projeto relacionado a esse tema.ficaria imensamente feliz se respondesem a esse imail,obrigado.
    0
    Claudinéa 05/10/2009
    oi como vai?? quero dizer-te que adorei seu trabalho, muito bom.
    estou cursando o 6 semestre de pedagogia e o meu TCC tem esse tema.
    Me ajudou bastante.
    bjs aceito sugestões
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